MPPB

Associação Paraibana de Imprensa repudia ameaças de procurador demitido do MPPB contra jornalista do BG

Página Inicial - Associação Paraibana de ImprensaFoto: Reprodução

A Associação Paraibana de Imprensa (API-PB) emitiu uma ‘Nota de Repúdio’, nesta quarta-feira (9), por considerar inaceitáveis ameaças feitas pelo ex-procurador do Município de João Pessoa, José Vandalberto de Carvalho, contra jornalistas do Blog do BG PB. A nota também cita o jornalista Thiago Moraes, do Portal da Capital.

Os fatos foram registrados após publicação de notícia acerca da demissão de Vandalberto, após um processo interno do Ministério Público (MP).

O ex-procurador, através de mensagens registradas por meio do aplicativo WhatsApp e utilizando linguagem de baixo calão, para ameaçar o repórter do Blog do BG PB.

Confira o texto na íntegra:

“A Associação Paraibana de Imprensa (API-PB) vem a público manifestar seu repúdio à ameaça feita pelo ex-procurador do município de João Pessoa, José Vandalberto de Carvalho, recém demitido do Ministério Público da Paraíba, contra o radialista Thiago Morais, do Portal da Capital. A ameaça aconteceu por conta da publicação de notícia acerca da demissão de Vandalberto, após um processo interno do MP.

A API-PB considera inaceitável que um ex-servidor público, advogado, que deveria zelar pela legalidade e pela transparência, tente intimidar e ofender um profissional da imprensa que apenas cumpriu seu dever de informar a sociedade sobre um fato de interesse público. Mesma agressão sofrida por Thiago Morais também ocorreu com o blog do BG.

A API-PB reafirma seu compromisso com o livre exercício da imprensa, direito constitucional que garante a liberdade de expressão e o acesso à informação. A API-PB repudia qualquer tentativa de censura, intimidação ou violência contra jornalistas que atuam no cumprimento de sua missão social. Lembramos que a imprensa é essencial para a democracia e para o controle social dos atos públicos.

A API-PB se solidariza com Thiago Morais e se coloca à disposição para prestar todo o apoio jurídico e institucional necessário. A API-PB também espera que as autoridades competentes apurem os fatos e tomem as medidas cabíveis para punir o responsável pela ameaça e garantir a segurança dos profissionais da imprensa.

A Diretoria

Blog do BG PB

 

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MPPB

Ministério Público da Paraíba demite servidor acusado de tirar proveito pessoal do cargo

Sede do Ministério Público da Paraíba (Foto: Reprodução/Walla Santos)

 

José Vandalberto de Carvalho, que atuava como técnico ministerial do Ministério Público da Paraíba, foi demitido do cargo pelo procurador-geral de Justiça do MPPB, Antônio Hortêncio, por acumulo ilegal de cargos e tentativa de tirar proveito pessoal do cargo que exercia. A demissão está no Diário Eletrônico do órgão. 

Conforme a publicação, José Vandalberto infringiu os incisos VII e IX do artigo 138 e o inciso XII do artigo 151 da Lei 10.432/2015, de autoria do Ministério Público da Paraíba.

O inciso VII do artigo 138 fala sobre o servidor valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública. Já o inciso IX é sobre o servidor atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro.

O inciso XII do artigo 151 é sobre acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas.

Denunciado em 2019

José Vandalberto foi denunciado pelo MPPB em 2019 por desvios de R$ 49 milhões da Prefeitura de João Pessoa entre os anos de 2009 e 2011.

Além dele, também foram denunciados pelo mesmo esquema Bernardo Vidal Domingues dos Santos, Gilberto Carneiro da Gama, Livânia Maria da Silva Farias, Laura Maria Farias Barbosa, Coriolano Coutinho, Raymundo José Araújo Silvany, Aracilba Alves da Rocha e Raimundo Nonato Costa Bandeira.

Com Clickpb

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MPPB

78% dos votos: Hortêncio atribui a “diálogo” expressiva vantagem na lista tríplice do Ministério Público da Paraíba

O procurador-geral de justiça, Antônio Hortêncio, atribuiu a ações positiva da gestão dele, o fato de ter uma votação expressiva para continuar comandando o Ministério Público do Estado. Hortêncio teve 203 votos (78,68%) dos que participaram da votação e comporá a lista tríplice com João Geraldo, que obteve 28 votos, e Vitor Manoel, com 27 votos.

“A gente evoluiu a instituição na construção dos projetos e melhoria da atuação. Conseguimos nomear mais promotores de justiça como no Sertão que estava desprovido desses profissionais”, detalhou Hortêncio.

Outro ponto para o êxito na campanha, segundo Hortêncio, foi o “diálogo” dentro e fora no MPPB.

“Esse diálogo foi interno e externo. Procuramos construir com os demais poderes e instituições. Foi uma gestão onde a gente trabalhou e conversou muito. Então acho que isso foi o resultado desse reconhecimento de tudo isso que a gente procurou fazer ao longo desse tempo”, enfatizou.

Agora, a lista será encaminhada ao governador João Azevedo, que terá 15 dias para escolher o novo chefe da instituição.

MaisPB

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MPPB

MP recomenda anulação de candidaturas para conselheiro tutelar, em João Pessoa

 

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou, com máxima urgência, que o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de João Pessoa (CMDCA-JP) proceda a anulação imediata do registro de nove candidaturas ao cargo de conselheiro tutelar. A eleição para membros do Conselho Tutelar será realizada, de forma unificada em todo o País, no primeiro domingo de outubro deste ano, conforme estabelece a Lei Federal 12.696/2012, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A recomendação foi expedida pelo 31º promotor de Justiça da Capital, Alley Escorel (que atua na defesa da criança e do adolescente), ao presidente da Comissão Especial do CMDCA (órgão responsável pela eleição para o Conselho Tutelar), após constatar que oito candidatos apresentaram declarações falsas e inverídicas quanto à experiência mínima de dois anos na defesa da criança ou do adolescente e que uma candidatura não atende ao pré-requisito também exigido na Lei Municipal 11.407/2008 e no edital de convocação 02/2023, já que a experiência exercida não se deu em instituição registrada, à época, no CMDCA.

Banco de dados

Conforme explicou o promotor de Justiça, as irregularidades foram constatadas após análise dos documentos apresentados pelos candidatos com as informações de um banco de dados, criado a partir de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado com entidades com representação junto ao CMDCA-JP, no qual ONGs, fundações e outras entidades se comprometeram a enviar, anualmente, à Promotoria de Justiça, a relação de todos os colaboradores e voluntários que prestam trabalho no atendimento e defesa de crianças e adolescentes.

Segundo Alley Escorel, o TAC foi celebrado, em anos anteriores, tendo em vista reclamações que aportaram na Promotoria sobre o deferimento de candidaturas para o Conselho Tutelar, sob o argumento de que algumas declarações eram falsas e inverídicas. “Celebramos o TAC para reduzir situações dessa natureza. Ao fazer o confronto analítico das declarações apresentadas com esse banco de dados, verificamos incongruências que justificaram a instauração de procedimentos para a apuração da veracidade das declarações. Também surgiram denúncias quanto a declarações falsas e inverídicas e instauramos procedimentos para apurar esses fatos”, disse.

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Auto Esporte é investigado por favorecer parente do presidente do Conselho Administrativo do clube

Centro de Treinamento do Auto Esporte, em João Pessoa (Foto: Reprodução)

O Auto Esporte virou alvo de um inquérito civil público do Ministério Público da Paraíba (MPPB) para investigar o favorecimento de parente do presidente do Conselho Administrativo do clube.

O presidente do Conselho é suspeito de ter colocado o seu próprio filho na presidência executiva do clube, o que foi visto pelo Ministério Público como “concentração de poder entre membros da mesma família”.

A ação do Ministério Público da Paraíba foi instaurada pelo promotor Alexandre Jorge do Amaral Nóbrega.

Com Clickpb

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MPPB

Empresa de dedetização é alvo do MP por uso irregular de inseticidas em condomínio de luxo, em João Pessoa

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou um inquérito civil para investigar a empresa Klin Controle Profissional de Pragas por ter usado métodos irregulares na aplicação de inseticidas para controle de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya, no condomínio residencial de luxo Bosque das Orquídeas, no bairro Portal do Sol, em João Pessoa. O inquérito foi instaurado pela promotora de Justiça do Meio Ambiente, Cláudia Cabral Cavalcante, com base em uma denúncia formulada pelo Coletivo em Defesa do Meio Ambiente (CDMA/PB).

De acordo com a portaria de instauração do inquérito, a empresa teria utilizado equipamentos atomizadores (UBV) e termonebulizadores (Fumacê), que são destinados exclusivamente ao uso público, sob a supervisão dos órgãos de saúde. A promotora solicitou informações e documentos aos órgãos municipais e estaduais competentes, como a Agência Estadual de Vigilância Sanitária (AGEVISA/PB), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMAM/JP) e o Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses de João Pessoa, sobre as medidas de fiscalização e controle da atividade da empresa.

A promotora também requisitou à Procuradoria-Geral do Município que informe as providências adotadas ou por adotar no caso, no exercício de suas atribuições legais. Além disso, determinou que a SEMAM/JP forneça cópia da nova licença de operação concedida à empresa, tendo em vista que a anterior estava vencida.

O inquérito civil tem como objetivo apurar a responsabilidade civil e administrativa da empresa e dos agentes públicos envolvidos, bem como proteger o meio ambiente e a saúde pública dos possíveis danos causados pela aplicação irregular dos inseticidas. A promotora ressaltou que o uso indevido desses produtos pode provocar riscos à fauna, à flora e à saúde humana, além de contribuir para o desenvolvimento de resistência dos insetos aos princípios ativos dos inseticidas.

PBJá

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Laboratórios em João Pessoa são investigados após trocar enfermeiros por funcionários sem formação

Laboratórios estão na mira do Ministério Público da Paraíba por irregularidades (Foto: reprodução/UFPB)

Quatro procedimentos administrativos para apurar o exercício ilegal de funções inerentes a enfermeiros em laboratórios particulares do estado foram instaurados pelo Ministério Público da Paraíba.

Os procedimentos buscam apurar as substituições dos profissionais de Enfermagem nos serviços, por pessoas sem formação ou profissionais de outras categorias.

Conforme a portaria publicada pelo MPPB, as farmácias e laboratórios estão administrando medicamentos, coletar exames laboratoriais, esterilizar e desinfectar produtos de saúde, porém essas atividades são consideradas como potencialmente exclusivas da Enfermagem.

A apuração teve início a partir de audiência solicitada pelo Conselho Regional de Enfermagem (Coren-PB) para discutir o problema. São investigados os laboratórios: LabGene, LabMais, Análisis e Valdevino, todos em João Pessoa.

Os procedimentos são conduzidos pela promotora Priscylla Miranda Morais Maroja.

Conforme o CDC, as infrações das normas de defesa do consumidor ficam sujeitas às sanções administrativas de multa, suspensão temporária de atividade, interdição total ou parcial de estabelecimento, intervenção administrativa, entre outras, aplicadas pelos órgãos de fiscalização e regulação do setor, sem prejuízo das de natureza civil, penal e das definidas em normas específicas.

Os laboratórios foram notificados e terão prazo de 10 dias para apresentar manifestação.

Blog do BG PB com MaisPB

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MPPB

MP cobra retomada de hemodiálise no Hospital Antônio Targino, após falta de verbas de Prefeitura


O Ministério Público da Paraíba recomendou, nesta terça-feira (18/07), que a direção do Hospital Antônio Targino, em Campina Grande, abstenha-se de suspender o tratamento de hemodiálise dos pacientes. Na recomendação, a Promotoria de Justiça ressalta que a medida só poderá ser adotada com a “garantia da transferência para outro serviço de saúde da cidade, mediante confirmação de vaga e demais medidas para o atendimento seguro do doente renal, ou por outra razão de ordem médica, cumprindo com rigor as cláusulas do contrato de prestação de serviço firmado com a edilidade, considerando o bem maior tutelado, que é vida”.

A recomendação foi expedida pela promotora de Justiça, Adriana Amorim de Lacerda, que atua na área da defesa da saúde de Campina Grande, dentro da Notícia de Fato 003.2023.008996, instaurada para apurar denúncia de paralisação do serviço de hemodiálise na unidade. O documento foi encaminhado ao diretor do hospital, José Targino, o qual deve informar, no prazo de 48 horas a partir do seu recebimento, acerca das providências adotadas para o cumprimento da recomendação, sob pena de incursão em outras medidas administrativas e/ ou judiciais cabíveis.

Adriana Amorim destacou que o hospital privado firmou contrato de prestação de serviços com o Município de Campina Grande, nas áreas de neurocirurgia, ortopedia, UTI e hemodiálise e que não pode alterar unilateralmente o contrato de prestação de serviços, prejudicando a saúde da população e gerando risco de morte para os pacientes. No serviço de hemodiálise, segundo o Ministério Público apurou, há mais de 150 pacientes renais em tratamento, o qual só pode ser suspenso quando da realização de transplante.

“Questões orçamentárias de uma instituição não estão acima da saúde e da vida das pessoas”, ressaltou a promotora de Justiça, que tomou conhecimento, por meio de notícias veiculadas na imprensa local, de que pacientes foram retirados da unidade de hemodiálise do hospital. Adriana Amorim afirmou que continuará acompanhando a situação do serviço oferecido no município.

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Estado tem 10 dias para detalhar regras sobre venda de bebida alcoólica em estádios, diz MP

Protocolo da FPF libera venda de bebidas alcoólicas nos estádios paraenses | pa | ge

O Ministério Público pediu que a Secretaria de Estado de Juventude. Esporte e Lazer (Sejel) apresente, no prazo de 10 dias, informações sobre a venda de bebida alcoólica nos estádios de futebol da Paraíba, a exemplo do funcionamento do cadastro, fiscalização da atividade restritiva (a exemplo da restrição de duas bebidas por torcedor e da entrada de pessoas com bebida), sobre o disciplinamento feito entre a entidade autorizada e o efetivo vendedor, entre outras questões previstas na regulamentação.

A solicitação foi feita promotor de Justiça Romualdo Tadeu de Araújo Dias após reunião do Núcleo do Desporto e Defesa do Torcedor do MPPB, MP-Procon, Sejel, Federação Paraiba de Futebol (FPF) e Polícia Militar para discutir pontos da regulamentação da Lei Estadual 11.644/202, por meio da Portaria 041/2023, que libera o comércio e consumo de bebidas alcoólicas nos estádios paraibanos.

A FPF deverá, no prazo de cinco dias, divulgar, em seu site oficial, os termos da Lei Estadual Portaria em relação às condutas permitidas e proibidas quanto ao acesso, comercialização e consumo de bebida alcoólica nos estádios e arenas da Paraíba. Assim como, solicitar a efetiva publicidade em seus sites oficiais dos termos da Lei Estadual.

O promotor explicou que há várias situações que carecem melhor disciplinamento frente aos princípios norteadores de garantias constitucionais do consumidor/torcedor, o que poderá causar prejuízo ou lesão a direito seu, notadamente, no acesso à informação equivocada e que precisam ser apreciadas pelos órgãos competentes, bem como, a prevenção a riscos desnecessários e evitáveis ao público consumidor.

O representante da Polícia Militar comentou que a venda de bebidas alcoólicas nos estádios vai aumentar o trabalho das forças de segurança. Também apontou ser necessário informar melhor os torcedores quanto a forma de comercialização e consumo de bebidas nos eventos esportivos, com especial atenção a entrada dos estádios, haja vista o surgimento de dúvida sobre a possibilidade de adentrar no estádio com bebidas. Além disso, deve ficar claro quem irá fiscalizar a entrada de bebidas nos eventos porque naturalmente deságua em responsabilidade à Polícia Militar.

Outra questão apontada foi a determinação do horário de chegada da Polícia Militar ao evento esportivo porque, como a lei estabelece que a comercialização pode ser realizada duas horas antes do jogo, os dirigentes estão impondo que a Polícia Militar chegue pelo menos três ou quatro horas antes de iniciada a partida, o que é inviável porque modifica a logística executada.

Já o representante da FPF informou que, em relação ao trabalho de fiscalização na entrada dos estádios no tocante à proibição da entrada com torcedores portando bebida, compreende que a Sejel poderia realizar esse trabalho, aliado àquele que assina o termo de autorização. Também ressaltou que a federação pode ajudar na divulgação da Lei Estadual e da Portaria, informando aos consumidores como funcionará a comercialização de bebidas durante as partidas de futebol realizadas nos estádios paraibanos, inclusive, a proibição de entrada nos estádios portando bebidas. Essa divulgação poderá ser feita no site oficial da Federação e demais acessos à redes sociais, inclusive, com solicitação aos times que divulguem nos seus sites.

A Sejel informou que realiza o cadastro das pessoas que gerenciam os bares dentro dos estádios, mas que a autorização é do time mandante e que a Secretaria estuda a possibilidade de usar a força dos órgãos de proteção e defesa do consumidor para verificar o cumprimento norma, em especial o Procon da Paraíba.

O promotor de Justiça esclareceu que existe a necessidade de melhor divulgação sobre essa nova realidade no futebol paraibano que é a comercialização e consumo de bebida alcoólica nos estádios. “É preciso deixar claro pelos órgãos de controle e fiscalização não só a permissão da venda e consumo, mas também as condições impostas para que o consumidor tenha esse acesso à bebida alcoólica nos termos da lei Estadual e seu disciplinamento”, complementou.

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Nesta sexta-feira: Prefeitura de João Pessoa e MP assinam acordo para limitar horário de bares na orla

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) e a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), devem assinar nesta sexta-feira (14), um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), para viabilizar o reordenamento da orla marítima dos bairros de Cabo Branco e Tambaú, na Capital.

O procurador do município de João Pessoa, Bruno Nóbrega, afirmou que após denúncias de moradores da orla, o Ministério Público da Paraíba, por meio da Promotoria de Meio Ambiente e Patrimônio Social, instaurou inquérito civil para apurar todas as irregularidades relatadas.

“Também regulamentará o comércio ambulante, locação de mesas, cadeiras, sobrinhas da beira-mar, atividades esportivas, principalmente a poluição sonora, que é uma das matérias recorrentes de reclamação ao MP pelos moradores da região”, afirmou Bruno.

Após falas iniciais e assinatura do TAC, a promotora Cláudia Cabral e o prefeito Cícero Lucena atenderão a imprensa, respondendo aos questionamentos sobre os termos do acordo e os objetivos a serem alcançados por meio dele.

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