Polêmica

”Há um poste no caminho”: Equipamentos públicos se tornam obstáculos para deficientes visuais em JP

Instituto dos Cegos da Paraíba denuncia falta de acessibilidade nas ruas de João Pessoa - ClickPB

O que era pra ser um recurso de acessibilidade acabou se tornando um percalço para pessoas com deficiência visual. É que o piso tátil instalado nas calçadas da Avenida Epitácio Pessoa, principal corredor da capital paraibana, apresenta problemas em vários trechos, nos dois sentidos da via.

Além de buracos
e pisos incompletos, usuários têm denunciado a presença de obstáculos como árvores, postes e muretas no meio do caminho, sem qualquer sinalização ou desvio.

A situação tem causado transtornos para quem precisa do equipamento para se locomover com segurança por aquela área da cidade.

A interferência no piso tátil também pode causar acidentes, já que a falta de sinalização faz com que a pessoa cega utilize o equipamento sem saber o que há pela frente.

“Você vai andando, e sempre encontra um carro estacionado, se não tiver cuidado, pode dar de cara com um poste, então, são muitas ‘barreiras’ no trajeto”, reclamou a deficiente visual Luzia Dias, ao reivindicar a correção do problema. Para José Firmino, este é um problema que não se resume às calçadas da avenida Epitácio Pessoa. “Aqui ainda tem, mas existem outros pontos da cidade, como o Centro, por exemplo, que a situação ainda é pior.

O projeto de requalificação da avenida Epitácio Pessoa, cujo investimento ultrapassa o valor de R$ 12,3 milhões, foi iniciado na gestão municipal anterior, de Luciano Cartaxo, e reúne um conjunto de obras de calçamento padronizado, canteiros, árvores e abrigos de ônibus. De acordo com informações da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) de João Pessoa, a obra teve 60% da sua totalidade, incluindo os recursos de acessibilidade.

Apesar da reclamação dos usuários e dos obstáculos explicitamente à mostra no piso tátil, a Seinfra informou que toda a obra “está dentro das normas vigentes sobre passeios com acessibilidade e obstáculos”.

Além disso, a pasta informou que a responsabilidade de fiscalização dos veículos estacionados em cima do piso é da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob).

Além disso, uma volta na cidade expõe o descuidado com os equipamentos de acessibilidade como as rampas, calçadas e outros aparelhos que deveriam garantir ao cidadão com deficiência ou mobilidade reduzida o direito de transitar e circular por João Pessoa com segurança.

Blog do BG PB com União

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Polêmica

(VÍDEO) ‘DENÚNCIA’ Vereador na PB é flagrado rasgando dinheiro em torneio de sinuca

O vereador Francisco Galdino mais conhecido pelo apelido de Nego de Vazante, foi flagrado por uma câmera que transmitia ao vivo, um torneio de sinuca na cidade de Diamante, interior da Paraíba.  Até agora, o vereador não se pronunciou a respeito do caso.

O evento foi realizado no último domingo (9) e durante uma partida, o parlamentar se irritou e resolveu “rasgar dinheiro”. A atitude gerou indignação nas redes sociais. No vídeo, é possível ver o momento exato em que ele rasga o dinheiro no canto  esquerdo da tela.

Francisco Galdino de Sousa é agricultor, tem 51 anos de idade e foi eleito pelo PODE. Ele havia sido candidato também em 2016, mas na época não foi eleito.

Blog do BG PB com clickpb

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Polêmica

Sócios da Fiji entregam passaportes à Justiça Federal

Os sócios proprietários da Fiji Solutions, de criptomoedas, entregaram os passaportes em cumprimento à decisão do juiz Vinícius Costa Vidor, da 4ª Vara da Justiça Federal, em Campina Grande.

A empresa é investigada, assim como a Braiscompany, sob suspeita de atuar como pirâmide financeira e atrasou pagamentos a clientes.

A defesa confirmou  que foi feita a entrega de três passaportes dos sócios proprietários Bueno Aires, Breno Vasconcelos e Emilene Marília. Os documentos foram recolhidos na 4ª Vara da Justiça Federal em Campina Grande, no âmbito do processo de apura o caso Fiji.

clickPB

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Polêmica

PROBLEMA ANTIGO: JP tem 10 áreas em alto risco de desmoronamento

Chuvas causam deslizamentos de barreiras e interditam ruas em João Pessoa - Paraibaonline

Em João Pessoa, 33 trechos de barreiras estão sendo monitorados pela Prefeitura Municipal. Deste total, pelo menos 10 estão classificados com risco alto e muito alto risco de desabamento ou deslizamento. A informação é da Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil da Capital (Compdec-JP).

Além dos cuidados nessas áreas, a população deve ficar atenta a eventuais sinais de desmoronamento, sobretudo, em dias de muita chuva – período em que os riscos de desastres dessa natureza aumentam. A situação mais grave, de acordo com a pasta, é a da barreira localizada no bairro de Valentina, mais precisamente na Rua Brasilino Alves da Nóbrega, que dá acesso ao bairro de Mangabeira 4.

Classificada com a pontuação máxima (10) no nível do grau de risco muito alto, os condicionantes da qual predispõe a barreira, como as fortes chuvas, por exemplo, somados à falta de intervenção, contribuem com alta potencialidade para a ocorrência do processo erosivo e destrutivo do local.

Outro ponto bastante crítico, ainda no Valentina, é o da barreira da Comunidade Nossa Senhora das Neves. Com pontuação 9, o local pode ser acometido por desmoronamento e ocorrências similares.

Além destes locais, a barreira do Castelo Branco, situada às margens da BR-230, também vem sendo monitorada. A área, que possui algumas residências na parte de cima, será desapropriada pela prefeitura devido ao grau de risco.

Trecho da BR-230 entre João Pessoa e Cabedelo é interditado após deslizamento provocado pelas chuvas | Paraíba | G1

Algumas casas naquela região já foram demolidas, desde o início do ano, e outras foram desocupadas para dar continuidade à desapropriação, anunciada pelo prefeito Cícero Lucena, na última sexta-feira.

Quem passa por ali pode comprovar a gravidade da situação. O chão das casas demolidas, ainda com a cerâmica à mostra, fica rente à ponta da barreira.

Nenhuma sinalização alertando sobre o avanço da erosão ou sobre os riscos de transitar naquele local é existente. De acordo com alguns moradores do bairro, este é um problema antigo e, em períodos de chuva, o perigo aumenta ainda mais, causando preocupação e transtornos àquela população.

Segundo o documento da Compdec-JP, tanto as barreiras do Castelo Branco quanto as do Valentina, e outras que pertencem ao grupo com classificação de risco muito alto, “passam por um processo de instabilização em avançado estágio de desenvolvimento”.

A pasta afirma, ainda, que, por ser a condição mais crítica (em relação às demais barreiras monitoradas), “é muito provável a ocorrência de eventos destrutivos”.

Kelson Chaves, coordenador da Compdec-JP, disse que a Prefeitura de João Pessoa está adquirindo sensores e softwares que vão auxiliar no monitoramento de possíveis movimentos de massa nestes trechos identificados com algum grau de risco, independentemente da gravidade.

Segundo Kelson, estes equipamentos possuem “capacidade precisa de alertar a população e órgãos integrantes do Sistema de Proteção e Defesa Civil, todas as vezes que eles ocorrerem, e, com isso, estabelecer a adoção das medidas preventivas necessárias à prevenção de desastres”, finalizou.

Blog do BG PB

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Polêmica

Campanhas do Ministério da Saúde custam R$ 630 mil em cachês ao governo

Campanhas do Ministério da Saúde custam R$ 630 mil em cachês ao governo
O Ministério da Saúde deverá pagar R$ 630 mil para artistas, atletas e influenciadores digitais que participaram de campanhas institucionais da pasta em 2023.

Segundo a Folha de S. Paulo, 17 personalidades receberão R$ 30 mil cada em função da publicidade sobre vacinação.

Em nota, o Ministério da Saúde disse ao jornal que os valores estão abaixo do que é normalmente pago pelo mercado.

Parte dos artistas contratados pelo governo afirmou que doará o valor.

O Antagonista

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Polêmica

ALERTA: Unipê, em João Pessoa, reforça segurança após ameaça de ataques em escolas


O Centro Universitário Unipê, em João Pessoa, reforçou a segurança nesta terça-feira (11.abr.2023) depois de ameaças contra alunos e professores circularem no Whatsapp.

O clima foi de tensão durante toda manhã e os alunos ainda aguardam um posicionamento da Coordenação da instituição.

Seguranças de uma empresa privada se posicionaram em frente aos blocos de aula com forte armamento à mostra.

MaurílioJr

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Polêmica

CASO FIJI: Investidores esperam que a PF realize mega-operação ainda esta semana

Fiji informa que irá iniciar pagamento ainda esta semana; MP-Procon instaura procedimentos adiministrativos contra a empresa - Polêmica Paraíba - Polêmica Paraíba
O pedido da Polícia Federal para a retenção dos passaportes e cartões de crédito dos sócios da FIJI Solutions, principalmente o diretor de tecnologia, Bueno Aires, que detém a posse dos códigos das contas para a possível liberação e pagamento do dinheiro que pertence aos investidores, deixa claro que a partir de agora o tratamento para o caso passa a ser outro, agora em esfera criminal, com o envolvimento da Polícia e Justiça Federal.

Ao Polêmica Paraíba alguns investidores que não quiseram se identificar, informaram que a expectativa é de que ainda esta semana possa haver uma grande operação de busca e apreensão e também a possível prisão preventiva dos envolvidos que não agem para solucionar o possível crime ao sistema financeiro e o patrimônio milionário de terceiros.

O fato novo é que a justiça já entendeu como responsáveis pela acusação de crimes os sócios da empresa, além dos diretores e operadora do negócio que envolvem a irmã e o primo de Bueno Aires; Bruna e Kleyton.

A 2ª Vara Cível de Campina Grande é a responsável pelo processo contra a Fiji Solutions, empresa que vem sendo investigada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) por não efetuar o pagamento de lucros a investidores.

A informação foi confirmada pelo promotor Sócrates Agra. Quem estará à frente do processo que corre em segredo de justiça é o juiz Hugo Zaher, coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo do Estado da Paraíba (GMF-PB)

Recentemente, após quebra de acordo por parte da empresa, o MPPB pediu o bloqueio de R$ 400 milhões da Fiji para garantir o pagamento aos investidores.

Após quebra de acordo, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) entrou com o pedido judicial para bloqueio de R$ 399.084.017,41 (trezentos e noventa e nove milhões, oitenta e quatro mil e dezessete reais e quarenta e um centavos) da Fiji. O juiz responsável pelo caso será Hugo Zaher.

Além do bloqueio de bens, o MPPB pediu que haja a suspensão de todas as transações com as empresas de criptomoedas ligadas a Fiji, bem como que um dos donos da empresa, Bueno Aires, seja obrigado a liberar o código fonte da tecnologia para que haja o pagamento de direito aos clientes.

O MP também pediu que a empresa apresente a relação dos consumidores e suas respectivas transações, consignando as datas, valores aportados e pagamentos realizados, e que o proprietário Bueno Aires seja intimado a apresentar o código-fonte de sua tecnologia, para a realização de perícia técnica.

No documento, ainda é pedido a retenção e suspensão dos passaportes, CNH e bloqueio dos cartões de crédito dos Sócios Emilene, Breno e Bueno.

O caso está sendo acompanhado pelo promotor Sócrates Agra. A Fiji será acionada na esfera cível e há a perspectiva de ser por crime contra a economia popular ou crime contra o sistema financeiro.

PolêmicaPB

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Polêmica

Braiscompany: MP recebe mais de 3,3 mil reclamações; contratos envolveriam R$ 258 milhões

Com paradeiro desconhecido, dono da Braiscompany divulga nota: 'totalmente reféns dessa situação' | Paraíba | G1

O MP-Procon, órgão do Ministério Público da Paraíba, recebeu 3.364 reclamações de consumidores que teriam contratos com a Braiscompany, no Estado. De acordo com levantamento realizado a partir das respostas coletadas por meio do formulário online disponibilizado entre os dias 2 e 31 de março, os prejuízos resultaram no montante de R$ 258.252.638,31.

Com as informações obtidas durante a investigação, o órgão ministerial iniciará uma nova fase procedimental, na qual poderá adotar outras medidas judiciais, além da ação cautelar que já tramita na Justiça.

O promotor de Justiça, Romualdo Tadeu de Araújo Dias, diretor do MP-Procon, explicou que foi feito o balanço quantitativo dos formulários preenchidos, o qual, inclusive, mostra números surpreendentes sobre a atuação da empresa que negociava criptomoedas.

Agora, está sendo realizada uma análise qualitativa das informações e da documentação à disposição do MPPB. “Estamos verificando a possibilidade de novas diligências, bem como a necessidade da adoção de outras medidas judiciais na esfera cível, pleiteando o reconhecimento de irregularidades de natureza consumerista e eventuais danos causados à coletividade”, explicou.

Ainda de acordo com informações repassadas pelo MP-Procon, das pessoas que informaram o número de contratos firmados com a Braiscompany, 1.713 disseram que tinham apenas um (o correspondente a 51% do total). No entanto, houve consumidores que informaram ter feito mais de uma transação com a empresa. Dentre outras situações, 852 relataram ter dois contratos (25,5%); 343 disseram possuir três contratos (10,4%); 164, quatro (4,9%); e 96 reclamantes disseram possuir cinco contratos (2,9%).

O caso
A investigação contra a Braiscompany no MPPB decorre do Inquérito Civil, instaurado em fevereiro deste ano, após denúncias de consumidores sobre o descumprimento de contratos celebrados com a empresa de criptoativos, com sede no município de Campina Grande. No dia 16 do mesmo mês, o órgão ministerial ajuizou a Ação Cautelar.

O Juízo da 11ª Vara Cível de João Pessoa concedeu, em parte, medidas de restrições pedidas pelo MPPB, como o bloqueio de valores em contas bancárias e aplicações financeiras e o sequestro de bens em nome da empresa e de seus responsáveis.

Ainda dentro das providências assecuratórias, o Ministério Público apurou a existência de outras contas bancárias em nome da empresa e de sócios. O bloqueio desses valores está sob a análise do Judiciário. Essas medidas visam garantir a reparação dos danos causados aos consumidores.

Blog do BG PB

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Polêmica

URGENTE: PF pede e Justiça manda apreender passaporte de sócios da Fiji Solutions

Notícias, artigos e novidades sobre Fiji Solutions - F5 Online

Os sócios da empresa Fiji Solutions, que atua no mercado de criptomoeadas, Bueno Aires, Breno Vasconcelos, Emilene Nascimento, Bruna Soares e Kleyton Martins tiveram seus passaportes apreendidos por decisão do juiz da 4ª Vara Federal de Campina Grande, Vinicius Costa Vidor.

Vidor atende a um pedido da Polícia Federal após as investigações apontarem indícios de pirâmide financeira no negócio, semelhante ao caso da Braiscompany.

“Tratando-se de esquema de pirâmide financeira, a ruina dos mecanismos utilizados para dar aparência de legalidade ao esquema é causa comum para a fuga e ocultação dos envolvidos, como já ocorreu com o investigado Bueno Aires, que abandonou sua residência e se encontra em lugar incerto”, diz trecho da decisão.

Na semana passada, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) entrou com uma ação civil pública contra a Fiji Solutions. No processo, que ainda não foi apreciado, o órgão pede bloqueio de R$ 399 milhões dos sócios da empresa.

O CASO FIJI

A Fiji Solutions tem como fundadores Bueno Aires José Soares Souza, Emilene Marília Lima do Nascimento e Breno de Vasconcelos Azevedo, com sede em Campina Grande. A empresa trabalhava com locação de criptoativos e prometia pagamentos mensais fixos, assim como Braiscompany, outra empresa paraibana que também é alvo da Justiça.

Ainda no mês de março, a Fiji recebeu uma recomendação do MPPB para fazer os pagamentos aos clientes em até 72 horas, prazo que se esgotou no dia 20. As reclamações tiveram início no dia 10 do mês passado. Depois, a Fiji informou ao MP que iniciaria os pagamentos aos clientes o dia 23 do mesmo mês, previsão que também não se concretizou.

O MP solicitou o bloqueio do patrimônio da empresa e bens pessoais dos três sócios, incluindo imóveis, automóveis, aplicações e valores localizados em instituições financeiras. O órgão também sugeriu multa diária de R$ 100 mil e condenação no valor de R$ 5 milhões.

AgendaPolíticaPB

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Polêmica

Ministro deve explicar declaração sobre descriminalização de drogas

 

 

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