MPPB

MPPB processa coronel dos Bombeiros por receber propina para liberar laudos

O Ministério Público da Paraíba ingressou com uma ação de improbidade administrativa contra o coronel José Carlos de Sousa Nóbrega, do Corpo de Bombeiros, por recebimento de propina. De acordo com o MP, foi constatado o recebimento de vantagem patrimonial indevida para a liberação de alvarás de segurança contra incêndio e pânico.

As irregularidades ocorriam após a análise dos projetos apresentados pelos interessados, no período em que o coronel exerceu o cargo de Diretor da Diretoria de Atividades Técnicas.

De acordo com o MP, foram identificados 106 projetos de combate a pânico e incêndio, correlacionados aos 135 depósitos realizados nas contas bancárias do coronel Souza Nóbrega, totalizando um montante de R$ 137.411,46.

“Importante registrar que das transações bancárias analisadas, por meio de cheques e transferências online, novas investigações serão instauradas com intuito de verificar se as pessoas que realizaram os depósitos tinham conhecimento prévio do delito de corrupção em comento, de modo a se beneficiarem do ato criminoso ou se foram vítimas do Coronel SOUZA NÓBREGA, sendo extorquidas para obtenção da aprovação dos respectivos projetos”, afirma o MP na ação.

O coronel foi preso em uma operação realizada no ano de 2019, após ter sido flagrado com uma arma sem registro. A ação investigava um esquema de fraude em emissão de laudos do Corpo de Bombeiros da Paraíba.

Blog do BG PB 

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MPPB

ABUSO POLÍTICO: MP investiga suposta ‘farra de vereadores’ com merenda escolar, na PB

Reabertura da Chamada Pública 003/2021-SEMED - Merenda Escolar - Prefeitura  Municipal de Curuá - Pará
A gestão do prefeito de Cacimbas, Nilton de Almeida (PSDB) é alvo de inquérito civil do Ministério Público da Paraíba (MPPB), após denúncias recebidas pelo órgão de uso político de escolas municipais, da merenda e de ônibus escolares durante evento, que contou com a presença de apoiadores do gestor.

Inquérito foi instaurado na última segunda-feira (21) e a investigação foi autorizada pelo promotor de justiça José Carlos Patrício.

Conforme a denúncia, no dia 7 de setembro foi realizado um campeonato esportivo na cidade, onde as escolas de Cacimbas teriam servido de pontos de apoio para os políticos e as merendas escolares teriam sido distribuídas na ocasião. Os resultados, de acordo com o documento, foram: alunos sem aulas e sem merenda no dia seguinte.

De acordo com portaria do inquérito, a denúncia sobre o caso foi originalmente a seguinte: “atenção Ministério Público, no domingo dia 7 as escolas do Distrito de Cacimbas foram entregues aos políticos apoiados pelo atual prefeito Nilton, para uma festa do final do campeonato e por isso não teve aula no pré-escolar na segunda dia 8, porque a diretora é esposa do vereador Dijan e dizem que mandam.

A outra escola teve aula, mas a diretora não apareceu nem teve merenda, porque deram os alimentos para os políticos e acompanhantes. Também usaram os ônibus da escola para levar as pessoas dos sítios ajude por favor a resolver essa situação de calamidade porque eles falam que não dar em nada essas coisas e a justiça não faz nada”.

ParaíbaJá

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Covid-19

MPPB volta a exigir uso de máscaras na instituição a partir desta segunda

Concurso para promotor do MPPB define FCC como organizadora | Paraíba | G1

O uso de máscaras de proteção facial contra a covid-19 nos ambientes fechados das unidades do Ministério Público da Paraíba, volta a ser obrigatório a partir desta segunda-feira (21).

O procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, considerou o aumento do número de casos de covid-19 registrados pelas autoridades de saúde do Estado. De acordo com boletim da Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgado na última sexta-feira, em 24 horas foram confirmados 1.871 novos casos da doença. Até aquele momento, o percentual de ocupação de leitos de enfermaria era de 43% e de UTI adulto, 27%.

“Novas medidas poderão ser adotadas a qualquer momento em função do quadro epidemiológico e de acordo com as determinações dos órgãos competentes de saúde”, diz trecho do ato assinado pelo chefe do MPPB.

MaisPB

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MPPB

GASTOS: Câmara de Santa Rita deve reduzir os 79 cargos comissionados após alerta do MP

Câmara Municipal de Santa Rita - PB
O Ministério Público da Paraíba expediu recomendação à Câmara Municipal de Santa Rita para revisar e reduzir imediatamente o número excessivo de cargos comissionados.  A recomendação foi expedida pela promotora de Justiça Anita Bethânia Silva Rocha.

Existem 101 cargos comissionados previstos no quadro de servidores da Câmara Municipal, dos quais, atualmente, 79 estão ocupados, e apenas nove servidores efetivos, o que representa 90% de cargos comissionados para apenas 10% de efetivos, evidenciando, em tese, a inobservância do princípio da proporcionalidade.

Foi recomendado que a câmara reduza para quatro cargos comissionados reservados à Presidência, dois cargos comissionados reservados aos secretários (sendo dois para cada) e um comissionado reservado para cada vereador; justificando, em caso de maior quantidade, a pertinência, interesse público e local onde prestará os serviços.

Além disso, deve reduzir os vencimentos dos cargos de provimento em comissão, não podendo ultrapassar o percentual de mais de 60% do valor do maior salário pago aos efetivos.

Também deve exonerar imediatamente os servidores que não exercem as atividades de interesse público ou não relacionados, na prática, à função de direção, chefia ou assessoramento.

A câmara deve ainda criar mecanismos efetivos de controle de frequência e de produtividade dos servidores.

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MPPB

Donos de hotéis em 7 municípios da PB devem proibir entrada de menores sem a presença dos pais para prevenir exploração sexual; alerta MP

O que precisa para uma criança se hospedar em hotel numa viagem

Os proprietários, gerentes e responsáveis por hotéis, motéis, pensões, pousadas, congêneres (repúblicas e acampamentos) dos municípios de Bananeiras, Borborema, Serraria, Belém, Caiçara, Logradouro e Dona Inês devem proibir a entrada de menores de 18 anos, nos estabelecimentos, salvo se acompanhados de pais ou responsável, ou mediante autorização escrita.

A recomendação é da Promotoria de Justiça de Bananeiras conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No caso dos motéis ou congêneres, foi recomendado que fique estritamente proibida a hospedagem, ainda que na presença dos genitores.

O Ministério Público Estadual destacou que a recomendação tem o objetivo de prevenir a exploração sexual de crianças e adolescentes. Além disso, o MP afirmou que recebeu denúncias de que os hotéis, motéis, pensões, pousadas e congêneres das cidades da região não vêm solicitando documento de identificação aos frequentadores.

Mais recomendações

Foi recomendado ainda que os estabelecimentos devem exigir documento oficial de identificação com foto, no acesso aos estabelecimentos em condições de identificação.

Também foi recomendado que os hotéis e congêneres afixem em local visível da recepção e de grande circulação, um cartaz informando ser proibida a hospedagem de crianças ou adolescentes desacompanhados de seus pais ou responsáveis.

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MPPB

Quase 200 corpos foram enterrados sem identificação na PB, em quatro anos, aponta Ministério Público

Concessão de cemitérios em SP inclui criação de memoriais para vítimas da  ditadura - 31/08/2019 - Cotidiano - Folha

O Ministério Público da Paraíba está articulando providências junto à Corregedoria-Geral de Justiça, ao Instituto de Polícia Científica e à Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-PB) para resolver o problema da ausência de assentamento de óbito de corpos não identificados.

Estima-se que, somente nos últimos quatro anos, cerca de 200 cadáveres foram sepultados nessa condição, ferindo a Lei de Registros Públicos e dificultando uma identificação futura.

A coordenadora do Programa de Localização e Identificação de Pessoas Desaparecidas (Plid), Liana Espínola Pereira de Carvalho, afirma que nunca foi feito um registro de óbito de pessoa não identificada na Paraíba, a maioria foi inumada sem registro, por problemas no trâmite junto aos cartórios.

“Se alguém estiver procurando uma pessoa desaparecida, por exemplo, e essa pessoa estiver morta, sem o registro do óbito fica mais difícil de achar. Registrar é tentar possibilitar uma identificação posterior. É cumprir a Lei de Registros”, explicou a promotora de Justiça, informando que, no último dia 26, reuniu-se com representantes das instituições envolvidas nessa questão, a fim de buscar soluções para resolver esse problema.

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MPPB

VIXE: Prefeita de Conde tem 10 dias para explicar ao MP suposta contratação de funcionários fantasmas

Sob força de liminar, Karla Pimentel segue no comando da Prefeitura de Conde mesmo após ter sido cassada - Termômetro da Política

A Promotoria Pública do Município do Conde, Litoral Sul da Paraíba, abriu um inquérito com o objetivo de investigar a existência dos chamados “funcionários fantasmas” no gabinete da prefeita Karla Pimentel. A promotora Cassiana Mendes de Sá deu um prazo de 10 dias úteis para que a Prefeitura entregue as fichas funcionais de três servidores do gabinete da prefeita.

Os funcionários cujas fichas estão sendo solicitadas são Djalma Cicero Brito da Silva, Josivania da Silva Santos e Marcia de Oliveira Santos Celani de Abreu.

Além disso, a promotora pede ainda a relação nominal de todos os funcionários efetivos, comissionados e contratados lotados no gabinete da prefeita, detalhando a função de cada um deles. Caso seja constatada a irregularidade, os investigados poderão responder por crime de improbidade administrativa.

A data de abertura do Inquérito Civil Público é 26 de outubro de 2022 e a prefeita Karla Pimentel tem dez dias a contar dessa data para prestar esclarecimentos.

ClickPB

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MPPB

INVESTIGAÇÃO: Prefeitura de Santa Rita é alvo do MP após denúncias de irregularidades em contratação de empresa

Santa Rita gasta com shows no São João e família de senhora debilitada apela por fraldas e suplementos após não conseguir materiais com Prefeitura - ClickPB

A Prefeitura de Santa Rita, na Grande João Pessoa vira alvo hoje (26), do Ministério Público da Paraíba por supostas irregularidades na contratação de uma empresa de engenharia. O MP abriu um procedimento preparatório para investigar a licitação da prefeitura com empresa Diretrix Engenharia Eirelli.

Segundo a Promotora de Justiça Anita Betânia Silva da Rocha, depois de denúncias contra a Secretaria de Infraestrutura do Município, o órgão resolveu aprofundar as investigações com o objetivo de reparar danos e coibir práticas ilegais.

“Considerando a narrativa apresentada até o presente, qual seja, supostas irregularidades na licitação, modalidade pregão presencial, mormento a contratação da empresa Diretrix Engenharia Eirelli, a qual pode ser indicativo da prática de ato de improbidade administrativa”, disse a promotora.

Confira o documento:

 

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MPPB

URGENTE: Com risco de novo rompimento de reservatório, MP dá prazo para Prefeitura evitar desastre

Em audiência realizada na última quarta-feira (19/10), a Promotoria de Justiça de Pocinhos, no sertão da Paraíba concedeu o prazo de 10 dias para o Município analisar proposta de termo de ajustamento de conduta relacionado ao reservatório da cidade, que rompeu no último mês de maio.

O Ministério Público da Paraíba quer evitar um novo desastre e garantir a segurança e os direitos da população atingida. No mês passado, o MP recebeu um laudo do Corpo de Bombeiros alertando sobre “o alto risco de um novo rompimento nos tanques” e a Prefeitura de Pocinhos fosse oficiada para que tomasse as medidas cabíveis.

O MP recomendou a reconstrução de todos os muros de contenção, e a demolição dos muros de contenção para segurança do entorno do Lajedo de Pocinhos. Para isso,  foi proposto ao Município  assinar um TAC comprometendo-se com as medidas.

O representante do Município disse que seria necessária a conclusão de laudo que está sendo elaborado pelos engenheiros da Prefeitura; enfatizou que a Prefeitura alojou os desabrigados, pagando o aluguel social destas e encaminhará projeto de lei para aquisição de casas.

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VÍDEO: Após pastor perguntar se fiéis eram ‘coca ou fanta’, igreja na Paraíba é punida e paga salário-mínimo

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Caaporã, na Grande João Pessoa e o pastor Sérgio José Lima da Silva, tiveram que se retratar após conduta homofóbica ocorrida durante um culto na igreja, em fevereiro deste ano.

Segundo o Ministério Público do Estado, foi firmado um termo de ajustamento de conduta para evitar a prática de novos atos de homofobia no local e também foi entregue o valor correspondente a um salário mínimo ao Fundo Especial de Proteção dos Bens, Valores e Interesses Difusos da Paraíba (FDD/PB), a título de danos morais coletivos.

Em uma pregação o pastor pergunta aos fiéis se eles são “coca ou fanta”, relacionando o termo à homossexualidade. “Olha para a pessoa que está ao teu lado e pergunta: tu é coca ou fanta? Jesus te fez coca ou fanta?”, questionou em discurso.

Relembre o caso:

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