A Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6×1 em dois turnos de votação.
No primeiro turno, o texto foi aprovado por 472 votos a favor e 22 contrários. No segundo turno, o placar foi de 461 a 19. Com a decisão, o tema avançou na Casa após ampla maioria dos parlamentares.
Na Paraíba, todos os deputados federais presentes votaram a favor da proposta.
A pesquisa Real Time/Big Data ainda apresentou dois cenários sobre intenções de voto para o Senado. No primeiro deles, o ex-governador do estado João Azevêdo (PSB) e o atual senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) se destacam, com 32% e 25% de preferência, respectivamente.
Na disputa pelo governo da Paraíba, o atual governador do estado, Lucas Ribeiro (PP), e o ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena (MDB) estão tecnicamente empatados no cenário estimulado do primeiro turno, segundo pesquisa do Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (27).
No levantamento — com as opções de respostas sugeridas aos entrevistados —, Ribeiro aparece com 30% das intenções de voto, enquanto Lucena tem 28%. Ainda segundo a pesquisa, o atual governador tem um índice de aprovação do trabalho no governo de 63%.
O senador Efraim Filho (PL) e Olímpio Rocha (PSOL) pontuam com 19% e 2%, respectivamente.
Pesquisa estimulada governo ParaíbaArte/ R7
Entre aqueles que votariam nulo ou em branco, somam 10%, e os que não souberam responder foram 11%.
O levantamento ouviu 2.000 entrevistados entre 25 e 26 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.
Segundo turno
Em um possível segundo turno, Lucas Ribeiro lidera em dois cenários. No primeiro, contra Cícero Lucena, o atual governador aparece com 39% das intenções de voto, contra 34% do ex-prefeito de João Pessoa.
Já em uma situação com Efraim Filho, Lucas Ribeiro também está na frente, com 44% dos votos. Neste caso, o senador registra 26% das intenções de voto.
Por fim, em uma disputa entre Efraim Filho e Cícero Lucena, o ex-prefeito de João Pessoa lidera com 41% dos votos, contra 29% do senador.
A Polícia Civil da Paraíba instaurou inquérito policial para investigar o suposto envenenamento de cerca de 70 animais, entre cães e gatos, ocorrido nos últimos dois meses no município de Teixeira, no Sertão do estado. O caso está sendo acompanhado com o objetivo de identificar os responsáveis pelas mortes dos animais.
De acordo com as informações apuradas até o momento, a suspeita é de que substâncias tóxicas tenham sido colocadas em cortes miúdos de carne bovina e frango, utilizados para atrair os animais. As investigações apontam que a maioria dos animais mortos era composta por cães em situação de rua, embora alguns também possuíssem tutores.
A Polícia Civil solicitou exames periciais e necroscópicos ao Instituto de Polícia Científica (IPC) e ao Hospital Veterinário da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), para identificar a causa das mortes e confirmar a possível utilização de veneno. A conclusão dos laudos deve ocorrer em até 30 dias.
As equipes policiais já realizaram oitivas de testemunhas e seguem analisando imagens de câmeras de segurança instaladas em áreas próximas aos locais onde os animais foram encontrados. Até o momento, ninguém foi preso.
O empresário Antônio Inácio da Silva Neto, conhecido como Toinho da Braiscompany, voltou a chamar atenção nas redes sociais nesta terça-feira (26), após publicar imagens de uma reunião com supostos investidores estrangeiros. A aparição pública ocorre mesmo diante das investigações que apontam a Braiscompany como um dos maiores esquemas envolvendo criptomoedas já registrados no país.
Além das imagens, Toinho também compartilhou uma mensagem considerada enigmática: “Nem todo silêncio é queda. Às vezes é reconstrução”. A postagem rapidamente repercutiu entre seguidores, investidores e internautas que acompanharam a trajetória da empresa.
A mensagem e as fotos foram interpretadas por parte do público como uma possível tentativa de sinalizar recomeço ou reposicionamento após os desdobramentos judiciais envolvendo a Braiscompany e seus dirigentes.
A empresa ganhou projeção nacional prometendo altos rendimentos por meio de operações com criptoativos, atraindo milhares de investidores em diversos estados brasileiros. O caso se tornou uma das maiores investigações envolvendo criptomoedas no Brasil, com repercussão nacional e internacional.
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagram, nesta quarta-feira (27), a nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e em pensões.
Estão sendo cumpridos 31 mandados de busca e apreensão, 8 medidas cautelares de monitoramento eletrônico e outras medidas constritivas, expedidas pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados de Pernambuco, de São Paulo e da Paraíba, além do Distrito Federal.
Nesta fase, a ação tem como finalidade aprofundar as investigações que visam esclarecer a prática de diversos crimes contra a Administração Pública, tais como constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e de dilapidação patrimonial.
O pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou foto de presente dado pelo presidente norte-americano Donald Trump logo após reunião no Salão Oval da Casa Branca, em Washington D.C.
Segundo Flávio, durante o encontro, Trump lhe entregou uma “challenge coin”, moeda comemorativa oficial do Selo Presidencial dos EUA, tradicionalmente usada como presente simbólico a aliados e visitantes em agendas diplomáticas.
A peça é um objeto ornamental com o brasão presidencial e integra uma tradição da presidência norte-americana de homenagens em encontros oficiais.
Flávio afirmou que o gesto representa um “símbolo de respeito”. O encontro teria durado cerca de 1h30 e abordou temas como segurança pública, facções criminosas no Brasil, terras raras e política internacional.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve receber nesta terça-feira (26) o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no Salão Oval da Casa Branca, segundo uma fonte do governo americano ouvida pela reportagem.
O encontro estaria previsto para as 15h no horário local (16h em Brasília), mas não consta na agenda oficial do presidente americano. Procuradas pela reportagem, a Casa Branca e a assessoria de comunicação do senador não confirmaram a reunião.
Flávio Bolsonaro desembarcou em Washington nas primeiras horas da manhã de segunda-feira (25) e não teve compromissos públicos ao longo do dia.
Aliados de Flávio afirmam apenas que o senador está na capital americana para cumprir uma série de agendas políticas e reuniões de “alto nível”, sem detalhar os encontros previstos.
Em publicação na rede X, o jornalista Paulo Figueiredo, aliado do senador, disse que a campanha de Flávio Bolsonaro “não confirma nem desmente” a possibilidade de um encontro com Trump.
A viagem do pré-candidato brasileiro aos Estados Unidos acontece menos de um mês após a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Sergipe (FICCO/SE) deflagrou, nesta terça-feira (26), a Operação Indumentum II, com o objetivo de desarticular organização criminosa envolvida com o tráfico interestadual de drogas e a prática de lavagem de dinheiro.
Foram cumpridos 11 mandados de prisão temporária e 14 de busca e apreensão, além de ordens de sequestro de bens e de bloqueio de ativos financeiros, expedidos pelo Núcleo de Garantias do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe.
As medidas foram executadas em cinco estados, nas cidades sergipanas de Aracaju, de Nossa Senhora do Socorro, de Tobias Barreto e de Barra dos Coqueiros, além de Montes Claros (MG), Ribeira do Pombal (BA), João Pessoa (PB) e Maceió (AL).
As investigações tiveram início em abril de 2025, a partir da primeira fase da operação, quando foi identificada a atuação de grupo responsável pela distribuição de entorpecentes, principalmente crack e maconha, no município de Nossa Senhora do Socorro e região.
No decorrer das apurações, foram identificados indícios de ocultação e de dissimulação de valores oriundos da atividade criminosa. Também foi constatado padrão de vida incompatível com a renda declarada por um dos investigados, possuindo imóvel em condomínio de alto padrão e veículos de luxo. As investigações apontam que o grupo movimentou, aproximadamente, R$ 32 milhões no período de 2021 a 2025.
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) julga nesta terça-feira (26) recurso que pode acabar definitivamente com a aposentadoria compulsória como punição para juízes. O caso está sob relatoria do ministro Flávio Dino.
A expectativa é que os ministros mantenham a decisão. Além de Dino, fazem parte do colegiado os ministros Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin.
Em março deste ano, o ministro proibiu a aposentadoria obrigatória de magistrados como “punição” e fixou a perda de cargo em casos de infrações graves por parte desses servidores públicos.
A AGU (Advocacia Geral da União) e a PGR (Procuradoria Geral da República) entraram com recursos pedindo que a decisão de acabar com a aposentadoria punitiva valha apenas para o caso específico de um juiz do Rio de Janeiro (TJ-RJ), sem se estender automaticamente para outros magistrados.
Segundo Dino, “a aposentadoria é um benefício previdenciário que tem por finalidade garantir ao trabalhador condições dignas de vida quando não mais for possível o desenvolvimento de atividade laboral em virtude de idade-limite”.
Para ele, casos graves à luz da Constituição Federal devem ser punidos com a perda do cargo — o que, devido à regra da vitaliciedade, depende de uma ação judicial.
Caso
O processo analisado envolve um caso de agosto de 2024, quando um juiz afastado do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) entrou com ação no Supremo para anular decisões do CNJ que resultaram em sua aposentadoria compulsória.
Nessa ação, uma inspeção da corregedoria do Tribunal de Justiça identificou irregularidades na conduta do então juiz da Comarca de Mangaratiba (RJ).
O magistrado, então, foi punido pelo TJRJ com sanções disciplinares de censura, de remoção obrigatória da função e de duas aposentadorias compulsórias.
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