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Terremotos na Venezuela: Número de mortos sobe para 188; total de feridos passa de 1.500

Foto: Reuters

Os terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira (24) deixaram ao menos 188 mortos e 1.520 feridos, informou Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional do país, nesta quinta-feira (25).

Ainda de acordo com Rodríguez, ao menos 200 pessoas estão presas sob escombros e outras 157 estão desaparecidas.

Ao todo, oito hospitais foram afetados, e alguns deles tiveram que ser desocupados.

Rodríguez estimou que mais de 2.900 famílias foram afetadas pelos terremotos.

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VÍDEO: “CENAS DE TERROR” Veja momento em que terremoto atinge a Venezuela; pelo menos 164 pessoas morreram

 

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Dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingiram a costa da Venezuela no início da noite desta quarta-feira (24). Os tremores foram sentidos em Caracas e causaram estragos na capital. Vídeos mostram destruição no país.

Segundo a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, pelo menos 164 pessoas morreram e 971 ficaram feridas. Autoridades afirmam que o número de vítimas pode aumentar.

Os tremores também foram sentidos em todo o território venezuelano, além da Colômbia e do Brasil.

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“GRANDE TESTE”: Trump compartilha artigo que diz que eleição no Brasil é seu próximo desafio

Foto: Reprodução/WhiteHouse / Rede social X

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou nesta terça-feira (23) um artigo que aponta a eleição no Brasil como seu próximo desafio.

Publicado pelo site norte-americano Newsmax e compartilhado por Trump na Truth Social, o texto afirma que uma sequência de vitórias de candidatos conservadores na América Latina ampliou a influência do republicano na região e que o Brasil é agora a principal disputa a ser acompanhada.

Escrito pelo colunista John Gizzi, o artigo cita as recentes eleições na Colômbia e no Peru como exemplos das mudanças políticas na América Latina. Segundo a publicação, os resultados fortaleceram governos alinhados ao combate ao socialismo e à aproximação com os Estados Unidos.

Sobre o Brasil, o texto afirma que a eleição presidencial de 2026 será “o próximo grande teste” da região e destaca a importância do País no cenário político latino-americano. Em um dos trechos compartilhados por Trump, o artigo afirma que “a eleição já está gerando intenso debate sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro e se a disputa será conduzida de maneira considerada livre e justa por todos os lados”.

A publicação também afirma que, caso o Brasil passe a integrar o grupo de países governados pela direita, “o mapa político da América Latina será dramaticamente diferente do que era há apenas uma década”.

O compartilhamento ocorre uma semana após uma troca pública de declarações entre Trump e o presidente Lula (PT). Durante a cúpula do G7, o republicano afirmou que o Brasil havia se tornado um país “politicamente perigoso” e classificou Lula como uma pessoa “muito volátil”.

Em resposta, Lula criticou a interferência e defendeu o processo eleitoral brasileiro: “Não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil”.

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VÍDEO: “CLIMÃO NA FRANÇA” Trump ignora Lula durante foto do G7

 

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta terça-feira (16) da foto oficial da cúpula do G7. Durante o evento, um gesto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou atenção.

Vídeos mostram Trump passando ao lado de Lula sem cumprimentá-lo ou interagir com o presidente brasileiro. A cena ocorreu durante a formação da foto oficial dos líderes.

Lula participou do encontro como convidado, a convite do presidente francês, Emmanuel Macron. O Brasil não faz parte do G7.

O episódio acontece em meio a um momento de atrito entre Brasil e Estados Unidos, após o governo norte-americano concluir uma investigação comercial e propor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

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Trump ameaça França com tarifa de 100% sobre vinhos

Foto: Divulgação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 15, que poderá impor tarifas de 100% sobre vinhos franceses caso a França mantenha o imposto aplicado a empresas norte-americanas de tecnologia.

Segundo Trump, o aviso foi feito diretamente ao presidente francês, Emmanuel Macron. O republicano exige a revogação da taxa de 3% cobrada sobre receitas obtidas por gigantes digitais dos EUA em território francês.

Em entrevista ao jornal New York Post, Trump disse que a França não deveria tributar empresas norte-americanas. Se os Estados Unidos mantiverem a cobrança, os produtos franceses poderão sofrer novas barreiras no mercado norte-americano.

“Tudo o que ele precisa fazer é acabar com o imposto sobre vendas, e não enfrentará esse tipo de pressão”, afirmou o presidente. A Casa Branca e o Palácio do Eliseu não comentaram as declarações.

A ameaça de Trump reacende uma disputa iniciada ainda em seu primeiro mandato. Desde 2019, a França cobra uma taxa de 3% sobre a receita obtida com serviços digitais por empresas que faturam mais de € 25 milhões no país e € 750 milhões no mundo.

O governo francês argumenta que a medida busca tributar grandes plataformas digitais que operam no país. Washington, por sua vez, considera a cobrança discriminatória contra empresas norte-americanas.

Representantes do setor de vinhos e destilados da França reagiram com preocupação à possibilidade de novas tarifas. O segmento depende fortemente das exportações para os Estados Unidos.

As bebidas alcoólicas estão entre os principais produtos exportados pela União Europeia para o mercado norte-americano. Dados da Eurostat mostram que o setor movimentou cerca de € 9 bilhões em 2024.

Atualmente, vinhos e destilados europeus enfrentam tarifa de 15% para entrar nos Estados Unidos. Produtores franceses pressionam Bruxelas para eliminar a cobrança desde o acordo comercial firmado entre Washington e a União Europeia no ano passado.

Revista Oeste

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EM VIGOR: EUA começam a tratar PCC e CV como terroristas a partir desta sexta

Reprodução

A partir desta sexta-feira (5), o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) passam a ser classificados pelos Estados Unidos como organizações terroristas, recebendo o mesmo tratamento aplicado a grupos como Hamas e Estado Islâmico.

A classificação amplia a atuação de órgãos americanos de contraterrorismo em investigações e no combate financeiro às facções. O governo brasileiro teme possíveis impactos sobre a soberania nacional, o sistema financeiro e os investimentos no país.

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Governo dos EUA propõe tarifa de 25% para punir Brasil por práticas comerciais

Foto: Reprodução/WhiteHouse / Rede social X

O governo dos Estados Unidos (EUA) propôs uma nova tarifa punitiva de 25% foi sobre importações brasileiras. A alegação é de que as práticas do país são desleais em uma série de questões, entre elas o comércio digital, e o desmatamento ilegal. Alguns itens como carne bovina, café, terras raras, outros metais e peças de aeronaves foram excluídos da tarifa.

A justificativa para aplicar a nova tarifa é uma investigação, aberta em julho de 2025, pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) que concluiu que políticas e práticas do Brasil são “irrazoáveis” e “oneram ou restringem” o comércio norte-americano.

O relatório final da investigação prevê, entre as possíveis medidas punitivas, a imposição de “tarifas ou outras restrições à importação de produtos brasileiros. Tendo por base essa possibilidade, o representante de comércio dos EUA propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre todos os bens do Brasil”.

A punição com a taxação extra, no entanto, prevê algumas exceções para produtos que poderiam causar “disrupções” em toda a economia caso fossem submetidos a tarifas adicionais; além de “determinados produtos que não podem ser cultivados ou produzidos em quantidades suficientes nos Estados Unidos, nem obtidos de outras fontes”.

Dentre as exceções que não serão sobretaxadas estão frutas e nozes, petróleo bruto e derivados, compostos farmacêuticos, produtos químicos orgânicos e fertilizantes. Também estão isentas a carne bovina, o café, terras raras, certos metais e minérios, além de aeronaves e peças de aeronaves brasileiras.

Agência Brasil

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ANÁLISE: Waack diz que pressão dos EUA sobre PCC e CV atinge “ponto fraco” de Lula nas urnas

 

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Imagens: Reprodução/CNN

O jornalista e analista político William Waack, da CNN, avaliou que a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode gerar forte impacto político no Brasil, especialmente no cenário eleitoral.

Segundo Waack, a medida cria um “enorme constrangimento” para o governo brasileiro, que historicamente se posiciona contra esse tipo de classificação para facções criminosas.

O analista afirma que o tema surge em um momento sensível, às vésperas de uma eleição, em que a segurança pública aparece como uma das principais vulnerabilidades do governo do presidente Lula (PT).

Waack destaca ainda que há divergências entre especialistas sobre a classificação de organizações criminosas como terroristas, e que até setores das Forças Armadas demonstram dúvidas sobre o tema, sobretudo quanto à cooperação internacional sem politização.

Ele também aponta que a decisão americana amplia o arsenal jurídico dos Estados Unidos, permitindo medidas como restrições financeiras, sanções a empresas e bloqueio de entrada de pessoas ligadas a essas organizações.

Entre os pontos centrais levantados na análise, Waack afirma que a questão vai além da segurança e entra diretamente no campo político e diplomático.

Segundo ele, a nova postura dos EUA se insere em uma doutrina de segurança que exige alinhamento de países parceiros em temas de crime transnacional.

Waack também avalia que o cenário pode ter efeitos políticos internos no Brasil, especialmente no ambiente pré-eleitoral, com possíveis reflexos sobre diferentes grupos políticos no país.

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Leia a íntegra do comunicado norte-americano que colocou PCC e CV como terroristas

Foto: Reprodução/Redes sociais

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (28) a classificação das facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. A medida passa a valer oficialmente a partir do dia 5 de junho, segundo o comunicado do governo norte-americano.

O anúncio foi feito um dia após reuniões em Washington envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) com autoridades da gestão norte-americana, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio, o vice-presidente JD Vance e o presidente Donald Trump.

A decisão envolve o PCC e o CV, que passam a integrar listas internacionais de sanções e restrições financeiras. Com a medida, os Estados Unidos ampliam mecanismos de cooperação internacional e endurecem o combate ao crime organizado transnacional.

Confira o comunicado do governo dos EUA na íntegra:

“Hoje, o Departamento de Estado dos EUA está designando o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs) e pretende designar ambos os grupos como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs), com vigência a partir de 5 de junho de 2026. 

O CV e o PCC são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. Juntas, comandam milhares de membros e orquestraram ataques brutais contra policiais, funcionários públicos e civis brasileiros. Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, por toda a nossa região e por todo o país.

O governo Trump continuará a usar todas as ferramentas disponíveis para proteger nossa nação e nossos interesses de segurança nacional, mantendo as drogas ilícitas longe de nossas ruas e interrompendo o fluxo de receita que financia narcoterroristas violentos. A ação tomada hoje pelo Departamento de Estado demonstra ainda mais o compromisso inabalável do governo Trump em desmantelar cartéis e organizações criminosas em nossa região e garantir a segurança do povo americano. 

As medidas tomadas hoje estão em conformidade com a seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade e com a Ordem Executiva 13224. As designações de Organizações de Transporte Estrangeiro (FTO, na sigla em inglês) entram em vigor após a publicação no Diário Oficial Federal (Federal Register). 

Marco Rubio, Secretário de Estado

28 de maio de 2026″, diz a nota.

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Trump entrega a Flávio Bolsonaro moeda usada para presentear aliados dos EUA

Foto: Divulgação/Flávio Bolsonaro

O pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou foto de presente dado pelo presidente norte-americano Donald Trump logo após reunião no Salão Oval da Casa Branca, em Washington D.C.

Segundo Flávio, durante o encontro, Trump lhe entregou uma “challenge coin”, moeda comemorativa oficial do Selo Presidencial dos EUA, tradicionalmente usada como presente simbólico a aliados e visitantes em agendas diplomáticas.

A peça é um objeto ornamental com o brasão presidencial e integra uma tradição da presidência norte-americana de homenagens em encontros oficiais.

Flávio afirmou que o gesto representa um “símbolo de respeito”. O encontro teria durado cerca de 1h30 e abordou temas como segurança pública, facções criminosas no Brasil, terras raras e política internacional.

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