Paraíba

Secretaria de Saúde investiga caso suspeito de varíola dos macacos em JP

Foto: Divulgação

Um caso suspeito de varíola dos macacos (monkeypox) está em investigação pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). A informação foi confirmada nesta sexta-feira (29) pelo secretário executivo de Saúde, Jhony Bezerra.

De acordo com Jhony Bezerra, trata-se de um jovem de 25 anos, que foi atendido em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de João Pessoa com um quadro sugestivo (sintomático), com lesões na pele.

O caso foi repassado à SES pela Vigilância Epidemiológica do município de João Pessoa, que está acompanhando o jovem. Ele está em isolamento para evitar possíveis contágios e os testes já foram coletados para análise da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), no Rio de Janeiro.

Conforme a SES, outros dois casos suspeitos também eram investigados, mas foram descartados após o resultado dos exames.

G1

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Brasil

Ministério da Saúde passa a tratar varíola dos macacos como surto; Brasil tem mais de mil casos

Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde passou a usar o termo “surto” ao divulgar informações relativas aos casos de varíola dos macacos no Brasil. A pasta citou essa definição em um texto divulgado nesta quinta-feira (28), que informa a ativação de um centro de operações para acompanhar a evolução da doença.

Até então, a palavra surto era usada somente em pareceres técnicos ao mencionar casos semelhantes de aumento da curva de contaminação registrados em outros países.

O surto é o primeiro estágio de uma escala de evolução do contágio, que pode se transformar em epidemia, endemia e pandemia, que é o caso da Covid-19. Tecnicamente, desde o aumento repentino dos casos, a varíola dos macacos pode ser considerada uma situação de surto.

O boletim divulgado pelo Ministério da Saúde mostra que o Brasil tem mais de mil casos da doença.

CNN Brasil

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Saúde

Álcool acelera envelhecimento biológico, comprova estudo genético de Oxford

Foto: Reprodução/Internet

Muito se sabe sobre diversos impactos negativos na saúde causados pelo excesso de álcool, como risco para doenças hepáticas e cardiovasculares. Porém, até então era difícil avaliar o impacto no envelhecimento do organismo, devido à falta de métodos capazes de estimar esse efeito. Agora, um novo estudo conduzido por pesquisadores do Departamento de Saúde da População da Universidade de Oxford, no Reino Unido, utilizou métodos de análise genética e conseguiram comprovar que o consumo excessivo de álcool realmente acelera o envelhecimento biológico do corpo.

O estudo foi publicado nesta terça-feira na revista científica Molecular Psychiatry. Os cientistas avaliaram informações de mais de 245 mil britânicos por meio do banco de dados UK Biobank. Os resultados mostraram que o consumo além do recomendado de bebidas alcoólicas promove danos ao DNA dos telômeros, estruturas que envolvem a parte final dos cromossomos, protegendo-os de danos. Esse efeito é nocivo uma vez que os cromossomos são localizados no núcleo das células e guardam o material genético.

Os danos observados levaram à redução do comprimento dos telômeros, o que é considerado um indicador de envelhecimento biológico. Isso porque cerca de 50 a 100 bases de DNA dos telômeros são perdidas cada vez que uma célula se replica, um processo que é contínuo no decorrer dos anos. Quando os telômeros se tornam exacerbadamente curtos, as células não conseguem mais se dividir e podem morrer.

“Esses achados apoiam a sugestão de que o álcool, particularmente em níveis excessivos, afeta diretamente o comprimento dos telômeros. Telômeros encurtados têm sido propostos como fatores de risco que podem causar uma série de doenças graves relacionadas à idade, como a doença de Alzheimer”, explica a autora líder do estudo Anya Topiwala, pesquisadora de Oxford, em comunicado.

Yahoo!

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Brasil

Ministro diz que Brasil se preparou para surto de varíola dos macacos

Divulgação

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nessa segunda-feira (25) que o Brasil “fez o dever de casa” diante do surto de varíola dos macacos desde o início da epidemia. Durante a abertura de um workshop sobre vigilância em saúde promovido pelo ministério, Queiroga disse que o Brasil se preparou para lidar com o vírus, providenciando laboratórios para diagnóstico, identificação dos casos e isolamento dos pacientes.

“Nós aqui no Brasil já vínhamos fazendo nosso dever de casa desde o primeiro rumor, desde o primeiro caso suspeito. Preparamos nossa estrutura para fazer o diagnóstico. Temos quatro laboratórios hoje no Brasil com capacidade para isso”, disse Queiroga.

“Desde o início começamos a fazer o diagnóstico e o acesso ao diagnóstico está disponível. Fizemos alertas para as secretarias estaduais de saúde e para as secretarias municipais. Os casos são identificados, são isolados”, acrescentou o ministro.

Queiroga lembrou da decisão do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanon Ghebreyesus, que declarou que a varíola dos macacos configura emergência de saúde pública internacional, e citou a ocorrência maior do vírus em homossexuais do sexo masculino. “E essa fala não é para estigmatizar ninguém. Apenas não se pode obscurecer que essa é uma realidade, mas outros públicos podem também ter essa doença. Enfim, vamos também aprender juntos como lidar com esse problema sanitário”.

O Brasil tem 696 casos confirmados até o momento.

Agência Brasil

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Saúde

Brasil negocia compra de vacina contra varíola dos macacos, diz Queiroga

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou à Folha que o Brasil já está negociando com a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) a aquisição de vacina contra a varíola dos macacos (monkeypox), que foi declarada neste sábado como emergência global de saúde pública pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

Segundo Queiroga, a SVS (Secretaria de Vigilância em Saúde) está em processo de avaliar o quantitativo necessário, e a aquisição será feita por meio do fundo rotatório, um mecanismo internacional de cooperação técnica para acesso a vacinas.

“Só há uma fabricante [a empresa de biotecnologia dinamarquesa Bavarian Nordic] e não tem representante no Brasil. Assim, a aquisição deve ser via Opas”, afirma o ministro.

De acordo com Queiroga, a declaração de emergência global da OMS ocorre em um momento em que as medidas de contenção dos casos estão sendo adotadas no Brasil. “A rede de diagnóstico está estruturada. Todos os casos estão sendo acompanhados”, disse.

No Brasil, o Ministério da Saúde confirma 607 casos da doença até a última sexta (22). O saldo é mais do que o dobro verificado no último dia 9, quando havia 218 diagnósticos confirmados em todo o país.

Os casos da doença concentram-se principalmente em São Paulo. No total, conforme dados do ministério, o estado registrou 438 diagnósticos positivos da doença até esta sexta, representando cerca de 72% do total.

A vacina Imvanex já obteve aprovação para a prevenção da varíola dos macacos nos Estados Unidos e no Canadá. Neste sábado (23), a EMA (Agência Europeia de Medicamentos) também recomendou a aprovação do alargamento do imunizante, usada até 2013 no combate à varíola, para a proteção de adultos contra o vírus da varíola do macaco.

Com informações de FolhaPress

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Saúde

OMS declara emergência global de saúde para conter surto de varíola do macaco

Foto: Denis Balibouse – 28.02.2020 / Reuters

A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou emergência global neste sábado (23) para tentar conter o surto de varíola do macaco. O mais alto nível de alerta foi anunciado pelo diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A doença afeta quase 17.000 pessoas em 74 países, segundo a OMS.

“Decidi declarar uma emergência de saúde pública de alcance internacional”, disse Tedros em entrevista coletiva, afirmando que o risco no mundo é relativamente moderado, exceto na Europa, onde é alto.

“Com as ferramentas que temos agora, nós podemos controlar esse surto e parar a transmissão”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, em uma coletiva de imprensa em Genebra.
Com informações de R7 e CNN Brasil

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Brasil

Vacinação contra sarampo está abaixo da meta, diz Ministério da Saúde

Foto: Roberto Jimenez Mejias (Getty Images)

O Brasil ainda está abaixo da meta de vacinação contra o sarampo. De acordo com o Ministério da Saúde, 47,08% das crianças receberam o imunizante em 2022, sendo que a meta de cobertura vacinal é 95%. A proteção contra o sarampo é feita com a vacina tríplice viral, que imuniza também contra a caxumba e rubéola, e faz parte do calendário de vacinação. O imunizante é oferecido nas unidades de saúde do país em qualquer época do ano.

A tríplice viral é geralmente aplicada em duas doses. A primeira, tomada com um ano de idade, e a segunda, com 15 meses. A campanha de 2022 começou em janeiro e vai até dezembro deste ano. A cobertura em 2021 foi baixa, somente 50,1% do público-alvo no Brasil recebeu a segunda dose da vacina tríplice viral.

Uma das consequências da queda da vacinação é o avanço da doença. Depois de ter recebido a certificação de país livre do sarampo pela Organização Pan-americana de Saúde (Opas), em 2016, o Brasil passou a registrar, nos últimos anos, o avanço da doença em todo o território nacional. O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostra mais de 40 mil casos e 40 mortes causadas pelo sarampo desde 2018, sendo mais da metade em crianças menores de 5 anos.

Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou, este ano, uma nota na qual chama a atenção para a importância da vacinação contra a doença. A Fiocruz explica que o sarampo é uma doença infecciosa aguda, muito contagiosa e grave, principalmente em crianças menores de 5 anos de idade, pessoas adultas desnutridas ou com algum problema de imunidade, como as pessoas transplantadas, as que convivem com o vírus do HIV, ou que estão em quimioterapia, além das gestantes.

A Fiocruz ressalta que, independentemente disso, o sarampo afeta indivíduos de todas as idades e não necessariamente com doenças crônicas ou algum problema de imunidade.

Ministério da Saúde

À Agência Brasil, o Ministério da Saúde disse, por meio de nota, que por intermédio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), vem desenvolvendo e intensificando estratégias necessárias para enfrentamento dos desafios e reversão das baixas coberturas vacinais, em parceria com estados e municípios.

“O Ministério da Saúde incentiva a população a se vacinar contra as doenças imunopreveníveis, e esclarece o benefício e segurança das vacinas, por meio dos seus canais oficiais de comunicação”, diz a pasta. Os dados detalhados das coberturas vacinais estão disponíveis na internet.

OMS e Unicef

Na sexta-feira (15), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgaram dados que mostram que a queda da vacinação infantil não ocorreu apenas no Brasil. Em todo o mundo, após dois anos de pandemia, foi registrada a maior queda contínua nas vacinações infantis dos últimos 30 anos.

Segundo as organizações, até mesmo pela dimensão territorial e pelo tamanho da população, o Brasil está entre os dez países no mundo com a maior quantidade de crianças com a vacinação atrasada. Considerada apenas a vacina contra o sarampo, o país é o 8º com a maior quantidade de crianças com o esquema vacinal atrasado.

Agência Brasil

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Saúde

Nenhuma quantidade de álcool é saudável para pessoas com menos de 40 anos, diz estudo

Foto: Reprodução/Internet

Há uma série de mitos e verdades que envolvem os riscos e possíveis benefícios no consumo de bebidas alcoólicas, embora pouco se saiba sobre as especificidades de cada faixa etária.

Para compreender melhor esse cenário, um time de pesquisadores analisou dados do Estudo de Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD), uma ampla pesquisa que envolveu dados de pessoas entre 15 a 95 anos, de 204 países, coletados entre 1990 e 2020.

Eles constataram que, para menores de 40 anos, nenhuma dose de álcool traz efeitos positivos. Por outro lado, para os mais velhos que não têm problemas de saúde subjacentes, uma quantidade limitada pode ajudar a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares e diabetes.

Extra Online

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Paraíba

Em cirurgia inédita no Brasil, paraibano tem mão esquerda reimplantada no braço direito

Foto: Reprodução

O agricultor paraibano Damião de Oliveira Bezerra, de 47 anos, teve a mão esquerda reimplantada no braço direito em um procedimento inédito no Brasil feito pela equipe médica do Hospital SOS Mão, no Recife. A cirurgia é chamada de transplante autólogo, uma vez que a mão transplantada foi para a própria pessoa.

Damião de Oliveira teve a mão direita amputada em um acidente de trabalho enquanto utilizava uma máquina forrageira, usada para triturar e picar sementes e cascas de cereais. Ele tinha 17 anos de idade na época.

Há oito meses, o agricultor perdeu a funcionalidade da mão esquerda após um acidente de carro. Ele teve a orelha decepada, lesão cervical e paralisia total do plexo braquial (estrutura nervosa na região do pescoço e ombro) esquerdo, o que causou a interrupção dos sinais que vão do cérebro para os músculos, impedindo que a musculatura do braço, antebraço e mão funcionem, de acordo com o SOS Mão.

O paciente foi submetido ao autotransplante nessa quarta-feira (13). De acordo com boletim médico enviado pelo hospital, nesta quinta-feira (14), os médicos avaliam e acompanham de perto a evolução de Damião, “mantendo a vigilância constante nestas primeiras horas de pós-operatório”.

Foto: Reprodução

“Segundo os médicos, os próximos sete dias de pós-operatório são cruciais na definição do resultado final da cirurgia”, informa nota do hospital.

“Ele vai tirar a mão esquerda e colocar aqui [na direita]. Eu estou querendo chegar lá e vou ver que vai dar tudo certo. Estou confiante que vai dar certo”, disse Damião, em entrevista à TV Globo feita antes do procedimento.

O hospital reiterou que a mão esquerda foi retirada para tentar promover a função adequada no outro braço, de forma a melhorar a qualidade de vida do paciente.

O dedo polegar de Damião ficou invertido, mas o médico Mauri Cortez ressaltou que isso é o recomendado. “Isso não tem muito problema. Quando a gente vai ligar os nervos, é como se fosse lugar um aparelho elétrico. Vai ligar fio amarelo com amarelo, vermelho com vermelho, azul com azul, pra tudo dar certo e funcionar como funciona na outra mão”, afirmou.

Folha PE

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Saúde

Anvisa aprova uso da emergencial da CoronaVac para crianças de 3 a 5 anos

Foto: Evaristo Sá/AFP

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira (13), o uso emergencial da CoronaVac para crianças de 3 a 5 anos. Após horas de reunião, a decisão foi unânime pelos diretores do órgão, que seguiu as recomendações dos técnicos, os quais também aprovaram.

A vacina da CoronaVac está liberada para crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos desde janeiro deste ano. Na época, o Butantan também queria a liberação para crianças a partir dos 3 anos, mas a Anvisa optou por aguardar novos estudos sobre os impactos da vacina. Atualmente, só a vacina da Pfizer está liberada para crianças de 5 anos.

Durante a reunião, diversos doutores que atuaram nos estudos sobre a efetividade da CoronaVac, incluindo dados sobre a vacina com crianças e mostrando a segurança da vacina, que foi a primeira a chegar no Brasil, ainda em 2020. Por fim, todos os diretores confirmaram e aprovaram a vacinação.

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