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Prefeita de Cruz do Espírito Santo é investigada pelo MPPB por suposto desvio de dinheiro público

Em Cruz do Espírito Santo/PB – Prefeita anuncia pagamento antecipado dos servidores municipais; Confira!

A promotora de Justiça, Anita Bethania Silva da Rocha abriu um inquérito para apurar suposto enriquecimento ilícito, através do desvio de dinheiro público, prefeita de Cruz do Espírito Santo, Aliny Povão.

A medida foi publicada na edição da última sexta-feira (2), do Diário Oficial do Ministério Público da Paraíba. De acordo com o documento, a suposta prática pode ser indicativo de ato de improbidade administrativa.

A publicação  não trouxe mais detalhes sobre as supostas irregularidades e nem se teriam causado prejuízo aos cofres públicos municipais.

Veja documento:

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Ministério Público abre investigação contra hipermercado em João Pessoa por vender alimentos vencidos; veja documento

O Ministério Público da Paraíba decidiu instaurar um procedimento administrativo sancionatório contra o Bompreço Supermercados do Nordeste LTDA por comercializar alimentos com a data de validade vencida. A empresa tem dez dias para apresentar a sua defesa.

Um procedimento administrativo sancionatório é um processo administrativo por meio do qual são apuradas infrações às normas de defesa do consumidor e que poderá resultar, se confirmada a existência da infração, na aplicação de sanções (penalidades) ao fornecedor.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, a empresa localizada no Parque Solón de Lucena, já havia sido autuada pelo fato. A empresa deve pagar uma multa.

O BomPreço começou a notificar os lojistas que ocupam espaços na loja da BR-230, entre João Pessoa e Cabedelo, para desocuparem as lojas. O grupo Big Brasil, dono do Big Bompreço, foi vendido ao Carrefour.

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MPPB

MP propõe termo para reordenar quiosques na orla de João Pessoa

Quiosques da orla marítima terão gás natural canalizado – PBGÁS
O Ministério Público da Paraíba instaurou, em março deste ano, o Inquérito Civil Público para viabilizar, junto ao Município de João Pessoa, a implementação do projeto de requalificação da orla marítima dos bairros de Cabo Branco e Tambaú.

O procedimento foi instaurado pela 43ª promotora de Justiça de João Pessoa, Cláudia Cabral, com foco na proteção do meio ambiente e dos recursos naturais decorrentes do uso e exploração das praias. O IC resultará, nos próximos dias, na celebração do termo de ajustamento de conduta entre o MPPB e o Município de João Pessoa.

“O objetivo do Ministério Público é o reordenamento da orla, dos quiosques e das ilhas com foco no desenvolvimento sustentável, combatendo e minimizando a degradação ambiental em todas as suas formas de poluição e degradação ambiental, com vistas a entregar à sociedade, especialmente, às gerações futuras uma orla sustentável em todos os aspectos, inclusive, de segurança ambiental”, explicou a representante do MPPB.

De acordo com a promotora, nos autos do IC foram realizados, mediante requisição ministerial ao município de João Pessoa, um estudo e um levantamento descritivo e quantitativo do local, identificando a existência de 92 quiosques em exploração comercial e, consequentemente, os pontos de vulnerabilidade socioambiental ali existentes, além de dimensionar a prática da responsabilidade corporativa dos empreendimentos turísticos frente à degradação ambiental.

“Nesse viés, o Ministério Público, objetivando ao final a assinatura de um termo de ajustamento de conduta com o Município, também, se reuniu com os atuais quiosqueiros e com a associação dos microempresários da orla marítima de João Pessoa (Ameomar), com vistas a ouvi-los, e também, visando posicioná-los acerca das obrigações e deveres decorrentes do projeto de requalificação, especificamente, no que tange à necessidade de adequação dos mesmos às novas regras que serão implementadas, após a assinatura do TAC”, explicou, avaliando que a reunião foi “extremamente, transparente e produtiva envolvendo esses atores na implantação da requalificação da orla.

A reunião foi realizada em um dos quiosques instalados na orla da capital e contou com a participação dos representantes do Poder Legislativo, os vereadores Bruno Farias e Odon Bezerra.

“Sabemos que o turismo é a porta de entrada para o desenvolvimento socioeconômico, entretanto, a sustentabilidade não pode ser em hipótese alguma negociada, ao contrário, deve ser o pilar de proteção do meio ambiente e dos usos dos recursos naturais, a fim de que a satisfação das necessidades do presente não comprometa a satisfação das necessidades das gerações futuras”, finalizou a promotora de Justiça, Cláudia Cabral.

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MP vai investigar construções de ‘espigões’ na orla de João Pessoa; entenda

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) atendeu solicitação da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional paraíba (OAB-PB), e instaurou Inquérito Civil para investigar a construção irregular de prédios licenciados pela Sudema (Superintendência de Administração do Meio Ambiente) e pela secretaria municipal de Planejamento (Seplan) na orla marítima de João Pessoa.

O presidente da OAB-PB, Harrison Targino, explicou que o expediente da Seccional junto ao MPPB foi motivado por denúncias na Comissão de Direito Ambiental da Ordem relativas ao suposto descumprimento de dispositivo da Constituição Estadual que proíbe construções acima de determinado patamar, os chamados espigões, na orla da capital.

“Em face desta preocupação, a OAB-PB requereu a abertura do procedimento no Ministério Público para que possa ser averiguada a extensão do que tem sido autorizado e evitar que proceda qualquer agressão às normas urbanísticas e ambientais existentes na legislação municipal e legislação estadual”, destaco Harrison Targino.

Na instauração do inquérito, o Ministério Público estabeleceu um prazo de 10 dias úteis, a contar do último 18 de maio, para que a Sudema apresente manifestação acerca das edificações localizadas na Orla marítima de João Pessoa com indícios de desconformidade quanto a altura máxima permitida.

Também determinou que a Seplan “ofereça manifestação acerca dos critérios e parâmetros de cálculo do gabarito de construção de edificações na orla marítima de João Pessoa e forneça a lista atualizada dos edifícios em construção ou já construídos, bem como os pertinentes documentos que se reportem a medidas de fiscalização, repressão e regularização eventualmente já adotadas ou por adotar”.

MaisPB

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Após casos de síndromes gripais, MP proíbe fogueiras em Campina Grande

O Ministério Público da Paraíba proibiu as fogueiras, os fogos e as bombas durante todo o mês de junho na cidade de Campina Grande.

Embora os efeitos adversos dessas tradições seja um assunto em pauta há alguns anos, agora a Paraíba vive uma situação delicada em relação ao grande número de pessoas infectadas com alguma síndrome gripal.

“Não tem condição de acender uma fogueira, não tem condições de soltar os fogos por uma questão de saúde pública. Estamos vivendo uma crise grande de síndromes gripais, nossos postos de saúde e hospitais estão lotados de pessoas com problemas respiratórios e essa fumaça iria agravar essa situação”, justificou a coordenadora de Meio Ambiente de Campina Grande, Lilian Arruda.

A medida é válida apenas para as áreas urbanas, ou seja, nos sítios e fazendas afastados do perímetro urbano, as práticas continuam permitidas.

Desde 2004 a Associação Campinense de Pneumologia, hospitais e Infraero pressiona o Ministério Público e a Prefeitura de campina Grande a coibir a prática.

O Código do Meio Ambiente de Campina Grande proíbe fogueiras em ruas asfaltadas e até 200 metros de qualquer estabelecimento de uso coletivo.

clickPB

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MP investiga contratação de servidores fantasmas em três cidades da Paraíba

MPPB terá concurso público com 11 vagas para servidores – Politica & ETC

O Ministério Público da Paraíba está investigando a contratação de funcionários fantasmas nos municípios de Juarez Távora, Santana dos Garrotes e Aguiar. As promotorias regionais receberam denúncia contra as respectivas administrações municipais e abriu inquérito civil para apurar os fatos.

Nas cidades de Aguiar e Santana dos Garrotes, as denúncias estão sendo investigadas na 2ª Promotoria de Justiça de Piancó, pela promotora Bruna Marcela Nóbrega Barbosa Lima.

“A ação Civil Pública tendente a coibir as práticas despidas de legalidade e responsabilizar, na forma da lei, quem às mesmas houver dado origem ou perpetuidade e a ressarcir o erário de eventual dano”, diz a magistrada nas ações.

Em Juarez Távora, quem investiga a contratação de servidores fantasmas é a promotora Erika Bueno Muzzi. Ela solicitou a “frequência e demais comprovações do exercício da função de auxiliar de classe no período do contrato juntado aos autos” para comprovar a existência da servidora.

Clickpb

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Casal Braiscompany enganava investidores compartilhando vida de luxo nas redes sociais, diz MP

Ainda na ação, o MPPB lembra que o casal Antônio Neto e Fabrícia Campos usava suas vidas pessoais como estratégia de marketing para promover a empresa, compartilhando em suas redes sociais viagens a destinos paradisíacos, usando jatinhos, exibindo carros e marcas de luxo, imóveis de grande valia, passando a mensagem de que toda aquela riqueza foi alcançada a partir da utilização do modelo de negócios que comercializavam.

“Uma ação orquestrada para ludibriar o consumidor que, na maioria das vezes, não tem acesso a nenhum desses itens”, diz trecho da peça ministerial.

MPPB ajuíza ação contra Braiscompany e seus sócios

Chaves de carros de luxo são apreendidas durante nova operação da PF contra Braiscompany

Pirâmide financeira e desfazimento patrimonial

Para o MPPB, o empreendimento da Braiscompany possui características essenciais basilares a uma pirâmide, em especial a promessa de rendimentos anormalmente altos, a agressiva captação de clientes e a forte evidência de que os resultados da empresa se devem muito mais aos aportes financeiros dos contratantes que chegaram em momento posterior, do que à receita gerada pela atividade negocial desenvolvida. Por este motivo e outros, um dos pedidos do MPPB foi a desconsideração da personalidade jurídica da empresa em busca da verdade real dos fatos.

O Ministério Público também apurou que a Braiscopany promoveu um desfazimento patrimonial, quando, por exemplo, transferiu um jato de dois motores, modelo 400A, em meio às acusações de fraude. A aeronave custa, em média, R$ 5 milhões. Na ação cautelar 0807241-09.2023.8.15.2001, ajuizada pelo MPPB, em 16 de fevereiro deste ano, foi requerido o bloqueio de R$ 45,1 milhões, verificando-se a insuficiência do saldo nas contas, restando bloqueados a quantia irrisória de R$ 200,07, em contas do casal.

Blog do BG PB

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MPPB ajuíza ação contra Braiscompany e seus sócios

O Ministério Público da Paraíba ajuizou, nessa quinta-feira (18), uma Ação Civil Pública, junto à 11ª Vara Cível de João Pessoa, contra o grupo econômico da Braiscompany (seis empresas), além de seus sócios administradores, Antônio Inácio da Silva Neto e Fabricia Farias Campos. O MPPB requereu a manutenção das medidas já solicitadas e deferidas em ação cautelar e já deferidas e fez novos pedidos, incluindo a desconsideração da personalidade jurídica das empresas, a reparação integral dos danos causados aos consumidores individuais já identificados e outros identificáveis de acordo com com valores aplicados na celebração de contratos e a condenação por dano moral.

De acordo com a ação, ajuizada pelo promotor de Justiça, Romualdo Tadeu de Araújo Dias, diretor-geral do MP-Procon, além da Braiscompany, estão sendo processadas as empresas: Braistech Centro de Inovação e Tecnologia (Centro, Campina Grande/PB), a Brais Games Software (Centro, Campina Grande/PB), a Brais Holding Participações (Vila Olímpia, São Paulo/SP); a Geração Crypto Treinamentos e Cursos (Vila Olímpia, São Paulo/SP) e a Mais Veículos Serviços Limpeza Automotiva (com sede nas Malvinas, Campina Grande/PB).

Segundo o representante do MPPB, essas empresas compõem um grupo econômico, do qual a Braiscompany faz parte, e em que Antônio Neto e Fabrícia Farias são sócios-administradores. Por essa razão, devem constar também como réus na ação, a fim de possibilitar o ressarcimento dos consumidores, na fase de execução, “como medida de salvaguarda ao crédito decorrente do dano praticado”.

A ACP detalha o modo de funcionamento da Braiscompany, que se intitulava “a maior gestora de criptoativos da América Latina”, da “exchange”, (plataforma digital onde é possível comprar, vender, trocar e guardar criptomoeda) e dos “brokers” (intermediador entre a empresa e os clientes que diziam ter a expertise necessária para lidar com as criptomoedas). Contudo, não ficou claro a forma pela qual a empresa gerava os lucros, “de modo que o cliente termina sem saber de fato como funciona o mercado de criptomoedas e de que forma vai se dar o alto retorno aguardado”.

Inquérito civil público

Os fatos envolvendo a empresa com sede em Campina Grande estão sendo investigados no Inquérito Civil 002.2023.005414, que apura em sua integralidade reclamações de consumidores contra a Braiscompany Soluções Digitais e Treinamentos, a partir do atraso no pagamento dos contratos de gestão temporária de criptoativos, desde o fim do ano passado.

De início, os sócios alegaram aos seus clientes que o atraso era decorrente de limitações de pagamento da Binance (empresa corretora de criptomoedas) e que seria regularizado, o que não ocorreu. Em audiência extrajudicial, a Binance esclareceu que a Braiscompany nunca possuiu conta como pessoa jurídica e que havia contas de pessoas físicas, entre elas a da sócia administradora, Fabrícia, e que a Braiscompany não precisava da Binance para a realização dos pagamentos. Os sócios não compareceram às audiências.

Para atender o alto fluxo de reclamações dos consumidores, o MP-Procon elaborou e disponibilizou um formulário online, o qual recebeu 3.364 respostas, entre os dias 2 e 31 de março de 2023. As informações foram analisadas, a partir das quais foi identificado um prejuízo de R$ 258.252.638,31.

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Ministério Público cobra explicações sobre carro de prefeitura em motel, na Paraíba

Carro oficial em motel: prefeitura paraibana apura flagrante.

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) pediu explicações sobre as denúncias veiculadas em redes sociais acerca de possível flagrante do veículo da Prefeitura de Guarabira, no Brejo da Paraíba, dentro de um motel, em João Pessoa. Uma foto que mostra o carro caracterizado com o brasão e o nome da cidade foi compartilhada nas redes sociais e aplicativos de compartilhamentos de mensagens nesta segunda-feira (15). O registro foi no bairro José Américo.

O procedimento foi instaurado na manhã desta terça-feira (16). A promotora de Justiça Paula Camilo Amorim, que atua na área de defesa do patrimônio público no município, deverá oficiar a prefeitura para que preste informações sobre o ocorrido.

A nota também diz que a prefeitura está apurando a situação juntamente com a Coordenação Geral de Transportes e deve tomar providências. “A tempo que, em comunhão com a Coordenação Geral de Transportes, está apurando os fatos junto ao motorista e tomará providências cabíveis exonerando-o por má conduta, pois esta não reflete as boas práticas do serviço público”, diz um trecho da nota.

Blog do BG PB com T5

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MP investiga denúncia de desvio de verba e até reutilização de fraldas descartáveis em cidade da Paraíba

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) está investigando uma série de denúncias de irregularidades contra a Prefeitura de Boqueirão, região metropolitana de Campina Grande. Entre os fatos denunciados à promotoria, está suposto desvio de verbas da educação e até a reutilização e fraldas descartáveis em creches municipais.

A denúncia anônima chegou à Ouvidoria do MPPB, relatando possíveis irregularidades praticadas pelo prefeito João Marcos de Freitas, o vice-prefeito José Moizes Leal e as secretárias de Educação Diana Matias e Rosilda Freitas, no âmbito da educação.

De acordo com o que está sendo investigado pelo promotor Alcides Leite de Amorim, da Promotoria de Justiça de Campina Grande, esses gestores teriam deixado de ministrar 50 dias letivos nas creches municipais e, durante 17 dias, não teria sido distribuída a merenda escolar.

O denunciante também relatou a reutilização de fraldas descartáveis, o que seria negligência educacional e abandono de incapaz, já que esses gestores teriam deixado as crianças com a mesma fralda o dia inteiro, depois colocavam para secar e reutilizavam no dia seguinte, causando infecção e vários tipos de micoses.

A promotoria investiga, ainda, o suposto desvio de recursos. Segundo a denúncia, a verba desviada teria sido utilizada, entre outras coisas, para o pagamento de combustível de carros particulares utilizados pela família dos gestores.

O promotor Alcides Leite de Amorim determinou a realização de “diligências, inclusive notificações, tomada de depoimentos e declarações, requisição de documentos outros, de perícias e informações, tudo com base nas prerrogativas ministeriais”.

Com Clickpb

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