Saúde

COVID-19: Paraíba tem três mortes e 78 pacientes internados nas unidades públicas de referência

Foto: MICHAEL DANTAS / AFP

Nas últimas 24 horas foram confirmados 102 casos de Covid-19 na Paraíba, todos leves. Até esta terça-feira (21) o estado já contabilizou um total de 611.530 casos da doença. Os municípios que mais apresentaram registros nas últimas 24h foram: João Pessoa (49), Campina Grande (25), Água Branca (10) e Cacimba de Dentro (4).

A faixa etária com maior índice de casos confirmados nas últimas 24h compreende indivíduos entre 30 e 39 anos, sendo 13 casos em mulheres e 09 em homens. Foram registrados 03 óbitos nas últimas 24h. As vítimas são todas mulheres, com idade entre 67 e 81 anos, residentes nos municípios de João Pessoa (2) e Pocinhos (1). Cardiopatia foi a comorbidade mais comum. Agora a Paraíba totaliza 10.239 óbitos por covid-19. No momento, o estado segue com 02 óbitos em investigação.

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Saúde

Governo reduz imposto de importação sobre medicamentos com risco de desabastecimento

Foto: Pixabay

A Camex (Câmara de Comércio Exterior), vinculada ao Ministério da Economia, anunciou nesta sexta-feira (17) a prorrogação da redução do imposto de importação sobre insumos relacionados ao combate da pandemia de Covid-19. Na lista, incluiu medicamentos com risco de desabastecimento, como ocitocina e neostigmina.

“Foram incluídos 13 novos insumos farmacêuticos/medicamentos, com base em recomendações do Ministério da Saúde”, afirmou a Camex, em nota.

No início de junho, entidades médicas enviaram ao Ministério da Saúde um alerta sobre o baixo estoque de cinco medicamentos de uso hospitalar e pré-hospitalar: dipirona, neostigmina, atropina, amicacina e ocitocina, todos injetáveis. As associações pediam que a pasta ajudasse na regulação do mercado.

Para a “lista Covid”, segundo o Ministério da Economia, o prazo que expiraria em 30 de junho foi estendido até o fim de 2022.

“Como resultado, continuará zerada a alíquota de uma ampla lista, composta por 645 produtos, que inclui medicamentos, equipamentos hospitalares, itens de higiene pessoal e outros insumos utilizados no enfrentamento à Covid-19”, disse.

Segundo representantes de associações médicas, a decisão irá ajudar a resolver parte do problema do baixo estoque de remédios. No entanto, ainda há medicamentos em falta que não apareceram na lista. Na próxima segunda-feira (20), membros das associações irão se reunir para mapear outros produtos que correm risco de desabastecimento.

O secretário-executivo do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), Mauro Junqueira, disse que os municípios e hospitais continuam com dificuldade para comprar tais medicamentos.

“Várias ações são importantes [para regular o mercado], como a importação desse produto e a proibição da exportação, que o Ministério da Saúde está discutindo para os produtos que estão em falta. Vamos aguardar para ver se resolve”, afirmou.

A “lista Covid” foi elaborada com o objetivo de incrementar a oferta de medicamentos destinados a combater a pandemia, bem como de máquinas e insumos utilizados para a fabricação nacional desses produtos. O objetivo é aumentar sua disponibilidade, diminuir os custos para o sistema de saúde brasileiro e para o cidadão.

Medicamentos como cloroquina, ivermectina e azitromicina continuam recebendo benefícios fiscais concedidos a produtos de combate ao coronavírus, embora tenham a eficácia descartada pela comunidade científica.

Os principais medicamentos que integram o chamado kit Covid se mantiveram em alta em 2021, com vendas que representam mais do que o dobro do registrado no período pré-pandemia.

Em janeiro, o Ministério da Saúde barrou a publicação de uma diretriz elaborada por especialistas que contraindicava o uso do kit Covid no SUS (Sistema Único de Saúde).

O texto não teria poder de proibir médicos de utilizarem o kit Covid, mas representaria um revés para as bandeiras negacionistas do governo Jair Bolsonaro (PL), pois seria uma orientação da Saúde contrária ao chamado tratamento precoce. Ou seja, ao uso de medicamentos sem eficácia.

Nesta sexta, a Camex também anunciou a redução na cobrança do imposto de importação sobre videogames e acessórios. O corte foi antecipado por Bolsonaro nas redes sociais na quinta (16). Segundo o presidente, a determinação entrará em vigor a partir de 1º de julho.

As alíquotas incidentes sobre as importações de partes e acessórios dos consoles e das máquinas de jogos de vídeo passarão de 16% para 12%, enquanto será zerada a cobrança do imposto sobre videogames com tela incorporada, portáteis ou não, e suas partes. Hoje, a tarifa cobrada é de 16%.

Essa é a quarta vez que o governo promove algum tipo de desoneração tributária para videogames. Em agosto de 2021, reduziu o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) desses produtos. Na época, as tarifas cobradas sobre consoles caíram de 30% para 20%.

Segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto a menos de quatro meses das eleições, Bolsonaro vem promovendo uma série de reduções em impostos. Em 23 de maio, a Camex aprovou um corte de 10% nas alíquotas do imposto de importação sobre itens básicos. Feijão, carne, massas, arroz e materiais de construção estavam entre os produtos incluídos na redução tarifária.

FolhaPress

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Saúde

EM JP: Quarta dose da vacina contra a covid-19 para pessoas acima dos 40 anos deve ser iniciada em breve

Foto: Divulgação

A ampliação da imunização contra a covid-19 para 40+ deve ser iniciada nos próximos dias em João Pessoa. O chefe da coordenação de imunização Fernando Virgolino, explicou que a imunização foi ampliada para 50+, e que para redução da idade basta uma sinalização do governo.

Desde o mês passado que a aplicação da quarta dose é destinada para o público 50+, trabalhadores da saúde e indivíduos imunossuprimidos que tenham recebido a terceira dose há, pelo menos, 120 dias. “Ainda está em 50+. Estamos aguardando o estado sinalizar a diminuição da faixa etária”, explicou o coordenador.

Estão disponíveis as primeiras doses para o público 5+, além de segundas doses da Coronavac (28 dias após a primeira dose), Pfizer (60 dias), Astrazeneca (90 dias) e Janssen. Pode tomar a terceira dose, a população com idade a partir de 12 anos (120 dias após a segunda dose), imunossuprimidos (28 dias) e os trabalhadores de saúde (120 dias).

Com informações ClickPB

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Saúde

Ministério da Saúde deve permitir 4ª dose de vacina contra Covid para quem tem mais de 40 anos

Foto: Romildo de Jesus/Futura Press/Estadão Conteúdo

O Ministério da Saúde deve liberar a aplicação da quarta dose da vacina contra a Covid-19 em pessoas com mais de 40 anos. A medida foi discutida nesta quinta-feira (16) durante uma reunião do PNI (Programa Nacional de Imunização). O anúncio oficial sobre a permissão da nova dose de reforço para esse público deve sair nos próximos dias.

No início de junho, o Ministério da Saúde já havia recomendado a quarta dose do imunizante a pessoas acima dos 50 anos. Desde então, as pessoas dessa faixa etária que já tomaram a primeira dose de reforço (terceira dose) há mais de quatro meses já são elegíveis para reforçar a proteção.

Na ocasião, o governo enfatizou que gostaria de vacinar, especialmente, trabalhadores acima dos 50 anos que estão na linha de frente dos serviços de saúde, com maior risco de contaminação. São usadas as vacinas da Pfizer, Janssen e AstraZeneca, independentemente da dose aplicada anteriormente.

O motivo para ampliar a vacinação, segundo o Ministério da Saúde, é o aumento da transmissão da Covid-19, com crescimento de casos graves, hospitalizações e óbitos, observados principalmente em locais em que as coberturas vacinais não atingiram níveis ideais.

“Embora existam, até o momento, poucos dados em relação à magnitude e duração do benefício de uma segunda dose de reforço com vacinas contra a Covid-19, diferentes estratégias de vacinação devem ser utilizadas com base na situação epidemiológica e na disponibilidade de vacinas.

O surgimento de novas variantes de preocupação e tendência de aumento do número de casos de Covid-19 também devem ser considerados, sobretudo para recomendações a grupos mais vulneráveis e expostos”, dizia o documento assinado pela Secretaria de Enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde.

R7

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Saúde

ALERTA: Cresce número de grávidas infectadas com o vírus zika na PB

Foto: Reprodução

Em junho, a Paraíba registrou 9 novos casos de gestantes infectadas pelo zika vírus. Também foi registrada uma nova morte por dengue. A zika é a principal causadora de microcefalia em bebês. Ao total, são 10 casos confirmados de grávidas com zika no estado. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgados nesta segunda-feira (13), através do boletim correspondente a semana epidemiológica 24.

Segundo o médico infectologista, Fernando Chagas, quanto mais no início da gestação ocorrer a contaminação, maiores são as chances da criança nascer com microcefalia.

O médico especialista recomenda às gestantes a utilização do repelente. “Principalmente a base de icaridina, uma substância boa contra o mosquito”, diz Fernando Chagas.

“O ideal é usar o repelente no início da manhã e no final da tarde, que são os momentos onde a fêmea (já que é a fêmea que pica) sai para procurar sangue. Outra sugestão é colocar telas nas portas e janelas. Sempre no início da manhã e no final da tarde, quando a temperatura cai, você deve fechar as janelas e portas”, alerta Fernando Chagas.

Dados

Ao total, são 10 casos confirmados de grávidas com zika e cinco mortes por arboviroses no estado este ano. Até esta segunda-feira (13), são 17.433 casos prováveis de dengue, 11.159 casos prováveis de chikungunya e 601 casos de zika.

G1PB

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Paraíba

IFPB volta a exigir uso de máscaras a partir da próxima quarta

Foto: Reprodução

O uso de máscaras volta a ser obrigatório a partir da próxima quarta-feira (15) em todas as dependências e ambientes do Instituto Federal da Paraíba. A decisão ocorreu em reunião realizada na sexta-feira (10) pelo Comitê do IFPB responsável pelo enfrentamento da disseminação e combate à Covid-19.

A medida se aplicará aos servidores, agentes terceirizados, discentes e visitantes a partir da entrada e durante toda a permanência nas dependências das unidades do Instituto Federal da Paraíba.

Foram levados em consideração os dados mais recentes sobre o aumento do número de casos e das internações por Covid-19 na primeira semana de junho, crescimento que reflete significativo aumento que já ocorre em outros estados, como São Paulo, e a recomendação da Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba para o uso de máscaras.

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Saúde

Confirmado segundo caso de varíola dos macacos no Brasil

Foto: Reprodução

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou o segundo caso de varíola dos macacos no Brasil. Trata-se de um homem de 29 anos que viajou à Europa e está isolado em sua casa em Vinhedo, interior de São Paulo.

A Vigilância Epidemiológica do município, em parceria com o governo do estado, monitora o caso e seus respectivos contatos.

O caso é considerado importado, já que o paciente tem histórico de viagem para Portugal e Espanha e teve os sintomas e as primeiras lesões na pele ainda na Europa. O resultado positivo só foi confirmado por um laboratório espanhol após o desembarque no Brasil, ocorrido no dia 8 de junho.

O primeiro caso da doença no país foi confirmado na quinta-feira (9) pelo Instituto Adolfo Lutz. O paciente, um homem de 41 anos que viajou à Espanha, segundo país com o maior número de casos da doença, foi colocado em isolamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na Zona Oeste da capital. Ele tem bom estado clínico.

Em relato à TV Globo, o paciente afirmou que está bem. “Eu já contei 60 feridas, mas estou ótimo. Não há motivos para pânico. Eu não vejo a hora de sair daqui para voltar ao trabalho. Aliás, eu já até trabalhei daqui do hospital.”

Todas as pessoas que tiveram contato com o paciente estão sendo monitoradas.

“Não estou preocupado em ser visto como o primeiro brasileiro com varíola dos macacos. Quero poder mostrar às pessoas que estou bem, que fui e estou sendo cuidado por excelentes médicos. Que um momento de dor sirva para a ciência brasileira desenvolver proteção a todos. A melhor proteção é a informação verdadeira. Sou a favor da ciência e aceito participar de pesquisas”, afirmou.

Além deste caso, a Prefeitura de São Paulo informou que monitora o estado de saúde de uma mulher de 26 anos, sem histórico de viagem ao exterior, hospitalizada com suspeita de ter contraído a doença. Segundo o prefeito Ricardo Nunes (MDB), a paciente passa bem. Familiares e pessoas próximas à ela também estão sendo acompanhados pela gestão municipal.

Em nota divulgada na quarta (8), o Ministério da Saúde informou que oito casos estão em investigação em todo o país. Segundo a pasta, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo têm um caso suspeito cada um, e há ainda dois casos em monitoramento em Rondônia e outros dois em Santa Catarina.

No domingo (5), a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou ter confirmado 780 casos de varíola de macacos em todo o mundo. Os dados correspondem ao intervalo entre 13 de maio e 2 de junho e leva em conta apenas pacientes identificados em locais em que a doença não é endêmica. Segundo a entidade, não houve mortes relatadas.

Nota Secretaria da Saúde

“A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou nesta quinta-feira (9) o primeiro caso de Monkeypox no Brasil. A confirmação ocorreu pelo Instituto Adolfo Lutz após realização de diagnóstico diferencial de detecção por RT-PCR do vírus Varicela Zoster (com resultado negativo) e análise metagenômica do material genético, quando então foi identificado o genoma do Monkeypox vírus.

O caso é um homem de 41 anos, residente da Capital, com histórico de viagem para a Portugal e Espanha, e que está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em bom estado clínico. Todos os contatos do paciente estão sendo monitorados pelas equipes de vigilância.

O Centro de Vigilância Epidemiológico (CVE) estadual e a prefeitura de São Paulo também investigam desde a semana passada um outro paciente, uma mulher de 26 anos, também moradora da Capital.

g1SP

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Paraíba

ALERTA: Paraíba registra mais de 3 mil casos de arboviroses em uma semana

Foto: Reuters

Em uma semana, a Paraíba registrou 3.255 novos casos de dengue, zika ou chikungunya, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). O aumento de pessoas com arboviroses é observado por autoridades sanitárias que apontam quase 30 mil casos prováveis no estado entre os meses de janeiro e o início de junho deste ano.

De acordo com o boletim mais recente, quatro mortes provocadas por dengue e chikungunya foram confirmadas e outros 10 casos estão em investigação.

Entre os casos de zika, 601 diagnósticos foram anotados. Nesse índice, duas mulheres grávidas foram infectadas e são acompanhadas pela Secretaria de Saúde.

Para tentar diminuir o avanço de novos casos, na próxima segunda-feira (13), uma aula online será apresentada com informações sobre o manejo clínico das arborviroses. A atividade será transmitida às 14h pelo canal da ESP-PB no YouTube.

A qualificação será destinada preferencialmente a médicos e enfermeiros que atuam na atenção básica, considerando o aumento no número de casos das arboviroses – dengue, zika e chikungunya – em todo o estado.

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Saúde

STJ forma maioria para definir que convênios não precisam cobrir procedimentos fora da lista da ANS

Foto: Reprodução

A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) formou maioria nesta quarta-feira (8) para fixar que as operadoras dos planos de saúde não precisam cobrir procedimentos que não constem na lista da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

A decisão abarca a cobertura de exames, terapias, cirurgias e fornecimento de medicamentos, por exemplo.

Seis dos nove ministros que votam na Segunda Seção entenderam que o chamado rol de procedimentos da ANS é taxativo – ou seja, que a lista não contém apenas exemplos, mas todas as obrigações de cobertura para os planos de saúde.

Adotaram esse entendimento os ministros Luis Felipe Salomão, Vilas Bôas Cueva, Raul Araújo, Isabel Gallotti, Marco Buzzi e Marco Aurélio Bellizze.

Votaram em sentido contrário os ministros Nancy Andrighi e Paulo de Tarso.

Na prática, se a lista for considerada exemplificativa, o rol de procedimentos da ANS funciona como uma cobertura mínima a ser bancada pelos planos de saúde. Se for considerada taxativa, a lista funcionará como uma relação completa de procedimentos: se não está lá, o paciente não está coberto.

Rol é limitado, dizem especialistas

Especialistas avaliam que o rol de procedimentos da ANS é bem básico e não contempla muitos tratamentos importantes – por exemplo, alguns tipos de quimioterapia oral e radioterapia, medicamentos aprovados recentemente pela Anvisa e cirurgias com técnicas de robótica.

Além disso, a ANS limita o número de sessões de algumas terapias para pessoas com autismo e vários tipos de deficiência. Muitos pacientes precisam de mais sessões do que as estipuladas para conseguir resultado com essas terapias e por isso, no atual modelo, conseguem a aprovação de pagamento pelo plano de saúde.

O julgamento no STJ começou em setembro do ano passado, mas dois pedidos de vista (mais tempo para analisar os processos) suspenderam a deliberação pelos ministros.

O caso chegou à Segunda Seção após uma divergência entre duas turmas do STJ. Agora, o colegiado vai definir qual é o limite da obrigação das operadoras.

Com informações TV Globo

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Saúde

Covid-19: testes positivos em farmácias saltam 326% em maio

Foto: Shutterstock

Os testes positivos para Covid-19 detectados em farmácias do país saltaram 326% durante o mês de maio, a primeira alta desde janeiro. No total, foram registrados 136.117 mil novos casos, um número mais de quatro vezes maior que os 31.981 do mês de abril.

Os dados são do levantamento realizado pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), obtidos com exclusividade pelo GLOBO.

Os registros são os maiores desde fevereiro, quando foram 349.287 diagnósticos com o resultado positivo para a doença nas drogarias brasileiras. O número acende o alerta por demonstrar novamente uma tendência de alta, embora continue distante dos quase um milhão identificados em janeiro.

O novo levantamento da Abrafarma aponta ainda que a procura pelos testes de Covid-19 nas farmácias voltou a subir. Desde janeiro até o fim de abril, a associação havia constatado uma queda consistente que chegou a 89,4% na realização dos diagnósticos. Porém, em maio, esse índice aumentou 109% em relação ao mês anterior – de 262.737 para 549.225 testes.

A taxa de positividade – percentual dos testes realizados com resultado positivo – também aumentou 104% no último mês – de 12,17%, em abril, para 24,78%, em maio. É o maior índice desde fevereiro, quando 30,51% dos diagnósticos nas farmácias eram positivos para a Covid-19. O maior percentual registrado foi em janeiro, de 39,87%.

Os dados da Abrafarma são de testes rápidos realizados até o dia 29 de maio em 4.504 unidades das 26 maiores redes de farmácias do país, reunidos pela associação.

Com informações O Globo

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