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Lenda do cinema, Chuck Norris morre aos 86 anos

O ator Chuck Norris em cena do filme 'McQuade, o lobo solitário' (1983) — Foto: Divulgação

O ator e artista marcial Chuck Norris morreu nesta sexta-feira (20), segundo a TMZ. Ele havia sido levado a um hospital após uma emergência médica registrada nesta semana na ilha de Kauai, no Havaí, ainda segundo o portal.

Ainda não há informações sobre a natureza do problema de saúde que o levou ao hospital.

Segundo o site a situação aconteceu de forma repentina. Na quarta-feira, Norris ainda treinava normalmente na ilha. Um amigo chegou a falar com ele por telefone no mesmo dia e disse que o ator estava bem disposto e até fazendo piadas.

Norris comemorou recentemente o aniversário. Para marcar a data, publicou nas redes sociais um vídeo em que aparece treinando com um instrutor.

g1

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Fórmula 1 cancela corridas de abril no Bahrein e na Arábia Saudita devido à guerra no Oriente Médio

Foto: Hollie Adams/Reuters

Os Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita na Fórmula 1 não serão realizados em abril devido ao conflito no Oriente Médio, anunciou a categoria neste sábado (14).

O anúncio já era amplamente esperado. O comunicado divulgado pela categoria — de propriedade da Liberty Media — e pela entidade reguladora Federação Internacional de Automobilismo (FIA), além dos promotores locais, informou que as corridas não serão substituídas no calendário do próximo mês.

Fontes da agência Reuters disseram que também é improvável que as provas sejam remarcadas para mais tarde neste ano, devido a questões logísticas e climáticas, embora o comunicado não tenha descartado explicitamente essa possibilidade. Com isso, o calendário deve ser reduzido de 24 para 22 corridas.

“Embora tenha sido uma decisão difícil de tomar, infelizmente é a correta neste momento, considerando a situação atual no Oriente Médio”, disse o diretor-executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali.

O circuito desértico de Circuito de Sakhir, no Bahrein, deveria receber a quarta etapa da temporada em 12 de abril, enquanto o circuito de rua Jeddah Corniche Circuit, na Arábia Saudita, sediaria a corrida no fim de semana seguinte.

g1

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EUA avaliam voltar a sancionar Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky

Foto: Antonio Augusto/STF

O governo do presidente Donald Trump estuda a possibilidade de voltar a aplicar sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com base na chamada Lei Magnitsky.

A informação é da colunista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Moraes chegou a ser sancionado pelo governo dos Estados Unidos em julho de 2025, medida que impôs restrições para uso de serviços de empresas americanas e determinou o congelamento de eventuais ativos e propriedades vinculadas ao ministro no país. A punição também foi estendida à advogada Viviane Barci de Moraes e a uma empresa ligada a ela, o Lex Instituto de Estudos Jurídicos. As sanções foram suspensas em dezembro do mesmo ano.

De acordo com informações obtidas junto a fontes ligadas ao governo americano, a possibilidade de retomar as punições voltou a ser discutida nos últimos meses dentro da administração Trump. O acompanhamento da atuação de Moraes estaria sob responsabilidade de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Recentemente, Moraes autorizou Beattie a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em uma ala do Complexo da Papuda, em Brasília. A visita faz parte da agenda do representante americano na capital federal, onde também deve se reunir com políticos de oposição.

Nos bastidores, uma das principais fontes de tensão entre Moraes e o governo Trump envolve a relação do ministro com grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos, conhecidas como “Big Techs”. Em 2024, Moraes determinou a suspensão da rede social X no Brasil por 39 dias, após disputas judiciais com a plataforma controlada pelo empresário Elon Musk.

A visão do ministro sobre a regulação das plataformas digitais também é alvo de críticas nos EUA. Em seu livro Democracia e Redes Sociais: Desafio de Combater o Populismo Digital Extremista, lançado em 2024, Moraes defende a criação de regras mais rígidas para responsabilizar empresas de redes sociais por conteúdos impulsionados por seus algoritmos. O governo americano avalia que esse tipo de abordagem pode representar riscos à liberdade de expressão e influenciar debates jurídicos em outros países.

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Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, é escolhido líder supremo do Irã

Foto: DPA / Picture Alliance via Reuters

O Irã elegeu Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, como novo líder supremo do país neste domingo (8), uma semana após o pai ser morto em ataque dos Estados Unidos e Israel.

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Irã impõe blackout de internet e deixa cidadãos sem informações sobre o conflito

Em meio ao conflito no Oriente Médio, a população do Irã enfrenta um severo bloqueio de internet que praticamente isolou os 90 milhões de habitantes do país do restante do mundo. O blackout, imposto pelo regime iraniano há mais de uma semana, reduziu a conectividade do país para apenas 1%, conforme mostram dados de monitoramento.

De acordo com informações obtidas pela CNN, no dia seguinte aos primeiros ataques entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, a internet ainda operava com 97% de normalidade. No entanto, a partir de 28 de fevereiro, a conectividade caiu drasticamente para cerca de 1% e permanece nesse patamar desde então.

Os relatos que chegam do país indicam que alguns iranianos conseguem se conectar brevemente pelo celular, mas a conexão dura apenas alguns minutos, tornando extremamente difícil o acesso a informações sobre o conflito, alertas de bombardeios e outras comunicações críticas. Esta situação tem forçado os cidadãos a retornarem à comunicação boca a boca, com pessoas informando umas às outras sobre os acontecimentos.

CNN

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Reino Unido, França e Alemanha se dizem prontos para agir com os EUA em intervenção contra o Irã

Ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul | Foto: REUTERS/Ints Kalnins

Líderes do Reino Unido, França e Alemanha afirmaram neste domingo (1º) que estão prontos para adotar medidas para proteger seus interesses e os de aliados no Oriente Médio, após classificarem como “indiscriminados e desproporcionais” os ataques com mísseis realizados pelo Irã.

O chamado E-3 declarou que poderá agir militarmente e que atuará em coordenação com os Estados Unidos e parceiros regionais.

A escalada ocorre após Estados Unidos e Israel iniciarem, no sábado (28), uma série de ataques contra o Irã em meio às tensões sobre o programa nuclear iraniano. Em resposta, Teerã lançou ações retaliatórias contra países da região que abrigam bases militares americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

Neste domingo, a mídia estatal iraniana anunciou a morte do líder supremo, Ali Khamenei, em ataques atribuídos a EUA e Israel. Após a confirmação, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian ameaçou uma ofensiva inédita, enquanto Donald Trump advertiu que qualquer nova retaliação será respondida “com uma força nunca antes vista”. As hostilidades seguem em andamento.

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Trump diz que 48 líderes foram mortos em ataques ao Irã

Foto: Win McNamee/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (1º), em entrevista à Fox News, que 48 líderes do Irã foram mortos em ataques conjuntos dos EUA e de Israel.

Segundo Trump, a ofensiva “avança rapidamente” e representa um sucesso após décadas de conflito. Ele acrescentou que os ataques continuarão de forma ininterrupta pelo tempo necessário para alcançar o que chamou de “paz no Oriente Médio e no mundo”.

Em publicação na rede Truth Social, Trump também comemorou a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, classificando o episódio como um ato de justiça.

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Ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, também foi morto em ataque conjunto dos EUA e Israel

Foto: Fatemeh Bahrami/Agência Anadolu

Mahmoud Ahmadinejad, que presidiu o Irã entre 2005 e 2013, morreu em um ataque aéreo atribuído a Israel e aos Estados Unidos, segundo informou neste domingo a Iranian Labor News Agency, ligada ao regime iraniano. A informação também foi confirmada pela DW (Deutsche Welle), mídia alemã.

De acordo com a agência, o bombardeio atingiu a residência do ex-presidente no bairro de Narnak, no nordeste de Teerã, e também matou seguranças que estavam no local. A imprensa iraniana afirmou que o ataque foi realizado com mísseis.

O jornal israelense Maariv relatou que Ahmadinejad estaria em prisão domiciliar no momento da ofensiva e que a ação teve como alvo direto sua casa.

Figura central do programa nuclear iraniano e conhecido pela retórica de confronto com o Ocidente, Ahmadinejad ganhou projeção internacional por declarações antissemitas e pela negação do Holocausto, sendo considerado um dos principais adversários de Israel durante seus dois mandatos.

Ao longo de seu mandato como presidente do Irã, manteve boas relações com o presidente Lula. Ahmadinejad foi recebido por Lula em 2009 no Brasil sob protestos de entidades judaicas e de defesa dos direitos humanos por declarações negando o Holocausto. Na mesma época, Lula também defendeu o direito do Irã de manter um programa nuclear em visita ao país do Oriente Médio.

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Trump fala em ataques sem precedentes caso haja retaliação do Irã: “Melhor que não façam isso”

Foto: Anadolu via Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu o Irã neste domingo (1º) contra novos ataques, após a ofensiva dos EUA e de Israel que matou o líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Em publicação na Truth Social, Trump afirmou que, se Teerã avançar, será atingido com “uma força nunca antes vista” e deu o recado: “Melhor que não façam isso”

A ameaça veio após a resposta iraniana aos ataques iniciais de sábado, com o lançamento de centenas de mísseis e drones contra alvos americanos e israelenses, além de países árabes aliados a Washington. O movimento provocou cancelamentos generalizados de voos no Oriente Médio.

As Forças Armadas israelenses informaram que detectaram novos mísseis disparados do Irã neste domingo, com sirenes acionadas no centro do país e alertas para a população buscar abrigo. Explosões também foram registradas em Dubai e Doha pelo segundo dia seguido.

No Bahrein, sirenes foram acionadas e autoridades pediram calma à população. Imagens geolocalizadas mostraram fumaça no aeroporto de Erbil, no norte do Iraque, onde também foram ouvidas explosões.

Teerã afirmou que os ataques a países vizinhos são retaliação direta às ofensivas dos EUA e de Israel e reiterou que continuará mirando bases americanas na região.

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Espaço aéreo do Irã fica vazio após ataques dos EUA e Israel

A plataforma de rastreamento de aviões FlightRadar mostra o espaço aéreo do Irã completamente vazio depois dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao país neste sábado (28). Companhias aéreas confirmaram o cancelamento de voos que cruzariam a região, inclusive saindo do Brasil.

A operação ocorre após semanas de negociações entre os EUA e o Irã na tentativa de fechar um acordo que limite ou encerre o programa nuclear iraniano. O presidente Donald Trump informou que o objetivo é “defender o povo americano”. Militares dos EUA afirmam que ação pode durar dias. O Pentágono classificou a operação como “fúria épica”.

Israel acionou sirenes de alerta em diversas áreas e também fechou seu espaço aéreo, suspendendo aulas e o deslocamento da população.

Espaço aéreo iraniano fechado após ataques — Foto: Reprodução/Flightradar

Tensão entre os EUA e o Irã

 

A última reunião entre os EUA e Irã para discutir o programa nuclear ocorreu na quinta (26), em Genebra.

Na ocasião, os enviados americanos avaliaram as negociações como positivas e acertaram de se encontrar na próxima segunda (2).

Entenda os motivos do conflito:

  • Os EUA querem que o Irã interrompa o enriquecimento de urânio, por temerem que o país construa uma bomba nuclear.
  • O governo iraniano afirma que o programa tem fins pacíficos, voltados à produção de energia.
  • Segundo a imprensa americana, os EUA também querem restringir o alcance dos mísseis balísticos iranianos e encerrar o apoio a grupos armados no Oriente Médio.
  • O Irã havia indicado que aceitava limitar o programa nuclear e que estava disposto a reduzir o nível de enriquecimento de urânio em troca do fim de sanções.
  • O governo do Irã prometeu uma resposta “feroz” a qualquer tipo de ataque dos EUA, mesmo que seja limitado, e já indicou que pode atingir bases militares americanas no Oriente Médio.

g1

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