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Justiça da Itália aceita extradição de Carla Zambelli; defesa diz que vai recorrer

Foto: Reprodução

A Justiça da Itália decidiu aceitar o pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL). A notificação foi enviada nesta quinta-feira (26) ao governo brasileiro. Segundo informações divulgadas pela CNN, a expectativa é que Zambelli retorne ao Brasil nas próximas semanas. A previsão é de que ela seja levada para a Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia.

A ex-parlamentar está presa na Itália desde 29 de julho de 2025. Segundo o STF, ela foi condenada em dois processos que, somados, resultaram em mais de 15 anos de prisão, além de perda do mandato, inelegibilidade e suspensão dos direitos políticos.

À CNN, a defesa de Carla Zambelli afirmou que pretende recorrer da decisão à Corte de Apelação italiana. Mesmo com o recurso, o processo ainda precisa passar pela análise do Ministério da Justiça da Itália, responsável por autorizar formalmente a extradição.

Após essa etapa, conforme o procedimento internacional, as autoridades italianas comunicam oficialmente o governo brasileiro. Segundo especialistas ouvidos pela imprensa, a Polícia Federal é quem organiza a logística da transferência da extraditada, que permanece sob custódia durante todo o processo.

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Trump anuncia trégua de 5 dias com o Irã após ‘conversas muito boas’ sobre fim da guerra

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma trégua de 5 dias com o Irã.Em post na rede Truth Social, Trump afirmou que representantes dos dois países tiveram “conversas muito boas e produtivas” no fim de semana e que ordenou o adiamento de qualquer ataque contra a infraestrutura energética iraniana.

“Tenho o prazer de informar que os Estados Unidos e o Irã tiveram, nos últimos dois dias, conversas muito boas e produtivas a respeito de uma resolução completa e total de nossas hostilidades no Oriente Médio. Com base no teor e no tom dessas conversas aprofundadas, detalhadas e construtivas, que continuarão ao longo da semana, instruí o Departamento de Guerra a adiar todos e quaisquer ataques militares contra usinas de energia e infraestrutura energética iranianas por um período de cinco dias, sujeito ao sucesso das reuniões e discussões em andamento”, declarou.

Pouco depois do post, o Irã negou conversas com EUA e disse que Trump recuou após ameaças de Teerã.

Segundo o site americano Axios, as negociações citadas por Donald Trump ao anunciar trégua com o Irã foram feitas por altos funcionários da Turquia, Egito e Paquistão com o enviado da Casa Branca, Steve Witkoff, e o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi.

A declaração ocorre um dia após a Guarda Revolucionária do Irã ameaçar fechar “completamente” o Estreito de Ormuz, e atacar as usinas de energia de Israel e aquelas que abastecem as bases americanas em toda a região do Golfo.

Foi uma resposta a Trump, que no sábado (21) falou em “obliterar” usinas de energia do Irã caso Teerã não reabrisse totalmente o estreito de Ormuz em até 48 horas. O prazo limite venceria por volta das 19h44, no horário de Brasília, desta segunda-feira.

Um ataque às instalações energéticas iranianas seria considerada uma escalada significativa na guerra que os dois países travam há mais de três semanas.

Trump dá ultimato para o regime dos aiatolás reabrir o estreito de Ormuz.

Em comunicado, a Guarda Revolucionária iraniana disse também que, em caso de ataque a essas instalações iranianas, eles irão:

  • “destruir completamente” empresas no Oriente Médio que tenham participação norte-americana;
  • considerar como “alvos legítimos” instalações de energia em países que abrigam bases dos EUA.

Antes da fala da Guarda Revolucionária, o governo iraniano já havia reagido por meio de outras autoridades à ameaça de Trump.

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, disse nas redes sociais que o país irá “destruir de forma irreversível” infraestruturas críticas e instalações de energia no Oriente Médio.

As Forças Armadas iranianas também afirmaram que o eventual indicado por Trump resultará em represálias contra todas as infraestruturas de energia pertencentes aos EUA na região serão alvo de uma eventual resposta de Teerã.

A reação menos inflamatória foi do embaixador iraniano na Organização Marítima Internacional (IMO), a agência marítima da ONU. Ali Mousavi afirmou que o estreito permanece fechado apenas para navios dos “inimigos do Irã” e que o Irã quer contribuir para a passagem segura das demais embarcações.

g1

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Trump ameaça destruir usinas do Irã se Estreito de Ormuz não for reaberto em 48h

Foto: Aaron Schwartz/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra o Irã e fez uma ameaça direta neste sábado (21): destruir usinas de energia do país caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto em até 48 horas. A declaração foi publicada na rede Truth Social e intensifica ainda mais o clima de tensão no Oriente Médio.

Estreito de Ormuz é uma das principais rotas energéticas do planeta, por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo mundial. O bloqueio da região, promovido pelo Irã após ataques dos EUA e de Israel, já provoca preocupação global com impactos diretos nos preços dos combustíveis e na economia internacional.

Na prática, o estreito é vital para o escoamento da produção de países como Arábia Saudita, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes Unidos. Com a rota comprometida, o risco de desabastecimento e alta generalizada nos preços ganha força — inclusive no Brasil, que já sente reflexos da crise no diesel e na gasolina.

O cenário se agrava com a escalada militar. Neste sábado, mísseis iranianos atingiram cidades no sul de Israel, deixando mais de 100 feridos. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reagiu afirmando que o país seguirá atacando seus inimigos “em todas as frentes”.

Com ameaças diretas entre potências e ataques em andamento, o conflito entra em um novo patamar e amplia o risco de uma crise internacional de grandes proporções, com efeitos imediatos na segurança global e no bolso da população.

Com informações do Metrópoles

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Lenda do cinema, Chuck Norris morre aos 86 anos

O ator Chuck Norris em cena do filme 'McQuade, o lobo solitário' (1983) — Foto: Divulgação

O ator e artista marcial Chuck Norris morreu nesta sexta-feira (20), segundo a TMZ. Ele havia sido levado a um hospital após uma emergência médica registrada nesta semana na ilha de Kauai, no Havaí, ainda segundo o portal.

Ainda não há informações sobre a natureza do problema de saúde que o levou ao hospital.

Segundo o site a situação aconteceu de forma repentina. Na quarta-feira, Norris ainda treinava normalmente na ilha. Um amigo chegou a falar com ele por telefone no mesmo dia e disse que o ator estava bem disposto e até fazendo piadas.

Norris comemorou recentemente o aniversário. Para marcar a data, publicou nas redes sociais um vídeo em que aparece treinando com um instrutor.

g1

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Fórmula 1 cancela corridas de abril no Bahrein e na Arábia Saudita devido à guerra no Oriente Médio

Foto: Hollie Adams/Reuters

Os Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita na Fórmula 1 não serão realizados em abril devido ao conflito no Oriente Médio, anunciou a categoria neste sábado (14).

O anúncio já era amplamente esperado. O comunicado divulgado pela categoria — de propriedade da Liberty Media — e pela entidade reguladora Federação Internacional de Automobilismo (FIA), além dos promotores locais, informou que as corridas não serão substituídas no calendário do próximo mês.

Fontes da agência Reuters disseram que também é improvável que as provas sejam remarcadas para mais tarde neste ano, devido a questões logísticas e climáticas, embora o comunicado não tenha descartado explicitamente essa possibilidade. Com isso, o calendário deve ser reduzido de 24 para 22 corridas.

“Embora tenha sido uma decisão difícil de tomar, infelizmente é a correta neste momento, considerando a situação atual no Oriente Médio”, disse o diretor-executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali.

O circuito desértico de Circuito de Sakhir, no Bahrein, deveria receber a quarta etapa da temporada em 12 de abril, enquanto o circuito de rua Jeddah Corniche Circuit, na Arábia Saudita, sediaria a corrida no fim de semana seguinte.

g1

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EUA avaliam voltar a sancionar Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky

Foto: Antonio Augusto/STF

O governo do presidente Donald Trump estuda a possibilidade de voltar a aplicar sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com base na chamada Lei Magnitsky.

A informação é da colunista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Moraes chegou a ser sancionado pelo governo dos Estados Unidos em julho de 2025, medida que impôs restrições para uso de serviços de empresas americanas e determinou o congelamento de eventuais ativos e propriedades vinculadas ao ministro no país. A punição também foi estendida à advogada Viviane Barci de Moraes e a uma empresa ligada a ela, o Lex Instituto de Estudos Jurídicos. As sanções foram suspensas em dezembro do mesmo ano.

De acordo com informações obtidas junto a fontes ligadas ao governo americano, a possibilidade de retomar as punições voltou a ser discutida nos últimos meses dentro da administração Trump. O acompanhamento da atuação de Moraes estaria sob responsabilidade de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Recentemente, Moraes autorizou Beattie a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em uma ala do Complexo da Papuda, em Brasília. A visita faz parte da agenda do representante americano na capital federal, onde também deve se reunir com políticos de oposição.

Nos bastidores, uma das principais fontes de tensão entre Moraes e o governo Trump envolve a relação do ministro com grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos, conhecidas como “Big Techs”. Em 2024, Moraes determinou a suspensão da rede social X no Brasil por 39 dias, após disputas judiciais com a plataforma controlada pelo empresário Elon Musk.

A visão do ministro sobre a regulação das plataformas digitais também é alvo de críticas nos EUA. Em seu livro Democracia e Redes Sociais: Desafio de Combater o Populismo Digital Extremista, lançado em 2024, Moraes defende a criação de regras mais rígidas para responsabilizar empresas de redes sociais por conteúdos impulsionados por seus algoritmos. O governo americano avalia que esse tipo de abordagem pode representar riscos à liberdade de expressão e influenciar debates jurídicos em outros países.

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Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, é escolhido líder supremo do Irã

Foto: DPA / Picture Alliance via Reuters

O Irã elegeu Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, como novo líder supremo do país neste domingo (8), uma semana após o pai ser morto em ataque dos Estados Unidos e Israel.

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Irã impõe blackout de internet e deixa cidadãos sem informações sobre o conflito

Em meio ao conflito no Oriente Médio, a população do Irã enfrenta um severo bloqueio de internet que praticamente isolou os 90 milhões de habitantes do país do restante do mundo. O blackout, imposto pelo regime iraniano há mais de uma semana, reduziu a conectividade do país para apenas 1%, conforme mostram dados de monitoramento.

De acordo com informações obtidas pela CNN, no dia seguinte aos primeiros ataques entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, a internet ainda operava com 97% de normalidade. No entanto, a partir de 28 de fevereiro, a conectividade caiu drasticamente para cerca de 1% e permanece nesse patamar desde então.

Os relatos que chegam do país indicam que alguns iranianos conseguem se conectar brevemente pelo celular, mas a conexão dura apenas alguns minutos, tornando extremamente difícil o acesso a informações sobre o conflito, alertas de bombardeios e outras comunicações críticas. Esta situação tem forçado os cidadãos a retornarem à comunicação boca a boca, com pessoas informando umas às outras sobre os acontecimentos.

CNN

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Reino Unido, França e Alemanha se dizem prontos para agir com os EUA em intervenção contra o Irã

Ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul | Foto: REUTERS/Ints Kalnins

Líderes do Reino Unido, França e Alemanha afirmaram neste domingo (1º) que estão prontos para adotar medidas para proteger seus interesses e os de aliados no Oriente Médio, após classificarem como “indiscriminados e desproporcionais” os ataques com mísseis realizados pelo Irã.

O chamado E-3 declarou que poderá agir militarmente e que atuará em coordenação com os Estados Unidos e parceiros regionais.

A escalada ocorre após Estados Unidos e Israel iniciarem, no sábado (28), uma série de ataques contra o Irã em meio às tensões sobre o programa nuclear iraniano. Em resposta, Teerã lançou ações retaliatórias contra países da região que abrigam bases militares americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

Neste domingo, a mídia estatal iraniana anunciou a morte do líder supremo, Ali Khamenei, em ataques atribuídos a EUA e Israel. Após a confirmação, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian ameaçou uma ofensiva inédita, enquanto Donald Trump advertiu que qualquer nova retaliação será respondida “com uma força nunca antes vista”. As hostilidades seguem em andamento.

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Trump diz que 48 líderes foram mortos em ataques ao Irã

Foto: Win McNamee/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (1º), em entrevista à Fox News, que 48 líderes do Irã foram mortos em ataques conjuntos dos EUA e de Israel.

Segundo Trump, a ofensiva “avança rapidamente” e representa um sucesso após décadas de conflito. Ele acrescentou que os ataques continuarão de forma ininterrupta pelo tempo necessário para alcançar o que chamou de “paz no Oriente Médio e no mundo”.

Em publicação na rede Truth Social, Trump também comemorou a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, classificando o episódio como um ato de justiça.

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