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Caso Braiscompany: Clientes têm até hoje para registrar reclamações no MP

Caso Braiscompany: MP-Procon recebe 900 denúncias e prazo para queixas segue até 31 de março - Portal Correio

Termina hoje (31), o prazo para os consumidores com contratos com a Braiscompany realizarem o preenchimento do formulário online disponibilizado pelo MP-Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba) para cadastro de reclamações.

Desde o último dia 2 de março, o MP já recebeu aproximadamente 900 reclamações sobre o caso.

Conforme explicou o diretor-geral do MP-Procon, o promotor Romualdo Tadeu, a partir de abril o formulário online não estará mais disponível, pois será iniciada uma nova fase da investigação.

Ele explicou a necessidade de estabelecer aos consumidores uma data-limite para o envio de reclamações, tendo em vista os prazos previstos na lei para que o MPPB ingresse com ação civil pública contra a empresa.

Entenda o caso

Em fevereiro deste ano o MPPB instaurou o Inquérito Civil para apurar denúncias de consumidores sobre o descumprimento de contratos celebrados com a empresa de criptoativos “Braiscompany”, com sede em Campina Grande. As informações enviadas ao órgão ministerial estão sendo anexadas ao inquérito civil, que tramita em sigilo.

A investigação na Braiscompany

A operação investiga uma movimentação financeira de R$ 1,5 bilhão feita pela Braiscompany em criptoativos. Dois mandados de prisão foram expedidos tendo como alvos o empresário, Antônio Neto, e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos, que continuam foragidos.

Na operação a Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da empresa.

Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo.

Blog do BG PB com JornalPB

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Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público da Paraíba, protocolou duas denúncias relativas à Operação Cifrão. A ação apurou fraudes na contratação de construtoras para execução de obras do Sistema S na Paraíba. A operação foi deflagrada em 2020 pela Polícia Federal e investigou, também, superfaturamento e ligações entre as empresas contratadas e dirigentes da FIEP. As denúncias foram protocoladas junto à 2ª Vara Criminal de Campina Grande.

Em uma das ações são denunciados pelo Gaeco o presidente da Fiep, Francisco de Assis Benevides Gadelha (Buega Gadelha), o empresário Waldeberto Leite de Oliveira, Catarina Rocha Bernardino de Oliveira, Francisco Petrônio Dantas Gadelha e Kelline Muniz Vieira.

A ação faz referência à contratação da Construtora Absolute. O empreendimento foi contratado por R$ 3,7 milhões pelo Sesi.

“Assim, a licitação sob a modalidade Concorrência nº 006/2016 realizada pelo SESI/DR/PB foi edificada com base em condutas vedadas, superfaturamento e desrespeito as formalidades legais, atestando clarividente direcionamento da licitação e vultoso superfaturamento que onerou os cofres da entidade em quase R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), contando com a liderança de FRANCISCO DE ASSIS GADELHA, tratando de dificultar, ilegalmente, a competitividade do procedimento licitatório, através da exigência de vultosa garantia pecuniária para participação no certame, além da ilícita omissão na fiscalização das obras, garantindo a locupletação da quantia desviada através dos diversos superfaturamentos denunciados”, dizem os promotores na denúncia.

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Na outra ação são denunciados pelo Gaeco o presidente da Fiep, Buega Gadelha, o empresário Alaor Fiuza Filho, Chenia Maia Camelo Brito, Francisco Petrônio Dantas Gadelha, Janildo Sales Figueiredo, e Carlos Estevam de Souza Galvão.

O caso relata indícios de fraudes na contratação da construtora Roma. O empreendimento foi contratado à epoca por R$ 2,8 milhões para execução de obras de construção e reforma dos Centros de Atividades do SESI. Conforme a CGU, foi exigida como garantia um aporte de 5% (cinco por cento) do valor orçado, o que teria afastado as empresas que não dispunham de R$ 141 mil para depositar.

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Operação Cifrão: Gaeco denuncia Buega Gadelha, chefe de gabinete da Fiep e mais 7 por envolvimento em fraudes

Na época em que foi deflagrada a Operação Cifrão o presidente da Fiep, Buega Gadelha, convocou uma coletiva de imprensa e afirmou que não houve qualquer tipo de irregularidade nas contratações.

JornaldaPB

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FRAUDE: Servidores de cidade na PB aprovam maridos e cunhadas em concurso

Servidores de cidade na PB aprovam maridos e cunhadas em processo seletivo

A Secretaria de Saúde da cidade de Pocinhos, na Paraíba, deve suspender o processo seletivo em que foram aprovados os maridos e as cunhadas de servidores do município. O entendimento do Ministério Público Estadual aponta que os aprovados eram parentes dos funcionários que compunham a banca avaliadora do concurso. A ação judicial também pede que os contratos de servidores comissionados sejam suspensos. 

Para o MPPB, diversas irregularidades foram praticadas pelos membros da comissão avaliadora do processo seletivo realizado em janeiro deste ano.

Denúncias ainda apontam que duas candidatas que apareceram como classificadas no resultado final, publicado no dia 8 de fevereiro, sequer participaram da primeira fase do processo.

De acordo com a ação do MPPB, a partir do momento em que houve inscrições de parentes dos servidores membros da comissão avaliadora, estes tinham o dever de abster-se de atuar no processo seletivo, por estarem claramente impedidos, todavia, também não o fizeram.

Blog do BG PB

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Carrefour de João Pessoa é investigado por prática de propaganda enganosa

O Ministério Público da Paraíba instaurou um Inquérito Civil contra uma das unidades do Supermercado Carrefour em João Pessoa, por prática de propaganda enganosa.

Segundo o MP, um consumidor se sentiu lesado após a empresa não cumprir a cobertura do preço da concorrência, inclusive com compromisso público registrado em cartório.

O documento lembra que, de acordo com o “Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva.” e que segundo o “§ 1° É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços“.

O Inquérito ainda afirma que as penas sujeitas para infrações das normas de defesa do consumidor podem ser aplicadas através de “multa, suspensão de fornecimento de produtos ou serviço, suspensão temporária de atividade, cassação de licença do estabelecimento ou de atividade; interdição, total ou parcial, de estabelecimento, de obra ou de atividade“.

O Carrefour ainda não se pronunciou sobre o assunto.

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Prefeito da PB entra na mira do MP por abastecer carros da Educação, mesmo com aulas suspensas

O prefeito de Cuitegi, Geraldo Serafim, está sendo investigado por suspeita de comprar gasolina para veículos da Secretaria de Educação em 2021, durante o período em que as aulas estavam suspensas em virtude da pandemia de covid-19. O valor ultrapassa os R$ 65 mil.

A investigação foi aberta pelo Ministério Público da Paraíba, por meio da 4ª Promotoria de Justiça de Guarabira, que solicitou a conversão do procedimento preparatório em inquérito civil para investigar o caso. Além disso, o MP também destacou a suspeita de que pagamentos de alimentos direcionados aos estudantes possam ter sido feitos indevidamente.

A promotoria de Justiça de Guarabira também aguardará a realização de audiência para o prosseguimento do processo.

Até o momento, o prefeito Geraldo Serafim não se manifestou sobre a investigação.

Com informações do PB Agora

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Prazo para clientes registrarem reclamações contra Braiscompany está próximo do fim; confira data

Os consumidores que têm contratos com a empresa Braiscompany têm até o próximo dia 31 de março para preencherem o formulário online disponibilizado pelo MP-Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba) para cadastro de reclamações. Desde o último dia 2 de março, o órgão ministerial já recebeu aproximadamente 900 reclamações sobre o caso.

Conforme explicou o diretor-geral do MP-Procon, o promotor de Justiça Romualdo Tadeu de Araújo Dias, a partir de abril, o formulário online não estará mais disponível, pois será iniciada uma nova fase da investigação. “O Ministério Público já obteve um grande número de reclamações sobre o caso Braiscompany e agora, seguirá para uma nova fase das investigações, com a análise qualitativa da documentação recebida para averiguar a necessidade de novas diligências”, disse.

O promotor de Justiça também informou que, à medida que as informações e provas chegam ao procedimento, é verificada a necessidade de adoção de outras medidas para tentar reaver os bens ou, pelo menos, compensar os prejuízos dos valores investidos pelos consumidores na Braiscompany, sem deixar de lado a satisfação do dano coletivo, que será requerido pelo MPPB e apreciado pelo Poder Judiciário.

O promotor de Justiça Romualdo Tadeu explicou a necessidade de estabelecer aos consumidores uma data-limite para o envio de reclamações, para que se avance na investigação, tendo em vista os prazos previstos na lei para que o MPPB ingresse com ação civil pública contra a empresa, pleiteando o direito dos consumidores, com vistas à reparação dos danos causados à coletividade.

Entenda o caso
Em fevereiro deste ano, o MPPB instaurou o Inquérito Civil 002.2023.005414, para apurar denúncias de consumidores sobre o descumprimento de contratos celebrados com a empresa de criptoativos “Braiscompany”, com sede no município de Campina Grande. As informações enviadas ao órgão ministerial estão sendo anexadas ao inquérito civil, que tramita em sigilo.

Entre as medidas adotadas, houve o ajuizamento da Ação Cautelar 0807241-09.2023.8.15.2001, que foi julgada pelo Juízo da 11ª Vara Cível de João Pessoa. Com a ação judicial, foram concedidas, em parte, medidas de restrições pedidas pelo MPPB, como o bloqueio de valores em contas bancárias e aplicações financeiras e o sequestro de bens em nome da empresa e de seus responsáveis.

Ainda dentro das providências assecuratórias, o Ministério Público apurou a existência de outras contas bancárias em nome da empresa e de sócios. O bloqueio desses valores está sob a análise do Judiciário. Essas medidas visam garantir a reparação dos danos causados aos consumidores.

Orientações

O MP-Procon também está orientando os consumidores sobre as formas possíveis de reivindicarem seus direitos na Justiça e esclarecendo que cabe ao MPPB a defesa dos direitos coletivos dos consumidores e, ao Judiciário, o julgamento dos pedidos formulados pelo MP em ação civil pública e das demandas feitas diretamente pelas pessoas eventualmente prejudicadas, por meio das ações individuais.

O MP-Procon explica ainda que, os consumidores prejudicados podem ingressar com ações individuais diretamente na Justiça Comum, por meio de advogado ou defensor público legalmente constituído, sem limite de valor da causa ou acionar o Juizado Especial (também conhecido como “juizado de pequenas causas”), onde os processos costumam tramitar de forma mais célere e não implicam altos custos aos autores. No entanto, apenas causas limitadas a 40 salário mínimos podem ser apreciadas pelo Juizado Especial.

“Nos contratos em que o dano varia entre 20 e 40 salários mínimos, poderá o consumidor utilizar-se do Juizado Especial Cível de sua cidade sendo representado, obrigatoriamente, por advogado ou defensor público. Já nos casos de danos inferiores a 20 salários mínimos é dispensável a representação por advogado ou defensor público, ou seja, o consumidor poderá recorrer diretamente ao Juizado Especial Cível de sua cidade”, detalhou Romualdo.

O promotor de Justiça disse ainda que o MPPB continuará a defender os direitos dos consumidores prejudicados e destacou que, caso as ações ajuizadas pelo MPPB sejam julgadas procedentes pelo Poder Judiciário, caberá a cada pessoa envolvida atuar para pleitear na Justiça a execução da sentença.

Para ter acesso ao formulário online, clique AQUI.

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Operação Mar do Sertão: MP denuncia 19 pessoas por tráfico de drogas e associação ao tráfico, na PB

Empresas na Paraíba são alvos de operação da Polícia Federal e CGU que investiga desvios dos recursos para covid-19 no Rio Grande do Norte
O Ministério Público da Paraíba denunciou 19 pessoas pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A denúncia foi oferecida pelo 3º promotor de Justiça de Pombal em substituição, Arthur Magnus Dantas de Araújo, no âmbito da Operação Mar do Sertão, deflagrada em 21 de dezembro de 2022 pela Polícia Federal, com objetivo de desarticular uma organização criminosa com atuação no tráfico de drogas em diversas cidades do Sertão.

Dos 19 denunciados, 15 estão presos e quatro, foragidos.

Segundo as investigações, a facção criminosa estaria comandando o tráfico de drogas na região, com revendedores exclusivos, em Coremas, e fornecedores em Sousa, comandando também as cidades adjacentes, como Piancó, Itaporanga, Aguiar, lgaracy, Boa Ventura, São José de Lagoa Tapada, São Bentinho, Catolé do Rocha e Cajazeirinhas.

Ainda segundo a denúncia, a partir do teor de diálogos interceptados pela Polícia Federal, é possível concluir que o envolvimento entre os acusados não era ocasional ou mesmo voltado para uma única atuação, mas sim, estável e permanente.

As interceptações telefônicas e dados extraídos de celulares, todos com autorização judicial, demonstram que os denunciados mantinham contato para fins de agirem no tráfico de drogas, na guarda de armas e na movimentação financeira obtida ilicitamente.

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Passa de 800 o número de denúncias contra a Braiscompany no MPPB



Cerca de 800 reclamações contra a Braiscompany já foram recebidas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), através dos formulários preenchidos por investidores. A informação é do jornal A União.

A MPPB disponibilizou o documento através do site do órgão, para coletar informações sobre os danos causados aos clientes e investidores da empresa.

A Braiscompany foi alvo de uma operação da Polícia Federal e os seus donos, Antonio Neto Ais e Fabrícia Campos, encontram-se foragidos. Estima-se que, pelo menos, 10 mil clientes estão sendo prejudicados.

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“O que aconteceu tem que ser apurado”, diz Governador João sobre operação Terceira Estação

joao azevedo no programa fala governador_foto jose marques (2).JPG — Governo da Paraíba
O governador da Paraíba, João Azevêdo falou hoje (08), sobre a operação Terceira Estação da Polícia Federal. Para ele “tudo que aconteceu tem que ser apurado”.

A investigação apurou a prática de crimes relacionados à fraude na contratação, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro na aquisição de mobiliário escolar pela Secretaria de Educação do Estado da Paraíba, durante o segundo mandato do ex-governador Ricardo Coutinho (PT), no ano de 2017.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos bairros do Altiplano, Bessa e Jardim Planalto, em João Pessoa, além de Taquaritinga, em São Paulo.

O prejuízo estimado é superior a R$ 2 milhões. Na época a Educação estadual tinha como secretário Aléssio Trindade.

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MPPB investiga superfaturamento em mais de R$ 14 milhões na prefeitura de Santa Rita

A Promotora de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, Anita Bethânia Silva da Rocha determinou a instauração de inquérito civil para investigar a gestão do atual prefeito de Santa Rita, Emerson Panta, e a empresa Diretriz. Haveria indícios de irregularidade na licitação, sócio fantasma e empresa a empresa não teria capacidade financeira para realizar as obras paras as quais foi contratada.

O inquérito civil, que tem mais de cinco mil páginas, contém denúncias de superfaturamento no contrato com a empresa Tapajós, contratada para executar o asfaltamento de diversas ruas, e drenagem que recebeu mais de R$ 14 milhões da gestão municipal.

Segundo o documento, existem supostas irregularidades no processo licitatório, modalidade concorrência nº 0002/2021 pela Secretaria Municipal de Infraestrutura, Obras e Serviços Públicos do Município de Santa Rita. Essas irregularidades poderiam ser indicativo da prática do ato de improbidade administrativa.

A denúncia foi de autoria do empresário e presidente municipal do Solidariedade de santa Rita, Nicola Lomonaco. De acordo com Lomonaco, o prefeito do município de Santa Rita anunciou um “Pacote de Obras” no montante de R$ 30 milhões, mas que haveriam supostas fraudes nos contratos, bem como possíveis falsificações de assinaturas. “Formalizamos a denuncia junto a Controladoria Geral da União (CGU), que de plano nos foi comunicado que a verba oriunda se tratava de recursos dos Royalties do Petróleo, por tanto sugeriu que a aludida denuncia fosse remetida para o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, diante da suposta gravidade do fato”, relatou.

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