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USO DE BANHEIROS: MPT emite recomendação a empresas para que respeitem direito da pessoa trans, na PB

Aluno pode usar banheiro segundo sua identidade de gênero, de acordo com Diário Oficial | Jusbrasil
O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) emitiu, nesta sexta-feira (16), uma recomendação a empresas, órgãos públicos e outras entidades para que respeitem o direito do trabalhador e da trabalhadora transgênero de utilizar banheiros e vestiários compatíveis com o gênero com o qual se identificam.

A Notificação Recomendatória – assinada pelo procurador do Trabalho Eduardo Varandas Araruna – considera o teor dos recentes julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF) quanto aos direitos fundamentais da pessoa transgênero.

“A sociedade precisa respeitar a identidade de gênero de cada pessoa humana. O STF já decidiu que inexiste diferença entre pessoas trans e cis. Esse reconhecimento judicial deve ser aplicado em todas as esferas da sociedade e também no cotidiano de trabalhadores em todo o Estado da Paraíba”, ressaltou o procurador Eduardo Varandas, coordenador Regional da Coordigualdade/MPT (Coordenadoria de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho).

Direitos e jurisprudência

A Notificação Recomendatória é fundamentada em direitos previstos na Constituição Federal, em tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário (como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Convenção Americana de Direitos Humanos e o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos) e na Súmula 736 do Supremo Tribunal Federal (STF), que trata da proteção do meio ambiente de trabalho, nela incluindo o combate a quaisquer formas de discriminação em razão de gênero ou orientação sexual, visando à integridade da saúde física e mental dos trabalhadores.

A Notificação Recomendatória está disponível no site do MPT-PB (www.prt13.mpt.mp.br).

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MPPB e TJPB realizam inspeção no presídio do Róger; confira relatório


O Ministério Público da Paraíba (MPPB) participou de inspeção judicial na Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega (mais conhecida como “Presídio do Róger”), na última segunda-feira (12), para averiguar as condições estruturais da unidade prisional e acompanhar a construção do novo pavilhão, após ação civil pública.

O promotor de Justiça de João Pessoa, Ricardo Medeiros, que atua na tutela coletiva do sistema prisional e direitos humanos, acompanhou a inspeção conduzida pelo magistrado Antônio Carneiro, coordenador adjunto do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça da Paraíba.

De acordo com o promotor de Justiça, foram verificadas melhorias na situação dos custodiados, bem como no âmbito da penitenciária. Foi iniciado o cultivo de uma horta orgânica, cuja produção abastece o próprio presídio e as demais unidades prisionais da Região Metropolitana.

Entretanto, conforme o promotor, foi constatada a necessidade de finalização da obra de construção do pavilhão, objeto de ação civil pública.

Por fim, o representante do MPPB destacou a importância do trabalho em conjunto com o TJPB e com órgãos do governo da Paraíba, para equacionar os problemas encontrados nesta e de outras unidades prisionais do Estado.

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VÍDEO: ‘CRIME’ Protetores denunciam matança de animais doente e abandonados, no litoral sul do Estado

Representantes do Núcleo de Justiça Animal da Universidade Federal da Paraíba, denunciaram hoje (15), no Ministério Público do Estado (MPPB), uma matança de animais no Município de Conde.

De acordo com os protetores de animais, os gatos e cachorros doentes estão sendo capturados nas ruas, e mortos como meio de controle de doenças transmissíveis. As mortes, segundo a denúncia, ocorrem sem qualquer exame laboratorial prévio e tratamento, o que representa uma ofensa aos direitos dos animais.

“Simplesmente se o animal está doente ele é morto, sem observância à legislação específica e Código de Direito e Bem-Estar Animal da Paraíba”, disse o advogado Francisco Garcia.

A promotora Cassiana Mendes expediu ofício para as Secretarias de Meio Ambiente e Saúde, além da Vigilância Sanitária, solicitando informações no período máximo de 48 horas sobre como vem sendo feito o controle e o tratamento dos animais de rua e que se encontram sob a guarda de pessoas físicas.

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OPERAÇÃO: Ambulantes e comerciantes são alvos de ação para regularizar áreas de passeio, na orla de JP

Para garantir o ordenamento do uso do solo e combate à poluição sonora na orla marítima de João Pessoa, a Prefeitura e o Ministério Público da Paraíba, estão realizando uma  série de operações nos últimos dias.

A intenção é coibir o uso irregular de áreas de passeio, bancos, ciclofaixas e vagas de estacionamento por comerciantes ou locatários de patinetes e bicicletas, no Busto de Tamandaré, na orla da Capital. Também será reforçada a fiscalização de trânsito de veículos nas mesmas áreas.

A poluição sonora é outro ponto de atenção, a começar por bares da orla de Cabo Branco que fazem uso de aparelhos sonoros ou oferecem música ao vivo, sendo avaliado se o volume atende à regulamentação municipal, entre outras exigências para manutenção do licenciamento ambiental.

No dia 11 de outubro deste ano, o promotor de Justiça Carlos Romero Lauria Paulo Neto assinou despacho concedendo “prazo de 10 dias úteis, para que a Sedurb/JP” apresentasse “plano de ações integradas com a Semob/JP” para atender as recomendações para resolutividade do “objeto” do “Inquérito Civil”.

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Ministério Público quer evitar uso de bens públicos em 5 municípios da PB

Portal Oficial da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes
A Promotoria de Justiça de São João do Rio do Peixe firmou termos de ajustamento de conduta com os municípios de São João do Rio do Peixe, Santa Helena, Triunfo, Poço de José de Moura e Bernardino Batista. A meta é evitar a utilização de bens públicos, como máquinas e equipamentos, de forma onerosa com exclusividade por particulares.

Os termos de ajustamento de conduta foram assinados pela promotora de Justiça de São João do Rio do Peixe, Flávia Cesarino de Sousa Benigno, e pelos prefeitos dos cinco municípios.

Ficou estabelecido que os prefeitos deverão encaminhar à Câmara Municipal, em um prazo máximo de seis meses, projeto de lei regulamentando as condições gerais sob as quais pode ser autorizado o uso de bens públicos (quais sejam, maquinários da Prefeitura, como tratores, retroescavadeiras, caçambas, motoniveladora, trator de esteira e pá carregadeira, caminhão etc) de forma onerosa com exclusividade por particulares.

No projeto de lei, deverão constar que a autorização deverá ser fornecida apenas com contrapartida financeira do particular beneficiado; que pedido do particular deverá ser realizado por escrito, fundamentando o interesse social do requerimento; que a autorização só será fornecida pelo Município diante da ausência de prejuízo no desenvolvimento de outras obras e serviços de responsabilidade do Poder Municipal e diante da existência de interesse social; e que só deverá ser dada por escrito e por prazo determinado.

JornaldaPB

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PREJUÍZOS: Para evitar irregularidades, shows e eventos, em CG, deverão cumprir regras do MP

Viva Campina - Principais Eventos
A Promotoria de Campina Grande e órgãos públicos ambientais com atuação no município devem firmar um termo de ajustamento de conduta para disciplinar a realização de eventos particulares, que vêm ocorrendo com prejuízos ao meio ambiente, à segurança e ao direito do consumidor.

Os termos do TAC foram definidos por representantes do Ministério Público da Paraíba, Prefeitura, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar da Paraíba (PMPB), em audiência pública realizada nessa terça-feira (6/12).

Os termos

Durante a audiência ficou decidido que eventos particulares em espaços públicos de Campina Grande só deverão ser feitos após comunicação com 30 dias de antecedência do evento às autoridades competentes, além de apresentar os respectivos projetos de segurança, e de proteção ambiental.

A organização deverá garantir o acesso aos órgãos envolvidos, no prazo de 72 horas (dias úteis) antes da realização do evento, para vistorias.

Todos concordaram também que, caso ocorra solicitação para realização de evento ocupando área pública e que não seja observado o que foi deliberado na audiência, não deverá ser emitida qualquer tipo de licença por parte do Município, sob pena de caracterizar ato de improbidade administrativa.

O promotor de Justiça Hamilton Neves Filho cientificou a todos de que a celebração do TAC, nos termos acordados na audiência, será feita no próximo dia 25 de janeiro de 2023, às 10h, em audiência na Promotoria de Justiça.

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IRREGULAR: Prefeitura paraibana suspende concurso público após alerta do MP; confira recomendação

Prefeito de Ingá, PB, é denunciado por suspeita de desvio de recursos, diz  MP | Paraíba | G1
A Prefeitura Municipal de Ingá suspendeu a realização do concurso público para 75 vagas após recomendação do Ministério Público da Paraíba (MPPB), em 1º de dezembro. A organizadora do certame afirmou que a suspensão será mantida até que um novo quadro de vagas seja estabelecido.

Na recomendação, o órgão ministerial questionou a capacidade técnica da empresa organizadora do certame, além do número de vagas oferecidas, considerado “irrisório”. “Há baixo número de vagas e falta de cadastro de reservas para cargos de natureza essencial e permanente como enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos odontólogos, psicólogos, assistentes sociais, professores dentre outros, frente à realidade social vivenciada pelo município”, apontou a promotora Cláudia Cabral.

Ainda segundo a Promotoria, não foram identificados concursos públicos realizado por parte do Instituto de Apoio à Gestão Educacional (Igeduc), empresa responsável pelo certame. Foram constatados apenas contratos com determinados entes públicos, mas sem comprovação da efetiva realização dos certames.

De acordo com a recomendação, também foram consideradas denúncias “dando conta de possível manipulação de documentos e de suas autenticidades, para comprovação da capacidade técnica da empresa organizadora do certame, bem como para motivar a dispensa de licitação”.

Sobre o concurso

O certame oferece 75 vagas, para todos os níveis de escolaridade. Conforme o edital, os salários variam entre R$ 1.212 e R$ 10 mil.

Segundo o cronograma do certame, as provas estavam previstas para 5 de fevereiro de 2023, nos horários da manhã (para cargos de nível médico, técnico e professores) e tarde (nível fundamental e superior).

O resultado definitivo deveria ser divulgado em 24 de março de 2023.

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IRREGULARIDADES: Prefeito de Santa Rita pode ter contas reprovadas; MP acusa gastos altos em contratações

A Prefeitura – Prefeitura de Santa Rita - PB | Portal Oficial da Gestão Municipal
Um relatório elaborado pelo Ministério Público de Contas da Paraíba apontou diversas irregularidades na prestação anual do município de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa, referente ao ano de 2020.  Foi emitida a recomendação contrária à aprovação de contas do prefeito Emerson Panta relativas ao período, além da aplicação de multa.

O material com cerca de 40 páginas é assinado pela subprocuradora-geral Sheyla Barreto. Ele trouxe, por exemplo, que as despesas com pessoal e encargos por parte da prefeitura de Santa Rita alcançaram o percentual de 61,52%, ou seja, ‘furando’ o teto de 60%.

“Durante o exercício sob exame, o Órgão de Instrução constatou que os gastos com pessoal do Município de Santa Rita alcançaram o montante correspondente a 61,52% da Receita Corrente Líquida”. De acordo com a auditoria, sobre este caso em específico, a administração alegou ter adotado um interpretação que exclui Neste ponto específico, o Alcaide alegou ter adotado a linha interpretativa que exclui o total das despesas com pessoal o valor das obrigações patronais. Porém, o MP lembrou que esta análise não é cabível na despesa de pessoal da prefeitura, conforme Lei de Responsabilidade Fiscal.

Uma outra irregularidade apontada, e mantida mesmo após a defesa por parte da gestão, foi a manutenção de contratados por excepcional interesse público por prazo superior a dois anos e em número superior ao máximo permitido pela legislação. Conforme apurou a reportagem, em Santa Rita é permitido, por lei, que o percentual de servidores públicos contratados por excepcional interesse público cheguem a 40%, no entanto, a auditoria do Ministério Público de Contas observou que na folha de pagamento de dezembro de 2020 existiam 1.283 servidores nesta modalidade, o que corresponderia a 47,69% dos servidores efetivos da cidade.

A falta de envio ao TCE do Plano Plurialnual (PPA)do quadriênio é outra irregularidade apontada pelo Ministério Público, assim como o não envio da Lei de Diretrizes Orçamentárias relativa ao ano de 2020. De acordo com o conteúdo, o gestor teria feito a abertura de créditos adicionais sem autorização da Câmara, o que foi negado pela gestão.

Porém, o MP disse que a lei citada pela defesa da gestão “não consta nos anexos da defesa apresentada pelo gestor. Portanto, entende-se pela manutenção da irregularidade”. Segundo apurou o ClickPB, no relatório constam como créditos orçamentários sem autorização R$ 2.714.462,65, no âmbito de ‘créditos especiais’.

Omissão de verbas do Fundeb e elemento de despesa incorreto

De acordo com o Sagres Online, o Município de Santa Rita recebeu R$ 57.826.560,87 em razão de transferências de recursos do FUNDEB. Mas, segundo o relatório do Ministério Público de Contas, não foi realizada a especificação do montante recebido a título de Complementação da União e Ajuste do FUNDEB (também complementação).

Em consulta ao site da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é possível obter que deste total, R$ 1.438.076,28 foram relativos a Ajuste, e, R$ 3.313.213,97 foram a título de Complementação da União. Como a gestão na apontou na defesa o valor, foi considerado que a irregularidade se manteve.

O outro ponto abordado como irregular foi a classificação errônea dos empenhos realizados para as obras de “reforma e adequação de inconformidades da creche do bairro Tibiri II, da creche de Bebelândia, da quadra da escola Odilon Ribeiro Coutinho e da quadra da escola Edígio Madruga. “Erroneamente, a despesa encontra-se classificada no elemento 39 – Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica, quando deveria ter sido classificada no elemento 51 – Obras e Instalações”, se defendeu a gestão.

Mas, a auditoria explicou que “a licitação na modalidade Tomada de Preços (referente as obras citadas acima), é no elemento 51 – Obras e Instalações”, por isso manteve o entendimento de irregularidade.

Clickpb

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Ex-vereador Sérgio da SAC vira alvo de ação do MPPB por irregularidades no uso da verba indenizatória

O Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil por improbidade administrativa contra o ex-vereador de João Pessoa, Evandro Sérgio de Azevedo Araújo, mais conhecido por Sérgio da SAC, por irregularidades no ressarcimento no valor total de R$ 19 mil, recebidos da Câmara Municipal de João Pessoa, a título de verba indenizatória de atividade parlamentar (Viap).

De acordo com a ação, a partir de apuração realizada pela Promotoria de Justiça, ficou demonstrado que, entre os meses de janeiro a março de 2020, o então vereador solicitou o ressarcimento por despesas realizadas com a contratação de advogado e contador, que totalizaram R$ 19 mil, a título de verba indenizatória de atividade parlamentar (Viap).

O contrato com o advogado decorreu de previsão de atividades de consultoria e assessoramento jurídico interno, totalizando R$ 15 mil. Já em relação ao contador, a contratação derivou de cláusula destinada à consultoria e assistência contábil, somando R$ 4 mil. Entretanto, no decorrer da apuração, nem o ex-vereador nem os profissionais contratados conseguiram demonstrar que as tarefas realizadas estavam vinculadas à atividade parlamentar exercida, para justificar os pedidos de ressarcimento, conforme determina a Lei Municipal 13.908/2019, que instituiu a verba indenizatória.

A ação pede a condenação do ex-parlamentar ao ressarcimento integral dos danos materiais e extrapatrimoniais no total de R$ 38 mil, a serem corrigidos monetariamente. Também pede a condenação pela prática de ato de improbidade administrativa, com imposição das sanções de perda da função pública; suspensão dos direitos políticos por até 14 anos; pagamento de multa civil no valor de R$ 19 mil; e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo não superior a 14 anos.

Este é um dos casos que estão sendo apurados no âmbito da Promotoria de Justiça com atuação na defesa do patrimônio público.

PBAgora

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IRREGULAR: Concurso de Prefeitura paraibana deve ser suspenso, após denúncia do MP


O Ministério Público recomenda a suspensão imediata do concurso público para a Prefeitura de Ingá. A promotora de Justiça do município, Cláudia Cabral, também pediu a revogação do edital.

De acordo com ela, existem dúvidas sobre a capacidade técnica da empresa organizadora do certame e sobre a motivação da dispensa de licitação.

Além disso, o número de vagas ofertadas também foi considerado irrisório, tendo em vista que denúncias apontam para a quantidade elevada de servidores temporários na administração municipal.

Blog do BG PB

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