Economia

FIPEZAP: Bessa registra valorização de 15,8% e atrai novos hotéis

Entre o rio e o mar, o Bessa segue consolidando sua posição como um dos bairros mais valorizados e procurados de João Pessoa. Tradicional na história da capital paraibana, a região, que ao longo dos anos deu origem aos bairros Aeroclube e Jardim Oceania, continua em expansão e registra um dos maiores índices de valorização imobiliária da cidade. De acordo com o índice FipeZAP, o Bessa valorizou 15,8% em 2025, expandindo também para o mercado de hotelaria.

O desempenho reflete uma combinação de fatores que vão desde a localização privilegiada, em uma região de praia, dotada de infraestrutura urbana e opções de lazer, até o crescimento do comércio e da oferta de serviços no lugar.

A urbanização do bairro, que teve início na década de 1950 e transformou a região em um dos principais polos residenciais da cidade. O crescimento populacional acompanha esse desenvolvimento. Segundo dados publicados pelo jornal A União, o número de moradores aumentou 142% entre 2000 e 2022, mostrando o interesse pela região.

“O Bessa ao longo dos anos conseguiu reunir qualidade de vida, infraestrutura e uma oferta cada vez mais completa de comércio, serviços e lazer. É um bairro que atende às necessidades do dia a dia de quem está por lá e, ao mesmo tempo, oferece opções de entretenimento, atraindo pessoas de toda a cidade, o que contribui para seu crescimento e valorização”, destaca a diretora comercial do Grupo Holanda, Evani Holanda.

Além da praia e do complexo de parques Parahyba, que oferecem infraestrutura de lazer para todas as idades, o Bessa também abriga shoppings e uma diversidade de opções gastronômicas, que contempla ainda uma vida noturna ativa. À noite, o bairro ganha movimento com uma oferta de estabelecimentos que variam entre o tradicional e o sofisticado.

Com cinco décadas de atuação em João Pessoa, o Grupo Holanda investe em áreas consideradas estratégicas de desenvolvimento. Ao longo de sua trajetória, a empresa entregou mais de 20 empreendimentos em bairros como Tambaú, Cabo Branco, Miramar e Jardim Luna, apostando em projetos de alto padrão, design contemporâneo e soluções alinhadas às novas demandas de moradia e hotelaria.

Residencial hoteleiro – Agora, o grupo amplia sua presença chegando ao Bessa com o desenvolvimento de um empreendimento localizado entre o Caribessa e a Orla do Bessa e totalmente pé na areia. O Holanda Gold Hotel Praia Bessa, que ainda está em fase de lançamento, seguirá o modelo já adotado pela construtora de residencial hoteleiro, combinando, serviços de hotelaria cinco estrelas e praticidade para os proprietários.

Neste tipo de empreendimento, o proprietário adquire uma unidade e pode fazer uso do imóvel ou disponibiliza-la para locação, com toda a operação sendo gerenciada pela administradora hoteleira, que cuida desde o processo de limpeza e zeladoria, até a comercialização das diárias. “O investimento é seguro e a gestão da operação é por nossa conta, unindo praticidade e rentabilidade em um dos endereços mais cobiçados da capital nordestina que mais cresce no segmento turístico”, explicou a diretora do grupo.

Segundo Evani, a escolha do bairro para receber o novo projeto está alinhada à visão de continuidade da valorização da região. “Nosso objetivo é oferecer um empreendimento que acompanhe essa valorização contínua do Bessa, agregando serviços, conforto e uma experiência diferenciada tanto para quem deseja morar quanto para quem busca investir”, afirma.

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Economia

MAIS CARA: Bandeira amarela é mantida e conta de luz segue com custo extra

Foto: Ascom/Energisa

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) informou que a bandeira tarifária seguirá amarela em junho. Com isso, permanece o acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos na conta de luz.

De acordo com a Agência, a medida ocorre devido ao período seco no país, que reduz a geração de energia pelas hidrelétricas e aumenta a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, que possuem custo maior.

“De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, refletindo as condições favoráveis de geração. Em maio, foi acionada a bandeira amarela e essa situação permanece para o mês de junho”, pontuou a ANEEL.

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Economia

DESALINHAMENTO: Haddad quer e Lula não quer taxação das blusinhas

 

(Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT-SP), reafirmou, em entrevista à BBC News Brasil, sua posição favorável à chamada taxa das blusinhas, um imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, criado em 2024 e revogado em ano eleitoral.

Haddad disse que não mudou de opinião sobre a medida, apesar do recuo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que considerou o imposto uma ação necessária para proteger a indústria nacional. “Eu não mudei de opinião porque eu ouvi todos os governadores, todos os líderes partidários, a indústria, o comércio e cheguei a essa conclusão.”

Segundo Haddad, a taxa foi criada para equiparar a tributação entre lojas físicas e virtuais. Ele argumenta que uma loja física não pode pagar mais impostos que uma virtual, posição apoiada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que apontou a preservação de empregos como um dos efeitos da medida.

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Economia

Imposto de Renda 2026: prazo acaba e centenas de contribuintes ficam em situação irregular na PB


					Imposto de Renda 2026: prazo acaba e centenas de contribuintes ficam em situação irregular na PB
Receita Federal espera receber 496 mil declarações de Imposto de Renda na Paraíba.. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A Paraíba encerrou o período de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 sem alcançar a estimativa projetada pela Receita Federal. Até o fim do prazo, às 23h59 da sexta-feira (29), foram enviadas 497.103 declarações, enquanto a expectativa era de 497.797 documentos.

Os números indicam que pelo menos 694 contribuintes paraibanos obrigados a declarar não cumpriram a obrigação dentro do prazo estabelecido e agora poderão ser penalizados com multa por atraso.

Segundo a Receita Federal, a multa para quem entrega a declaração fora do prazo é de, no mínimo, R$ 165,74, podendo aumentar conforme o tempo de demora e chegar a até 20% do imposto devido.

Além do pagamento da penalidade, a falta da declaração pode causar transtornos em diversas situações do dia a dia, como na obtenção de crédito, contratação de financiamentos, comprovação de renda e realização de operações bancárias.

Maioria dos contribuintes terá restituição

Os dados da Receita Federal mostram que mais da metade dos paraibanos que entregaram a declaração têm valores a receber.

Do total de documentos enviados no estado:

  • 56% apontaram imposto a restituir;
  • 24,3% resultaram em imposto a pagar;
  • 19,6% não apresentaram saldo de imposto.

A ferramenta de declaração pré-preenchida foi utilizada por 48,5% dos contribuintes, enquanto o modelo simplificado foi adotado por 53,4% dos declarantes.

As declarações retificadoras, enviadas para corrigir informações após a transmissão inicial, representaram 8% do total recebido pela Receita na Paraíba.

O levantamento aponta ainda que a idade média dos contribuintes foi de 48 anos. As mulheres responderam por 48,5% das declarações apresentadas.

Também foram registradas 245 declarações finais de espólio e 125 declarações de saída definitiva do país.

Calendário da restituição

A Receita Federal informou que os pagamentos das restituições do Imposto de Renda 2026 serão realizados em quatro lotes. O primeiro foi pago em 29 de maio, enquanto os demais seguem o seguinte cronograma:

  • 30 de junho;
  • 31 de julho;
  • 31 de agosto.

Quem precisa declaraR?

Estavam obrigados a declarar os contribuintes que receberam, em 2025, rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, além daqueles que se enquadraram em outras regras estabelecidas pela Receita Federal.

Também precisavam prestar contas pessoas que receberam rendimentos isentos superiores a R$ 200 mil, realizaram operações na bolsa de valores, tiveram receita bruta rural acima de R$ 177.920, possuíam bens e direitos superiores a R$ 800 mil ou receberam rendimentos do exterior.

A orientação da Receita é para que os contribuintes que perderam o prazo façam a entrega da declaração o quanto antes, reduzindo os impactos da multa e regularizando a situação junto ao Fisco.

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Economia

Saiba onde encontrar menor preço de combustível em João Pessoa

Foto: Divulgação/Procon-JP

Um levantamento do Procon-JP identificou uma variação de até R$ 0,47 no preço da gasolina entre os postos de combustíveis de João Pessoa, nesta semana. O órgão também produziu um ranking com os menores valores encontrados.

A pesquisa foi realizada em 109 postos da Capital e acompanhou as oscilações no preço da gasolina comum, gasolina aditivada, diesel comum, diesel S10, etanol e gás natural.

Os valores da gasolina vão de R$ 6,18, no Posto GP Oil, no bairro de José Américo, até R$ 6,65, no Posto Opção do Distrito Industrial. Esses preço representam a cobrança por pagamento à vista.

Para a modalidade cartão, a diferença representa R$ 0,42. Os números oscilam entre R$ 6,27, no Posto Expressão, em Tambaú, e R$ 6,69, nos Postos São José de Cruz das Armas e Castelo Branco.

Confira posto com menores valores dos combustíveis:

Gasolina Comum

Posição Local Bairro Valor
Posto Elesbão/Millenium Água Fria R$ 6,18
Posto Bessa Bessa R$ 6,27
Posto Expressão Bessa R$ 6,27
Posto Petrogás JP Cristo Redentor R$ 6,27
Posto Nossa Srª de Fátima Estados R$ 6,27

Gasolina Aditivada

Posição Local Bairro Valor
Posto Expressão Beira Rio Torre R$ 6,27
Rede Expressão Torre R$ 6,27
Posto Pontosim Água Fria R$ 6,28
Posto Expressão Bessa R$ 6,28
Rede Expressão Tambaú R$ 6,28

Diesel Comum

Posição Local Bairro Valor
Posto Mônaco Jaguaribe R$ 6,28
Posto Frei Damião Bairro dos Ipês R$ 6,37
Posto Independência Tambiá R$ 6,37
Posto BSB Bancários Bancários R$ 6,59
Posto Petrogás JP Cristo Redentor R$ 6,59

Diesel S10

Posição Local Bairro Valor
Posto Alternativa Valentina R$ 6,09
Posto Cidade Jardim Cidade Universitária R$ 6,59
Posto Torre Torre R$ 6,73
Posto Texas Funcionários II R$ 6,74
Auto Posto Valentina Valentina R$ 6,74

Etanol

Posição Local Bairro Valor
Posto de Combustíveis Ferrari Centro R$ 4,61
Posto Expressão Bessa R$ 4,65
Rede Expressão Tambaú R$ 4,65
Posto Expressão Beira Rio Torre R$ 4,65
Rede Expressão Torre R$ 4,65

Gás Natural

Posição Local Bairro Valor
Posto Frei Damião Bairro dos Ipês R$ 4,85
Posto São Luiz IX Bairro dos Ipês R$ 4,85
Posto Bancários Bancários R$ 4,85
Posto Estrela do Geisel Geisel R$ 4,85
Posto Opção – Cristo Cristo Redentor R$ 4,86

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Economia

Dono da Riachuelo critica fim da escala 6×1 e diz que mudança pode subir preços e afetar empregos

Foto: Divulgação

O empresário Flávio Rocha fez um alerta grave sobre a proposta de fim da escala 6×1 que tramita no Congresso Nacional com o apoio do governo federal. Segundo projeções da companhia, a medida vai forçar um aumento geral de até 13% nos preços dos produtos para o consumidor.

“No caso do varejo, o impacto é maior, porque o setor é mais dependente de mão de obra. Então, imaginamos que o custo vá subir na casa de 18% a 20%”, declarou Flávio durante o Fórum Brasil 2026.

Segundo informações do InfoMoney, o herdeiro do Grupo Guararapes e dono da Riachuelo avisou que o comércio será obrigado a repassar esse rombo para os preços ou iniciar uma onda de demissões para preservar as margens.

Segundo ele, o maior perigo recai sobre as pequenas e médias empresas, que hoje são as maiores geradoras de empregos no país e não suportarão o impacto financeiro. Flávio apontou que a mudança engessa setores vitais que dependem de flexibilidade, como a indústria, restaurantes e salões de beleza.

Flávio disse que o tema está sendo conduzido puramente por “populismo” em ano eleitoral. Para ele, a esquerda ignora os impactos reais sobre a capacidade de contratação e a sobrevivência dos empresários que sustentam a economia.

O cerco contra o setor produtivo avançou após o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciar o cronograma de transição para forçar a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e desestruturar o modelo atual de escalas.

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Economia

Disparada no preço dos imóveis deixa custo de vida em João Pessoa ‘nas alturas’

Top 3 bairros mais exclusivos de João Pessoa para Investir em Imóveis de Alto Padrão | Execut

O crescimento acelerado do mercado imobiliário em João Pessoa tem provocado reflexos diretos no custo de vida da capital paraibana. Dados do setor imobiliário apontam que o metro quadrado na capital já gira em torno de R$ 8 mil, enquanto bairros valorizados da orla, como Cabo Branco, ultrapassam os R$ 12 mil.

Segundo o índice Fipezap, o preço médio do metro quadrado praticamente dobrou desde 2019, quando custava R$ 4,5 mil.

O crescimento populacional e a maior procura por imóveis têm transformado João Pessoa em um dos mercados imobiliários mais aquecidos do país. Com uma taxa de crescimento de 1,19% ao ano, a capital paraibana só ficou atrás de Boa Vista (RR), Palmas (TO), Florianópolis (SC) e Cuiabá (MT) no levantamento.

Isso representou um acréscimo de 110 mil novos moradores em 12 anos, o que posiciona a cidade como um dos principais polos de atração populacional do país hoje. Atualmente, João Pessoa tem 833.932 habitantes, segundo o cálculo mais atual IBGE.

Na prática, a valorização imobiliária tem pressionado o orçamento dos moradores. Os aluguéis acumulam reajustes acima da inflação, principalmente nos bairros próximos à orla, onde a demanda aumentou significativamente. O impacto já é percebido em diversos setores, desde serviços e alimentação até o trânsito e a infraestrutura urbana. Mas a conta sempre sobra para os moradores, que enfrentam dificuldades para acompanhar o ritmo de crescimento da cidade.

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Economia

Mais de 150 mil paraibanos ainda não enviaram a declaração de Imposto de Renda 2026


					Mais de 150 mil paraibanos ainda não enviaram a declaração de Imposto de Renda 2026
Mais de 170 mil paraibanos ainda não enviaram a declaração de Imposto de Renda 2026. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 termina na próxima sexta-feira (29). Mais de 150 mil paraibanos ainda não enviaram o documento à Receita Federal. Ao todo, 497.797 paraibanos devem enviar o documento dentro do período estipulado pela Receita.

Em todo o país, a entrega segue as regras definidas pelo órgão federal, que disponibilizou desde o primeiro dia a opção da declaração pré-preenchida. Nesse modelo, as informações fiscais já aparecem automaticamente no sistema, reduzindo o tempo de preenchimento e a possibilidade de erros por parte do contribuinte.

Estão obrigados a declarar o Imposto de Renda aqueles que receberam, ao longo de 2025, rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00, além de outros critérios estabelecidos pela Receita Federal.

Outra mudança anunciada para este ano é que não haverá o quinto lote de restituição. De acordo com a Receita Federal, os pagamentos serão realizados em quatro etapas, seguindo o calendário abaixo:

  • 1º lote: 29 de maio
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 31 de julho
  • 4º lote: 31 de agosto

Quem deve declarar o Imposto de Renda em 2026?

Deverá ser obrigado a declarar, em 2026, quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 em 2025. Veja abaixo algumas das regras de quem deve declarar:

  • contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
  • quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
  • quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
  • quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior aR$ 177.920,00 em atividade rural;
  • quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
  • quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
  • quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
  • Possui trust no exterior;
  • quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024);
  • quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;
  • deseja atualizar bens no exterior.

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CUSTO BRASIL: Marcas como Nike e Adidas transferem operações para o Paraguai em busca de impostos menores

Foto: Reprodução

Grandes marcas globais do setor de calçados e vestuário, como Adidas, Nike e Fila, expandiram de forma significativa suas operações fabris em território paraguaio.

O movimento estratégico de descentralização industrial ocorre por intermédio do Grupo Dass, responsável pelas confecções na América do Sul.

O principal atrativo para a transferência de linhas de produção é o conjunto de incentivos operacionais oferecido pelo governo paraguaio, com destaque para a chamada Lei de Maquila.

A legislação local estabelece regimes de tributação reduzida e desburocratização aduaneira para empresas focadas na exportação.

Relatórios de comércio internacional apontam que o Paraguai consolidou-se como um polo de montagem e manufatura no continente.

Fabricantes utilizam as vantagens fiscais do país vizinho para produzir insumos com custos reduzidos e, posteriormente, reinserir os produtos acabados no mercado consumidor brasileiro.

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Economia

Supermercados citam falta de mão de obra diante de debate sobre fim da 6×1

Como funciona um supermercado: a engrenagem por trás das gôndolas |  SuperVarejo

O fim da escala 6×1 foi tema discutido entre líderes de entidades empresariais e governanças durante a 40ª edição da Apas Show, a maior feira supermercadista do mundo, que iniciou nesta segunda-feira (18), na capital paulista.

Representantes de entidades como FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) e Faesp (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo) demonstraram preocupação com a medida e os impactos na produtividade e na economia.

Presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados), Erlon Ortega ressaltou que o caminho seria a liberdade para que as empresas definam o funcionamento das escalas.

Segundo ele, atualmente, um dos maiores desafios da área é a mão de obra. Além disso, Ortega solicitou que o setor seja considerado essencial.

Também presente no evento, o governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que uma das consequências da mudança é a perda do poder de compra do trabalhador.

Do outro lado, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), defendeu que a redução da jornada de trabalho é tendência internacional e pode contar com suporte de tecnologias para aplicação.

“Vamos buscar diálogo pra ter a melhor solução”, pontuou.

CNN

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