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APÓS TROTES: MP abre procedimentos para acompanhar medidas de segurança em escolas na região de CG

O Ministério Público Estadual da Paraíba  abriu um procedimento para acompanhar medidas de segurança em escolas e creches públicas ou privadas.

A decisão foi publicada no diário oficial, desta quarta feira (12), pelo promotor de justiça, Raniere da Silva Dantas, com atuação em Campina Grande, interior da Paraíba.

As ações determinadas pelo promotor de justiça, Raniere da Silva do Ministério Público, abrangem escolas e creches públicas ou privadas, nos municípios de Campina Grande, Lagoa Grande, Boa Vista, Lagoa Seca e Massaranduba.

A medida tem como objetivo contribuir na garantia da segurança de estudantes, professores e funcionários, em ambientes escolares de município de Campina Grande e demais cidades da região, diante dos ataques ocorridos em escolas pelo país.

O procedimento de acompanhar a política pública de segurança nas escolas e creches públicas e privadas, visa a capacitação de professores, servidores e demais equipes pedagógicas no combate ao Bullying. As equipes devem implementar ações para discutir, prevenir, orientar e solucionar problemas relacionadas a possíveis atos violentos.

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Bruno Cunha Lima entra na mira do MPPB após negar piso salarial aos professores

O Ministério Público da Paraíba (MPPB), através da Promotoria de Defesa da Educação, irá investigar a Prefeitura de Campina Grande, sob a gestão do prefeito Bruno Cunha Lima, para apurar o não reajuste do piso salarial dos professores da rede pública municipal, em conformidade com a Portaria MEC 17/2023.

Justiça acata recurso de Bruno Cunha Lima e suspende greve dos professores em CG

A investigação foi autorizada pelo promotor Raniere da Silva Dantas. Portaria do inquérito civil foi publicada no último dia 5.

“Considerando a informação de que o Município de Campina Grande ainda não reajustou o piso salarial dos professores em conformidade com a Portaria do MEC nº 17/2023, que homologou o Parecer 1/2023/CGVAL/DIFOR/SEB/SEB, fixando o piso magistério 2023 em R$4.420,55”, justifica o MP.

O promotor determinou a notificação do secretário de Educação de Campina Grande, Raymundo Asfora Neto, para que no prazo de 10 dias preste informações sobre qual o piso salarial que está sendo pago aos professores na rede pública municipal de ensino.

Audiência marcada

O MPPB determinou uma audiência entre as partes. O encontro deve contar com o prefeito Bruno Cunha Lima, o secretário de Educação Raymundo Asfora Neto, do presidente da CMCG, Marinaldo Cardoso, e também do Procurador-Geral da Casa de Félix Araújo, além do presidente do Sintab, Franklyn Ikaz.

A udiência presencial será realizada no dia 20 de abril, a partir das 10h30. Objetivo, de acordo com a promotoria, é a celebração de um “Termo de Ajustamento de Conduta acerca do piso salarial dos professores da rede pública municipal de Campina Grande”.

Veja documento: Portaria MPPB Bruno

Com informações do Paraíba Já

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MP pede a Justiça para bloquear bens de sócios da Fiji Solutions

O Ministério Público da Paraíba ajuiza nesta quarta-feira (5) uma ação na Justiça contra a Fiji Solutions, uma empresa de Campina Grande especializada em criptomoedas. A ação vai correr em sigilo.

O MP pedirá o bloqueio de bens da empresa e dos sócios Bueno Aires, Breno de Vasconcelos Azevedo e Emilene Marília. Mais de 1.800 pessoas se disseram prejudicadas e acusam a empresa de calote. O caso é semelhante ao da Braiscompany, de Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos, ambos foragidos da justiça.

Com informações de Maurílio Júnior

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Câmara de Vereadores de Santa Rita é alvo do MP por irregularidades em compra de poltronas

Câmara Municipal de Santa Rita — Foto: Mano de Carvalho/Arquivo

 

Além da prefeitura gerida pelo prefeito Emerson Panta com inúmeros processos investigados pelo Ministério Público, a Câmara dos Vereadores passa a ter mais um caso alvo de investigações do MPPB. Dessa vez, a promotora Anita Bethânia da Rocha, apura denúncias acerca de irregularidades no processo licitatório para aquisição de material de escritório para a instituição.

Segundo a Portaria publicada na última segunda-feira (3), a promotora determinou a realização de notificações, depoimentos e diligências para requisição de documentos e perícias para apurar os fatos.

“Determino a promoção de toda e qualquer diligência que a se mostrar necessária durante a tramitação, inclusive notificações, tomada de depoimentos e declarações, requisição de documentos outros, de perícias e informações, tudo com base nas prerrogativas ministeriais”, disse.

Confira documento:

“Considerando a narrativa apresentada até o presente, qual seja, supostas irregularidades no processo licitatório, modalidade até de registro de preço nº 0013/2021, pela Câmara Municipal de Santa Rita, na Paraíba e a Empresa Copilar Comércio e Serviços Eirelli, para aquisição de material de escritório, a qual pode ser indicativo da prática do ato de  improbidade administrativa;  Resolve, com fundamento na conjugação dos permissivos legais supracitados, converter a presente notícia de fato em Procedimento Preparatório de mesmo número, com o objetivo de melhor apurar os fatos, individualizar as irregularidades e condutas, por ventura detectadas, além de colher elementos de provas para embasar eventual Ação Civil Pública, que por sua vez, possui o desiderato de reparar danos, coibir as práticas despidas de legalidade e responsabilizar à quem lhes deu origem ou perpetuidade na forma da lei”, diz o trecho da Portaria do MPPB.

Blog do BG PB com Clickpb

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MPPB abre nova investigação sobre licitações na Secretaria de Educação de CG; veja documento

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu nesta terça-feira (4), um inquérito civil para investigar indícios de fraude em licitações na Secretaria de Educação da Prefeitura de Campina Grande. Possíveis irregularidades têm relação com crimes apurados no âmbito da Operação Famintos.

Relembre: Na Paraíba: contratos entre prefeitura e empresa envolvida em fraudes da merenda entram na mira da PF
De acordo com o promotor Antônio Barroso Pontes Neto, ao menos quatro licitações estariam sob suspeita.

“Considerando as informações fornecidas pela SEDUC, notadamente, que os documentos referente aos pregões n° 00002/2018, 00003/2018, 00005/2018 e 0006/2018 foram apreendidos pela Polícia Federal no curso da operação ‘Famintos’”, justifica inicialmente o promotor.

O MP oficiou a Delegacia de Polícia Federal em Campina Grande para no prazo de 30 dias disponibilizar “eventuais relatórios de inquéritos policiais onde se apurou indícios de fraude ao caráter competitivo dos Pregões 00002/2018, 00003/2018, 00005/2018 e 0006/2018, realizados pela da Secretaria da Educação do Município de Campina Grande, no ano de 2018”.

Documentos com a PF

O promotor destacou que os documentos são necessários “tendo em vista que, parte das empresas vencedoras foram denunciadas pelo MPF em consequência da Operação Famintos”.

O MPPB também frisou que após suas diligências preliminares junto à Secretaria de Educação de Campina Grande, com objetivo de reunir indícios de fraude nas licitações, foi informado que parte dos documentos foram apreendidos pela PF no curso da Operação Famintos.

Veja documento:

Portaria MPPB-CG

Com informações de Paraíba Já 

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Clientes da Fiji se preocupam após MP dar mais tempo para Bueno pagar atrasados; confira nota

Cresce a expectativa de clientes, após o Ministério Público da Paraíba (MPPB) adiar, novamente, por mais três dias, o prazo para que a empresa Fiji efetue os pagamentos atrasados aos investidores. Em nota publicada pelo promotor Sócrates Agra, nesta segunda-feira (3), a orientação é que haja mais tempo para a empresa conseguir cumprir os acordos.

Segundo ele, as investigações estão em curso e sob sigilo devido dados pessoais de clientes. “Devido a  complexidade e por envolver empresas no exterior, existe uma demanda de tempo exigida por lei. Estão sendo adotadas todas as medidas dos trâmites processuais. Todos os sócios estão sendo ouvidos constantemente pelo Ministério Público”, disse a nota.

A demora no andamento desse caso preocupa cada vez mais os investidores que enxergam ainda mais longe a chance de receber de volta o dinheiro que foi investido. Essa já é a quinta vez que o pagamento é adiado.

Uma nota emitida pelo Procon diz que as investigações existentes sobre a empresa Fiji estão em curso e correm em segredo processual. “A causa trata de matéria complexa envolvendo inclusive empresas com sede no exterior”, diz a nota.

Confira a nota na íntegra:

A Diretoria Regional do MP-PROCON, no uso de suas atribuições, vem informar o que se segue:

1. As investigações existentes em torno da Empresa Fiji Solutions estão em curso e em segredo processual, em razão da existência de dados e informações de consumidores, respeitando-se a Lei Geral de Proteção de Dados.

2. As investigações se tratam de matéria complexa, envolvendo, inclusive, empresas com sede no exterior do Brasil. Por essa razão, todas as diligências demandam o tempo estabelecido por lei para impulsionamento.

3. Estão sendo adotadas todas as medidas voltadas para a celeridade processual. Por isso, não é cabível ao Ministério Público ultrapassar os limites estabelecidos por lei para realização dos atos processuais.

4. Todos os sócios estão sendo igualmente ouvidos diariamente acerca da empresa, com requisição constante de novos documentos.

5. Quaisquer informações que não sejam fornecidas diretamente pelos portais do Ministério Público do Estado da Paraíba, carecem de veracidade e não são revestidos de oficialidade.

6. Convém ressaltar que ao Ministério Público cabe, nos aspecto de proteção ao consumidor, a investigação em perspectiva coletiva, difusa ou individual homogênea. Os consumidores que almejam, individualmente, dados morais ou materiais acerca dos seus contratos, devem procurar os meios legais para ingresso na esfera individual.

7. Quaisquer atualizações serão disponibilizadas em momento oportuno.

O Ministério Público reitera que permanecerá atento e atuante, buscando sempre garantir o equilíbrio das relações consumeristas.

Campina Grande. 03 de abril de 2023

Sócrates da Costa Agra
Promotor de Justiça
Diretor Regional do MP-PROCON

Blog do BG PB com Clickpb

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Caso Braiscompany: Clientes têm até hoje para registrar reclamações no MP

Caso Braiscompany: MP-Procon recebe 900 denúncias e prazo para queixas segue até 31 de março - Portal Correio

Termina hoje (31), o prazo para os consumidores com contratos com a Braiscompany realizarem o preenchimento do formulário online disponibilizado pelo MP-Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba) para cadastro de reclamações.

Desde o último dia 2 de março, o MP já recebeu aproximadamente 900 reclamações sobre o caso.

Conforme explicou o diretor-geral do MP-Procon, o promotor Romualdo Tadeu, a partir de abril o formulário online não estará mais disponível, pois será iniciada uma nova fase da investigação.

Ele explicou a necessidade de estabelecer aos consumidores uma data-limite para o envio de reclamações, tendo em vista os prazos previstos na lei para que o MPPB ingresse com ação civil pública contra a empresa.

Entenda o caso

Em fevereiro deste ano o MPPB instaurou o Inquérito Civil para apurar denúncias de consumidores sobre o descumprimento de contratos celebrados com a empresa de criptoativos “Braiscompany”, com sede em Campina Grande. As informações enviadas ao órgão ministerial estão sendo anexadas ao inquérito civil, que tramita em sigilo.

A investigação na Braiscompany

A operação investiga uma movimentação financeira de R$ 1,5 bilhão feita pela Braiscompany em criptoativos. Dois mandados de prisão foram expedidos tendo como alvos o empresário, Antônio Neto, e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos, que continuam foragidos.

Na operação a Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da empresa.

Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo.

Blog do BG PB com JornalPB

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Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público da Paraíba, protocolou duas denúncias relativas à Operação Cifrão. A ação apurou fraudes na contratação de construtoras para execução de obras do Sistema S na Paraíba. A operação foi deflagrada em 2020 pela Polícia Federal e investigou, também, superfaturamento e ligações entre as empresas contratadas e dirigentes da FIEP. As denúncias foram protocoladas junto à 2ª Vara Criminal de Campina Grande.

Em uma das ações são denunciados pelo Gaeco o presidente da Fiep, Francisco de Assis Benevides Gadelha (Buega Gadelha), o empresário Waldeberto Leite de Oliveira, Catarina Rocha Bernardino de Oliveira, Francisco Petrônio Dantas Gadelha e Kelline Muniz Vieira.

A ação faz referência à contratação da Construtora Absolute. O empreendimento foi contratado por R$ 3,7 milhões pelo Sesi.

“Assim, a licitação sob a modalidade Concorrência nº 006/2016 realizada pelo SESI/DR/PB foi edificada com base em condutas vedadas, superfaturamento e desrespeito as formalidades legais, atestando clarividente direcionamento da licitação e vultoso superfaturamento que onerou os cofres da entidade em quase R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), contando com a liderança de FRANCISCO DE ASSIS GADELHA, tratando de dificultar, ilegalmente, a competitividade do procedimento licitatório, através da exigência de vultosa garantia pecuniária para participação no certame, além da ilícita omissão na fiscalização das obras, garantindo a locupletação da quantia desviada através dos diversos superfaturamentos denunciados”, dizem os promotores na denúncia.

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Na outra ação são denunciados pelo Gaeco o presidente da Fiep, Buega Gadelha, o empresário Alaor Fiuza Filho, Chenia Maia Camelo Brito, Francisco Petrônio Dantas Gadelha, Janildo Sales Figueiredo, e Carlos Estevam de Souza Galvão.

O caso relata indícios de fraudes na contratação da construtora Roma. O empreendimento foi contratado à epoca por R$ 2,8 milhões para execução de obras de construção e reforma dos Centros de Atividades do SESI. Conforme a CGU, foi exigida como garantia um aporte de 5% (cinco por cento) do valor orçado, o que teria afastado as empresas que não dispunham de R$ 141 mil para depositar.

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Na época em que foi deflagrada a Operação Cifrão o presidente da Fiep, Buega Gadelha, convocou uma coletiva de imprensa e afirmou que não houve qualquer tipo de irregularidade nas contratações.

JornaldaPB

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FRAUDE: Servidores de cidade na PB aprovam maridos e cunhadas em concurso

Servidores de cidade na PB aprovam maridos e cunhadas em processo seletivo

A Secretaria de Saúde da cidade de Pocinhos, na Paraíba, deve suspender o processo seletivo em que foram aprovados os maridos e as cunhadas de servidores do município. O entendimento do Ministério Público Estadual aponta que os aprovados eram parentes dos funcionários que compunham a banca avaliadora do concurso. A ação judicial também pede que os contratos de servidores comissionados sejam suspensos. 

Para o MPPB, diversas irregularidades foram praticadas pelos membros da comissão avaliadora do processo seletivo realizado em janeiro deste ano.

Denúncias ainda apontam que duas candidatas que apareceram como classificadas no resultado final, publicado no dia 8 de fevereiro, sequer participaram da primeira fase do processo.

De acordo com a ação do MPPB, a partir do momento em que houve inscrições de parentes dos servidores membros da comissão avaliadora, estes tinham o dever de abster-se de atuar no processo seletivo, por estarem claramente impedidos, todavia, também não o fizeram.

Blog do BG PB

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Carrefour de João Pessoa é investigado por prática de propaganda enganosa

O Ministério Público da Paraíba instaurou um Inquérito Civil contra uma das unidades do Supermercado Carrefour em João Pessoa, por prática de propaganda enganosa.

Segundo o MP, um consumidor se sentiu lesado após a empresa não cumprir a cobertura do preço da concorrência, inclusive com compromisso público registrado em cartório.

O documento lembra que, de acordo com o “Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva.” e que segundo o “§ 1° É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços“.

O Inquérito ainda afirma que as penas sujeitas para infrações das normas de defesa do consumidor podem ser aplicadas através de “multa, suspensão de fornecimento de produtos ou serviço, suspensão temporária de atividade, cassação de licença do estabelecimento ou de atividade; interdição, total ou parcial, de estabelecimento, de obra ou de atividade“.

O Carrefour ainda não se pronunciou sobre o assunto.

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