Cultura

PRÉVIAS CANCELADAS: “Folia de Rua” rejeita proposta de desfiles no Espaço Cultural

Foto: Muriçocas do Miramar

Representantes do ‘Folia de Rua’, como são chamadas as prévias carnavalescas de João Pessoa, se reuniram nesta sexta-feira (14) para definir o cancelamento dos desfiles no Espaço Cultural. O motivo é o aumento dos casos de Covid-19 e Influenza nos últimos dias na capital. Mesmo com a possibilidade de passaporte de vacina e protocolos sanitários, evitar as aglomerações nesse momento é o caminho mais prudente, de acordo com a organização.

Apesar da decisão do ‘Folia de Rua’, representantes do Carnaval Tradição ainda não se manifestaram.

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), informou que as festas de carnaval em locais fechados estão permitidas.O primeiro espaço pensado pelo grupo para as festas do Folia de Rua e Carnaval Tradição foi o Espaço Cultural, cuja viabilidade será avaliada junto ao Governo da Paraíba. Os locais, datas e a programação oficial serão informados posteriormente.

Assim como João Pessoa, ao menos 11 capitais anunciaram o cancelamento do carnaval 2022. Entre elas, Recife, Rio e Salvador, reconhecidas pelos festejos. No estado vizinho, também não haverá festas em Olinda (PE).

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Cultura

SEM FOLIA: Prefeitura de Patos cancela o Carnaval de 2022

Foto: Reprodução

Em reunião com à presidência da Liga dos Blocos Carnavalescos de Patos, a Prefeitura Municipal de Patos cancela o Carnaval de 2022.

Diante dos surgimentos das novas variantes da COVID-19, bem como o surto de gripe que está ocorrendo não só em Patos, mas como em todo o território nacional, a prefeitura afirma que o cancelamento da festividade é necessário, como forma de priorizar a saúde dos foliões e servidores que iriam prestar serviços nos arrastões.

A Prefeitura Municipal afirmou que vai dar continuidade à campanha de vacinação, e aumentar a disponibilização de testes para COVID-19, para que haja uma diminuição e controle dos novos casos.

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Cultura

INVIÁVEL: Olinda Beer é suspenso após aumento de restrições em Pernambuco

Os organizadores do Olinda Beer, uma das maiores prévias de carnaval do Brasil, anunciam a suspensão do evento. A decisão acontece devido às novas restrições feitas pelo Governo do Estado para conter o avanço da covid-19, principalmente após a chegada da variante ômicron e também da epidemia de influenza H3N2.

Com isso, além do Olinda Beer, que reúne mais de 70 mil pessoas, o decreto do governo de Pernambuco deve atingir também outras prévias carnavalescas e os camarotes privados que funcionariam nos dias de carnaval. A prefeitura do Recife já havia cancelado o Carnaval de rua e as festas populares, mas manteve os camarotes privados.

 

O evento estava previsto para acontecer no dia 20 de fevereiro, e já tinha anunciado nomes como Thiaguinho, Ivete Sangalo, Wesley Safadão, Léo Santana, Cláudia Leitte, Os Barões da Pisadinha, Priscilla Sena e Bell Marques.

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Cultura

BALANÇO: Até o momento, 45 municípios paraibanos já cancelaram o Carnaval de rua em 2022

Foto: Reprodução

Chega a 45 o número de municípios paraibanos que anunciaram o cancelamento dos festejos de carnaval este ano. A informação é da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup).

As decisões seguem recomendações das autoridades sanitárias, após o surgimento de uma nova variante da covid-19 e o aumento do número de casos da gripe H3N2.

O presidente da Famup, George Coelho, parabenizou os prefeitos pela decisão tomada e afirmou que é fundamental seguir as recomendações da ciência. Ele destaca que a vacinação vem avançando e que os gestores têm feito o dever de casa, seguindo todas as medidas sanitárias para combater o vírus e a nova gripe. “O momento ainda é de priorizarmos a questão sanitária. Não podemos colocar em risco a vida das pessoas”, disse.

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Cultura

MISTÉRIO: Cícero convoca entrevista coletiva, mas não adianta assunto

Foto: Reprodução

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, convocou a imprensa para uma coletiva às 10h desta sexta-feira (7) no auditório do Centro Administrativo Municipal em Água Fria.

A pauta, porém, é um mistério já que a convocatória afirma apenas que é um “importante pronunciamento sobre tema de interesse da coletividade”.

Devido ao aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) causadas tanto pela variante ômicron da Covid-19, quanto pela epidemia de gripe, o anúncio pode tratar do cancelamento oficial do Folia de Rua, na Capital.

 

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Cultura

COVID-19: Sem desfiles de blocos pelo 2º ano, bailes devem agitar o Carnaval de João Pessoa

Foto: Bloco Cafuçu

Pelo segundo ano consecutivo, os tradicionais desfiles dos blocos de rua do Carnaval de João Pessoa não devem acontecer. Por conta da pandemia da Covid-19, os blocos comunicaram a Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), que não pretendem desfilar. O cancelamento total das festividades, no entanto, ainda não foi definido.

De acordo com Marcus Alves, presidente da Funjope, a organização dos blocos têm relatado preocupação com a saúde dos foliões. Outros modelos de comemoração, no entanto, ainda estão sendo estudados como festas em ambientes com controle de vacinados.

“Todos eles têm muita responsabilidade com a saúde dos foliões e todos estão muito apreensivos em relação a isso. A gente vem num trabalho contínuo desde o mês de outubro e novembro fazendo um planejamento do carnaval. A ideia de alguns desses blocos é fazer festas mais fechadas, baile em clubes ou lugares que possam ter controle de pessoas.”, disse Marcus Alves.

A proposta de festas de menor porte e descentralizadas, no entanto, ainda está sendo estudada. Para o diretor da Funjope, diante do atual cenário epidemiológico, até mesmo comemorações em clubes e outros ambientes podem ter um efeito negativo na pandemia da Covid-19.

“Se você decide que não vai haver carnaval, não vai fazer nenhum tipo de festividade. Não é possível decidir que não tem carnaval e ficar fazendo festas. Isso, de toda forma, vai gerar aglomerações. Carnaval tem outra dimensão e a gente tá discutindo o que fazer com esse modelo de carnaval.”, completou.

MaisPB

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Cultura

LANÇAMENTO: Flávio José e Elba Ramalho estão confirmados no “Melhor São João do Mundo em Bananeiras”

Foto: Reprodução

A prefeitura de Bananeiras lançou na noite desta segunda-ferira (27) o chamado “Melhor São João do Mundo”, que teve alguns detalhes divulgados no evento que ocorreu no Mirante Altiplano, que fica no bairro Portal do Sol, em João Pessoa.

Os grandes noes da música paraibana, Elba Ramalho e Flávio José foram anunciados como as principais atrações do evento. A intenção do prefeito da cidade, Matheus Bezerra (MDB) é que o evento fique na história e se torne um marco para Bananeiras.

No local também houve apresentação de quadrilha junina, muita comida típica e forró. Serão 30 dias de programação cultural que prometem trazer muita alegria e tradição.

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Cultura

Chico César testa positivo para Covid-19 e cancela show que faria em Natal neste sábado

Foto: Divulgação

A produção do cantor paraibano Chico César informou nesta quinta-feira (23) que o artista testou positivo para a Covid-19.

Em nota divugada para a imprensa, a equipe do cantor afirmou que ele encontra-se bem disposto, isolado em sua residência em São Paulo, acompanhado e orientado à distância por um médico.

Com isso, a apresentação que ele faria neste sábado (25) no Largo da Praia do Forte, dentro das celebrações de reabertura do Forte dos Reis Magos em Natal-RN, está adiada para uma nova data que ainda não foi informada.

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Cultura

LUTO: Monarco, um dos maiores nomes da história do samba, morre aos 88 anos

Hildemar Diniz, o Monarco, líder da Velha Guarda da Portela, um dos maiores cantores da história do samba e figura altamente respeitada no meio musical morreu neste sábado, dia 11, aos 88 anos, no Rio de Janeiro.

Pode-se até imaginar que seu apelido é uma variação de monarca e faz alusão à sua nobreza. Mas não é bem assim. A primeira parte está certa. Hildemar, que teve sua morte confirmada pela Portela após complicações de uma cirurgia no intestino que ele fez no mês passado, tinha seis ou sete anos de idade quando ouviu um colega lendo a palavra “monarca” num gibi.

Gostou tanto que pediu para ouvi-la várias vezes. A turma em volta, para caçoar, tascou-lhe o apelido Monarca. Como terminava em “a”, parecia afeminado. Pouco tempo depois, o próprio caçoado adaptou para Monarco.

A segunda parte, a do seu reconhecimento como um rei de seu ofício, se deu de forma lenta. Embora antes dos 20 anos ele já tivesse um samba seu cantado por toda a Portela, só na década de 1980 Monarco foi entronizado como cantor e compositor de primeira linha.

Não é absurdo imaginar que alguém cuja biografia é indissociável de uma escola de samba tenha crescido na quadra da agremiação. Este não é o caso de Monarco.

Ele nasceu em 17 de agosto de 1933 no subúrbio carioca, mas no bairro de Cavalcante, não no de Oswaldo Cruz, berço da Portela. Com um ano, foi com seus seis irmãos para Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Era uma vida difícil, como registra Henrique Cazes no livro “Monarco – Voz e Memória do Samba”. Sua mãe, Altair, quase não dormia: embalava laranjas durante o dia, lavava e passava roupas para clientes à noite. E ainda cuidava dos filhos, que assumiu praticamente sozinha depois de se separar do marido, o marceneiro e poeta José Felippe, quando Monarco tinha seis anos. O menino entregava os pacotes de roupa passada pela mãe.

A inteligência engana, mas Monarco estudou só até o terceiro ano do antigo primário. Tinha que ganhar dinheiro para ajudar Altair. Aos 14 anos, conseguiu seu primeiro emprego: office-boy da Associação Brasileira de Imprensa. Foi demitido ao ser flagrado sambando com uma vassoura erguida, como se segurasse um estandarte.

É que já estava influenciado por sua nova vizinhança. Desde os 13 anos, morava com a família em Oswaldo Cruz, ao lado de Madureira. Fascinou-se pela malandragem e pela musicalidade da região, mas não podia se dedicar a elas. Aos 18 anos, teve uma filha com Deolinda, Nigmar, e se casou com Maria Teresa, que lhe deu Mauro. Dividia-se entre empregos de curta duração e biscates.

Foi se aproximando aos poucos dos músicos do bairro, a começar por Jaime Silva, que ficaria célebre por compor “O Pato”, sucesso de João Gilberto. Um irmão de Jaime, Dição, deu a Monarco lições de cavaquinho. Era o que faltava para ele trocar os versinhos que fazia por composições de verdade.

Folhapress

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Cultura

SUPERGÊNERO: Forró se torna patrimônio imaterial do Brasil

Foto: Andrea Rego Barros/ PCR

O maior símbolo da cultura nordestina se tronou nesta quinta-feira (9) patrimônio imaterial brasileiro. A deinição é do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, por unanimidade, após um processo aberto em 2011.

De acordo com o órgão, o forró é considerado um supergênero por agrupar ritmos e expressões musicais como o baião, o xote, o xaxado, o chamego, o miudinho, a quadrilha e o arrasta-pé.

“Manifesto-me plenamente favorável ao registro pelo Iphan das matrizes tradicionais do forró, munidas das formas de expressão com abrangência nacional”, afirmou a relatora do processo na entidade, Maria Cecília Londres Fonseca.

O reconhecimento do forró como patrimônio imaterial do Brasil ocorre a apenas quatro dias do Dia do Forró, celebrado anualmente no dia 13 de dezembro. A data foi escolhida em razão do nascimento de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, em 13 de dezembro de 1912, maior expoente do supergênero brasileiro. Em 2019, o Iphan iniciou uma pesquisa nos nove estados do Nordeste, além do Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo para entender e identificar como se expressa o supergênero musical. Em seguida, também houve pesquisa nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, com a identificação de festivais sobre a expressão musical.

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