Paraíba

(VÍDEO): Repórter da TV Arapuan é agredida durante entrada ao vivo no Mercado Central

 

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A repórter Jéssica Aquino, da TV Arapuan, afiliada da Band na Paraíba foi covardemente agredida na manhã desta sexta-feira (29) durante uma entrada ao vivo no programa Tribuna Livre. Jéssica havia iniciado a conversa com o apresentador Bruno Pereira para falar sobre a venda de milho no período junino quando foi surpreendida por uma pessoa em situação de rua.

Durante a transmissão, Jéssica sofreu empurrões e tapas. Em nota, a emissora manifestou solidariedade à repórter e disse que a profissional está fisicamente bem, mas permanece abalada emocionalmente . caso foi registrado e as providências cabíveis estão sendo tomadas.

 

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Sem categoria

Condenado por desvio bilionário, “Toin” da Braiscompany faz mistério sobre futuro no mercado de criptomoedas

CPI das Pirâmides de Criptomoedas quer ouvir dono da Braiscompany - Livecoins

Cada dia a mais ativo nas redes sociais, o empresário Antônio Inácio da Silva Neto, conhecido como Toin da Braiscompany, abriu uma caixa de perguntas nesta quinta-feira (28), para responder perguntas de seguidores.

Um dos questionamentos é se ele pretende continuar no mercado de cripto moedas, mesmo após a investigação da Polícia Federal com repercussão internacional.

Em outra resposta, Toin disse que tem consciência limpa e que os julgamentos foram feitos por causa de “opiniões” sem apuração do fatos.

Toin foi condenado pela Justiça por um desvio de R$ 1,11 bilhão pela Braiscompany. Tanto ele quanto a esposa dele, Fabrícia Farias foram condenados pela Justiça a penas de até 88 anos de prisão por crimes contra o sistema financeiro, após uma investigação da Polícia Federal. A suspeita é de que de cerca de 20 mil clientes tenham sido afetados.

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Mundo

ANÁLISE: Waack diz que pressão dos EUA sobre PCC e CV atinge “ponto fraco” de Lula nas urnas

 

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Imagens: Reprodução/CNN

O jornalista e analista político William Waack, da CNN, avaliou que a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode gerar forte impacto político no Brasil, especialmente no cenário eleitoral.

Segundo Waack, a medida cria um “enorme constrangimento” para o governo brasileiro, que historicamente se posiciona contra esse tipo de classificação para facções criminosas.

O analista afirma que o tema surge em um momento sensível, às vésperas de uma eleição, em que a segurança pública aparece como uma das principais vulnerabilidades do governo do presidente Lula (PT).

Waack destaca ainda que há divergências entre especialistas sobre a classificação de organizações criminosas como terroristas, e que até setores das Forças Armadas demonstram dúvidas sobre o tema, sobretudo quanto à cooperação internacional sem politização.

Ele também aponta que a decisão americana amplia o arsenal jurídico dos Estados Unidos, permitindo medidas como restrições financeiras, sanções a empresas e bloqueio de entrada de pessoas ligadas a essas organizações.

Entre os pontos centrais levantados na análise, Waack afirma que a questão vai além da segurança e entra diretamente no campo político e diplomático.

Segundo ele, a nova postura dos EUA se insere em uma doutrina de segurança que exige alinhamento de países parceiros em temas de crime transnacional.

Waack também avalia que o cenário pode ter efeitos políticos internos no Brasil, especialmente no ambiente pré-eleitoral, com possíveis reflexos sobre diferentes grupos políticos no país.

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Brasil

[VÍDEO] “Fizemos mais pelo Brasil que Lula”, reage Flávio Bolsonaro após EUA classificar PCC e CV como terroristas

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), comentou a decisão dos Estados Unidos de classificarem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Em suas redes sociais, ele afirmou que a medida representa um avanço no combate às facções criminosas e fez críticas ao governo Lula (PT).

Segundo Flávio, a atuação dele e de aliados teria tido mais impacto na segurança pública do que os anos de governo do PT. “Em uma viagem como pré-candidato, nós fizemos mais pelo Brasil e pela segurança dos brasileiros do que o PT e Lula em seus 17 anos de mandato”, afirmou.

Ele acusou o governo brasileiro de omissão no enfrentamento às facções e fez críticas diretas ao presidente. “Enquanto o Lula foi de joelhos atrás do Trump fazer lobby a favor de CV e PCC, eu fui trabalhar para que eles fossem tratados como terroristas, que é o que eles são”.

E afirmou que grande parte da população vive sob influência de organizações criminosas e que isso comprometeria a soberania em áreas do país. “Um em cada quatro brasileiros mora em áreas dominadas por esse estado terrorista”, declarou.

Flávio Bolsonaro agradeceu ainda autoridades dos Estados Unidos pela decisão. “Agradeço ao presidente Donald Trump e ao secretário de Estado, Marco Rubio, por atenderem rapidamente ao meu pedido em nome do povo brasileiro”, afirmou.

Ele concluiu defendendo uma mudança na política de segurança no Brasil. “A partir de 2027 nós vamos libertar você, porque você merece ser livre desse governo paralelo, violento e covarde”, disse.

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Mundo

Leia a íntegra do comunicado norte-americano que colocou PCC e CV como terroristas

Foto: Reprodução/Redes sociais

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (28) a classificação das facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. A medida passa a valer oficialmente a partir do dia 5 de junho, segundo o comunicado do governo norte-americano.

O anúncio foi feito um dia após reuniões em Washington envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) com autoridades da gestão norte-americana, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio, o vice-presidente JD Vance e o presidente Donald Trump.

A decisão envolve o PCC e o CV, que passam a integrar listas internacionais de sanções e restrições financeiras. Com a medida, os Estados Unidos ampliam mecanismos de cooperação internacional e endurecem o combate ao crime organizado transnacional.

Confira o comunicado do governo dos EUA na íntegra:

“Hoje, o Departamento de Estado dos EUA está designando o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs) e pretende designar ambos os grupos como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs), com vigência a partir de 5 de junho de 2026. 

O CV e o PCC são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. Juntas, comandam milhares de membros e orquestraram ataques brutais contra policiais, funcionários públicos e civis brasileiros. Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, por toda a nossa região e por todo o país.

O governo Trump continuará a usar todas as ferramentas disponíveis para proteger nossa nação e nossos interesses de segurança nacional, mantendo as drogas ilícitas longe de nossas ruas e interrompendo o fluxo de receita que financia narcoterroristas violentos. A ação tomada hoje pelo Departamento de Estado demonstra ainda mais o compromisso inabalável do governo Trump em desmantelar cartéis e organizações criminosas em nossa região e garantir a segurança do povo americano. 

As medidas tomadas hoje estão em conformidade com a seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade e com a Ordem Executiva 13224. As designações de Organizações de Transporte Estrangeiro (FTO, na sigla em inglês) entram em vigor após a publicação no Diário Oficial Federal (Federal Register). 

Marco Rubio, Secretário de Estado

28 de maio de 2026″, diz a nota.

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Brasil

Deputado petista terá de indenizar Bolsonaro por foto com IA

Foto: Kayo Magalhães

O deputado Rogerio Correia (PT-MG) foi condenado na quarta-feira (27) a indenizar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em R$ 20 mil após adulteração de foto com inteligência artificial. Na publicação das redes sociais, feita em fevereiro deste ano, o parlamentar apontava proximidade e participação do antigo chefe do Executivo no escândalo do Banco Master.

O deputado removeu o conteúdo das redes sociais, mas a equipe jurídica de Bolsonaro afirmou que a exclusão “não afastou o dano”, pois a circulação da postagem já havia afetado sua “honra e imagem”. Por outro lado, Correia defendeu a liberdade de expressão e disse que “a manifestação ocorreu em contexto de debate público” sobre uma crítica política.

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Paraíba

Relatório aponta contaminação por esgoto, risco sanitário e degradação ambiental na Bica

MPPB constata irregularidades na Bica e ajuíza ação contra Município, Cagepa e Sudema

Na ação, o órgão ministerial afirma que relatórios técnicos, pareceres e fiscalizações realizadas por diferentes órgãos públicos revelaram uma situação persistente de irregularidades no parque, incluindo contaminação por esgoto doméstico, descarte inadequado de resíduos contaminados, infiltrações em áreas veterinárias e deficiência na estrutura destinada aos animais.

O processo tramita na 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital e foi proposto pelo promotor de Justiça Edmilson de Campos Leite Filho, responsável pela área ambiental.

Esgoto

Segundo o Ministério Público, a Sudema identificou sinais de severa contaminação hídrica dentro da Bica, com indícios de lançamento irregular de esgoto entre os pontos de nascente e a lagoa do parque. O relatório técnico aponta ainda suspeitas de ligações clandestinas de esgoto no entorno da unidade ambiental, elevando os riscos de proliferação de doenças transmitidas pela água.

A investigação também constatou deficiência estrutural no sistema de esgotamento sanitário interno do parque. De acordo com o MP, não há mapeamento completo da rede de esgoto, existem tubulações expostas e improvisadas, além da ausência de identificação clara sobre o destino final dos efluentes produzidos na área.

Resíduos veterinários

Outro ponto considerado grave pelo Ministério Público envolve o gerenciamento de resíduos contaminados do ambulatório veterinário. Conforme a ação, resíduos infectantes estariam sendo recolhidos manualmente por funcionários e encaminhados informalmente para outra unidade de saúde, sem rastreabilidade documental ou comprovação de destinação ambiental adequada.

Além disso, os órgãos técnicos identificaram acúmulo irregular de resíduos sólidos próximos à lagoa da Bica, situação agravada pela ausência de barreiras físicas eficientes entre o parque e áreas externas, o que facilitaria o descarte clandestino de lixo.

As vistorias também apontaram infiltrações, mofo e umidade em setores sensíveis do ambulatório veterinário, incluindo salas de procedimentos e recuperação animal. Segundo o MP, os problemas comprometem as condições mínimas de salubridade para animais, servidores e colaboradores.

Nos recintos destinados a animais em tratamento, isolamento e reabilitação, foram encontradas inadequações estruturais e falhas no controle térmico, especialmente em espaços destinados a répteis.

A ação ainda destaca problemas no sistema de segurança do parque. De acordo com os relatórios anexados ao processo, a maior parte das câmeras de vigilância estaria inoperante, comprometendo o monitoramento interno, a proteção dos animais e a resposta a situações como invasões, fugas e furtos.

Para o Ministério Público, o conjunto de irregularidades demonstra um “quadro estrutural de degradação ambiental, deficiência sanitária e inadequação operacional incompatível com a finalidade institucional” da Bica.

O MPPB pede que a Justiça determine medidas emergenciais e estruturais para regularização do parque, incluindo recuperação ambiental da lagoa, adequação do sistema de esgotamento sanitário, melhoria dos recintos animais, monitoramento contínuo da água, implantação de medidas de biossegurança e reativação do sistema de vigilância.

Além disso, o órgão requer a condenação da Prefeitura de João Pessoa, Sudema e Cagepa ao pagamento de indenização por danos morais coletivos em razão da persistência dos problemas apontados na ação.

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Brasil

Neymar tem lesão confirmada e pode ficar de fora da estreia do Brasil na Copa

Neymar desabafa após derrota do Brasil na Copa do Mundo

O médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar, confirmou uma lesão grau 2 na panturrilha de Neymar, estimando um tempo de recuperação de duas a três semanas. A lesão foi detectada após exames na Granja Comary e exclui o atacante dos amistosos contra Panamá e Egito. A CBF espera que Neymar esteja apto para o jogo contra o Egito em 6 de junho, visando a estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026 contra Marrocos.

Antes das coletivas de Casemiro e Weverton, o médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar, deu atualizações sobre a contusão de Neymar, sofrida no último dia 17. O doutor confirmou uma lesão grau 2 na panturrilha do atacante e também informou que ele está fora de atividade de duas a três semanas.

“A atualização sobre o jogador Neymar, ele se apresentou ontem aqui na Granja, fez todos os exames médicos, os exames complementares e terminamos com uma ressonância magnética que identificou uma lesão muscular grau 2 na panturrilha, não apenas uma edema. O atleta segue em tratamento e a nossa expectativa é que num prazo de 2 a 3 semanas ele esteja liberado”, disse Rodrigo Lasmar.

O diagnóstico praticamente tira Neymar dos dois amistosos de preparação da seleção brasileira, contra Panamá, dia 31, e Egito, dia 6. Agora, o craque brasileiro corre contra o tempo para se recuperar a tempo da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, contra Marrocos, no dia 13 de junho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

O Globo

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Política

ATLAS/INTEL: Hugo Motta tem a segunda pior avaliação entre políticos brasileiros

Motta afirma que aprovação da PEC 6x1 será a maior entrega da Câmara para a classe trabalhadora - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), aparece com uma das piores avaliações entre os políticos, segundo levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta quinta-feira (28).
O paraibano fica atrás apenas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, onde 83% dos entrevistados dizem ter imagem negativa e só 2% afirmam ter imagem positiva. Em relação a Hugo Motta, 82% afirmam ter percepção negativa do presidente da Câmara, e 4%, positiva.
A AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.032 pessoas de 13 a 18 de maio de 2026. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06939/2026. O estudo custou R$ 75 mil e foi pago com recursos próprios.
Na outra ponta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 48% de avaliação positiva, seguido do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), ambos com 45%.
Bolsonaro
Jair Bolsonaro (PL) e a sua mulher, Michelle Bolsonaro, têm avaliações semelhantes. Ambos receberam respostas positivas por 40% dos entrevistados, mas o ex-presidente tem 56% de avaliação negativa, saldo de -16, e a ex-primeira-dama tem a percepção negativa de 55%, saldo de -15.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 38% de avaliação positiva e 59% de percepção negativa, com saldo de -21.
Poder360

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Política

Senado quer protagonismo no debate sobre o fim da escala 6×1

ALCOLUMBRE

O Senado quer imprimir sua própria marca na tramitação do fim da escala 6×1. Interlocutores do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, afirmam que, em meio às desconfianças sobre sua posição diante dos ruídos com Lula, ele ainda não sinalizou um calendário de votação, mas a intenção é levar o texto adiante. O Senado, porém, não quer apenas chancelar a proposta aprovada pela Câmara.

O discurso entre senadores é que os “louros” da aprovação da matéria, com alto apoio popular, segundo pesquisas, não podem ficar apenas com deputados. Por isso, a ideia é que seja inserida alguma mudança no texto para que possa ser atribuída aos senadores. Pesa nessa estratégia o fato de dois terços das vagas na Casa estarem em disputa, além de senadores que devem disputar governos estaduais.

Alcolumbre ainda não deu pistas sobre calendário de análise da PEC. O governo tem tentado avançar no diálogo com ele, especialmente por meio do ministro José Guimarães (Relações Institucionais). Aliados do presidente do Senado avaliam que ele deve botar a proposta em votação antes das eleições, como deseja o governo.

Pressão contrária à votação também já está em curso. Na terça-feira (27), o presidente do Senado recebeu um grupo de empresários pedindo para que ele pelo menos postergasse a análise da matéria. Segundo interlocutores, Alcolumbre não tem se posicionado nas conversas. Ele tem dito que vai escutar todos os lados e depois tomar uma decisão.

R7

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