Mundo

VÍDEO: “CLIMÃO NA FRANÇA” Trump ignora Lula durante foto do G7

 

Ver essa foto no Instagram

 

Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta terça-feira (16) da foto oficial da cúpula do G7. Durante o evento, um gesto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou atenção.

Vídeos mostram Trump passando ao lado de Lula sem cumprimentá-lo ou interagir com o presidente brasileiro. A cena ocorreu durante a formação da foto oficial dos líderes.

Lula participou do encontro como convidado, a convite do presidente francês, Emmanuel Macron. O Brasil não faz parte do G7.

O episódio acontece em meio a um momento de atrito entre Brasil e Estados Unidos, após o governo norte-americano concluir uma investigação comercial e propor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Trump ameaça França com tarifa de 100% sobre vinhos

Foto: Divulgação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 15, que poderá impor tarifas de 100% sobre vinhos franceses caso a França mantenha o imposto aplicado a empresas norte-americanas de tecnologia.

Segundo Trump, o aviso foi feito diretamente ao presidente francês, Emmanuel Macron. O republicano exige a revogação da taxa de 3% cobrada sobre receitas obtidas por gigantes digitais dos EUA em território francês.

Em entrevista ao jornal New York Post, Trump disse que a França não deveria tributar empresas norte-americanas. Se os Estados Unidos mantiverem a cobrança, os produtos franceses poderão sofrer novas barreiras no mercado norte-americano.

“Tudo o que ele precisa fazer é acabar com o imposto sobre vendas, e não enfrentará esse tipo de pressão”, afirmou o presidente. A Casa Branca e o Palácio do Eliseu não comentaram as declarações.

A ameaça de Trump reacende uma disputa iniciada ainda em seu primeiro mandato. Desde 2019, a França cobra uma taxa de 3% sobre a receita obtida com serviços digitais por empresas que faturam mais de € 25 milhões no país e € 750 milhões no mundo.

O governo francês argumenta que a medida busca tributar grandes plataformas digitais que operam no país. Washington, por sua vez, considera a cobrança discriminatória contra empresas norte-americanas.

Representantes do setor de vinhos e destilados da França reagiram com preocupação à possibilidade de novas tarifas. O segmento depende fortemente das exportações para os Estados Unidos.

As bebidas alcoólicas estão entre os principais produtos exportados pela União Europeia para o mercado norte-americano. Dados da Eurostat mostram que o setor movimentou cerca de € 9 bilhões em 2024.

Atualmente, vinhos e destilados europeus enfrentam tarifa de 15% para entrar nos Estados Unidos. Produtores franceses pressionam Bruxelas para eliminar a cobrança desde o acordo comercial firmado entre Washington e a União Europeia no ano passado.

Revista Oeste

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

EM VIGOR: EUA começam a tratar PCC e CV como terroristas a partir desta sexta

Reprodução

A partir desta sexta-feira (5), o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) passam a ser classificados pelos Estados Unidos como organizações terroristas, recebendo o mesmo tratamento aplicado a grupos como Hamas e Estado Islâmico.

A classificação amplia a atuação de órgãos americanos de contraterrorismo em investigações e no combate financeiro às facções. O governo brasileiro teme possíveis impactos sobre a soberania nacional, o sistema financeiro e os investimentos no país.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Governo dos EUA propõe tarifa de 25% para punir Brasil por práticas comerciais

Foto: Reprodução/WhiteHouse / Rede social X

O governo dos Estados Unidos (EUA) propôs uma nova tarifa punitiva de 25% foi sobre importações brasileiras. A alegação é de que as práticas do país são desleais em uma série de questões, entre elas o comércio digital, e o desmatamento ilegal. Alguns itens como carne bovina, café, terras raras, outros metais e peças de aeronaves foram excluídos da tarifa.

A justificativa para aplicar a nova tarifa é uma investigação, aberta em julho de 2025, pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) que concluiu que políticas e práticas do Brasil são “irrazoáveis” e “oneram ou restringem” o comércio norte-americano.

O relatório final da investigação prevê, entre as possíveis medidas punitivas, a imposição de “tarifas ou outras restrições à importação de produtos brasileiros. Tendo por base essa possibilidade, o representante de comércio dos EUA propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre todos os bens do Brasil”.

A punição com a taxação extra, no entanto, prevê algumas exceções para produtos que poderiam causar “disrupções” em toda a economia caso fossem submetidos a tarifas adicionais; além de “determinados produtos que não podem ser cultivados ou produzidos em quantidades suficientes nos Estados Unidos, nem obtidos de outras fontes”.

Dentre as exceções que não serão sobretaxadas estão frutas e nozes, petróleo bruto e derivados, compostos farmacêuticos, produtos químicos orgânicos e fertilizantes. Também estão isentas a carne bovina, o café, terras raras, certos metais e minérios, além de aeronaves e peças de aeronaves brasileiras.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

ANÁLISE: Waack diz que pressão dos EUA sobre PCC e CV atinge “ponto fraco” de Lula nas urnas

 

Ver essa foto no Instagram

 

Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

Imagens: Reprodução/CNN

O jornalista e analista político William Waack, da CNN, avaliou que a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode gerar forte impacto político no Brasil, especialmente no cenário eleitoral.

Segundo Waack, a medida cria um “enorme constrangimento” para o governo brasileiro, que historicamente se posiciona contra esse tipo de classificação para facções criminosas.

O analista afirma que o tema surge em um momento sensível, às vésperas de uma eleição, em que a segurança pública aparece como uma das principais vulnerabilidades do governo do presidente Lula (PT).

Waack destaca ainda que há divergências entre especialistas sobre a classificação de organizações criminosas como terroristas, e que até setores das Forças Armadas demonstram dúvidas sobre o tema, sobretudo quanto à cooperação internacional sem politização.

Ele também aponta que a decisão americana amplia o arsenal jurídico dos Estados Unidos, permitindo medidas como restrições financeiras, sanções a empresas e bloqueio de entrada de pessoas ligadas a essas organizações.

Entre os pontos centrais levantados na análise, Waack afirma que a questão vai além da segurança e entra diretamente no campo político e diplomático.

Segundo ele, a nova postura dos EUA se insere em uma doutrina de segurança que exige alinhamento de países parceiros em temas de crime transnacional.

Waack também avalia que o cenário pode ter efeitos políticos internos no Brasil, especialmente no ambiente pré-eleitoral, com possíveis reflexos sobre diferentes grupos políticos no país.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Leia a íntegra do comunicado norte-americano que colocou PCC e CV como terroristas

Foto: Reprodução/Redes sociais

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (28) a classificação das facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. A medida passa a valer oficialmente a partir do dia 5 de junho, segundo o comunicado do governo norte-americano.

O anúncio foi feito um dia após reuniões em Washington envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) com autoridades da gestão norte-americana, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio, o vice-presidente JD Vance e o presidente Donald Trump.

A decisão envolve o PCC e o CV, que passam a integrar listas internacionais de sanções e restrições financeiras. Com a medida, os Estados Unidos ampliam mecanismos de cooperação internacional e endurecem o combate ao crime organizado transnacional.

Confira o comunicado do governo dos EUA na íntegra:

“Hoje, o Departamento de Estado dos EUA está designando o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs) e pretende designar ambos os grupos como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs), com vigência a partir de 5 de junho de 2026. 

O CV e o PCC são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. Juntas, comandam milhares de membros e orquestraram ataques brutais contra policiais, funcionários públicos e civis brasileiros. Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, por toda a nossa região e por todo o país.

O governo Trump continuará a usar todas as ferramentas disponíveis para proteger nossa nação e nossos interesses de segurança nacional, mantendo as drogas ilícitas longe de nossas ruas e interrompendo o fluxo de receita que financia narcoterroristas violentos. A ação tomada hoje pelo Departamento de Estado demonstra ainda mais o compromisso inabalável do governo Trump em desmantelar cartéis e organizações criminosas em nossa região e garantir a segurança do povo americano. 

As medidas tomadas hoje estão em conformidade com a seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade e com a Ordem Executiva 13224. As designações de Organizações de Transporte Estrangeiro (FTO, na sigla em inglês) entram em vigor após a publicação no Diário Oficial Federal (Federal Register). 

Marco Rubio, Secretário de Estado

28 de maio de 2026″, diz a nota.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Trump entrega a Flávio Bolsonaro moeda usada para presentear aliados dos EUA

Foto: Divulgação/Flávio Bolsonaro

O pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou foto de presente dado pelo presidente norte-americano Donald Trump logo após reunião no Salão Oval da Casa Branca, em Washington D.C.

Segundo Flávio, durante o encontro, Trump lhe entregou uma “challenge coin”, moeda comemorativa oficial do Selo Presidencial dos EUA, tradicionalmente usada como presente simbólico a aliados e visitantes em agendas diplomáticas.

A peça é um objeto ornamental com o brasão presidencial e integra uma tradição da presidência norte-americana de homenagens em encontros oficiais.

Flávio afirmou que o gesto representa um “símbolo de respeito”. O encontro teria durado cerca de 1h30 e abordou temas como segurança pública, facções criminosas no Brasil, terras raras e política internacional.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

Flávio embarca para os EUA e deve se encontrar com Trump nesta terça (26)

O senador e pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro (RJ), embarcou para os Estados Unidos na noite deste domingo (24), à espera de um encontro com o presidente Donald Trump.

Segundo apurou a CNN, a previsão é que um encontro com os dois aconteça na terça-feira (26). Ainda não há registro oficial sobre a reunião por parte da Casa Branca.

Um dos objetivos do encontro é tentar recuperar o fôlego na corrida presidencial após a crise desencadeada pela revelação dos contatos com o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O convite para a reunião na Casa Branca, de acordo com integrantes da pré-campanha, chegou na semana passada por e-mail ao gabinete de Flávio Bolsonaro no Senado. A comunicação, segundo relatos, precisou ser checada para comprovar a veracidade.

A conversa do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro com Trump já vinha sendo articulada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, que mantém contato com o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos.

A reunião com Trump já era considerada essencial para o time de Flávio após a longa visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de mais de três horas, à Casa Branca.

Depois da divulgação de que Flávio manteve contato com Vorcaro em busca de patrocínio para o filme “Dark Horse” sobre a vida de Jair Bolsonaro, a conversa e, consequentemente, uma foto com Trump ganharam uma dimensão ainda maior, na avaliação de estrategistas do pré-candidato do PL.

O entendimento é que o encontro tem potencial para ajudar a virar o noticiário focado na crise e demonstrar que o episódio não teve impacto na relação com o presidente dos Estados Unidos.

Além disso, a expectativa é que imagem de Flávio junto a Trump mobilize apoiadores, combalidos após o áudio, e passe o recado aos indecisos de que o senador está preparado para negociar em alto nível.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Atirador que abriu fogo contra agentes perto da Casa Branca morre no hospital

Agentes do Serviço Secreto mataram um homem que se aproximou de um posto de segurança próximo à Casa Branca na noite deste sábado (23) e atirou contra eles.

Pouco antes das 18h, horário local (19h, em Brasília), um indivíduo se aproximou de um posto de segurança nos arredores do complexo e começou a atirar contra os agentes, disse o porta-voz, citando uma investigação preliminar.

Os agentes revidaram e atingiram o suspeito, que morreu posteriormente em um hospital da região. “Durante o tiroteio, um pedestre também foi atingido por disparos. Ainda não está claro se o pedestre foi atingido pelos disparos iniciais do suspeito ou durante a troca de tiros subsequente”, acrescentou o porta-voz. O suspeito foi identificado como Nasire Best, de 21 anos.

Best já havia tido encontros anteriores com o Serviço Secreto, disse uma fonte policial, incluindo uma ocorrência em junho de 2025, quando bloqueou uma das entradas da Casa Branca.

Após afirmar ser “Deus”, ele foi detido pelo Serviço Secreto e internado no Instituto Psiquiátrico de Washington para avaliação mental, disse a fonte.

Ao investigar os encontros no ano passado, os investigadores descobriram que Best havia feito várias declarações nas redes sociais, incluindo a afirmação de que ele era “o verdadeiro” Osama bin Laden, e pelo menos uma publicação indicando seu desejo de prejudicar Donald Trump.

Os agentes do Serviço Secreto não ficaram feridos, e o presidente americano, Donald Trump, estava na residência e não foi afetado, disse o porta-voz. Ele foi informado sobre a ocorrência pelo Serviço Secreto, disse um funcionário da Casa Branca.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Lula levou a Trump documento com argumentos contra classificar PCC e CV como terroristas

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entregou a Donald Trump um documento com argumentos contrários à classificação de facções criminosas, como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho), como organizações terroristas. O petista se reuniu com o presidente norte-americano na quinta-feira (7).

A jornalistas, após o encontro, Lula afirmou que o tema não foi alvo de discussão na Casa Branca.

O documento entregue por Lula ao presidente dos Estados Unidos reforçou argumentos apresentados durante a reunião e detalhou pontos que ficaram de fora da conversa, relataram interlocutores à reportagem. O material foi estruturado em quatro eixos principais:

  • Comercial, com foco em tarifas
  • Cooperação para combate ao crime organizado
  •  Minerais críticos
  • Brasileiros sancionados nos EUA

No material também consta argumentos em defesa do Pix. A ferramenta de pagamento instantâneo é alvo de investigações pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) na chamada “seção 301”, que mira supostas práticas desleais.

Os Estados Unidos estudam a possibilidade de classificar o PCC e o CV como grupos terroristas. O governo brasileiro é relutante sobre o tema. Em encontros técnicos com os americanos, a gestão federal chegou a indicar que pela legislação brasileira isso não poderia acontecer.

O argumento é de que pela lei isso não é possível pois a atuação das facções não envolve crime de ódio ou religioso, mas sim a obtenção de lucro por meio do tráfico de armas e de drogas.

Combate ao crime

Lula disse após o encontro que propôs a Trump criação de um grupo de trabalho para combater o crime organizado. “Eu disse para ele [Trump] que estamos dispostos a construir um grupo de trabalho com todos os países da América do Sul, da América Latina, quiçá com todo os países do mundo para a gente criar um grupo forte de combate ao crime organizado”, afirmou Lula.

Em sua fala, Lula destacou que o combate ao crime organizado precisa ser compartilhado entre todos e exaltou os trabalhos do Brasil nesse sentido, ressaltando a importância da atuação da Polícia Federal.

“O Brasil tem expertise. Tem uma extraordinária Polícia Federal, tem muita experiência no combate às drogas, ao tráfico de armas. E é importante saber que parte das armas que chegam no Brasil saem dos Estados Unidos. É importante saber que tem lavagem de dinheiro que é feita em estados americanos”.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.