Paraíba

Gusttavo Lima se apresenta em Santa Luzia após show de Safadão ser cancelado

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O cantor Gusttavo Lima faz show neste domingo (26) na festa de São João do município de Santa Luzia, Sertão paraibano. Ele substitui o cantor Wesley Safadão, que cancelou a apresentação no evento após problemas de saúde.

O show está previsto para começar às 19h. Hoje haverá apresentações também da cantora Eliane, Forró D2 e Rodolfo Lopes.

O cantor Wesley Safadão cancelou seis shows que faria na Bahia e na Paraíba após lesionar a coluna. O artista tinha apresentações marcadas para este sábado (25) e domingo (26), e não tem previsão de retomar agenda. No Instagram, ele chegou inclusive a ser filmado por sua equipe recebendo amparo da mulher, Thyane Dantas, para poder entrar em seu jatinho.

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Economia

Aneel mantém bandeira tarifária verde na conta de energia elétrica para julho

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde em julho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a decisão, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês.

É o terceiro o anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado nesta semana pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos são devido à inflação e ao maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

Bandeiras Tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

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Brasil

ESCÂNDALO DO MEC: Comprovantes mostram depósitos na conta de parentes de pastores

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O empresário José Edvaldo Brito enviou à Controladoria-Geral da União (CGU) comprovantes de depósitos realizados nas contas de parentes dos pastores suspeitos de desviar recursos da educação.

Segundo o jornal “Folha de S.Paulo”, Wesley Costa de Jesus, genro do pastor Gilmar Santos, recebeu R$ 17 mil em negociação de evento com a presença do então ministro da educação Milton Ribeiro, no interior de São Paulo.

A TV Globo teve acesso ao comprovante de pagamento que data do dia 05 de agosto de 2021. O depositante é a Sime Prag do Brasil LTDA ME (uma empresa de dedetização).

Gilmar dos Santos é um dos pastores que foram alvo da operação da PF nesta quarta (22). O outro é Arilton Moura. Os dois são investigados por suposto envolvimento em um esquema para liberação de verbas do Ministério da Educação (MEC).

Segundo o Brito, o depósito foi feito pelo empresário Danilo Felipe Franco. No mesmo dia, Danilo fez, em seu próprio nome, outros dois pagamentos: R$ 20 mil para Luciano de Freitas Musse, ex-assessor do MEC; e R$ 30 mil para Helder Diego da Silva Bartolomeu, genro do outro pastor, Arilton Moura. Brito disse à CGU que pediu a Danilo para fazer os depósitos.

O parecer do Ministério Público que serviu de base da operação contra os pastores e o ex-ministro menciona um relatório da CGU e cita que “Danilo Felipe Franco realizou três transferências bancárias a pessoas ligadas ao pastor Arilton Moura, totalizando R$ 67 mil. Os três depósitos, para Wesley, Musse e Helder, somam R$ 67 mil”. Segundo as investigações, o dinheiro fazia parte das tratativas.

O evento do ministro Milton Ribeiro com prefeitos da região de Nova Odessa, aconteceu em 21 de agosto, 16 dias depois dos pagamentos. O evento foi organizado pelos pastores que estão sob investigação.

Segundo as investigações da Polícia Federal, o pastor Arilton Moura pediu R$ 100 mil ao empresário José Edvaldo Brito, em troca da realização do evento em Odessa.

O empresário disse que fez os depósitos a pedido do pastor Arilton Moura. Segundo ele, os recursos seriam para ações filantrópicas.

Com autorização da justiça, a Polícia Federal interceptou uma conversa entre o pastor e uma advogada nesta quarta-feira(22).

No diálogo, o pastor demonstra preocupação com a esposa e pede à advogada que a tranquilize.

“Eu preciso que você ligue para a minha esposa, acalme minha esposa. Porque se der qualquer problema com a minha menininha, eu vou destruir todo mundo”, afirmou o pastor.

Em resposta, a advogada disse: “Fica tranquilo. Entra em oração para se acalmar e a gente cuida das coisas por aqui”.

Não fica claro a quem Arilton estava se referindo quando falou em “menininha”.

G1

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Brasil

STJ manda retomar processo do Tribunal de Contas da União contra Deltan por diárias da Lava Jato

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou neste sábado (25) a retomada da apuração do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre diárias, passagens e gratificações ao ex-procurador Deltan Dallagnol (Podemos) e outros integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

O presidente do STJ, ministro Humberto Martins, atendeu a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que recorreu da decisão que havia suspendido a investigação da Corte de contas.

Na decisão, a qual a CNN teve acesso, Martins afirma ser “salutar e legítima a atuação fiscalizatória” do TCU, “em prol da verificação de eventuais danos financeiros ao erário público na gestão das viagens a serviço e diárias dos Procuradores da República, lotados em outras unidades, para fins de exercício de sua atividade institucional em Curitiba para atuação específica na Operação Lava Jato”.

Segundo o presidente do STJ, a suspensão da apuração do TCU poderia ter “efeito multiplicador impeditivo da atuação fiscalizatória regular e legítima do Tribunal de contas” e, segundo o ministro, “ao final, pode haver decisão pela regularidade da aplicação dos valores públicos, não havendo, portanto, nenhum prejuízo às partes investigadas, o que legitima o estímulo à apuração devida em prol de toda a sociedade, destinatária final dos serviços públicos executados”.

Procurado pela CNN, o ex-procurador ainda não se manifestou.

No recurso da AGU, representante constitucional do TCU, a instituição diz que não há quaisquer irregularidades no procedimento aberto pelo tribunal e argumenta que a paralisação da investigação impede, na prática, “o pleno exercício dos Poderes constitucionalmente assegurados” à Corte de Contas.

“Não é demais recordar que a função de julgar as contas de responsável por dinheiro público é atribuída pela Constituição com exclusividade ao TCU”, escreve a AGU.

De acordo com a AGU, o procedimento investigatório está em fase preliminar e que, até o momento, não houve qualquer manifestação do TCU a respeito do mérito do caso, que tem como escopo suspeita de irregularidades e dano aos cofres públicos com o pagamento de R$ 2,557 milhões em diárias e passagens a cinco procuradores da Lava Jato de 2014 a 2021.

Segundo a AGU, a decisão a favor do ex-procurador da Lava Jato poderia não só “paralisar as atividades de controle externo que são responsáveis pela recuperação de vultosos valores aos cofres públicos”, mas também criar um precedente que, na prática, poderia fazer com que o TCU passe a receber, “a todo momento”, “determinações judiciais no sentido do impedimento da tramitação e julgamento de procedimentos de controle externo”.

No recurso, a AGU também afirma que o pedido de Dallagnol teve como objetivo “tumultuar” o andamento do processo, já que as alegações por ele apresentadas à Justiça Federal ainda não foram analisadas pelo TCU.

“A mera participação no processo de controle externo nenhum prejuízo real ou potencial causa ao autor, muito menos a qualquer outro cidadão que esteja em situação similar, já que terão a oportunidade para exercer amplamente o direito de defesa e, inclusive, alegar nulidades ou qualquer outra matéria”, diz a AGU.

Para a AGU, “não há que se falar em lesão ou ameaça de lesão a direito individual tão-somente pelo chamamento do responsável aos autos para apresentar defesa em face de suposta irregularidade causadora de dano ao erário”.

CNN Brasil

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Brasil

“EXERCITO DE 200 MILHÕES DE PESSOAS”: Bolsonaro recebe apoio na Marcha para Jesus

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) participou neste sábado, 25, da Marcha para Jesus em Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, e foi saudado pelos quase 50 mil presentes. “Não podemos admitir que fiquemos calados enquanto fazem algo de mal para os outros. Sempre tenho falado das quatro linhas da Constituição. Tenho certeza que, se preciso for — e cada vez mais parece que será preciso —, nós tomaremos as decisões que devem ser tomadas”, bradou Bolsonaro, efusivamente, recebendo aplausos em resposta. “Cada vez mais eu tenho um exército que se aproxima dos 200 milhões de pessoas nos quatro cantos desse Brasil.”

“Não podemos esperar chegar 2023 ou 2024 e olhar para trás. Temos de nos perguntar: o que não fizemos para chegarmos a essa situação difícil de hoje em dia? Nós somos a maioria. A democracia são vocês. O maior pecado que podemos cometer é o da omissão. Não podemos aceitar passivamente aqueles que querem impor as suas vontades sobre nós”, seguiu o presidente. O pré-candidato à reeleição ainda disse que “o Brasil é um país cristão”, voltou a criticar “medidas tomadas lá atrás” durante a pandemia — uma referência às medidas restritivas tomadas por prefeitos e governadores — e enfatizou a “briga do bem contra o mal”. “Minha chegada à Brasília tirou da zona de conforto quem queria o mal do nosso país. Eles se uniram. Solapam a nossa democracia. Nos acusam do que verdadeiramente são. Se julgam os donos da verdade. Acham que pode tudo, até mesmo nos escravizar.”  Gritos de “mito” foram entoados a todo o momento.

Bolsonaro discursou ao lado de Michelle, sua esposa. Aliados celebraram o apoio demonstrado na Marcha para Jesus e questionaram as pesquisas que mostram o petista Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro lugar. “O povo de Deus orando por Bolsonaro. Alguma vez você já viu a autoridade máxima num evento religioso como esse? Que as benções caiam sobre o nosso presidente”, declarou o empresário Luciano Hang, que participou da marcha. “Bolsonaro é ‘vaiado’ em Camboriú aos gritos de mito”, ironizou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do presidente. “DataFolha 28%? Pode confiar”, debochou.

Jovem Pan

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Brasil

Em ofício a desembargador, juiz afirma que, solto, Milton Ribeiro pode interferir nas investigações

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Depois que o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, mandou soltar o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, preso na Operação Acesso Pago, o juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal do Distrito Federal, que havia determinado a prisão preventiva, disse que tomou a decisão com base em “suspeitas substanciais”. Em ofício, o juiz defende a legalidade da prisão e diz ainda que Ribeiro pode interferir nas investigações.

“Todas as decisões foram proferidas com base em indicativos cabais que haveria má sequência de condutas suspeitas no Ministério da Educação (chamado de gabinete paralelo*) e que poderiam amoldar-se aos tipos penais acima especificados; é dizer, as decisões não foram proferidas sem o respaldo legal justificador”, diz um trecho da manifestação enviada ao gabinete do desembargador.

O magistrado contrapõe os argumentos usados por Ney Bello para dar o habeas corpus que colocou o ex-ministro em liberdade. A decisão do desembargador, que desfez a ordem do juiz Renato Borelli, teve dois fundamentos principais: o de que Milton Ribeiro não está mais no MEC (Ministério da Educação) e o de que os fatos investigados não têm “contemporaneidade”.

Em resposta, o juiz federal de primeiro grau reitera que, mesmo fora do governo, o ex-ministro “ainda pode interferir na produção de provas sobre eventual conduta criminosa pretérita”.

“O fato de o investigado não mais pertencer aos quadros da Administração Pública não o exime de responder pelos atos porventura típicos que em outra época tenha sido autor, nem tampouco se atualmente ele pode ou não continuar praticando”, argumenta.

Borelli diz também que não dá para cravar se há ou não “contemporaneidade” nos fatos investigados, o que segundo ele demandaria um aprofundamento das investigações.

“Com efeito, em um Estado democrático de Direito, a ninguém é dado permanecer inerte, muito menos às autoridades estatais, diante de situações que podem configurar lesão a qualquer bem jurídico tutelado pelo Direito Penal, mormente quando o bem lesado pertence a toda a sociedade”, escreveu.

O juiz também nega que tenha impedido as defesas de tomarem conhecimento do processo. Ele afirma, no entanto, que a ordem de prisão não poderia ter sido comunicada antes do cumprimento, “sob pena de torná-la ineficaz pelo conhecimento prévio”. “Tão logo as cautelares foram todas cumpridas, franqueou-se às defesas dos investigados acesso às informações processuais”, explica.

A manifestação foi enviada ao desembargador Ney Bello horas após ele mandar soltar o ex-ministro. A decisão também beneficiou os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, que também são investigados no inquérito sobre o gabinete paralelo no MEC.

R7

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Política

NA BAHIA: Lula e Bolsonaro planejam atos para mesmo dia a pouca distância

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Tanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) quanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos pré-candidatos ao Palácio do Planalto, pretendem reunir apoiadores no dia 2 de julho, próximo sábado, em Salvador (BA).

Ainda não há confirmação de horários. Ambos os eventos, porém, devem ser próximos à Arena Fonte Nova. Nessas situações é possível que militantes adversários se encontrem no trajeto até o local das manifestações.

O Poder360 apurou que o ato de Lula provavelmente será no estacionamento do estádio –esquema semelhante foi usado na Arena das Dunas, em Natal (RN), para evento do ex-presidente no meio de junho de 2022.

Petistas da Bahia ouvidos pela reportagem disseram que o ato pró-Lula será possivelmente no final da manhã.

Bolsonaro, por sua vez, deverá participar de uma motociata. A concentração está marcada para o Dique Tororó, lago que fica de frente para o estádio. A expectativa é que a concentração seja na 1ª metade da manhã.

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A data de 2 de julho marca o que ficou conhecido como “Independência da Bahia”, evento importante no processo de independência do Brasil.

Trata-se de uma referência à madrugada de 2 de julho de 1823, quando a cidade de Salvador amanheceu quase deserta, pois o exército português havia deixado em definitivo a então província da Bahia. Foi o fim oficial da guerra de 17 meses (de fevereiro de 1822 a julho de 1823) entre tropas de Portugal e do Brasil. Essa vitória brasileira consolidou a separação política do Brasil de Portugal.

A efeméride tem muito significado para os baianos e costuma ser festejada em Salvador com desfile no centro histórico da capital do Estado.

Poder 360

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Saúde

Vacinação contra a gripe será ampliada em todo Brasil

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A partir deste sábado (25), estados e municípios poderão ampliar a campanha contra a gripe para toda a população a partir de 6 meses de vida, enquanto durarem os estoques da vacina Influenza. O objetivo da mobilização é prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença, impedir possível pressão sobre o sistema de saúde e óbitos.

Para tomar o imunizante da gripe, basta ir a qualquer posto de vacinação. O Sistema Único de Saúde (SUS) possui, aproximadamente, 38 mil salas de vacinas espalhadas por todo país.

A campanha nacional de imunização contra a influenza começou no dia 4 de abril. O Ministério da Saúde já distribuiu para estados e o Distrito Federal as 80 milhões de doses contratadas para imunizar a população brasileira. Até o momento, a mobilização contra a doença atingiu 53,5% de cobertura vacinal.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, faz um convite à população para que os índices de imunização contra a doença subam no Brasil. “Os pressupostos para o sucesso das campanhas de vacinação são absolutamente atendidos no nosso País: nós temos vacinas, temos uma capacidade sem precedentes de aplicar essas vacinas, graças aos vacinadores que estão nas salas de vacinação do Brasil. Ano passado, tivemos casos em várias regiões do País por conta da cepa H3N2. A vacina deste ano já protege contra essa cepa e as passadas. Precisamos combater essas doenças”, disse.

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Celebridades

Wesley Safadão cancela agenda de shows na Paraíba após lesionar a coluna

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O cantor Wesley Safadão cancelou seis shows que faria na Bahia e na Paraíba após lesionar a coluna. O artista tinha apresentações marcadas para este sábado (25) e domingo (26), e não tem previsão de retomar agenda.

No Instagram, ele chegou inclusive a ser filmado por sua equipe recebendo amparo da mulher, Thyane Dantas, para poder entrar em seu jatinho.

O cantor se apresentaria nas cidades baianas de Santo Antônio de Jesus – onde Simone apostou em decote estratégico para show -, Cruz das Almas, Conceição do Jacuípe e Ibicuí, e nas cidades paraibanas de Santa Luzia e Monteiro.

Ainda não há uma previsão para Wesley retomar o trabalho.

O forrozeiro vem recebendo massagem na coluna e segue recomendações médicas de repouso. No dia 10 de julho, o cantor tem show agendado para o São João de Campina Grande, durante o Maior São João do Mundo.

Veja abaixo a nota oficial do escritório de Wesley:

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Covid-19

Butantan suspende produção de CoronaVac

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Primeira vacina contra a covid-19 aplicada no Brasil, a CoronaVac teve sua fabricação interrompida pelo Instituto Butantan. A última produção foi finalizada em outubro de 2021, segundo a instituição. Sem novos pedidos por lotes do imunizante, não há previsão de retomada.

No total, o Butantan —ligado ao governo paulista— entregou mais de 110 milhões de doses ao Ministério da Saúde. O último envio ocorreu em fevereiro deste ano. Desde então, afirma que não foi procurado para assinar novos contratos.

Alvo de uma briga política entre o ex-governador João Doria (PSDB) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), a CoronaVac foi aprovada pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) para uso emergencial em janeiro do ano passado e ainda hoje é usada na vacinação de crianças e adolescentes.

Com a chegada —com atraso— de outros imunizantes e a ausência do registro de uso definitivo, a vacina do Instituto Butantan perdeu espaço na campanha nacional de vacinação.

Os outros três imunizantes aplicados no país já têm registro definitivo pela Anvisa: Pfizer, AstraZeneca e Janssen.

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