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IRREGULAR: Prefeitura paraibana suspende concurso público após alerta do MP; confira recomendação

Prefeito de Ingá, PB, é denunciado por suspeita de desvio de recursos, diz  MP | Paraíba | G1
A Prefeitura Municipal de Ingá suspendeu a realização do concurso público para 75 vagas após recomendação do Ministério Público da Paraíba (MPPB), em 1º de dezembro. A organizadora do certame afirmou que a suspensão será mantida até que um novo quadro de vagas seja estabelecido.

Na recomendação, o órgão ministerial questionou a capacidade técnica da empresa organizadora do certame, além do número de vagas oferecidas, considerado “irrisório”. “Há baixo número de vagas e falta de cadastro de reservas para cargos de natureza essencial e permanente como enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos odontólogos, psicólogos, assistentes sociais, professores dentre outros, frente à realidade social vivenciada pelo município”, apontou a promotora Cláudia Cabral.

Ainda segundo a Promotoria, não foram identificados concursos públicos realizado por parte do Instituto de Apoio à Gestão Educacional (Igeduc), empresa responsável pelo certame. Foram constatados apenas contratos com determinados entes públicos, mas sem comprovação da efetiva realização dos certames.

De acordo com a recomendação, também foram consideradas denúncias “dando conta de possível manipulação de documentos e de suas autenticidades, para comprovação da capacidade técnica da empresa organizadora do certame, bem como para motivar a dispensa de licitação”.

Sobre o concurso

O certame oferece 75 vagas, para todos os níveis de escolaridade. Conforme o edital, os salários variam entre R$ 1.212 e R$ 10 mil.

Segundo o cronograma do certame, as provas estavam previstas para 5 de fevereiro de 2023, nos horários da manhã (para cargos de nível médico, técnico e professores) e tarde (nível fundamental e superior).

O resultado definitivo deveria ser divulgado em 24 de março de 2023.

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IRREGULARIDADES: Prefeito de Santa Rita pode ter contas reprovadas; MP acusa gastos altos em contratações

A Prefeitura – Prefeitura de Santa Rita - PB | Portal Oficial da Gestão Municipal
Um relatório elaborado pelo Ministério Público de Contas da Paraíba apontou diversas irregularidades na prestação anual do município de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa, referente ao ano de 2020.  Foi emitida a recomendação contrária à aprovação de contas do prefeito Emerson Panta relativas ao período, além da aplicação de multa.

O material com cerca de 40 páginas é assinado pela subprocuradora-geral Sheyla Barreto. Ele trouxe, por exemplo, que as despesas com pessoal e encargos por parte da prefeitura de Santa Rita alcançaram o percentual de 61,52%, ou seja, ‘furando’ o teto de 60%.

“Durante o exercício sob exame, o Órgão de Instrução constatou que os gastos com pessoal do Município de Santa Rita alcançaram o montante correspondente a 61,52% da Receita Corrente Líquida”. De acordo com a auditoria, sobre este caso em específico, a administração alegou ter adotado um interpretação que exclui Neste ponto específico, o Alcaide alegou ter adotado a linha interpretativa que exclui o total das despesas com pessoal o valor das obrigações patronais. Porém, o MP lembrou que esta análise não é cabível na despesa de pessoal da prefeitura, conforme Lei de Responsabilidade Fiscal.

Uma outra irregularidade apontada, e mantida mesmo após a defesa por parte da gestão, foi a manutenção de contratados por excepcional interesse público por prazo superior a dois anos e em número superior ao máximo permitido pela legislação. Conforme apurou a reportagem, em Santa Rita é permitido, por lei, que o percentual de servidores públicos contratados por excepcional interesse público cheguem a 40%, no entanto, a auditoria do Ministério Público de Contas observou que na folha de pagamento de dezembro de 2020 existiam 1.283 servidores nesta modalidade, o que corresponderia a 47,69% dos servidores efetivos da cidade.

A falta de envio ao TCE do Plano Plurialnual (PPA)do quadriênio é outra irregularidade apontada pelo Ministério Público, assim como o não envio da Lei de Diretrizes Orçamentárias relativa ao ano de 2020. De acordo com o conteúdo, o gestor teria feito a abertura de créditos adicionais sem autorização da Câmara, o que foi negado pela gestão.

Porém, o MP disse que a lei citada pela defesa da gestão “não consta nos anexos da defesa apresentada pelo gestor. Portanto, entende-se pela manutenção da irregularidade”. Segundo apurou o ClickPB, no relatório constam como créditos orçamentários sem autorização R$ 2.714.462,65, no âmbito de ‘créditos especiais’.

Omissão de verbas do Fundeb e elemento de despesa incorreto

De acordo com o Sagres Online, o Município de Santa Rita recebeu R$ 57.826.560,87 em razão de transferências de recursos do FUNDEB. Mas, segundo o relatório do Ministério Público de Contas, não foi realizada a especificação do montante recebido a título de Complementação da União e Ajuste do FUNDEB (também complementação).

Em consulta ao site da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é possível obter que deste total, R$ 1.438.076,28 foram relativos a Ajuste, e, R$ 3.313.213,97 foram a título de Complementação da União. Como a gestão na apontou na defesa o valor, foi considerado que a irregularidade se manteve.

O outro ponto abordado como irregular foi a classificação errônea dos empenhos realizados para as obras de “reforma e adequação de inconformidades da creche do bairro Tibiri II, da creche de Bebelândia, da quadra da escola Odilon Ribeiro Coutinho e da quadra da escola Edígio Madruga. “Erroneamente, a despesa encontra-se classificada no elemento 39 – Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica, quando deveria ter sido classificada no elemento 51 – Obras e Instalações”, se defendeu a gestão.

Mas, a auditoria explicou que “a licitação na modalidade Tomada de Preços (referente as obras citadas acima), é no elemento 51 – Obras e Instalações”, por isso manteve o entendimento de irregularidade.

Clickpb

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Ex-vereador Sérgio da SAC vira alvo de ação do MPPB por irregularidades no uso da verba indenizatória

O Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil por improbidade administrativa contra o ex-vereador de João Pessoa, Evandro Sérgio de Azevedo Araújo, mais conhecido por Sérgio da SAC, por irregularidades no ressarcimento no valor total de R$ 19 mil, recebidos da Câmara Municipal de João Pessoa, a título de verba indenizatória de atividade parlamentar (Viap).

De acordo com a ação, a partir de apuração realizada pela Promotoria de Justiça, ficou demonstrado que, entre os meses de janeiro a março de 2020, o então vereador solicitou o ressarcimento por despesas realizadas com a contratação de advogado e contador, que totalizaram R$ 19 mil, a título de verba indenizatória de atividade parlamentar (Viap).

O contrato com o advogado decorreu de previsão de atividades de consultoria e assessoramento jurídico interno, totalizando R$ 15 mil. Já em relação ao contador, a contratação derivou de cláusula destinada à consultoria e assistência contábil, somando R$ 4 mil. Entretanto, no decorrer da apuração, nem o ex-vereador nem os profissionais contratados conseguiram demonstrar que as tarefas realizadas estavam vinculadas à atividade parlamentar exercida, para justificar os pedidos de ressarcimento, conforme determina a Lei Municipal 13.908/2019, que instituiu a verba indenizatória.

A ação pede a condenação do ex-parlamentar ao ressarcimento integral dos danos materiais e extrapatrimoniais no total de R$ 38 mil, a serem corrigidos monetariamente. Também pede a condenação pela prática de ato de improbidade administrativa, com imposição das sanções de perda da função pública; suspensão dos direitos políticos por até 14 anos; pagamento de multa civil no valor de R$ 19 mil; e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo não superior a 14 anos.

Este é um dos casos que estão sendo apurados no âmbito da Promotoria de Justiça com atuação na defesa do patrimônio público.

PBAgora

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MPPB

IRREGULAR: Concurso de Prefeitura paraibana deve ser suspenso, após denúncia do MP


O Ministério Público recomenda a suspensão imediata do concurso público para a Prefeitura de Ingá. A promotora de Justiça do município, Cláudia Cabral, também pediu a revogação do edital.

De acordo com ela, existem dúvidas sobre a capacidade técnica da empresa organizadora do certame e sobre a motivação da dispensa de licitação.

Além disso, o número de vagas ofertadas também foi considerado irrisório, tendo em vista que denúncias apontam para a quantidade elevada de servidores temporários na administração municipal.

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MPPB

MPPB processa coronel dos Bombeiros por receber propina para liberar laudos

O Ministério Público da Paraíba ingressou com uma ação de improbidade administrativa contra o coronel José Carlos de Sousa Nóbrega, do Corpo de Bombeiros, por recebimento de propina. De acordo com o MP, foi constatado o recebimento de vantagem patrimonial indevida para a liberação de alvarás de segurança contra incêndio e pânico.

As irregularidades ocorriam após a análise dos projetos apresentados pelos interessados, no período em que o coronel exerceu o cargo de Diretor da Diretoria de Atividades Técnicas.

De acordo com o MP, foram identificados 106 projetos de combate a pânico e incêndio, correlacionados aos 135 depósitos realizados nas contas bancárias do coronel Souza Nóbrega, totalizando um montante de R$ 137.411,46.

“Importante registrar que das transações bancárias analisadas, por meio de cheques e transferências online, novas investigações serão instauradas com intuito de verificar se as pessoas que realizaram os depósitos tinham conhecimento prévio do delito de corrupção em comento, de modo a se beneficiarem do ato criminoso ou se foram vítimas do Coronel SOUZA NÓBREGA, sendo extorquidas para obtenção da aprovação dos respectivos projetos”, afirma o MP na ação.

O coronel foi preso em uma operação realizada no ano de 2019, após ter sido flagrado com uma arma sem registro. A ação investigava um esquema de fraude em emissão de laudos do Corpo de Bombeiros da Paraíba.

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MPPB

ABUSO POLÍTICO: MP investiga suposta ‘farra de vereadores’ com merenda escolar, na PB

Reabertura da Chamada Pública 003/2021-SEMED - Merenda Escolar - Prefeitura  Municipal de Curuá - Pará
A gestão do prefeito de Cacimbas, Nilton de Almeida (PSDB) é alvo de inquérito civil do Ministério Público da Paraíba (MPPB), após denúncias recebidas pelo órgão de uso político de escolas municipais, da merenda e de ônibus escolares durante evento, que contou com a presença de apoiadores do gestor.

Inquérito foi instaurado na última segunda-feira (21) e a investigação foi autorizada pelo promotor de justiça José Carlos Patrício.

Conforme a denúncia, no dia 7 de setembro foi realizado um campeonato esportivo na cidade, onde as escolas de Cacimbas teriam servido de pontos de apoio para os políticos e as merendas escolares teriam sido distribuídas na ocasião. Os resultados, de acordo com o documento, foram: alunos sem aulas e sem merenda no dia seguinte.

De acordo com portaria do inquérito, a denúncia sobre o caso foi originalmente a seguinte: “atenção Ministério Público, no domingo dia 7 as escolas do Distrito de Cacimbas foram entregues aos políticos apoiados pelo atual prefeito Nilton, para uma festa do final do campeonato e por isso não teve aula no pré-escolar na segunda dia 8, porque a diretora é esposa do vereador Dijan e dizem que mandam.

A outra escola teve aula, mas a diretora não apareceu nem teve merenda, porque deram os alimentos para os políticos e acompanhantes. Também usaram os ônibus da escola para levar as pessoas dos sítios ajude por favor a resolver essa situação de calamidade porque eles falam que não dar em nada essas coisas e a justiça não faz nada”.

ParaíbaJá

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Covid-19

MPPB volta a exigir uso de máscaras na instituição a partir desta segunda

Concurso para promotor do MPPB define FCC como organizadora | Paraíba | G1

O uso de máscaras de proteção facial contra a covid-19 nos ambientes fechados das unidades do Ministério Público da Paraíba, volta a ser obrigatório a partir desta segunda-feira (21).

O procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, considerou o aumento do número de casos de covid-19 registrados pelas autoridades de saúde do Estado. De acordo com boletim da Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgado na última sexta-feira, em 24 horas foram confirmados 1.871 novos casos da doença. Até aquele momento, o percentual de ocupação de leitos de enfermaria era de 43% e de UTI adulto, 27%.

“Novas medidas poderão ser adotadas a qualquer momento em função do quadro epidemiológico e de acordo com as determinações dos órgãos competentes de saúde”, diz trecho do ato assinado pelo chefe do MPPB.

MaisPB

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MPPB

GASTOS: Câmara de Santa Rita deve reduzir os 79 cargos comissionados após alerta do MP

Câmara Municipal de Santa Rita - PB
O Ministério Público da Paraíba expediu recomendação à Câmara Municipal de Santa Rita para revisar e reduzir imediatamente o número excessivo de cargos comissionados.  A recomendação foi expedida pela promotora de Justiça Anita Bethânia Silva Rocha.

Existem 101 cargos comissionados previstos no quadro de servidores da Câmara Municipal, dos quais, atualmente, 79 estão ocupados, e apenas nove servidores efetivos, o que representa 90% de cargos comissionados para apenas 10% de efetivos, evidenciando, em tese, a inobservância do princípio da proporcionalidade.

Foi recomendado que a câmara reduza para quatro cargos comissionados reservados à Presidência, dois cargos comissionados reservados aos secretários (sendo dois para cada) e um comissionado reservado para cada vereador; justificando, em caso de maior quantidade, a pertinência, interesse público e local onde prestará os serviços.

Além disso, deve reduzir os vencimentos dos cargos de provimento em comissão, não podendo ultrapassar o percentual de mais de 60% do valor do maior salário pago aos efetivos.

Também deve exonerar imediatamente os servidores que não exercem as atividades de interesse público ou não relacionados, na prática, à função de direção, chefia ou assessoramento.

A câmara deve ainda criar mecanismos efetivos de controle de frequência e de produtividade dos servidores.

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MPPB

Donos de hotéis em 7 municípios da PB devem proibir entrada de menores sem a presença dos pais para prevenir exploração sexual; alerta MP

O que precisa para uma criança se hospedar em hotel numa viagem

Os proprietários, gerentes e responsáveis por hotéis, motéis, pensões, pousadas, congêneres (repúblicas e acampamentos) dos municípios de Bananeiras, Borborema, Serraria, Belém, Caiçara, Logradouro e Dona Inês devem proibir a entrada de menores de 18 anos, nos estabelecimentos, salvo se acompanhados de pais ou responsável, ou mediante autorização escrita.

A recomendação é da Promotoria de Justiça de Bananeiras conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No caso dos motéis ou congêneres, foi recomendado que fique estritamente proibida a hospedagem, ainda que na presença dos genitores.

O Ministério Público Estadual destacou que a recomendação tem o objetivo de prevenir a exploração sexual de crianças e adolescentes. Além disso, o MP afirmou que recebeu denúncias de que os hotéis, motéis, pensões, pousadas e congêneres das cidades da região não vêm solicitando documento de identificação aos frequentadores.

Mais recomendações

Foi recomendado ainda que os estabelecimentos devem exigir documento oficial de identificação com foto, no acesso aos estabelecimentos em condições de identificação.

Também foi recomendado que os hotéis e congêneres afixem em local visível da recepção e de grande circulação, um cartaz informando ser proibida a hospedagem de crianças ou adolescentes desacompanhados de seus pais ou responsáveis.

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Quase 200 corpos foram enterrados sem identificação na PB, em quatro anos, aponta Ministério Público

Concessão de cemitérios em SP inclui criação de memoriais para vítimas da  ditadura - 31/08/2019 - Cotidiano - Folha

O Ministério Público da Paraíba está articulando providências junto à Corregedoria-Geral de Justiça, ao Instituto de Polícia Científica e à Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-PB) para resolver o problema da ausência de assentamento de óbito de corpos não identificados.

Estima-se que, somente nos últimos quatro anos, cerca de 200 cadáveres foram sepultados nessa condição, ferindo a Lei de Registros Públicos e dificultando uma identificação futura.

A coordenadora do Programa de Localização e Identificação de Pessoas Desaparecidas (Plid), Liana Espínola Pereira de Carvalho, afirma que nunca foi feito um registro de óbito de pessoa não identificada na Paraíba, a maioria foi inumada sem registro, por problemas no trâmite junto aos cartórios.

“Se alguém estiver procurando uma pessoa desaparecida, por exemplo, e essa pessoa estiver morta, sem o registro do óbito fica mais difícil de achar. Registrar é tentar possibilitar uma identificação posterior. É cumprir a Lei de Registros”, explicou a promotora de Justiça, informando que, no último dia 26, reuniu-se com representantes das instituições envolvidas nessa questão, a fim de buscar soluções para resolver esse problema.

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