Economia

Declaração Anual de Faturamento do MEI é obrigatória; veja como fazer

Se você é Microempreendedor Individual (MEI), não esqueça: o prazo para declarar o quanto faturou em 2023 à Receita Federal vai até 31 de maio. É na Declaração Anual do Simples Nacional que você precisa informar esses valores.

Se deixar de entregar essa declaração, fica sujeito a uma multa de, no mínimo, R$ 50. E, se não pagar os impostos devidos, a multa pode chegar a 20% desse valor. A penalidade é cobrada quando você paga o documento atrasado.

Ao preencher a declaração, não se esqueça de incluir os valores de todas as suas vendas e serviços prestados. Também, se contratou um funcionário, não ultrapasse o limite permitido para a categoria.

Fique atento: se não cumprir com essa obrigação, seu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) fica irregular. E isso pode dificultar conseguir crédito em bancos.

O limite de faturamento anual para este ano é de R$ 81.000, ou proporcional ao tempo que você está aberto. O governo sugere considerar uma receita de R$ 6.750 por mês.

Um exemplo prático: se você abriu seu MEI em maio de 2023 e ficou na categoria por 8 meses, o limite de faturamento até o final do ano é de R$ 54.000. Não perca o prazo e evite problemas!

Passo a passo para entregar a declaração do MEI:

O DAS fica disponível no Portal do Empreendedor, do governo federal. Ao entrar na página, o cidadão deve seguir o tutorial abaixo:

  1. selecionar a opção “Declaração Anual de Faturamento – Dasn-Simei“;
  2. inserir o CNPJ da empresa;
  3. irá visualizar 2 tipos de declaração: “original” e “retificadora”;
  4. selecionar “original” e clicar em “2023”;
  5. acessar o campo “valor da receita bruta total”;
  6. informe os valores referentes às atividades desenvolvidas de comércio, indústria e os serviços de transporte intermunicipal e interestadual;
  7. finalizar o atendimento e imprimir o comprovante, se quiser.

Segundo o Sebrae, o processo de declaração do faturamento anual é “simplificado e torna todo o processo menos burocrático”.

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Economia

Aeroporto de Campina Grande tem maior aumento do país na movimentação de passageiros

O aeroporto Presidente João Suassuna (Foto: Governo da Paraíba)

O aeroporto Presidente João Suassuna, em Campina Grande, apresentou o maior crescimento do país na movimentação de passageiros no mês de março, em relação ao ano passado. A alta foi de 143,2%, segundo dados da Aena no Brasil, administradora de 17 aeroportos do Brasil.

Neste segmento, o aeroporto Castro Pinto, em João Pessoa, teve crescimento de 9,9%.

Quando avaliado o número de operações (embarques e desembarques), o aeroporto de Campina Grande também lidera a alta, com crescimento de 97%, enquanto o aeroporto da Capital apresentou alta de 19,8%.

Já no acumulado do primeiro trimestre, as maiores altas foram nos aeroportos de Campina Grande (162,4%), Altamira (16%), João Pessoa (14,2%), Santarém (14%), Maceió (11,1%) e Carajás (9,6%).

Os 17 aeroportos administrados pela Aena no Brasil registraram 10,4 milhões de passageiros no primeiro trimestre deste ano. O volume representa um crescimento de 6,3% em comparação com o mesmo período do ano passado. Em relação ao número de pousos e decolagens, nos três primeiros meses houve alta de 5,4%, com um total de 115,5 mil movimentos de aeronaves. Considerando somente o mês de março, o crescimento chega a 6,1% no total de passageiros (3,4 milhões), em relação ao mesmo mês de 2023, e a 1,7% no volume de pousos de decolagens (38,9 mil).

No Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o mais movimentado da Aena no país, o total de passageiros teve alta de 7,8% em março e de 6,5% no primeiro trimestre. O resultado reflete a melhora na ocupação das aeronaves. O número de pousos e decolagens permaneceu estável.

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Economia

Preço do barril de petróleo dispara depois de ataque de Israel ao Irã

ImagemFoto: Reprodução

Depois da retaliação de Israel ao Irã na noite desta quinta-feira (18), o preço do barril de petróleo disparou. O tipo brent estava sendo cotado US$ 90,45 às 23h50 (horário de Brasília), uma alta de 3,34% em relação à cotação que estava quando fechou o mercado. A cotação de quinta-feira ficou em US$ 87,11, uma queda de 0,21% ante o dia anterior.

Poder360

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Economia

Mais de 167 mil declarações do Imposto de Renda já foram entregues na Paraíba

Foto: Agência Brasil

Até esta quarta-feira (17) foram entregues 167.514 mil Declarações do Imposto de Renda 2024, na Paraíba. A Receita Federal do Estado afirmou que prevê a entrega de 453.827 declarações até o final do prazo, em 31 de maio.

Para facilitar o processo, a Receita aconselha o contribuinte a utilizar a declaração pré-preenchida. Mesmo assim, todas as informações devem ser checadas e validadas pelo contribuinte antes do envio da declaração à Receita Federal.

O prazo de envio da declaração de Imposto de Renda 2024 termina em 31 de maio, será cobrado multa de quem estiver obrigado a entregar a declaração e não o fizer até o fim do prazo.

O valor da multa cobrada é de 1% ao mês, sobre o valor do Imposto de Renda devido, limitado a 20% do valor do Imposto de Renda. O valor mínimo da multa é de R$ 165,74.

Brasil

Em todo país já foram entregues, um total 15.185.202 milhões de declarações. A Receita aguarda receber aproximadamente, 43 milhões de declarações até 31 de maio.

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Economia

Inadimplência cresce e atinge 67 milhões de consumidores, aponta SPC Brasil

Arquivo/Agência Brasil

O número de inadimplentes no país teve um aumento em março de 2024, em comparação com março de 2023 e atinge 67,18 milhões de brasileiros. O Indicador realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que quatro em cada dez brasileiros adultos (40,89%) estavam negativados em março de 2024. Na comparação com o mesmo período de 2023, o indicador apresentou crescimento de 2,67%.

A partir dos dados disponíveis em sua base, que abrangem informações de capitais e interior de todos os 26 Estados da federação, além do Distrito Federal, a CNDL e o SPC Brasil registram que a variação anual observada em março deste ano ficou abaixo da observada no mês anterior. Na passagem de fevereiro para março de 2024, o número de devedores cresceu 0,89%.

Número de pessoas inadimplentes

“Desde a pandemia as famílias se endividaram muito, chegando a patamares altos, onde essas dívidas se tornaram difíceis de serem pagas. Essa é uma situação que demora a se ajustar. Muitas famílias ainda estão se reequilibrando, os consumidores estão voltando aos empregos formais, mas ainda com renda mais baixa e com muitas contas atrasadas a serem pagas”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa.

Número de pessoas inadimplentes por tempo de atraso

O crescimento do indicador anual se concentrou no aumento de inclusões de devedores com tempo de inadimplência de 1 a 3 anos (18,68%).

O número de devedores com participação mais expressiva em março está na faixa etária de 30 a 39 anos (23,59%). De acordo com a estimativa, são 16,57 milhões de pessoas registradas em cadastro de devedores nesta faixa, ou seja, quase metade (48,67%) dos brasileiros desse grupo etário estão negativados. A participação dos devedores por sexo segue bem distribuída, sendo 51,12% mulheres e 48,88% homens.

Número de pessoas com inadimplência por faixa etária e sexo

Estimativa de inadimplência por faixa etária

CADA NEGATIVADO DEVE, EM MÉDIA, R$ 4.397,99. MAIOR PARTE DAS DÍVIDAS SÃO COM BANCOS

Em março de 2024, cada consumidor negativado devia, em média, R$ 4.397,99 na soma de todas as dívidas. Além disso, cada pessoa com inadimplência devia, em média, para 2,10 empresas credoras, considerando todas essas dívidas.

Inadimplência por valor total das dívidas

Os dados ainda mostram que cerca de três em cada dez consumidores (30,92%) tinham dívidas de até R$ 500, percentual que chega a 44,94% quando se fala de dívidas de até R$ 1.000.

Em março de 2024, o número de dívidas em atraso no Brasil teve crescimento de 4,91% em relação ao mesmo período de 2023. O dado observado em março deste ano ficou abaixo da variação anual observada no mês anterior. Na passagem de fevereiro para março, o número de dívidas apresentou alta de 0,47%.

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Economia

Alta no preço da cerveja deixa ‘churrasquinho’ mais caro para o bolso do brasileiro

Copo Americano Pequeno 190ml Cerveja Cafe Bar Kit 12unidadesFoto: Reprodução

Fazer um churrasco com os amigos no fim de semana está custando caro para o bolso do brasileiro. O resultado do IPCA, a inflação oficial do país, mostrou que, apesar da queda dos preços das carnes e da linguiça, itens como cerveja, pão de alho e vinagrete aumentaram e se tornaram os vilões dessa que é uma comemoração tão comum da família brasileira.

A inflação acumula alta de 1,42% no ano e 3,93% nos últimos 12 meses. Em março, o índice desacelerou e ficou em 0,16%. Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na última quinta-feira (10).

Considerando o acumulado dos últimos 12 meses, a tradicional cerveja gelada dos brasileiros ficou mais cara. Em média, o preço da bebida subiu 4,22% nesse período.

Quem prefere refrigerante sentiu mais ainda o peso da inflação. Em 12 meses, o produto registrou alta de 5,83%. Outro queridinho do churrasco, o pão de alho também encareceu nos últimos 12 meses. O pão francês subiu 3,14%, pouco menos do que a inflação média registrada. O alho está 19,03% mais caro.

Para preparar o vinagrete (ou molho à campanha), o churrasqueiro da turma vai desembolsar 47,44% a mais no azeite de oliva. A cebola (36,87%), o tomate (22,24%) e o pimentão (12,52%) também inflacionaram nos últimos 12 meses.

R7

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Economia

Possível guerra entre Irã e Israel deve fazer petróleo subir

ImagemFoto: Reprodução/Pixabay

A possível guerra entre Irã e Israel é vista com preocupação para a economia global. O temor é que o conflito cause uma disparada nos preços do petróleo. O barril do tipo brent já operava em alta na última semana diante do crescimento da tensão. Desde março, a cotação acumula 8% de alta. A tendência é de uma pressão ainda maior nos preços.

Neste sábado (13.abr.2024), o Irã lançou um ataque com drones e mísseis contra Israel. A tensão entre os 2 países vem crescendo desde o início da guerra do país judeu contra o Hamas. O grupo extremista palestino tem relação duradoura com o Irã, potência militar e econômica que já forneceu apoio político, financeiro e armamentos à organização.

Nas últimas semanas essa tensão cresceu. O serviço de inteligência dos Estados Unidos alertou na sexta-feira (12.abr) para a possibilidade de ataque do Irã a Israel. O mercado de petróleo estremeceu com temor de uma guerra generalizada e o barril chegou a bater US$ 93. Ao final do dia, fechou em US$ 90,21.

O possível conflito chega em um momento de alta do petróleo, tanto pelo temor de aumento dos conflitos como pela manutenção de cortes na produção feitas pela Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Em 2024, o barril do tipo brent –referência global– valorizou 20%.

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Poder360

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Economia

Brasil tem a 7ª maior inflação do G20 em 12 meses

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O Brasil tem a 7ª maior inflação acumulada em 12 meses do G20. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) para o período fechou em 3,9%.

A Argentina lidera o ranking entre as nações. Tem inflação acumulada na casa dos 3 dígitos, de 287,9%. A Turquia fica em 2º lugar com 68,5%.

Os outros nomes da lista têm inflação a níveis menores, na casa do 1 dígito. O levantamento para o G20 foi realizado pela agência de risco Austin Rating a pedido do Poder360. O grupo reúne as 19 maiores economias do mundo mais a União Africana e a União Europeia.

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Em relação ao fim de 2023, o Brasil manteve a posição de 7º país com a inflação mais alta. Ao fim do ano, a taxa anualizada estava em 4,6% –uma diferença de 0,7 ponto percentual ante a classificação atual.

Os índices de preço são usados para medir a variação dos preços. Ou seja, quanto vale o dinheiro de forma real. Em resumo, um produto que custava R$ 100 passa a custar R$ 110 se a inflação ampla variou em 10% para cima.

INFLAÇÃO NO BRASIL

A inflação do Brasil terminou março em 0,16%. O indicador é medido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Houve desaceleração em relação a fevereiro, quando a alta dos preços foi de 0,83%. Em março de 2023, o indicador teve variação de 0,71%.

Os dados foram divulgados na 4ª feira (10.abr.2024) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Poder 360

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Economia

Vendas do comércio varejista aumentam 19,6% na Paraíba em fevereiro, a maior alta do país

Foto: IBGE

As vendas do comércio varejista aumentaram 19,6% no mês de fevereiro na Paraíba em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual de crescimento é o maior registrado no país. Na receita nominal de vendas do setor, a Paraíba também lidera, com 20,9%.

A variação no país foi de 8,2% com resultados positivos em todas os 27 estados. Amapá teve o segundo maior volume de venda (17,9%), seguido por Mato Grosso (17,1%).

Quando avaliado o desempenho do setor em relação ao mês anterior, janeiro, a Paraíba também detém a maior alta do país, de 5,7%. Essa foi a segunda alta consecutiva do indicador paraibano, uma vez que a variação registrada em janeiro foi de 4%.

No mesmo comparativo, a receita nominal de vendas do setor apresentou o 2º maior crescimento (3,3%) entre todas as unidades da federação, abaixo apenas do que o verificado no Pará (4,6%)
e acima da média do Brasil (1,2%). No mês anterior, a variação desse indicador estadual também havia sido positiva (4,5%).

No acumulado do ano, houve alta tanto no volume de vendas (7,3%) como na receita nominal (8,3%) do varejo estadual. Em ambos os casos, os indicadores estaduais ficaram acima dos nacionais, que foram de 6,1% e 8,2%, respectivamente.

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas

Paraíba tem maior alta do país também no varejo ampliado

No comércio varejista ampliado paraibano, houve avanço de 5,2% no volume de vendas e de 6,2% na receita nominal, em janeiro, frente aos resultados do mês anterior. Essas foram as maiores variações do país, ficando bem acima das médias do Brasil, que foram de 1,2%, para o primeiro indicador, e de 1,6%, para o segundo. O setor inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e as de atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo.

Na comparação entre fevereiro de 2024 e o mesmo mês de 2023, a alta apresentada pelo setor paraibano foi a segunda maior do país no volume de vendas (17,7%), atrás apenas de Tocantis
(19,3%); e a terceira maior na receita nominal (18,5%), que foi inferior somente às altas registradas em Tocantins (24,1%) e no Amapá (18,6%).

As variações acumuladas no ano foram igualmente positivas, de 7,3% no volume de vendas e de 8,3% na receita nominal, ambas superiores às médias nacionais, que ficaram em 6,1% e 8,2%,
respectivamente.

Já no acumulado dos últimos 12 meses, o movimento observado no setor paraibano foi de queda, tanto no volume de vendas (-3,2%) como na receita nominal (-1,2%), contrastando com as altas de 2,3% e 4%, respectivamente, verificadas no cenário nacional.

Crescimento pelo segundo mês e maior patamar na série histórica

Na passagem de janeiro para fevereiro de 2024, na série com ajuste sazonal, a taxa média nacional de vendas do comércio varejista foi de 1%, segundo mês consecutivo de alta.

Segundo o IBGE, a última vez que o varejo registrou dois meses consecutivos de alta foi em setembro de 2022 (0,5% em agosto e 0,7% em setembro). Com isso, a série histórica do índice da base fixa do indicador de volume da margem atinge o máximo da série histórica, superando em 0,5% o nível recorde anterior (outubro de 2020).

“Entre os destaques dessa passagem é termos observados dois meses consecutivos de altas, o que não acontece desde meados de 2022. No entanto, naquele momento o crescimento combinado dos dois meses foi menor, menos intenso. Outro aspecto a ser destacado é que nos últimos dois anos ou janeiro ou fevereiro vieram mais fortes, mas com posterior queda. Em 2024, houve alta tanto em janeiro quanto em fevereiro”, avalia o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Ainda conforme o IBGE, o comportamento foi influenciado pelo crescimento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (9,9%) e de outros artigos de uso pessoal e doméstico (4,8%).

“Avaliando esse setor sob a ótica de seus subsetores, percebemos que a alta veio da parte de produtos farmacêuticos. Houve um fator inflacionário que precisa ser levado em conta, que resultou em um crescimento de preços, mas um crescimento ainda maior em volume de receitas. Esse resultado de 9,9% é bastante expressivo e só vai se assemelhar a janeiro de 2022, quando o setor teve um crescimento de 9,4%”, lembra Cristiano sobre o setor farmacêutico.

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Economia

Preços da construção civil aumentaram 3,7% na Paraíba em 12 meses

Foto: Agência IBGE Notícias

O Índice Nacional da Construção Civil (SINAPI), divulgado nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra aumento de 3,7% nos preços da construção civil na Paraíba no acumulado dos últimos 12 meses. No mês de março houve um pequeno acréscimo de 0,03%, resultando em um custo médio de R$ 1660,85 por metro quadrado no estado.

De acordo com a pesquisa, o custo médio do componente material foi de R$ 1006,14, enquanto a mão de obra foi de R$ 654,71 no mês avaliado.

O Índice foi de 0,07% em março no país, caindo 0,08 ponto percentual em relação ao índice de fevereiro (0,15%). O acumulado nos últimos 12 meses foi para 2,36%, resultado abaixo dos 2,50% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. O índice de março de 2023 foi de 0,20%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em fevereiro fechou em R$ 1.728,11, passou em março para R$ 1.729,25, sendo R$ 1.006,19 relativos aos materiais e R$ 723,06 à mão de obra.

A parcela dos materiais apresentou variação de 0,13%, ficando 0,04 ponto percentual abaixo da taxa do mês anterior. Em fevereiro, a parcela dos materiais tinha variado 0,17%. Considerando o índice de março de 2023 (0,07%), em março de 2024 houve alta de 0,06 ponto percentual.

Já a mão de obra, com taxa de -0,02%, registrou queda tanto em relação a fevereiro (0,13%), quanto a março do ano anterior (0,40%), 0,15 e 0,42 pontos percentuais, respectivamente.

No ano, os acumulados foram: 0,44% (materiais) e 0,38% (mão de obra). Já os acumulados dos últimos 12 meses ficaram em 0,36% (materiais) e 5,30% (mão de obra).

Regiões Norte e Sudeste registram maiores variações mensais em março

A região Norte, com altas em seis dos seus sete estados, e a região Sudeste, com altas no Rio de Janeiro e Minas Gerais, ficaram com as maiores variações regionais em março, 0,13%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,11% (Nordeste), -0,01% (Sul) e -0,27% (Centro-Oeste).

Com alta nas categorias profissionais, Rio Grande do Norte foi o estado com a maior taxa em março, 1,03%.

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