Saúde

Portugal reconhece certificados de vacinação emitidos pelo Brasil

Portugal passou a reconhecer hoje (18) os certificados de vacinação e recuperação emitidos por outros países. Com a medida, até o dia 30 de setembro passa a ser permitida a entrada naquele país, “para efeitos de viagens não essenciais, sob reserva de confirmação de reciprocidade”, de cidadãos detentores de certificados de vacinação ou recuperação.

Na prática, a medida significa que deixa de ser obrigatória a apresentação de testes negativos apenas na chegada de turistas aos aeroportos portugueses. A dispensa de testes não se aplica a atividades culturais e gastronômicas em Portugal, onde são obrigatórios, como restaurantes nos finais de semana ou hospedagem em hotéis.

O Brasil e os Estados Unidos estão na lista, mas a autorização vale apenas para as vacinas reconhecidas pela Agência Europeia do Medicamento (EMA) da União Européia: Janssen, AstraZeneca, Moderna e Pfizer. No caso brasileiro, a CoronaVac não foi autorizada pelo órgão de controle sanitário europeu.

Testagem             
A testagem também continua sendo alternativa na chegada em Portugal para aqueles sem certificado válido. São aceitos testes negativos PCR ou rápido de antígenos feitos 72 ou 48 horas antes do embarque.

Os testes precisam obrigatoriamente ser os que constam na lista de aprovação do Comitê de Segurança da Saúde da União Europeia. As informações devem indicar identificação do viajante, tipo e nome do teste, fabricante, data, hora e local do recolhimento, resultado, entidade emissora e número de autenticação. Sem estas especificações, um novo teste, pago pelo passageiro, deverá ser realizado no aeroporto, onde permanecerá até o resultado.

Cruzeiros                               
A nova regra, válida também para passageiros de cruzeiros e atrelada à renovação quinzenal dos voos de turismo, vigora até 30 de setembro e pode ser prorrogada ou revogada de acordo com a situação da pandemia de coronavírus.

Outros países que também tiveram o reconhecimento dos certificados de vacinação desde que haja reciprocidade são Arábia Saudita, Austrália, Bósnia-Herzegovina, Canadá, Coreia do Sul, Jordânia, Nova Zelândia, Qatar, República da Moldova, República Popular da China, Singapura, Ucrânia, Uruguai, Hong Kong, Macau e Taiwan.

Os certificados desses países devem incluir os nomes dos titulares, data de nascimento, a vacina tomada e número de doses, além da data de vacinação e a data da última dose administrada. Também há necessidade de declarar o país em que a vacina foi administrada e a entidade emitente do certificado.

Quarentena                     
No caso de cidadãos procedentes da África do Sul, Índia e Nepal continua a exigência de “um período de isolamento profilático de 14 dias, no domicílio ou em local indicado pelas autoridades de saúde” de Portugal.

Competições
O governo português também listou as competições desportivas profissionais internacionais que estão dispensadas “do cumprimento do dever de confinamento obrigatório, independentemente da origem dos respectivos participantes”.A lista traz os jogos da Liga dos Campeões do Benfica e do Porto e a partida da Liga Europa da equipe do Sporting, de Braga.

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Saúde

Adolescente de 15 anos é operado após enfiar cabo USB no pênis

Foto: Calum Grant/Urology Case Report

Um adolescente de 15 anos precisou passar por uma cirurgia após enfiar um cabo USB no pênis. O caso ocorreu em Londres, no Reino Unido, e foi divulgado por um artigo científico publicado na revista “Urology Case Reports”.

O jovem, que não teve o nome revelado, relatou aos médicos que inseriu um cabo USB, utilizado para carregar aparelhos celulares, na uretra para medir o comprimento do pênis. Ao perceber que havia prendido o cabo no membro, ele tentou removê-lo manualmente, mas acabou piorando a situação e prendendo as duas pontas do objeto na uretra.

O adolescente foi com a família ao hospital mais próximo, mas tentativas manuais ou endoscópicas de remoção não foram eficientes porque havia um nó no cabo USB.

Ele foi então encaminhado ao University College Hospital London, onde há tratamento especializado e cirurgias urológicas. Os médicos precisaram realizar uma uretrostomia penoescrotal, onde é feito um corte entre a genitália e o ânus do paciente. O cabo foi cortado e retirado através de um meato uretral externo.

O adolescente recebeu alta no dia seguinte à cirurgia. Ele precisou usar cateteres suprapúbicos para drenar a urina por duas semanas. Segundo os médicos, o jovem não terá sequelas.

De acordo com o artigo científico publicado na Urology Case Reports, o jovem não apresentava problemas mentais, e casos assim são mais comuns do que se imagina. “A experimentação e a gratificação sexual são considerados as principais causas de corpos estranhos retidos na uretra e na bexiga de pacientes”, diz trecho do estudo.

Correio Braziliense

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Saúde

Anvisa aprova remédio de artrite e dermatite para tratamento de Covid

Foto: Reprodução

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nessa sexta-feira (17) a indicação do medicamento baricitinibe para o tratamento de pacientes internados com Covid-19.

O medicamento já possuía registro no Brasil para o tratamento de artrite reumatoide e dermatite atópica moderada a grave. Agora o seu uso vai constar em bula também para o tratamento da doença causada pelo coronavírus.

A nova indicação vale para pacientes adultos hospitalizados com quadro grave de Covid, que necessitam de suporte de oxigênio por máscara, cateter nasal ou ventilação mecânica.

Para a inclusão dessa nova indicação, a empresa farmacêutica Eli Lilly do Brasil apresentou dados que sustentam a eficácia e a segurança do medicamento para esse outro uso.

Gustavo Mendes, gerente-geral de medicamentos da Anvisa, disse que a droga demonstrou 38% de eficácia na redução da mortalidade de pessoas hospitalizadas por causa da Covid-19. O baricitinibe age impedindo que o vírus se replique e se propague na célula.

De todos aprovados até o momento pela Anvisa para a Covid, esse é o primeiro medicamento que pode ser comercializado em farmácia. “Nessa indicação é esperado que se use em ambiente hospitalar, mas não vai ficar restrito porque já é comercializado”, explicou Mendes.

Esse é o sexto tratamento contra a Covid aprovado pela agência reguladora do Brasil. O primeiro foi o Remdesivir, que obteve registro em março. O remédio é indicado para pessoas hospitalizadas com quadro de pneumonia e que precisam de suporte de oxigênio, desde que não estejam em ventilação mecânica.

O outro é o Regen-cov, o qual consiste em uma associação de anticorpos monoclonais, aprovado para uso emergencial. “O combo de medicamentos reduziu significativamente em 70,4% o número de hospitalização e morte em paciente laboratorial sintomático com um ou mais fator de risco para doença grave”, disse Mendes, na ocasião.

Em maio deste ano, a agência aprovou o uso emergencial de um coquetel desenvolvido pela empresa Eli Lilly. O tratamento é uma combinação dos medicamentos biológicos banlanivimabe e etesevimabe. Por precisar de acompanhamento na aplicação, não há possibilidade de venda em farmácias para uso em casa.

Já em agosto deste ano, foi a vez do medicamento regdanvimabe, da empresa Celltrion Healthcare. Ele é indicado para tratamento leve e moderado em adultos que não necessitam de suplementação do oxigênio, mas apresentam alto risco de progressão da Covid.

O quinto aprovado é o sotrovimabe. O medicamento é recomendado para pacientes com casos leves e moderados da doença, mas que apresentem risco de uma evolução ruim da doença.
A Anvisa também informou nesta sexta-feira (17) que solicitou a alteração da bula da vacina da Janssen, imunizante de dose única contra a Covid-19.

A mudança, que precisa ser feita em até 30 dias, visa incluir eventos adversos que foram identificados durante o monitoramento de farmacovigilância do uso da vacina.

O pedido inclui os seguintes eventos adversos: linfadenopatia, que significa o aumento do tamanho de linfonodos, como o aparecimento de caroços no pescoço; parestesia, sensação de dormência em alguma parte do corpo; hipoestesia, diminuição da sensibilidade da pele; tinido e zumbido no ouvido; diarreia e vômitos.

FolhaPress

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Saúde

COVID-19: Moderna é a mais eficaz contra Covid do que Pfizer e Janssen, diz estudo

Imagem: Reuters

Um estudo comparativo das três vacinas contra o coronavírus autorizadas nos Estados Unidos descobriu que o imunizante da Moderna é ligeiramente mais eficaz do que o da Pfizer para manter as pessoas fora do hospital. O da Janssen, da Johnson & Johnson, vem em terceiro, mas ainda fornecendo alta proteção.

A vacina da Moderna proporcionou proteção de 93% contra hospitalização, a da Pfizer 88%, enquanto a Jannsen ficou em 71%. No Brasil, até agora, apenas as vacinas da Pfizer e Janssen tiveram usos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), junto à Coronavac e AstraZeneca.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doeças (CDC) dos EUA conduziram um estudo nacional de vacinação envolvendo mais de 3.600 adultos hospitalizados com Covid-19 entre março e agosto.

Diferença entre vacinas – Segundo o estudo, a maior diferença entre a vacina feita pela Moderna e a vacina da Pfizer/BioNtech foi impulsionada por um declínio que começou cerca de quatro meses depois que as pessoas foram totalmente vacinadas.

“As diferenças na eficácia da vacina entre a vacina Moderna e Pfizer-BioNTech podem ser devido ao maior conteúdo de mRNA na vacina Moderna, diferenças no tempo entre as doses [três semanas para Pfizer-BioNTech contra 4 semanas para Moderna], ou possíveis diferenças entre grupos que recebeu cada vacina que não foi contabilizada na análise”, escreveu a equipe.

Sobre a vacina da Johnson & Johnson, os cientistas disseram que “uma única dose da vacina de vetor viral Janssen teve comparativamente menor resposta de anticorpos anti-SARS-CoV-2 e eficácia da vacina contra hospitalizações por Covid-19”, acrescentaram.

O CDC trabalhou com pesquisadores de todo o país para estudar 3.689 pacientes em 21 hospitais em 18 estados para o estudo. Eles também analisaram anticorpos no sangue de 100 voluntários saudáveis ​​após terem sido vacinados com uma das três vacinas disponíveis.

*Esse texto foi traduzido. Para ler o original, clique neste link.

Blog do BG com CNN

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Saúde

COVID-19: João Pessoa vacina nesta sexta, pessoas a partir de 12 anos com comorbidades

DIVULGAÇÃO

João Pessoa segue nesta sexta-feira (17) a sua campanha de vacinação contra a Covid-19 e inicia a aplicação da dose de reforço nos idosos acolhidos nas instituições de longa permanência a partir de 70 anos. Além disso, imuniza, com a primeira dose, adolescentes acima de 12 anos com comorbidades ou deficiência permanente, além da dose de reforço nos idosos acima de 80 anos.

Também segue vacinando com primeira dose as pessoas maiores de 18 anos sem comorbidades e a segunda dose nas pessoas que receberam a primeira dose da CoronaVac há 28 dias e da AstraZeneca e Pfizer há 90 dias.

A vacinação ocorrerá em 32 postos espalhados pela cidade. Nos ginásios, a população poderá ser imunizada das 8h às 12h. Já nos postos do tipo drive-thru, o horário será estendido até 15h, enquanto nas instituições de longa permanência as equipes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) percorrerão os locais durante esta sexta-feira (17) sem que haja um horário limite.

Deficiência

Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. Esse grupo inclui pessoas com limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas, com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo, com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com uso de óculos ou com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais.

Documentação exigida

A deficiência deverá ser preferencialmente comprovada por meio de laudo médico que indique a deficiência, cartões de gratuidade no transporte público que indique condição de deficiência, documentos comprobatórios de atendimento em centros de reabilitação ou unidades especializadas no atendimento de pessoas com deficiência, documento oficial de identidade com a indicação da deficiência ou qualquer outro documento que indique se tratar de pessoa com deficiência.

Caso não haja um documento comprobatório, será possível a vacinação a partir da autodeclaração do indivíduo. Nesta ocasião, o indivíduo deverá ser informado quanto ao crime de falsidade ideológica caso apresente informação falsa.

As grávidas e puérperas precisam da cópia de laudo ou declaração médica que comprove a sua condição e a prescrição do médico de que pode tomar a vacina.

Para receber a primeira dose da vacina é necessário apresentar documento oficial com foto, Cartão SUS, CPF e comprovante de residência em João Pessoa. Já para a segunda dose é necessário apenas o cartão de vacinação e um documento com foto.

Vacinação contra a Covid-19 em João Pessoa nesta sexta-feira (17)

Primeira dose

Pessoas com deficiência permanente a partir de 12 anos (8h às 12h)

  • Centro Helena Holanda (Pedro Gondim)
  • Funad (Pedro Gondim)
  • Instituto dos Cegos (Bairro dos Estados)
  • Associação Pestalozzi (Cristo Redentor)
  • Apae (Bancários)

Pessoas a partir de 18 anos sem comorbidades e a partir de 12 anos com comorbidades

Ginásios (8h às 12h)

  • Escola Anayde Beiriz (Bairro das Indústrias)
  • Escola Raimundo Nonato Batista (Gramame)
  • Centro Cultural Tenente Lucena (Mangabeira)
  • IFPB (Jaguaribe)
  • Escola Olívio Ribeiro Campos (Bancários)

Drive-thru (8h às 15h)

  • UFPB, acesso pelo HU (Castelo Branco)

Segunda dose

AstraZeneca (para quem tomou a 1ª dose há 90 dias)

Ginásio (8h às 12h)

  • Fiep (Trincheiras)

CoronaVac (para quem tomou a primeira dose há mais de 28 dias)

Ginásio (8h às 12h)

  • Lyceu Paraibano (Centro)

Pfizer (para quem tomou a primeira dose há 90 dias)

Ginásio (8h às 12h)

  • Escola Seráfico da Nóbrega (Tambaú)
  • Escola Luiz Augusto Crispim (Bairro dos Ipês)

Drive-thru (8h às 15h)

  • Shopping Mangabeira (também pedestres)

Dose de reforço (para quem tomou a segunda dose há mais de 180 dias)

Idosos a partir de 80 anos

Ginásios (8h às 12h)

  • Escola Dom Helder Câmara (Valentina)
  • Ivan Cantisani (Tambiá)

Drive-thru (8h às 15h)

  • Santuário Mãe Rainha (Aeroclube)

Idosos a partir de 70 anos de instituições de longa permanência

  • Lar Melodias
  • Aspan
  • Lar da Providência
  • Vila Vicentina
  • Divina Misericórdia
  • Residencial Nova Esperança
  • Nosso Lar
  • Morada do Aconchego
  • Lar Doce Lar
  • Center Vida
  • Casa de Passagem do Idoso
  • Lar Lucinha Passos
  • Cuidarte

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Saúde

COVID-19: Pfizer e Saúde investigam morte de adolescente após vacinação

Foto: Dado Ruvic/Reuters

A Pfizer emitiu um comunicado nesta quinta-feira (16) reconhecendo a morte de um adolescente após a aplicação da primeira dose de sua vacina em São Bernardo do Campo (SP). Segundo a farmacêutica, o caso está sob investigação mas, até o momento, “não foi estabelecida uma relação causal entre o ocorrido e o imunizante”. A empresa também investiga relatos de miocardite e pericardite após a aplicação do imunizante.

No caso do óbito, trata-se de um jovem de 16 anos que recebeu a aplicação em 25 de agosto. Um dia depois, segundo consta no relato do Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (Cievs), o adolescente começou a sentir sintomas como cansaço e falta de ar. Em 27 de agosto ele procurou atendimento médico e voltou para casa. No entanto, o paciente resolveu procurar novamente o serviço e, posteriormente, foi transferido para UTI de um hospital após quadro de mal súbito. Ele morreu em 2 de setembro.

Momentos antes da divulgação da mensagem, o Ministério da Saúde anunciou a suspensão da imunização em crianças e adolescentes no Brasil, mantendo apenas a recomendação para as pessoas da faixa etária que estão no grupo prioritário, que inclui jovens com comorbidades, com deficiências permanentes ou privadas de liberdade.

A decisão da pasta, no entanto, não foi diretamente relacionada à morte do jovem em São Bernardo do Campo, mas à “ocorrência de efeitos adversos”, de forma geral, e à falta de “evidências científicas sólidas”, segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Leia a nota da Pfizer na íntegra

“A Pfizer está ciente de relatos raros de miocardite e pericardite, além de outros possíveis eventos adversos, após a aplicação de vacina de RNA mensageiro contra a COVID-19, e leva o acompanhamento e monitoramento destes casos muito a sério

Especificamente sobre o caso de óbito em São Bernardo do Campo, a companhia está acompanhando, mas, até o momento, não foi estabelecida uma relação causal entre o ocorrido e o imunizante da Pfizer.

A ComiRNAty, vacina da Pfizer/BioNTech contra a COVID-19, recebeu em 11 de junho de 2021 a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para uso em adolescentes de 12 a 15 anos no Brasil.

A autorização regulatória da vacina para adolescentes já havia sido concedida pelo FDA e pela EMA (agências regulatórias de saúde dos EUA e União Europeia), além de países como Reino Unido, Canadá, Chile, Uruguai, Israel, Dubai, Hong Kong, Filipinas, Cingapura e Japão.

A vacina demonstrou eficácia de 100% em estudo clínico com jovens dessa faixa etária. Os ensaios de fase 3 foram realizados em 2.260 adolescentes, nos Estados Unidos, e apresentaram respostas robustas na produção de anticorpos com perfil de segurança favorável, muito semelhante ao observado nos outros grupos etários.

Com centenas de milhões de doses da vacina Pfizer BioNTech COVID-19 administradas globalmente, o benefício da vacina ComiRNAty permanece estabelecido.

A definição da utilização e da disponibilização da vacina no Brasil é feita com base em critérios de recomendação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).”

Blog do BG com R7

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Saúde

COVID-19: Variante Delta é confirmada em 39 municípios da PB com 160 casos e 8 mortes

DIVULGAÇÃO/SES

Infecções pela variante Delta do novo coronavírus já foram confirmadas em 39 municípios paraibanos até essa quarta-feira (15), conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Até o momento a variante é responsável por oito mortes e 160 casos da Covid-19 no estado.

Outros 122 possíveis casos da variante seguem em investigação, aguardando resultado de sequenciamento genético. As mortes pela Delta foram registradas em:

Campina Grande (3)

Alagoa Nova (2)

João Pessoa (1)

Lagoa Seca (1)

São João do Tigre (1)

Campina Grande lidera o número de registros, com 53 casos, seguida de João Pessoa, com 26 casos e Alagoa Nova, com 16.

Na Paraíba, 30 pessoas foram infectadas pela cepa indiana e estão curadas.

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Covid-19

NOTÍCIA BOA: País atinge mais 260 milhões de doses de vacinas distribuídas

Imagem: Reprodução Redes Sociais

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, elogiou hoje (15) o Programa Nacional de Imunização (PNI), ao acompanhar, no Aeroporto Internacional de Guarulhos,  o envio dos lotes com 1,1 milhão de doses que completam 100% das primeiras remessas da vacina contra covid-19 para toda população adulta brasileira. Segundo ele, a vacinação contra a covid-19 no país está sendo um sucesso, já que campanha de vacinação é algo que o Brasil faz como nenhum país do mundo, já que tem uma tradição extraordinária no tema.

“Hoje nós já atingimos mais 260 milhões de doses de vacinas distribuídas. Mais de 210 milhões de brasileiros já receberam a vacina, mais de 90% da população brasileira acima de 18 anos está vacinada com a primeira dose e mais de 50% com as duas doses. Isso porque foi feito todo este trabalho que começou em maio de 2020, quando pedimos a transferência de tecnologia do laboratório AstraZeneca para a Fiocruz e quando adquirimos vacinas por meio da Covax Facility. Hoje o Brasil já tem mais de 550 milhões de vacinas contratadas”, disse Queiroga.

De acordo com o ministro, todos os brasileiros estarão vacinados até o final de 2021. “Como eu disse o PNI é a grande ferramenta para aplicar as vacinas na população e é por isso que todos os estados devem seguir junto com os municípios as recomendações técnicas do programa. É a fórmula para que tenhamos sucesso na campanha. Já estamos tendo sucesso. Já reduzimos de maneira drástica o número de casos e de óbitos.

O ministro explicou que se o país caminhar com base na orientação científica e se as recomendações do PNI forem seguidas à risca por estados e municípios, sem cada um criando seu próprio modelo, o país acabará com o caráter pandêmico da covid-19. “E eu tenho certeza de que nós vamos sair muito mais fortes da pandemia da covid-19”.

Blog do BG com Agência Brasil

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Saúde

NOTÍCIA BOA: ALPB aprova teste de mapeamento genético para detectar risco de câncer de mama

Imagem: Divulgação ALPB

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, por unanimidade, na sessão desta quarta-feira (15), o Projeto de Lei 2.651, de autoria da deputada Cida Ramos, que dispõe sobre a disponibilidade pela rede pública de saúde do Estado de teste de mapeamento genético às mulheres com elevado risco de desenvolver câncer de mama.

De acordo com o projeto, a rede pública de saúde do Estado da Paraíba deverá ofertar a todos os recursos necessários à disponibilização do teste genético que identifica a mutação no gene BRCA às mulheres que forem classificadas em laudo médico com alto risco de desenvolver câncer de mama.

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Saúde

RISCO À SAÚDE: Julgamento no STJ pode restringir cobertura de planos de saúde

DIVULGAÇÃO

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julga nesta quinta-feira (16) se o rol de procedimentos listados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) é exemplificativo, ou seja, uma lista mínima das coberturas que devem ser oferecidas pelas operadoras a seus usuários, ou se ele é taxativo, o que significa dizer que não se pode pleitear nenhum tratamento que não esteja listado pela agência reguladora.

O entendimento prioritário do Judiciário na última década é de que o rol é exemplificativo. Essa visão permitiu que os clientes de planos de saúde pudessem recorrer à Justiça quando tinham negado pela operadora acesso a tratamento prescritos pelos seus médicos.

Foram parar na Justiça, e posteriormente incluídos no rol, do direito à reconstrução da mama, após o câncer, e tratamentos quimioterápicos ambulatoriais, à garantia da cirurgia bariátrica.

Na prática, se houver uma mudança de entendimento haverá restrição de cobertura, por isso é importante que os consumidores fiquem alertas e se mobilizem. É importante lembrar quantos procedimentos foram inseridos no rol após brigas judiciais — ressalta a advogada Ana Carolina Navarrete, coordenadora do programa de Saúde do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Segundo ela, com a mudança de entendimento será muito mais difícil o consumidor obter na Justiça a autorização para procedimentos ou tratamentos não listados no rol.

Há pelo menos uma década esse é o entendimento majoritário dos tribunais, e o mercado prosseguiu em crescimento normal. O setor chega em 2021 mais estável do que nunca após uma década de crescimento. Ou seja, os argumentos de riscos para a sustentabilidade apontados por alguns segmento e em pareceres não são sustentados empiricamente pelos dados da agência reguladora.

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