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Ministros do G7 reafirmam compromisso em pressionar Rússia e apoiar Ucrânia

Os ministros das Finanças do G7 reiteraram hoje (13) o “firme compromisso” de apoiar economicamente a Ucrânia e continuar a aplicar sanções à Rússia, segundo a declaração final da reunião de três dias em Niigata, no Japão.

G7, grupo dos países mais industrializados do mundo, “vai continuar a dar resposta às necessidades de financiamento de curto prazo da Ucrânia”, bem como apoiar “os esforços conjuntos para reparar as suas infraestruturas críticas” e ajudar os países vizinhos afetados pelo fluxo de refugiados, referiu a declaração conjunta adotada no final da reunião dos ministros das Finanças, em Niigata, na costa oeste nipónica.

O texto também sublinha a “vontade inabalável” do G7 de impor sanções e outras medidas à Rússia “para minar a sua capacidade de conduzir a guerra” e “contrariar qualquer tentativa de contornar” estas ações restritivas.

Notícia1Minuto

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Charles 3º assume trono com fortuna estimada em £ 1,81 bi

Foto: Reprodução/YouTube

O rei Charles 3º será coroado neste sábado (6.mai.2023) com uma riqueza estimada em £ 1,81 bilhão (cerca de R$ 11,33 bilhões, na cotação atual). De acordo com o levantamento do jornal britânico Guardian, a fortuna do monarca é “em grande parte escondida do público e é impossível saber o valor total de sua propriedade“.

Depois da morte de sua mãe, rainha Elizabeth 2ª, em 8 de setembro de 2022, Charles herdou, entre outros itens, obras de arte, joias e propriedades. Segundo o Guardian, tudo foi repassado ao rei com imunidade total do imposto sobre herança cobrado no Reino Unido. Ele está no posto desde 10 de setembro de 2022.

Desde presentes oficiais de Estado listados como posse do rei até propriedades privadas hereditárias da família real, grande parte da riqueza de Charles 3º vem de sua atuação pública como integrante da realeza.

Poder360

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Bebê indiano nasce com terceira mão nas costas

Um bebê que nasceu em um hospital de Rajasthan, na Índia, surpreendeu aos pais e médicos ao nascer com uma terceira mão, posicionada nas costas. As imagens divulgadas nas redes sociais mostram que a criança também apresenta má formação em outras partes do corpo, especialmente na região dos dedos.

Segundo o jornal britânico “Daily Mial”, os médicos que atenderam o bebê diagnosticaram polimelia, um fenômeno raro e pouco relatado na literatura médica.

Os especialistas, porém, não informaram se a criança vai passar por algum procedimento cirúrgico.

Em 2016, uma menina da cidade de Delhi nasceu com uma perna extra nas costas. Nesse caso, os médicos do Hospital Govind Ballabh Pant conseguiram realizar a amputação com sucesso.

ExtraGlobo

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Cientistas descobrem ‘fórmula’ para atrasar envelhecimento em 80%

O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO E AS MUDANÇAS NO CORPO - LifeStars
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego (EUA), descobriu como aumentar a longevidade de leveduras, tipo de células fúngicas, em até 82%. A partir desse resultado, os cientistas querem aplicar os mesmos efeitos em células humanas.

A pesquisa, publicada no periódico científico Science, mostrou que as células não envelhecem da mesma maneira. Assim, os estudiosos resolveram alternar os mecanismos de deterioração celular e religá-los geneticamente.

De acordo com os cientistas, as células passam por mudanças moleculares até sua degeneração e morte.

Entretanto, esse envelhecimento pode ocorrer de duas maneiras: metade das células passa por esse processo devido à deterioração do DNA, e a outra metade, devido à deterioração das mitocôndrias, responsáveis pela energia celular.

A partir daí, eles projetaram uma forma de interromper esse processo.

Por meio de um circuito, chamado de oscilador de gene, os pesquisadores levaram as células da levedura Saccharomyces cerevisiae a alternar entre os dois estados de envelhecimento, de modo que não permanecessem em uma ligação prolongada em cada um, retardando assim o processo degenerativo.

Antes de realizarem o procedimento nas partículas, os cientistas fizeram testes por meio de programas de computador que simularam as intervenções.

Como resultado, eles puderam aumentar drasticamente a expectativa de vida celular, o que estabeleceu um novo recorde de extensão de vida ocasionada por intervenções químicas e genéticas.

“Esta é a primeira vez que a biologia sintética guiada por computadores e os princípios de engenharia foram usados para redesenhar circuitos de genes para reprogramar o processo de envelhecimento e promover efetivamente a longevidade”, disse Nan Hao, autor principal do estudo.

Agora, os pesquisadores estão expandindo seus estudos para células humanas, como células-tronco e neurônios.

R7

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OMS decreta fim da pandemia de Covid-19 após três anos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta sexta-feira, 5, o fim da pandemia do coronavírus no planeta. O alerta havia sido decretado pela entidade em janeiro de 2020, quando o número de casos e mortes começou a explodir na China. “É com grande esperança que declaramos que a covid-19 não é mais uma emergência global”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom.
Brasil viu escalada na ocupação de leitos em 2020 e 2021 por causa da covid Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Nos últimos três anos, a doença causada pelo vírus Sars-CoV-2 provocou mais de 764 milhões de casos e 20 milhões de infecções – especialistas apontam ainda que a quantidade está bastante subnotificada. O Brasil foi um dos países mais afetados pela nova doença.

A alteração do status foi possível graças ao avanço da vacinação. O desenvolvimento do imunizante, fruto de um esforço científico global sem precedentes, ocorreu em tempo recorde. As primeiras doses começaram a ser dadas em dezembro de 2020 – no Brasil, a aplicação começou só no mês seguinte.

Embora a emergência planetária tenha acabado, alerta Adhanom, o surgimento de novas variantes ainda é uma preocupação.

Estadão

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Endividamento atinge 78,3% das famílias brasileiras, diz CNC

A parcela de famílias brasileiras com dívidas (em atraso ou não) chegou a 78,3% em abril deste ano. A taxa é a mesma observada no mês anterior, mas está acima dos 77,7% de abril de 2022.

Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quinta-feira (4), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A previsão é que o percentual de 78,3% se mantenha nos próximos dois meses e suba para 78,4% em julho, segundo a CNC.

A pesquisa indica que a parcela de inadimplentes – aqueles que têm contas ou dívidas em atraso –, chegou a 29,1% das famílias do país, abaixo dos 29,4% de março, mas acima dos 28,6% de abril de 2022. O aumento ocorreu principalmente na classe média.

Aqueles que não terão condição de pagar suas dívidas somaram 11,6%, percentual superior aos 11,5% de março e aos 10,9% de abril do ano anterior. “Quem tem dívidas atrasadas há mais tempo segue enfrentando dificuldade de sair da inadimplência em função dos juros elevados, que pioram as despesas financeiras”, destaca a economista da CNC Izis Ferreira.

A cada 100 consumidores inadimplentes em abril, 45 estavam com atrasos por mais de três meses. Segundo a Peic, muitos consumidores têm recorrido ao crédito pessoal, modalidade em que os juros tiveram o menor crescimento (média de 42% ao ano), para pagar dívidas mais caras, como do cartão rotativo, por exemplo.

Do total de consumidores endividados, 86,8% têm dívidas no cartão de crédito e 9% com crédito pessoal. O uso dessa modalidade de crédito é o maior em um ano, enquanto o do crédito pessoal supera os últimos seis meses, de acordo com a CNC.

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No ranking mundial da liberdade de imprensa, Brasil perde até para a Ucrânia

Foto: Reprodução

O Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa 2023, da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), aponta o Brasil como o 92º numa lista de 180 países no quesito condições para o exercício do jornalismo. Segundo a organização, a liberdade de jornalistas é maior na Ucrânia, em plena guerra, por exemplo, do que no Brasil sob o novo governo do presidente Lula (PT).

O ranking ainda não considera a investida do Projeto da Censura, projeto de lei 2630, que lulistas tentaram aprovar esta semana na Câmara dos Deputados, sem sucesso.

A avaliação da RSF tem o propósito de comparar os níveis de liberdade jornalística entre 180 nações. Para isso, a organização leva em consideração “a habilidade de jornalistas, como indivíduos e coletivo, de selecionar, produzir e disseminar notícias de interesse público independente de interferência política, econômica, legal e social e na ausência de ameaça à segurança física e mental”.

Segundo a RSF, a saída do ex-presidente Jair Bolsonaro do comando do Brasil e a posse Lula restauraram “a estabilidade às relações entre a mídia e o governo”. Ainda assim, a violência contra jornalistas, a concentração do controle da mídia e efeitos da desinformação, diz a ONG, são desafios para a liberdade no Brasil.

No topo do ranking, Noruega, Irlanda e Dinamarca lideram a liberdade de imprensa no mundo. Os EUA ocupam a 45ª posição.

Na rabeira, Coreia do Norte (180º), China (179º), aliada de primeira hora do novo governo petista, e Vietnã (178º) são o paraíso da censura, segundo a RSF. Outros países elogiados por membros da administração petista, como Cuba (172º), Rússia (164º) e Venezuela (159º) também constam na parte inferior do ranking da liberdade 2023.

Diário do Poder

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OMS se reúne para decidir possível fim da emergência da Covid-19 nesta quinta

A Organização Mundial da Saúde se reúne nesta quinta-feira (4) em Genebra para decidir se a covid-19 ainda é uma pandemia. Mas especialistas e mesmo membros da entidade alertam que, seja qual for a decisão, o vírus não irá desaparecer e que governos e sociedades terão de conviver com a nova doença que matou milhões de pessoas pelo mundo, desde 2020.

A OMS já deixou claro que não há ainda uma previsão sobre quando o anúncio da decisão do comitê seria feito. Tradicionalmente, a agência revela o conteúdo das deliberações dois ou três dias após a conclusão das discussões.
Colunistas do UOL

O encontro dos especialistas foi o mesmo que, no final de janeiro de 2020, decretou a emergência global. Hoje, muitos deles admitem que aquela decisão não mobilizou os governos, como se esperava.

No começo do ano, o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, afirmou que esperava que o fim da emergência pudesse ser declarado em 2023. A declaração significaria que a covid-19 não seria mais uma ameaça internacional.

Um dos critérios avaliados nesta quinta-feira deverá ser a capacidade de controlar o número de mortes. Ainda que muitas medidas de proteção tenham sido abandonadas por dezenas de governos, a OMS insiste que milhares de pessoas ainda morrem todas as semanas no mundo por conta da covid-19. No auge da crise, mais de 50 mil pessoas perdiam a vida a cada sete dias.

Globalmente, quase 2,8 milhões de novos casos e mais de 16.000 mortes foram notificados nos últimos 28 dias (27 de março a 23 de abril de 2023), uma redução de 23% e 36%, respectivamente, em comparação com os 28 dias anteriores.

Ao contrário da tendência geral, aumentos nos casos notificados e nas mortes continuaram a ser observados nas regiões do Sudeste Asiático e do Mediterrâneo Oriental e em vários países individuais em outros lugares.

Até 23 de abril de 2023, a covid-19 tinha contaminado oficial mais de 764 milhões de pessoas, com 6,9 milhões de mortes.

Apesar da esperança da OMS, a entidade deixa claro que o vírus “não vai sumir”. Segundo Tedros, governos terão de aprender a conviver com a doença. “O vírus chegou para ficar. A questão é como vamos administrá-lo. Temos os instrumentos e conhecemos ele melhor. Mas também temos uma maior imunidade populacional, seja pela vacina ou por contaminação”, disse o diretor da agência.

“Está em nossas mãos acabar com a pandemia”, afirmou. Para ele, o mundo deve focar nos grupos mais vulneráveis, principalmente idosos.

Para Maria van Kerkhove, diretora técnica da OMS, o mundo está começando o quarto ano do vírus com a constatação de que ele não irá desaparecer.

Já Mike Ryan, diretor de operações da OMS, sistemas de saúde precisam estar preparados para lidar com a covid-19 como parte de sua estratégia constante de serviços. “A história mostra que o vírus que gera uma pandemia só irá desaparecer com um novo vírus ou nova pandemia”, completou.

Jamil Chade – UOL

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EUA deixarão de exigir vacina contra covid-19 para viajantes em 11 de maio


Foto: Stefani Reynolds/AFP

A Casa Branca anunciou, nesta segunda-feira, que em 11 de maio encerrará a obrigatoriedade de apresentação de comprovante de vacina contra a covid-19 para viajantes e funcionários do governo dos Estados Unidos.

“Hoje anunciamos que o governo acabará com a exigência de vacina contra a covid-19 para funcionários federais, contratados e viajantes aéreos até o final de 11 de maio, mesmo dia em que termina a emergência de saúde pública da covid-19”, informou o governo em comunicado.

Mais de um milhão de pessoas morreram de covid-19 nos Estados Unidos. No entanto, a Casa Branca disse que a pandemia praticamente foi contida, levando o governo a suspender as restrições que estavam em vigor enquanto a doença se espalhava por comunidades inteiras e forçava a paralisia econômica.

“Desde janeiro de 2021, as mortes por covid-19 caíram 95% e as hospitalizações caíram perto de 91%. Globalmente, as mortes relacionadas à covid estão em seus níveis mais baixos desde o início da pandemia”, acrescentou o comunicado.

De acordo com a Casa Branca, “os requisitos da vacina reforçaram a vacinação em todo o país e nossa extensa campanha de vacinação salvou milhões de vidas”.

Embora a exigência de vacinação para estrangeiros a bordo de voos com destino aos Estados Unidos fosse uma prática comum em muitos países, a vacinação obrigatória para funcionários do governo às vezes provocava forte reação política em casa.

Além de acabar com as regras de vacinação, o presidente Joe Biden anunciou em abril que estava declarando oficialmente o fim da emergência nacional de saúde que por mais de três anos sustentou uma série de ações extraordinárias do governo.

O Globo

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Economista Santiago Peña é eleito presidente do Paraguai

Foto: Reprodução

O economista Santiago Peña, de 44 anos, foi eleito neste domingo (30.abr.2023) como novo presidente do Paraguai. Ele terá mandato de 5 anos. O Poder360 já havia adiantado que Peña era o candidato favorito a ganhar as eleições.

Integrante do Partido Colorado, Penã foi eleito com 43% dos votos válidos. O 2º colocado, Efraín Alegre, do Partido Liberal Radical Autêntico e candidato da coligação Concertación Nacional, recebeu 27,5% votos. Nas pesquisas eleitorais os 2 candidatos apareciam tecnicamente empatados.

A eleição do economista neste domingo (30.abr) consolida a hegemonia do Partido Colorado no governo paraguaio.

A legenda de centro-direita foi criada em 1887. Comandou o Paraguai por mais de 30 anos desde a redemocratização do país em 1989. As únicas exceções foram os ex-presidentes Fernando Lugo, que liderou o Paraguai de 2008 a 2012, e Federico Franco, que chefiou o Palácio de los López de 2012 a 2013.

Poder360

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