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RESTRIÇÕES: Prefeitura de João Pessoa publica limites para ambulantes, guarda-sóis e artistas na Orla

 

A Prefeitura de João Pessoa publicou uma portaria com a definição das regras para o uso da Orla da cidade. A partir de agora artistas de rua e ambulantes das praias de Cabo Branco e Tambaú terão que seguir uma série de limitações estipuladas pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre a gestão e o Ministério Público da Paraíba (MPPB).

Confira a portaria completa aqui.

De acordo com o documento, foi estabelecido o limite de 30 artistas de rua para cadastro, com período de apresentação das 10h às 22h. Além disso, está proibido o uso de amplificadores de som ou aparelhos que causem perturbação do sossego.

Foi definido, ainda, o número limite de ambulantes na faixa de areia. Ao todo, 100 profissionais poderão comercializar seus produtos no local. No entanto, está vedada a utilização de instrumento manual, eletrônico ou de qualquer espécie que visa atrair a atenção dos banhistas com propagação de sonora.

Já a colocação de cadeiras e guarda-sóis na faixa de areia ficou limitada a 60, durante o período das 5h às 17h. No calçadão poderão ser 40 profissionais liberais das 5h às 16h e 60 das 16h às 00h, mas com a proibição de invadir as ciclovias e utilizar carrinhos com fonte de calor, como botijões, fritadeiras, fornos e aparelhos eletrônicos. A venda de roupa também é vedada.

Instrumentos cortantes também estão proibidos. No caso da abertura do coco verde, os comerciantes devem utilizar apenas furador.

Enquanto isso, serão permitidos 60 guias de turismo, 70 bugueiros e 14 para embarcações.

Blog do BG PB com PB Já

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Celular de Padre Egídio será periciado pelo Gaeco, após religioso se apresentar ao MPPB

Foto: Rpeordução

O padre Egídio de Carvalho Neto entregou o celular nesta sexta-feira (6) à Promotoria de Justiça de João Pessoa. Ministério Público da Paraíba. Ele é suspeito de desviar verbas destinadas ao Hospital Padre Zé, em João Pessoa.

O equipamento deveria ter sido apreendido durante a operação ‘Indignus’, deflagrada nesta quinta-feira (5).

Questionado sobre os imóveis alvos da operação, que seriam de propriedade de Egídio, Sheyner afirmou que o cliente ainda deve prestar esclarecimentos oficialmente. O investigado deve retornar à sede do Gaeco na próxima semana, para prestar um depoimento oficial.

Leia mais: Padre Egídio se apresenta ao Ministério Público da Paraíba nesta sexta

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Padre Egídio se apresenta ao Ministério Público da Paraíba nesta sexta


Foto: Oscar Neto

O padre Egídio está na sede do Ministério Público na manhã desta sexta-feira (6) onde está prestando depoimento.

O religioso é alvo de uma operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e foi alvo de mandado de busca e apreensão nessa quinta-feira (5). A investigação, inclusive, aponta que pelo menos 10 imóveis estariam registrados no nome do padre Egídio, sob uso de verba pública.

As autoridades policiais afirmam que essas operações apontam para a atuação de uma organização criminosa envolvida em diversos delitos, incluindo lavagem de dinheiro, peculato e falsificação de registros públicos e privados.

BG com Portal Correio

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Ministério Público denuncia prefeita Karla Pimentel por viagem de férias à Argentina com dinheiro público

 

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou, nesta terça-feira (3/10), ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra a prefeita do Conde, Karla Maria Martins Pimentel, e da secretária municipal, Patrícia Sales Farias. Elas são acusadas de uso, em proveito próprio, de verbas ou valores públicos para custear despesas referentes a uma viagem realizada no último mês de fevereiro, à Argentina.

A ação foi impetrada pela promotora de Justiça que atua na defesa do patrimônio público no Conde, Cassiana Mendes de Sá. Ela é um desdobramento de inquérito civil instaurado a partir de informações de que a prefeita e a secretária, que à época do fato era a procuradora-geral do Município, realizaram uma viagem a Buenos Aires, sem interesse público, utilizando-se, para tanto, de recursos provenientes dos cofres municipais.

A investigação do MPPB confirmou a denúncia e constatou o registro de dois empenhos no Portal da Transparência da Prefeitura do Conde, datados de 23 de fevereiro deste ano, no valor de R$ 4 mil, cada. Apesar de os empenhos informarem que o recurso público se destinava ao pagamento de cinco diárias em Buenos Aires para tratar de “assuntos do interesse do município”, ficou provado nos autos que a viagem tinha fins recreativos e particulares.

Instada a prestar esclarecimentos, a prefeita alegou que a viagem foi programada, inicialmente, para o cumprimento de agenda institucional em que foram previstos vários encontros com potenciais parceiros na Argentina, ensejando a divulgação do município como destino turístico, tudo sob o auxílio do embaixador do Brasil em Buenos Aires. Porém, aduziu ter recebido comunicado do embaixador, asseverando que, por fatores não especificados, não poderia acompanhar a equipe que estaria no país nas reuniões agendadas.

“A referida comunicação não foi apresentada, muito menos a data de envio/recebimento do comunicado. Também não foram apresentados e-mails, convites ou outros comunicados que atestassem a real pretensão de realização das reuniões e ainda que assim o fosse, parece desarrazoado que o desembarque no país vizinho fosse na data de 23 de fevereiro de 2023, como se extrai da agenda citada, se as supostas reuniões estivessem programadas unicamente para o dia 27 de fevereiro, havendo um grande período de ociosidade, contrária à eficiência pública”, ponderou a promotora de Justiça.

Conforme destacou a promotora de Justiça, a versão apresentada pela gestora não se comprovou. Em entrevista a uma rádio local, a própria prefeita disse que viajou à Argentina ‘a passeio para descansar depois do carnaval”. Além disso, em resposta ao ofício do MPPB, a Embaixada do Brasil na Argentina informou inexistir em seus arquivos, no período entre 23 de fevereiro a 3 de março de 2023, registro de pedido do município de Conde para reunir-se com o então embaixador do Brasil em Buenos Aires, Reinaldo José de Almeida Salgado. “Por todo o relato, o dolo e reprovabilidade das condutas das implicadas se mostram evidenciados, justificando o ajuizamento da ação de improbidade administrativa”, disse a representante do MPPB.

Com Suetoni Souto

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Prefeitura de Santa Rita vira alvo de investigação após denúncias de construção irregular de hospital infantil; veja documento

A prefeitura de Santa Rita é alvo de investigação do Ministério Público da Paraíba (Foto: Reprodução)

 

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu uma investigação para apurar possíveis irregularidades na construção do hospital infantil de Santa Rita. A apuração do órgão ministerial é para conferir falhas na licitação para contratação de empresa de engenharia para construção de um pronto atendimento infantil.

De acordo com a promotora de Justiça Anita Bethânia Silva da Rocha, o procedimento preparatório foi instaurado para “melhor apurar os fatos, individualizar as irregularidades e condutas, por ventura, detectadas, além de colher elementos de provas para embasar eventual Ação Civil Pública, que por sua vez, possui o desiderato de reparar danos, coibir as práticas despidas de legalidade e responsabilizar à quem lhes deu origem ou perpetuidade na forma da lei”.

 

A magistrada determinou, ainda, que sejam realizadas diligências e colhidos depoimentos para a investigação. Além disso, ela pediu que sejam requisitados documentos para colher informações sobre o contrato.

Com Clickpb

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MP cobra que Prefeitura de João Pessoa desocupe imóveis em ruína com risco de desabamento

 

O Ministério Público da Paraíba recomendou nessa quinta-feira (28) que a Prefeitura de João Pessoa desocupe imóveis em ruína localizados na Rua Lima Filho, no bairro Cruz das Armas. O órgão instaurou um inquérito civil em que também orienta a gestão municipal a inserir famílias lá ocupantes, em programas habitacionais e demais programas sociais e de saúde que se fizerem necessários.

A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil do Município de João Pessoa (COMPDEC-JP) realizou visita no local em 20/09/2023, tendo constatado que o prédio comercial/industrial em ruínas que está sendo ocupado por 09 (nove) grupos familiares, totalizando 20 (vinte) pessoas, entre crianças e adultos.

O relatório apontou que o imóvel coloca os moradores em risco, “pois não recebe manutenções preventivas, nem corretivas e apresenta alguns sistemas em colapso, como por exemplo os sistemas elétrico e hidrossanitário”.

O sistema estrutural, de acordo com relatório, já apresenta várias manifestações patológicas, e necessita de manutenção corretiva imediata, motivo pelo qual o imóvel precisa ser desocupado imediatamente, por não apresentar habitabilidade, colocando seus ocupantes em risco.

Com MaurílioJr

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Hospital Help é investigado pelo MP após denúncias de irregularidades em repasse de emendas, na PB

A unidade do Hospital Help, da Unifacisa, foi inaugurada este ano (Foto: Reprodução)

 

O Hospital Help (HELP – Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa) em Campina Grande se tornou novamente alvo de investigação de órgãos públicos devido a denúncias de irregularidades na destinação de emendas parlamentares. A unidade de saúde, mantida pela Fundação Pedro Américo, é vinculada à Unifacisa, em Campina Grande.

O Ministério Público da Paraíba instaurou um procedimento preparatório para investigar denúncias de irregularidades no recebimento de emendas parlamentares para equipar e mobiliar hospital particular em Campina Grande, Agreste do Estado. O procedimento foi aberto pelo 15º promotor de Justiça Alcides Leite de Amorim e publicado na edição desta terça-feira (26) do Diário Oficial do MPPB.

De acordo com o extrato do procedimento, a Fundação Pedro Américo está sendo investigada por supostamente ter recebido emendas parlamentares para equipar o hospital particular da Unifacisa.

A suspeita de recebimento irregular de emendas para o hospital Help, da Unifacisa, já chamou atenção do Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo informou o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, está sendo investigado um desvio milionário das emendas parlamentares.

Em 2023, foram direcionados R$ 11,7 milhões ao Help e, em 2022, o hospital foi agraciado com R$ 19,3 milhões.

HELP

O Help tem um total de 400 leitos, incluindo UTI para atendimento infantil, adulto e neonatal. Destes leitos, 200 são destinados ao atendimento através do SUS ou filantrópico, de acordo com informações disponibilizadas pela unidade de saúde. O hospital também atende de forma particular e por convênio.

A obra foi feita com recursos públicos de emendas direcionadas à fundação ligada ao ensino privado. Igor mostra em sua coluna no Metrópoles que o TCU teve acesso a documentos que mostram que parte das emendas teria sido desviada. O esquema teria contado com a participação de parlamentares federais.

Ainda segundo a apuração do TCU, o hospital tem instalações acima da demanda da região. Além disso, o Tribunal aponta que são pagos salários abaixo do mercado aos profissionais de saúde que trabalham na unidade, o que acendeu o alerta para os investigadores.

O TCU também apurou que, apesar dos milhões de reais em emendas, vários fornecedores da obra do hospital apontaram aos investigadores que não receberam pelos serviços prestados.

Com Clickpb

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MP recomenda fim dos shows ao lado do Almeidão em JP; Festa com Wesley Safadão entra na mira

Wesley Safadão relembra diagnóstico de transtorno de ansiedade: 'estou esgotado mentalmente' - É Hit - Diário do Nordeste

 

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou que a Prefeitura de João Pessoa e o Governo do Estado que se abstenham de conceder autorização para a realização de eventos não esportivos no estacionamento do Estádio Almeidão, na Capital, em razão dos graves danos causados à população local e agressão ao meio ambiente saudável e equilibrado .

O local será palco para o show Garota VIP, com Wesley Safadão, marcado para o mês de outubro. Para a promotora Cláudia Cabral Cavalcante, a empresa responsável deverá, ou mudar o local das apresentações ou, excepcionalmente, apresentar aos órgãos competentes, um plano de mitigação de ruídos que contemple um projeto acústico com medidas mitigadoras dos impactos ambientais negativos, com um estudo acústico que mapeie as áreas de influência direta e indireta do evento que venha a utilizar som amplificado e que comprove de modo eficaz a cessação do dano ambiental (poluição sonora), além de um Plano de Monitoramento de ruídos a ser operacionalizado durante o evento.

De acordo com a promotora Cláudia Cabral, um inquérito civil foi instaurado por provocação da população, através da associação dos moradores do entorno do Almeidão, visando apurar as denúncias de poluição sonora e ambiental gerados antes, durante e depois da realização desses eventos, representando, pois graves danos à saúde pública e ao meio ambiente, posto que, dentre as pessoas atingidas, estão também crianças com espectro autista e idosos, que sofrem não apenas com o excessivo barulho causados por potentes equipamentos de som como também com a restrição da própria mobilidade.

Moradores do entorno também relataram diversos problemas como aglomeração intensa de pessoas, duração excessiva das apresentações (que chegam até às 5h30 da manhã), danos ao solo, rachaduras em teto das casas, descarte irregular de resíduos, transtornos estes, gerados antes, durante e após o evento (montagem e desmontagem de estrutura), além da intensa poluição sonora.

Conforme a promotora de Justiça, a recomendação se embasa, além dos depoimentos, vídeos e áudios, em perícia técnica, comprobatória dos danos. O parecer técnico não recomendou a autorização de shows no estacionamento do Estádio Almeidão, tendo em vista que a realização não se adequa aos aspectos ambientais, de saúde pública e legislação local (ausência de infraestrutura de isolamento acústico, entre outros aspectos), além da distância entre o estacionamento e as residências mais próximas ser de apenas 15 metros.

Blog do BG PB

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Ministério Público denuncia e médico João Paulo vira réu por agressão à mulher em JP

Médico João Paulo Casado foi acusado pelo Ministério Público da Paraíba de agressão contra a ex-companheira

O médico João Paulo Souto Casado virou réu perante à justiça por violência física e psicológica contra a estudante paraibana Rafaella Lima, de 32 anos. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e já recebida pela juíza Shieley Abrantes na semana passada.

O Ministério Público avaliou que os indícios encontrados durante a investigação e elementos colhidos pela Polícia Civil eram suficientes para apresentação da denúncia por lesão corporal no ambiente doméstico familiar e por violência psicológica.

“João Paulo Souto Casado , de forma consciente e agindo com dolo, prevalecendo-se de relação doméstica e familiar, ofendeu, por diversas vezes, a integridade física e psicológica de sua companheira, Rafaella Souza de Lima, seja por lesões corporais consumadas, e por prática de vias de fato. A violência psicológica se dava por meio de termos ofensivos contra a esposa, no firme propósito de subjugá-la, humilhando-a e ridicularizando-a, nas ocasiões em que ele se desentendia com a ofendida, por motivos de ciúmes, em plena configuração de opressão de gênero, como adiante se demonstrará”, concluiu o Ministério Público.

Para a promotoria, a relação entre o casal “se mostrava abusiva, dado que a vítima fora agredida física e verbalmente pelo marido em diversas ocasiões, mas nunca o denunciou, por medo e por gostar dele”.

“O denunciado costumava dizer que deixaria de pagar as mensalidades da faculdade que ela cursava. Chegou ao ponto de afirmar que ela não teria direito “nem as roupas que usava, pois eram dadas por ele”. Também costumava ofender a honra da esposa , ao dizer que “ela tinha outros homens”, o que geralmente acontece na violência de gênero, em que a mulher é insultada com os mais vis palavrões e acusada de não ser fiel”

Agora, o acusado terá o prazo para apresentar defesa e em seguida as testemunhas ouvidas durante audiências. A pena máxima para os crimes encontrados pelo MPPB no caso pode chagar até três anos de detenção, além do pagamento de multa.

Com MaisPB

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700 mil reais: Câmara de Cabedelo é investigada por suposta contratação de comissionados

Câmara de vereadores de Cabedelo conta com 131 cargos comissionados. (Foto: Walla Santos)

 

O Ministério Público abriu inquérito civil para investigar supostas irregularidades na contratação de pessoas para cargos comissionados e prestadores de serviço pela Câmara de vereadores de Cabedelo.

O processo é coordenado pelo promotor de justiça Ronaldo José Guerra, sendo publicado na edição do diário oficial da instituição desta quinta-feira (21).

O órgão fiscalizador verificou a existência de um numero maior de cargos comissionados e prestadores de serviço superior ao de funcionários efetivos.

No sistema Sagres, do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), foi verificado 28 servidores efetivos, enquanto existem 131 cargos comissionados.

O Ministério Público investiga também a malversação de recursos públicos na Câmara de Vereadores de Cabedelo. De com o MPPB, existe fortes indícios que apontavam para apropriação indébita de valores.

O órgão fiscalizador já notificou a Câmara, a entidade recebeu um prazo para se manifestar sobre a denúncias.

Com Clickpb

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