Saúde

Pfizer entrega 8,97 milhões de doses de vacina contra a Covid ao Brasil na semana

Foto: Myke Sena/Ministério da Saúde

A Pfizer entregará entre 8 e 12 de setembro 8,97 milhões de doses de sua vacina contra a Covid-19 ao governo federal. Seis voos saíram na semana do Aeroporto de Miami, nos Estados Unidos, com destino ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), para realizar as entregas.

O contrato fechado pelo Ministério da Saúde em maio prevê a entrega de 100 milhões de doses até o fim de setembro. No total, serão enviados 200 milhões de doses até o fim do ano.

Até o momento, consta no sistema da pasta que 59 milhões de doses estão disponíveis, com 51,1 milhões já entregues aos estados e 7,9 milhões em sistema de distribuição.

O estado de São Paulo anunciou na última sexta-feira (10) que começará a partir da próxima semana a aplicar o imunizante da Pfizer para quem está com a segunda dose da AstraZeneca atrasada.

A capital paulista chegou a registrar ontem 98% dos postos de imunização contra o novo coronavírus sem doses da AstraZeneca.

A cidade do Rio já está aplicando Pfizer no lugar da AstraZeneca por falta de doses. A prefeitura está realizando listas de espera nas unidades de saúde, caso alguma pessoa não possa receber a substituição de vacinas por algum motivo.

CNN Brasil com informações de Agência Brasil

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Saúde

Covid-19: 70 milhões já receberam duas doses ou dose única da vacina

O Brasil já registra 70 milhões de brasileiros imunizados contra a covid-19 com as duas doses da vacina ou a dose única. Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde neste sábado (11), 44% da população maior de 18 anos estão com o ciclo vacinal completo.

Mais 136,9 milhões de aplicações foram realizadas em primeira dose, ou seja, mais de 85% da população adulta vacinável recebeu ao menos uma dose de imunizante contra a covid-19.

No momento, 23 estados já estão com ocupação de leitos de UTI e clínicos abaixo de 50% e dentro dos padrões de normalidade. Ceará, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul ainda estão na zona de alerta, com taxas de ocupações que variam de 51% a 69%.

As médias móveis de casos e óbitos também estão em queda e registraram, nos últimos dois meses, redução de 61% e 60%, respectivamente.

“Vamos continuar avançando e contando com o apoio de todos. Quando assumi o Ministério da Saúde, o objetivo era vacinar 1 milhão de pessoas por dia, número que estamos atingindo com normalidade. Se continuarmos nesse ritmo será possível vacinar todo o público-alvo do país com as duas doses até o mês de outubro”, afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Em agosto, a pasta bateu outro recorde e distribuiu mais de 60,8 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Desde o início da campanha, já foram distribuídas mais de 259,4 milhões de doses.

Agência Brasil

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Saúde

Aplicação da 2ª dose de vacina contra a Covid predomina no país, aponta Ministério da Saúde

A aplicação da segunda dose contra a covid-19 no Brasil foi predominante na semana passada pela primeira vez desde o início de maio, apontam dados do Ministério da Saúde. É apenas a quarta vez que isso ocorre e a primeira em um contexto de vacinação com a primeira dose avançada no País, o que indica uma nova fase da campanha de imunização.

Além da entrega de vacinas, o avanço da aplicação da segunda dose de imunizantes contra a covid-19 no Brasil também envolve uma série de outros fatores: desde a realização de campanhas publicitárias para conscientização até a busca ativa de quem não tiver retornado para completar o esquema vacinal.

Especialistas apontam que ações como essas são de extrema importância sobretudo porque o espaço entre as doses foi expandido para alguns imunizantes no País, o que aumenta os riscos de evasão.

Para a epidemiologista Denise Garrett, vice-presidente do Instituto Sabin, vários fatores dificultam a aplicação da segunda dose no Brasil. A falta de vacinas é um deles. “Quando a pessoa vai ao posto e não encontra a vacina que precisa para a segunda dose, dificilmente irá em outro local ou voltará outro dia”, explica.

Outro ponto levantado pela especialista é o esquecimento. O intervalo entre as doses das vacinas pode chegar a 12 semanas. Muita gente fica ansiosa aguardando a data do reforço, mas outro tanto esquece de voltar ao posto. “Precisamos de algum mecanismo para lembrar a pessoa, seja uma mensagem de texto, ligação, e-mail.”

Para aumentar a adesão, ela pede que os governos facilitem o acesso à vacina. Se uma pessoa busca a segunda dose um ou dois dias antes do prazo, não deveria ser impedida de recebê-la, cita Denise. A especialista diz que ampliar o horário de funcionamento das unidades de saúde é outra forma de aumentar o acesso.

Campanhas publicitárias também podem fazer a adesão crescer. “Isso faz toda a diferença. Embora a gente tenha uma cultura pró-vacina muito forte, muitas vezes as pessoas esquecem da segunda dose.”

Intervalo

O médico infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) Renato Kfouri acrescenta que a suspensão das 12 milhões de doses da Coronavac e o atraso na entrega de insumos para produção da AstraZeneca são problemas que precisam ser contornados, permitindo aplicar a segunda dose na população de forma mais ágil e até encurtar o intervalo entre aplicações. “Quanto mais longo é o intervalo, maior é a taxa de abandono”, explica.

R7

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Saúde

COVID 19: número de mortes cai 9% e de casos, 13% em uma semana no Brasil

O número de mortes causadas pela covid-19 caiu 9% na Semana Epidemiológica 35, que vai de 29 de agosto a 4 de setembro, em comparação com a semana anterior. As informações estão no mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre a covid-19.

Na SE 35, autoridades de saúde registraram que 4.352 pessoas não resistiram à covid-19, enquanto o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde na semana anterior trouxe 4.801 óbitos.

O resultado representa uma continuidade da queda da curva de mortes. A média móvel diária de mortes na SE 35 ficou em 686.

O número de novos casos de covid-19 confirmados por autoridades de saúde teve queda de 13% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 149.259 novos diagnósticos confirmados, contra 172.118 na semana anterior. A média móvel de casos (total no período divido por sete dias) ficou em 21.323.

O resultado da SE 35 marca a continuidade da trajetória de redução da curva de casos. A diminuição dos novos diagnósticos positivos de covid-19 foi iniciada em março, com um revés na SE 13.

Estados

Na semana de 29 de agosto a 4 de setembro, três estados mais o Distrito Federal tiveram incremento de casos, três ficaram estáveis e 20 experimentaram redução. Os crescimentos mais fortes ocorreram no DF (30%) e Pernambuco (25%). As quedas mais efetivas se deram em Sergipe (-47%) e Rio de Janeiro (-41%).

No caso dos novos óbitos, o número de estados com aumento desse índice foi de sete, enquanto outros quatro mais o DF ficaram estáveis e 15 tiveram menos mortes em relação ao balanço da semana anterior. Os maiores incrementos aconteceram no Amapá (33%) e em Roraima (31%). As reduções mais efetivas foram registradas no Acre (-75%) e Rondônia (-47%)

Mundo

O Brasil foi a quarta nação com mais novos óbitos na semana, atrás de Estados Unidos (10.852), Rússia (5.438) e México (4.962). Quando considerados números absolutos desde o início da pandemia, o Brasil segue na segunda posição, atrás dos Estados Unidos (648.106). Quando consideradas as mortes por 1 milhão de habitantes, o Brasil fica na sétima colocação. O país foi o quinto país com mais novos diagnósticos de covid-19 nesta semana. Acima estão Estados Unidos (1.146.012), Índia (293.643) e Irã (208.089). Considerando os casos acumulados, o Brasil fica na terceira posição, atrás dos EUA (39,9 milhões) e Índia (32,9 milhões). Na comparação proporcional, por 1 milhão de habitantes, o Brasil ocupa a 18ª posição.

Agência Brasil

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Saúde

Covid 19: Brasil está desde julho sem registro real de 1.000 mortes em 1 dia

A última vez em que o Brasil teve mais de 1.000 mortes pela covid-19 em 24 horas foi há 2 meses, no dia 8 de julho. Desde então, o número diário de vítimas caiu e não ultrapassa esse patamar.

Em 2021, esse é o período mais longo que o país fica sem atingir essa marca de mortes em um dia.

Os dados referem-se às datas reais em que ocorreram os óbitos. Ou seja, o dia em que, de fato, as pessoas morreram da doença. De 9 de julho a 6 de setembro, foram 60 dias com menos de 1.000 mortes. Com informações do Poder 360.

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Saúde

DIA DO SEXO: conheça a razão da data e descubra o que pode atrapalhar o prazer

Foto: ILUSTRATIVA

Tem gente que diz que “se organizar direitinho, todo mundo transa…”, Mas acontece que às vezes nem mesmo o mais metódico dos virginianos é capaz de assumir tal planejamento.

Opinião dos leitores

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Saúde

COVID 19: Brasil tem mais de 200 milhões de doses de vacinas aplicadas

O Brasil ultrapassou a marca de 200 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 aplicadas, informou o Ministério da Saúde. Até agora, são 134 milhões de pessoas com a primeira dose e mais 66,5 milhões com a imunização completa.

Estudos recentes mostram que as vacinas reduzem significativamente o risco de morte, de internações e de infecções causadas pelo vírus. No entanto, a vacina não evita completamente que a pessoa se contagie nem que leve o vírus para outras pessoas.

Segundo a pasta, mesmo com a vacina, os cuidados individuais, como o uso de máscara, álcool em gel e o distanciamento social, são importantes para evitar o contágio.

Agência Brasil

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Saúde

Pfizer entrega mais 2,2 milhões de doses ao Brasil neste domingo (5)

A Pfizer divulgou neste domingo (5) a chegada de mais um lote de vacinas contra a covid-19 no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), com 1.146.600 doses. A previsão é que às 16hh15 outra aeronave aterrisse com 1.141.920 doses, totalizando 2.288.520 doses.

Tratam-se do 64° e 65° lotes que serão entregues ao governo brasileiro, ressalta a farmacêutica. Essas entregas fazem parte de um cronograma anunciado na terça-feira (31) pela Pfizer que estimava o fornecimento do total de 10 milhões de vacinas até este domingo (5).

A vacina da Pfizer é a única aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a aplicação em adolescentes, que já está sendo realizada no país. Além disso, está entre os imunizantes recomendados pelo Ministério da Saúde para aplicação da terceira dose em idosos e imunosuprimidos, previsto para ter início no dia 15, data estimada para que 100% dos adultos acima de 18 anos tenham recebido a primeira dose de uma vacina contra covid no país. Vale ressaltar que alguns estados já anunciaram que vão antecipar essa aplicação.

R7

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Saúde

“A variante Delta da Covid tem comportamento diferente no Brasil”, diz pesquisador

Apesar do avanço da vacinação, diversos países estão vivendo uma nova onda da Covid-19 causada pela variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia. O Brasil, entretanto, ficou de fora da lista. Por aqui, a mutação do coronavírus chegou, instalou-se e vem se tornando cada vez mais comum; esta cepa, porém, não causou uma alta acentuada de casos.

“O Brasil vive um momento epidemiológico peculiar”, explica José Eduardo Levi, coordenador do projeto de vigilância genômica da Dasa, a maior rede particular de laboratórios do país.

“Aqui, houve uma competição inicial entre as variantes Alfa e Gama, um fenômeno completamente brasileiro. Em outros países, a Alfa seguiu o que foi projetado, mas no Brasil ela cresceu e parou. Depois vimos que a Gama entrou no lugar dela e deslocou completamente a Alfa, como não aconteceu em nenhum outro lugar no mundo”, conta o especialista.

Levi afirma que, desde o primeiro momento, não acreditou que a Delta se apresentaria no país com a mesma força que exibiu no resto do mundo. Embora a variante já esteja dominando em São Paulo e no Rio de Janeiro, por enquanto, não é preciso se preocupar com uma terceira onda, segundo o pesquisador.

Isso porque, de acordo com os números absolutos analisados, observa-se a diminuição dos casos de contaminação pela Delta. “Os números frios não mostram uma terceira onda de Delta. Estamos descolados do que acontece em Israel, nos Estados Unidos e no Reino Unido”, pontua.

Metrópoles 

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Saúde

‘Não é motivo de pânico’, diz presidente da Anvisa sobre proibição de lotes da CoronaVac

Após decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de proibir cauterlamente o uso de cerca de 12,1 milhões de doses da vacina CoronaVac já entregues ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) e de outras 9 milhões que ainda chegaram ao país, o diretor-presidente da agência, Antonio Barra Torres, afirmou ao GLOBO que a população pode ter tranquilidade em relação aos imunizantes e que a medida não lança “descrédito” em relação à vacina produzida pelo Instituto Butantan.

A medida foi tomada pela Anvisa porque esses lotes específicos foram envasados em uma fábrica chinesa que não passou por inspeção da agência, o que pode gerar riscos ao processo. O Certificado de Boas Práticas de Fabricação é crucial para autorização de uma vacina no país. Durante o processo, técnicos avaliam as condições da fábrica durante a produção e se atendem aos padrões de segurança da Anvisa.

Barra Torres não descarta uma ida de técnicos da agência à China para inspecionar a fábrica utilizada no processo. Segundo ele, “todas as possibilidades estão sobre a mesa”. Barra afirmou ainda que o Butantan “foi transparente” e que as “instituições estão atuando”.

Por que a Anvisa resolveu proibir o uso dessas doses?

A informação veio direto do próprio Instituto Butantan no dia de ontem de que de fato alguns lotes, que em parte já tinham dado entrada no Brasil e outros que ainda vêm para o Brasil, tinham como local de fabricação uma fábrica não certificada pela Anvisa. A príncipio, precisamos, pelo menos. que fosse comprovada a certificação por organismos regulatórios internacionais, que também seria uma informação útil para nós. É muito importante deixar bem claro que não há processo investigativo ou de apuração, a informação veio do próprio Butantan. E diante dessa informação, não há outra coisa a fazer a não ser de maneira cautelar promover a interdição desses produtos que já estejam em território nacional até que essa certificação do fabricante seja devidamente apresentada e analisada.

Quais os próximos passos?

O que esperamos é que a certificação necessária seja enviada pela Sinovac ao Butantan, o Butantan deverá nos apresentar, analisaremos e emitiremos o parecer final. É importante a população saber que essa é uma decisão a nível de gerência e não a nível de diretoria. Essa decisão é do escopo da Gerência Geral de Fiscalização. Do mesmo jeito que o registro de vacinas é também uma decisão gerencial da área de Medicamentos. Eu classificaria como um processo administrativo, regulatório, que pode acontecer. E é uma medida cautelar para prevenir e evitar qualquer tipo de dúvida diante de um produto tão importante. Então não é nenhum demérito à vacina, nenhum senão em relação à marca. Nada disso.

A segurança da vacina pode ser colocada em suspeição?

A população pode ter tranquilidade em relação a esse episódio. Esse episódio mostra duas coisas muito claras: a informação veio do próprio Instituto Butantan, então ele foi transparente, colocou a informação para nós e, diante da informação, a agência, que tem a missão principal de proteger a saúde do cidadão, atuou imediatamente. A palavra é tranquilidade. As instituições que têm que atuar nesse momento estão atuando. Estamos em diálogo com o Instituto Butantan e as respostas vão chegar. Não há que se colocar nenhuma dúvida, descrédito, nada disso. As vacinas que são aprovadas no Brasil pela Anvisa seguiram avaliação rigorosa e tiveram como norte preceitos da OMS, que definiu as taxas de eficácia e parâmetros que precisam ser observados. A população não deve entender esse ato como nada além de cautela.

A Anvisa sabe quantas dessas doses foram aplicadas?

O controle é feito pelo Ministério da Saúde. O ministério é o executor do Programa Nacional de Imunizações.

Quando essa fiscalização não acontece, que foi o caso dessa fábrica, quais os riscos?

Toda questão de Certificação de Boas Práticas de Fabricação são aspectos muito amplos. Vai desde as instalações às condições de higiene sanitárias das instalações, à qualificação da linha de produção, aos equipamentos utilizados, os protocolos de segurança que as fábricas utilizam. Não entendo que seja momento de levantarmos nenhum tipo de desconfiança. Acredito, sim , que a documentação necessária dessa certificação vai chegar. Apenas o que estamos fazendo é que enquanto não está na mão a gente interdita de maneira cautelar.

Caso as doses já tenham sido aplicadas há alguma orientação por parte da Anvisa em relação a isso?

As orientações da Anvisa com a medida que publicamos hoje é do não uso. Não vamos usar (essas doses) até que o termo de Certificação de Boas Práticas de Fabricação chegue para nós. Por ora, a orientação é não vacine com esses lotes. O acompanhamento (após a vacinação) já existe desde sempre em toda vacina e com todo medicamento em território nacional, a monitorização. No que tange à Anvisa, temos a Gerência- geral de Monitoramento que acompanha todos os efeitos, o que é previsto e se teve alguma coisa imprevista. Essa monitorização não está sendo ativada por conta desse episódio, ela já existe e está funcionando. Então, não é motivo de pânico e preocupação em relação a esse quesito. Os efeitos estão sendo monitorizados também.

Existe a possibilidade de a Anvisa enviar uma equipe à China para inspecionar essa fábrica?

Todas as possibilidades estão sobre a mesa. A gente não descarta nenhuma. Obviamente, uma viagem até a China envolve mais tempo, mas se essa for a medida para resolver a questão, ela pode ser feita também. Agora, muitas vezes, como é uma medida que temos que tomar num primeiro momento, esses documentos podem inclusive já existir e estarem sendo providenciados e encaminhado a nós . Nesse momento, não dá para dizer, vamos ter que, por ora, não usar esses lotes e ter as tratativas com os desenvolvedores, que são frequentes, e ver qual será a resposta deles.

O Globo

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