Economia

Governo prepara redução de FGTS e multa por demissão, diz jornal

Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A equipe econômica do governo federal está elaborando um plano de estímulo ao emprego que prevê uma forte redução da contribuição dos patrões para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), revelou nessa sexta-feira (13/5) o jornal Folha de São Paulo. O Palácio do Planalto e o Ministério da Economia não se pronunciaram sobre a notícia.

O plano, de acordo com a apuração da Folha, é reduzir o depósito mensal que os empregadores fazem, de 8% para 2% do salário, e cortar a multa paga na demissão, de 40% para 20% do total do FGTS.

A flexibilização do contrato de trabalho regido pela CLT seria feita por meio de Medida Provisória, instrumento usado pelo Poder Executivo com validade imediata, mas que depois precisa ser votado pelo Legislativo. A Folha informa ter tido acesso a três minutas (versões) dessa possível MP.

“A proposta de redução das alíquotas das contribuições dos serviços sociais autônomos não apenas reduzirá o custo da contratação de trabalhadores, como também contribuirá com a geração de novos empregos”, diz o texto, que se repete nos três documentos, ainda segundo o jornal.

O jornal informa, por fim, que essa flexibilização está em fase de estudo e que não há uma decisão final tomada.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

BNDES tem lucro recorde de R$ 12,9 bilhões no 1º trimestre de 2022

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) teve um lucro líquido recorde de R$ 12,9 bilhões no 1º trimestre de 2022. O resultado foi publicado nesta quinta-feira (12).

O lucro é 32% maior que o registrado no mesmo período de 2021 e o melhor para um trimestre da história do BNDES. O resultado foi influenciado pela venda de ações da JBS e do recebimento de dividendos da Petrobras.

O BNDES disse que, mesmo excluindo fatores não recorrentes como as operações de desinvestimento da carteira de renda variável, o banco registrou um lucro líquido recorrente de R$ 5,5 bilhões no 1º trimestre. O resultado é 128% maior que o do mesmo período de 2021.

O resultado recorrente foi puxado pelo recebimento de dividendos e do aumento dos produtos de intermediação financeira. O produto de intermediação financeira atingiu R$ 4,9 bilhões no trimestre, impactado pela alta da taxa básica de juros, a Selic.

Segundo o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, o resultado do 1º trimestre reflete a estratégia do banco de reduzir a exposição em fatores de risco para investir em produtos inovadores e de mais impacto para a sociedade.

“Os resultados continuam estáveis, robustos e sólidos, na linha do que vem implementando de redução do risco de mercado da carteira de ações para uma atuação de mais impacto na ponta e diversificação da atuação do banco em produtos e serviços”, afirmou Montezano.

A carteira de crédito do BNDES alcançou R$ 442,9 bilhões no 1º trimestre. Os desembolsos foram de R$ 14,8 bilhões no período e 39,2% desse valor foi destinado ao financiamento da infraestrutura.

PAGAMENTOS AO TESOURO

O BNDES pagou R$ 3,6 bilhões ao Tesouro Nacional nos 4 primeiros meses de 2022. Desse valor, R$ 1,6 bilhão diz respeito ao acórdão firmado com o TCU (Tribunal de Contas da União) para a devolução de empréstimos tido como irregulares que foram contraídos de 2009 a 2014.

Além disso, o BNDES já aprovou o pagamento de mais R$ 17,3 bilhões ao Tesouro. O pagamento só aguarda aprovação do Banco Central e do Ministério da Economia para ser efetivado.

No total, o banco espera pagar R$ 34,3 bilhões ao Tesouro em 2022. Gustavo Montezano disse que o banco está “cumprindo na vírgula o acórdão” firmado com o TCU.

Segundo ele, uma devolução adicional chegou a ser estudada, mas “as condições de mercado para tal não estão atingidas”. A condição imposta pelo BNDES é de que o banco não tenha prejuízo por causa dos pagamentos ao Tesouro.

Poder 360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Ministro da Economia defende taxar super-ricos e desonerar empresas; Sugestão é para que reforma tributária avance no Senado

Foto: Washington Costa/ME

Para destravar a reforma tributária no Senado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (9) que o governo pode apresentar uma versão “mais enxuta” do projeto com a proposta de aumento do imposto de renda sobre os super-ricos e redução dos impostos cobrados sobre as empresas.

“A hora é agora. Já aprovamos essa reforma na Câmara [dos Deputados], ela está travada no Senado. Podemos fazer uma versão mais enxuta, tributando os super-ricos e reduzindo o imposto sobre as empresas”, disse Guedes durante a apresentação de uma nova ferramenta para monitorar os investimentos no país.

O ministro defendeu ainda o fim de toda tributação sobre a indústria “para permitir que o Brasil, que tem todas as matérias-primas, seja uma potência mundial”.

Ele disse que o governo já segue nesse caminho, e mencionou a redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), promovida via decretos publicados no fim do mês passado.

A fala do ministro ocorre depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter suspendido, na sexta-feira (6), parte da redução do IPI, atendendo a pedido do partido Solidariedade.

A legenda alegou que a redução do IPI em todo o país para produtos que também são produzidos na Zona Franca de Manaus prejudicaria a vantagem competitiva e o desenvolvimento da região.

Moraes suspendeu liminarmente (de maneira provisória) a redução do IPI para todos os produtos que também sejam produzidos na Zona Franca, onde vigora regime tributário diferenciado, protegido pela Constituição. Isso inclui itens como sapatos, TV’s, aparelhos de som, móveis, brinquedos e outros.

“A redução de alíquotas nos moldes previstos pelos decretos impugnados, sem a existência de medidas compensatórias à produção na Zona Franca de Manaus, reduz drasticamente a vantagem comparativa do polo, ameaçando, assim, a própria persistência desse modelo econômico diferenciado constitucionalmente protegido”, escreveu o ministro.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Bolsonaro volta a criticar lucro da Petrobras e diz que “Brasil não aguenta mais um reajuste de combustível”

Foto: reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar os recentes lucros registrados pela Petrobras e pediu que a empresa não conceda novos reajustes nos valores dos combustíveis.

Segundo o chefe do Executivo, o Brasil pode não aguentar uma nova alta de preços. Durante visita à 23ª Feira Nacional da Soja, em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, ele pediu sensibilidade por parte da Petrobras, mas lamentou que alguns “nichos” espalhados pelo país estejam interessados apenas nos resultados da companhia.

“Esta semana, vocês estão conhecendo um pouco mais do que é a Petrobras aqui no Brasil. Temos nichos ainda, em nosso governo, espalhados por todo o Brasil, que não entenderam que todos nós estamos no mesmo barco. Eles sabem que o Brasil não aguenta mais um reajuste de combustível em uma empresa que fatura dezenas de bilhões de reais por ano às custas do nosso povo brasileiro“, queixou-se o presidente neste sábado (7).

Na última quinta-feira (5), Bolsonaro fez duras declarações contra a Petrobras, afirmando que o lucro obtido pela empresa no primeiro trimestre de 2022 foi “um estupro” e “um absurdo”.

Entre janeiro e março deste ano, a petroleira apresentou um lucro líquido de R$ 44,5 bilhões, alta de 3.718% em relação ao mesmo intervalo de 2021, quando os ganhos foram de R$ 1,1 bilhão.

O presidente disse não entender como a Petrobras, mesmo conseguindo esse desempenho, segue aumentando os preços dos combustíveis. De acordo com ele, considerando a atual margem de lucro, a empresa teria capacidade de aguentar um longo período sem promover novos reajustes.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Postos devem exibir preço de combustível com duas casas decimais a partir deste sábado (7)

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A partir de hoje (7) os postos de combustíveis só poderão exibir o preço dos combustíveis com duas casas decimais, e não mais com três, como ocorria até então.

A mudança foi determinada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), por meio da Resolução nº 858/2021, publicada em novembro do ano passado.

De acordo com a ANP, o objetivo da mudança “é deixar o preço do combustível mais preciso e claro para o consumidor, além de estar alinhado com a expressão numérica da moeda brasileira”.

Segundo a agência, os preços deverão ser exibidos com duas casas decimais tanto no painel de preços quanto nos visores das bombas abastecedoras.

A ANP informa, no entanto, que, nas bombas, o terceiro dígito poderá ser mantido, desde que marcando zero e travado no momento do abastecimento. “Dessa forma, os postos não precisarão trocar os módulos das bombas, o que poderia acarretar custos aos agentes econômicos”, justificou a agência.

Na avaliação da agência, a mudança não implicará no valor final dos preços dos combustíveis, uma vez que a norma não trará “custos relevantes aos revendedores e nem restrições aos preços praticados”.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Copom eleva Taxa Selic para 12,75% ao ano

Foto: Felipe Menezes/Metrópoles

Em mais uma tentativa para barrar a escalada da inflação, a taxa básica de juros do país, a Selic, voltou a subir mais um ponto nesta quarta-feira (4). O Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, decidiu elevar o percentual de 11,75% para 12,75% ao ano no fim desta tarde.

Com isso, os juros básicos atingiram o maior patamar desde fevereiro de 2017, quando a taxa estava em 13%. É a décima alta consecutiva neste ciclo de aperto monetário, que começou em março de 2021, com a Selic na mínima histórica de 2%, acumulando 10,75 pontos de ajuste.

O choque de juros deste ciclo já é o maior desde 1999, quando em meio à crise cambial, o BC aumentou a Selic em 20 pontos percentuais de uma vez só.

Nesta quarta também o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, elevou a taxa básica de juros para o intervalo entre 0,75% e 1%, uma alta de 0,5 ponto percentual, justificando o salto da inflação no país. O Fed não fazia um aumento dessa magnitude desde maio de 2000.

O Copom afirmou que a decisão tem o objetivo de conter a inflação, atualmente a caminho de fechar 2022 acima do teto da meta pelo segundo ano consecutivo.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Aneel anuncia bandeira verde na conta de luz em maio

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nessa sexta (29), em Brasília, que a bandeira tarifária de maio será verde para todos consumidores do Sistema Interligado Nacional, que abrange a maior parte do país. Assim, não haverá cobrança extra na conta de luz, segundo a agência.

Segundo a Aneel, devido às condições favoráveis de geração de energia, é a primeira bandeira verde anunciada para todos os consumidores desde o fim do período de escassez hídrica, que vigorou entre setembro de 2021 e abril deste ano.

Custo real

Criado pela Aneel em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Petrobras anuncia reajuste de 19% no gás natural a partir de domingo

Foto: Agência Petrobras

A partir de domingo (1º), o gás natural vendido às distribuidoras pela Petrobras estará 19% mais caro. O novo reajuste trimestral, com validade até 31 de julho, foi divulgado hoje (29) pela estatal.

Segundo a Petrobras, a variação do preço do gás natural se dá com base em fórmulas previstas em contratos públicos e divulgados no site da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O cálculo leva em conta as variações do petróleo no mercado internacional e a taxa de câmbio.

“A atualização trimestral para o gás e anual para o transporte atenua volatilidades momentâneas e assegura previsibilidade e transparência”, explicou a estatal em nota.

Desde 2016, a Petrobras adota a Política de Preços de Paridade de Importação (PPI), que vincula os preços praticados no país aos que são praticados no mercado internacional tendo como referência o preço do barril de petróleo tipo brent, que é calculado em dólar.

Nos últimos meses, houve uma grande elevação da sua cotação sob influência dos impactos da guerra na Ucrânia, entre outros fatores. O barril saiu de US$ 82 no início de janeiro, chegou a US$ 130 em março, e agora tem se estabilizado próximo aos US$ 105.

Reajuste não gera impactos para os botijões

Para os botijões a base de gás liquefeito de petróleo (GLP), o reajuste não gera impactos. A medida deverá afetar principalmente moradores que consomem gás natural canalizado e motoristas com carros que utilizam Gás Natural Veicular (GNV).

Com informações Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Monitor do PIB aponta avanço de 0,6% na atividade econômica em fevereiro, diz FGV

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O Monitor do PIB, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), aponta crescimento de 0,6% na atividade econômica em fevereiro, na série dessazonalizada, em comparação a janeiro.

O indicador mostra ainda avanço de 1,1% no trimestre móvel encerrado em fevereiro, em relação ao trimestre encerrado em novembro. Na comparação interanual, a economia brasileira avançou 1,2% em fevereiro e 1,7% no trimestre móvel encerrado em fevereiro.

Em nota, a coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, afirmou que o crescimento da economia brasileira em fevereiro continua sendo explicado, principalmente, pelo desempenho do setor de serviços, que segue com variação interanual acima da observada na agropecuária e na indústria, em praticamente todos os meses, desde meados de 2021.

Mesmo considerando a variação em fevereiro, frente a janeiro, o desempenho do setor também foi de crescimento. Por ter sido o mais impactado pela pandemia, a fraca base de comparação apresentada no setor de serviços favorece o seu bom desempenho atual”, diz Trece, lembrando que, embora os resultados mostrem o setor de serviços como fundamental para o desempenho da economia no início deste ano, a inflação, os juros e o desemprego elevados podem prejudicar a sustentação do crescimento da atividade de serviços no decorrer do ano e, consequentemente, do próprio PIB.

Consumo das famílias

Ainda de acordo com a pesquisa, o consumo das famílias cresceu 2,1% no trimestre móvel findo em fevereiro em comparação a igual período de 2021. Pelo quinto mês consecutivo, o componente de serviços foi o único a apresentar taxas positivas que foram influenciadas, principalmente, pelo desempenho dos segmentos de transporte e de outros serviços (serviços de alojamento, alimentação e domésticos). Destaca-se também a forte queda de 8,6% do consumo de bens duráveis.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 0,4% no trimestre móvel findo em fevereiro em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior. Apenas o componente de máquinas e equipamentos apresentou retração nesta comparação, devido a quedas disseminadas entre diversos segmentos deste componente, com destaque para os caminhões, outros veículos e outras máquinas e equipamentos.

Exportações

A exportação apresentou alta de 12,5% no trimestre móvel findo em fevereiro em comparação ao mesmo período do ano passado. O principal responsável por esse crescimento foram as exportações de produtos agropecuários. Em contrapartida, apenas as exportações de produtos da extrativa mineral apresentaram retração, nesta comparação.

Importações

A importação teve queda de 2,1% no trimestre móvel findo em fevereiro, em comparação a um ano antes. O desempenho de bens de capital e bens intermediários, que caíram 20,1% e 5,7%, foram os que mais influenciaram na retração das importações. Além deles, a importação de produtos agropecuários também recuou 17,8%.

Em termos monetários, estima-se que o acumulado do PIB no primeiro bimestre de 2022, em valores correntes, foi de R$ 1,332 trilhão.

O Monitor mostra ainda que a taxa de investimento em fevereiro de 2022 foi de 19,9% do PIB, na série a valores correntes. Este resultado apresenta uma taxa de investimento acima da taxa de investimento média mensal considerando o período desde 2000 e acima da taxa de investimento média considerando o período desde janeiro de 2015.

Valor Econômico

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

FMI: Argentina e Venezuela estão entre os 5 países com maior inflação do mundo

Foto: Reprodução

A Argentina e Venezuela estão entre os 5 países com mais inflação no mundo , de acordo com os dados publicados pelo Fundo Monetário Internacional em seu relatório World Economic Outlook.

Ao longo do relatório, é apontada a preocupação da entidade com a recuperação dos preços ao redor do mundo, e alerta-se para o risco de que as expectativas inflacionárias fiquem “desancoradas”.
Neste ano, um total de 35 países registraria aumentos nos índices de preços ao consumidor de 10% ao ano ou mais.

A Venezuela continua liderando nesse quesito, com uma inflação projetada de 500% ao ano, seguida pelo Sudão com 244%.

RANKING DE INFLAÇÃO:

Venezuela- 500.0

Sudão – 244,4

Zimbábue- 85,8

Ucrânia- 52,4

Argentina – 48,0

Iêmen – 46,0

Etiópia- 33,4

Irã – 30,0

Suriname 25,8

Guiana – 24,9

Para a Argentina, o FMI estima que os preços subirão 48% , em linha com o que consta no memorando de entendimento assinado pelo país com a agência. No entanto, cálculos privados preveem um aumento maior já que os consultores, na última Pesquisa de Expectativas de Mercado compilada pelo Banco Central, esperam alta de 59,2%.

Para 2023, o Fundo espera uma queda moderada da inflação na Argentina, com projeção de 42%.

A Argentina entrou neste ano com aumento nos preços, iniciada antes mesmo da invasão da Rússia na Ucrânia, que gerou efeitos para a economia global, pressionando a inflação em vários países.

Em janeiro, a inflação argentina foi de 3,9%, em fevereiro, de 4,7% e em março de 6,7%, de acordo com dados oficiais.

Gazeta Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.