Polêmica

Fiji deve pagar multa se celebrar novos contratos, diz MP

MPPB pede bloqueio de R$ 399 milhões da Fiji Solutions - Paraíba Todo Dia

O Diretor Regional do Procon-MP, Sócrates da Costa Agra, pede que a justiça multe a Fiji caso a empresa venha a celebrar novos contratos com clientes, visto que não tem honrado antigos compromissos.

Além disso, o passaporte de todos os líderes da empresa devem ser recolhidos na visão do MP, para dificultar possíveis tentativas de fuga do país.

Chama atenção no pedido do MP ainda que, as autoridades querem realizar uma perícia técnica do código-fonte do programa da empresa, para conhecer melhor como funcionava a ferramenta.

Outro pedido que chama atenção na petição envolve um pedido de urgência para o processo, para que a justiça avalie o negócio o mais rápido possível.

Por fim, um pedido de condenação de R$ 5 milhões para um fundo de proteção aos consumidores foi apresentado pelo MP, que aciona duramente a empresa suspeita de calote.

O MP da Paraíba pediu o bloqueio de R$ 399 milhões de uma empresa de criptomoedas que está atrasando pagamentos aos clientes e tem negociado com os promotores uma saída para a solução.

Os clientes, alguns que também investiam com a Braiscompany, seguem agoniados com a falta de suporte da empresa. Isso porque, a empresa não cumpre com as exigências de saques, nem aquelas exigidas pelo Ministério Público.

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Polêmica

PROMESSA É DÍVIDA: Cícero precisa desocupar imóveis no Roger para construir Parque no antigo lixão; Obra segue sem prazo

Político que se preza, de verdade, tem que prometer algo. Faz parte do ‘jogo’. E João Pessoa tem um prefeito à altura quando o assunto é conversa fiada.

Desta vez, Cícero Lucena, que está no terceiro mandato do executivo da cidade, se superou. Como se não bastasse dizer há duas décadas que vai construir um parque no antigo lixão do Róger, no centro da cidade, o gestor que tem deixado a população “chupando o dedo” por tanto tempo, ainda não deu um prazo para que a obra seja concluída.

Para tentar acalmar os ânimos, a prefeitura tem enrolado e colocado as famílias que moram no local ‘na roda’. São ciclos e mais ciclos de encontros com a população que não ‘tiram o projeto do papel’.

Para se ter uma ideia da morosidade, No dia 15 de dezembro de 2022, foi realizada a 1ª Audiência Pública para discutir a implementação dos Projetos de Recuperação e criação do Parque Socioambiental do Róger.

O evento contou com a participação de cerca de 100 pessoas que fizeram sugestões de equipamentos e atividades a serem implantados no Parque, mas sem definir quando de fato a obra será finalizada.

Confira o vídeo da palestra

Segundo a prefeitura, as obras estão previstas para serem iniciadas em setembro, mas ainda sem uma data marcada. Além disso, será necessário que a União, proprietária da área, retome os lotes que estão sendo usados por terceiros.

O primeiro passo ocorreu com a emissão de uma Portaria que considerou a área do antigo lixão “de interesse do serviço público, para fins de execução de Projeto de Recuperação Ambiental, previsto no âmbito do Programa João Pessoa Sustentável”.

Os proprietários que possuem registro dos lotes na área já foram identificados e participaram, em janeiro deste ano, de uma reunião com as equipes da Superintendência do Patrimônio da União (SPU) e do Programa João Pessoa Sustentável, responsável pelo projeto do Parque Socioambiental.

De acordo com coordenadora ambiental do Programa financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pela Prefeitura Thais Gidi, o município tem recursos para fazer os estudos e a recuperação da área com apoio da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) e Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) que tem se reunido há meses para alinhar as ações a serem adotadas na desapropriação do terreno.

O problema é que há muita reunião para pouco serviço, não acham? Haja demora! E o fedor e o mato continuam por lá.

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Polêmica

Caos na saúde: Hospital que quase foi alvo de CPI é interditado em CG

Hospital João XXIII suspende entrada de casos de urgência após falhas na tubulação de oxigênio | Minas Gerais | G1

Blocos cirúrgicos – tanto para o SUS, quanto para rede particular – do Hospital João XXIII foram interditados, nesta terça-feira (04/04), pela Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa) por violar normas sanitárias.

A Gevisa determinou que o hospital não deverá admitir novos pacientes e os 12 que se encontraram na UTI deverão com autorização e acompanhamento médico serem transferidos para outros hospitais.

O Hospital João XXIII quase foi alvo de uma CPI na Câmara Municipal de Campina Grande depois de uma morte, em novembro do ano passado, por falta de um marca-passo.

Vereadores de oposição conseguiram o número necessário de assinaturas para instalação da Comissão, mas dois parlamentares recuaram após articulação da base governista da Casa para barrar a CPI.

MaurílioJR

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Polêmica

ALERTA DE TRETA: Após quebra de acordo, MP entra com pedido para bloqueio de R$ 400 milhões da Fiji; confira documento

Após quebra de acordo, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) entrou com o pedido judicial para bloqueio de R$ 400 milhões da Fiji. O juiz responsável pelo caso será Hugo Zaher.

Além do bloqueio de bens, o MPPB pediu que haja a suspensão de todas as transações com as empresas de criptomoedas ligadas a Fiji, bem como que um dos donos da empresa, Bueno Aires, seja obrigado a liberar o código fonte da tecnologia para que haja o pagamento de direito aos clientes.

O caso está sendo acompanhado pelo promotor Sócrates Agra. A Fiji será acionada na esfera cível e há a perspectiva de ser por crime contra a economia popular ou crime contra o sistema financeiro. Desde o início do ano diversos clientes têm relatado o não pagamento de investimentos.

Clique aqui Confira o documento na íntegra obtido pelo

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Polêmica

Fiji marca reunião com clientes e promete explicações sobre pagamentos

Na última nota divulgada pela Fiji Solutions, a empresa  se comprometeu a realizar uma reunião virtual com os clientes hoje (05), às 20h, cujo link será disponibilizado por e-mail. Na nota os donos pedem paciência aos investidores.

Na última segunda-feira, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) adiou o prazo para que a empresa Fiji efetuasse os pagamentos atrasados aos investidores.  Após passado o novo prazo, o Ministério Público da Paraíba disse que ajuizou nesta quarta-feira, uma ação na Justiça contra a empresa de Campina Grande especializada em criptomoedas. A ação vai correr em sigilo.

A demora no andamento desse caso preocupa cada vez mais os investidores que enxergam ainda mais longe a chance de receber de volta o dinheiro que foi investido. Essa já é a quinta vez que o pagamento é adiado.

Uma nota emitida pelo Procon diz que as investigações existentes sobre a empresa Fiji estão em curso e correm em segredo processual. “A causa trata de matéria complexa envolvendo inclusive empresas com sede no exterior”, diz a nota.

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Polêmica

BraisCompany: Comunicado na antiga sede em SP distancia donos do imóvel de Ais e Fabrícia

Um cartaz com um comunicado foi afixado no prédio onde estava localizada a sede da BraisCompany em São Paulo, ressaltando que o local era alugado e os proprietários não possuem relação com a corretora de criptomoedas de Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias, que é alvo de operação da Polícia Federal. A imagem foi enviada com exclusividade ao Paraíba Já.

O prédio está localizado no Itaim Bibi, uma das regiões nobres da capital paulista. Não há confirmação da autoria do comunicado, nem assinatura no cartaz, apesar do teor apontar para os próprios donos do local.

O comunicado informa que o prédio está lacrado por decisão judicial, e não há funcionários da BraisCompany em seu interior. “Outras informações deverão ser obtidas diretamente junto à delegacia da Polícia Federal”, diz trecho.

Em outro ponto, o aviso ressalta que o imóvel é apenas alugado à empresa de Ais e Fabrícia.

Para finalizar, o comunicado destaca que os proprietários não têm relação com a BraisCompany e seus possíveis crimes.

“Os proprietários do imóvel não possuem qualquer relação ou envolvimento com os fatos ocorridos com a BraisCompany”, finaliza o aviso.

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Polêmica

URGENTE: Gevisa interdita Hapvida em Campina Grande

Foto: Reprodução Google

A farmácia da Hapvida em Campina Grande foi interditada pela Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa), nesta terça-feira (04). Segundo a Secretaria de Saúde do município, a interdição aconteceu por conta da não comprovação da origem dos medicamentos.

Por enquanto, a Hapvida seguirá apenas com atendimentos clínicos, sem a aplicação de medicamentos injetáveis.

O profissional médico, no entanto, pode atender e prescrever para o paciente tomar medicações em casa, o que já tem gerado a superlotação em hospitais da rede pública de Campina Grande.

PBTodoDia

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Polêmica

AÇÃO NO MP: Após BraisCompany e Fiji, outra empresa de criptoativos atrasa pagamento de clientes, na PB; confira

Mais uma empresa de criptomoedas com sede na Paraíba está sob investigação do Ministério Público da Paraíba (MPPB) por não realizar pagamentos aos seus investidores. Depois da Braiscompany e da Fiji, a R4 Capital Intermediação também deixou de cumprir com suas obrigações financeiras, e o MPPB abriu um procedimento para investigar o caso.

O promotor Sócrates Agra, que já estava cuidando do caso Fiji, confirmou a abertura do procedimento para investigar a R4 Capital Intermediação após receber uma reclamação. Ele quer saber como a empresa funcionava e se tinha autorização legal para realizar as operações.

A empresa, que possui sedes em Campina Grande, João Pessoa, São Paulo e Rio de Janeiro, é dirigida por Roberto Barreto, Thiago Monnay, Roberto Botelho, Jailson Ramos e Hermane Jasher.

Em uma nota divulgada para a imprensa, a empresa afirmou que suspendeu temporariamente as operações e marcou uma reunião virtual com os clientes para explicar a situação. A empresa pede paciência aos investidores enquanto tenta resolver a situação.

PBJá

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Polêmica

(VÍDEO) Aos ‘berros’, prefeita de Conde rebate pais de alunos após críticas na educação

A prefeita de Conde, Karla Pimentel (SD), se envolveu em mais uma polêmica no município. Desta vez, um vídeo mostra a gestora extremamente irritada com os pais de alunos de uma escola da comunidade Gurugi, que está sendo reformada.

Devido a reforma, que ocorre em pleno período de calendário escolar, os alunos da unidade de ensino estão sendo transferidos para outros educandários, o que vem gerando insatisfação nos pais, devido a distância para locomoção dos estudantes.

No vídeo, gravado ontem durante uma reunião com os responsáveis pelos estudantes, a prefeita tenta impor de forma autoritária sua vontade, sem dialogar com os pais.

“Sabe o que estou percebendo aqui, é que eu quero, a gestão, quer a melhoria para a comunidade e vocês querem retroceder. A questão foi dada, será assim, quem quiser botar seu filho na escola bote, quem não quiser não bote”, disse a prefeita aos gritos.

PolíticaPB

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Polêmica

(VÍDEOS) LIXÃO DO RÓGER: A obra de Cícero que já dura 20 anos

Viver do lixo ou dentro dele era a realidade de várias famílias que moravam no Bairro do Roger, centro de João Pessoa e que dependiam das sobras de materiais recicláveis para revender e de alimentos para sobreviver. No lixão do Roger, a palavra dignidade não existia. Só havia lama e entulhos.

Mesmo com o encerramento das atividades do lixão, os resíduos que foram depositados de maneira inadequada durante quase 45 anos no solo da região ainda podem contribuir para impactos negativos na área e entorno envolvendo a contaminação do solo e água subterrânea.

O espaço foi substituído por um aterro sanitário, mas a comunidade que nasceu às margens do local permanece com centenas de famílias. A maior parte vive da reciclagem para tirar o sustento da família.

Dez anos depois de ter sido fechado, Lixão do Róger continua com os mesmos problemas. (Foto: Aline Oliveira/G1)

O lixão, fechado em 2003, recebia mil toneladas de detritos por dia.

Na época, a prefeitura, sob a gestão de Cícero Lucena, disse que pretendia transformar a área, com cerca 309.496 metros quadrados, aproximadamente 31 hectares, em um parque com áreas de lazer, trilhas ecológicas, ciclovia, campo de futebol, auditório, e até um memorial fotográfico.

De lá pra cá nada foi feito, apenas a recuperação de parte do solo.

Confira imagem do projeto do Parque do Róger:

Mas, depois de 20 anos o que se tem no local é apenas mato e o fedor do lixo.

Com Cícero retornando ao cargo de prefeito em 2020, a promessa de campanha – que já dura duas décadas –  voltou também. O que permanece é o ciclo de abandono e miséria na região.

Anunciado desde 2021, no primeiro ano do terceiro mandato de Cícero Lucena, o projeto do parque do Róger faz parte das ações prioritárias do programa João Pessoa Cidade Sustentável.

O valor total do parque não foi anunciado mas, os recursos do programa no qual o projeto está inserido chegam à casa dos 200 milhões de dólares sendo metade financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e metade em contrapartidas da Prefeitura.

O edital de licitação foi lançado em janeiro de 2021 pela Controladoria-Geral do Município (CGM) para a recuperação de toda a área, mas, até agora, o parque continua “só no papel”.

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