Polêmica

Estudantes tem aulas suspensas após suspeita de aluno armado em escola de CG

Dia da Árvore é comemorado com plantio de mudas na Escola Municipal Rômulo Gouveia | SESUMA
Por suspeita de um aluno estar armado dentro da Escola Municipal Rômulo Gouveia, na manhã desta segunda-feira (10), no Complexo Aluízio Campos, em Campina Grande, todos os estudantes da unidade educacional foram liberados. A Guarda Municipal e a Polícia Militar foram acionados para o local.

Os pais dos estudantes receberam mensagens dos professores via WhatsApp avisando que as aulas estavam suspensas no dia de hoje e que eles viessem pegar os seus filhos com urgência.

De acordo com o Secretário de Educação, Raimundo Asfora Neto, a SEDUC acionou os policiais por precaução. Fotos enviadas pelos pais mostram carros da polícia na escola.

Ainda segundo o secretário, uma nota da Secretaria de Educação de Campina Grande será divulgada para explicar os detalhes do caso.

Com NotíciaCertaPB

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Polêmica

Reitor diz que UFPB não tem recursos para reajustar bolsas

Reitor da UFPB realizará live com transmissão pelo canal 43.1 digital da TV aberta — UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB

Após cobrança para a implementação do reajuste no valor das bolsas de graduação e pós-graduação, já anunciado pelo Governo Lula, a Universidade Federal da Paraíba publicou nota nas redes sociais, nesse domingo (9), sobre a questão. A nota é assinada pelo reitor Valdiney Gouveia.

O reitor deixa claro que considera a decisão do reajuste “acertada e necessária”, mas afirma que o pagamento dependerá de suplementação orçamentária enviada pelo Governo Lula. Segundo Valdiney Gouveia, o orçamento da UFPB, que vem acumulando perdas nos últimos anos, não comporta o reajuste.

“Reiteramos nossa avaliação positiva acerca da decisão do Governo Federal de aumentar os valores das bolsas de graduação e pós-graduação. Foi uma ação acertada e necessária, oferecendo melhores condições a nossos bolsistas beneficiados diretamente com verbas do Ministério da Educação e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, reparando defasagem que se mantinha há uma década” diz trecho da nota assinada pelo reitor.

A nota diz ainda: “As Universidades aguardam suplementação de orçamento, conforme anunciada por Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Ministro Camilo Santana, sobretudo que permita cobrir o aumento dos valores de bolsas e recompor perdas orçamentárias, que acontecem desde 2015”.

Leia a íntegra da nota:

“Reiteramos nossa avaliação positiva acerca da decisão do Governo Federal de aumentar os valores das bolsas de graduação e pós-graduação. Foi uma ação acertada e necessária, oferecendo melhores condições a nossos bolsistas beneficiados diretamente com verbas do Ministério da Educação e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, reparando defasagem que se mantinha há uma década. Contudo, ressalta-se que as bolsas mantidas pelas 69 Universidades federais brasileiras têm como fonte seus próprios orçamentos discricionários. Diferente de notícias mentirosas veiculadas, nenhuma Universidade recebeu um único centavo para fazer frente ao aumento dessas bolsas (e.g., PIBIC, Monitoria, PROBEX).

A Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) segue empenhada em dialogar com o Ministério da Educação, como ficou evidente no ofício 009/2023; também expressei minha preocupação à Profa. Denise Pires de Carvalho (Secretária da Secretaria de Ensino Superior, SESU/MEC).

As Universidades aguardam suplementação de orçamento, conforme anunciada por Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Ministro Camilo Santana, sobretudo que permita cobrir o aumento dos valores de bolsas e recompor perdas orçamentárias, que acontecem desde 2015. Na UFPB, por exemplo, em 2019 este orçamento foi de 149 milhões e agora em 2023 contamos com 121 milhões. Estes recursos são para cobrir gastos/investimentos diversos, como aqueles com bolsas, energia, água, equipamentos, empresas terceirizadas (e.g., segurança, limpeza, portaria), obras e manutenções. Havendo recursos suplementares suficientes, a UFPB tem o máximo interesse em promover o aumento digno dos valores de suas bolsas.

MaisPB

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Polêmica

(VÍDEO) Dalai Lama beija menino na boca e pede: “Você pode chupar minha língua?”; internautas se revoltam

Um vídeo em que Dalai Lama dá um selinho em um menino indiano foi alvo de críticas ao líder tibetano. As imagens foram transmitidas pelo canal Voice of America, o serviço de radiofusão internacional norte-americano, que opera em território tibetano, no sábado (8/4), de acordo com o jornal indiano The Free Press Journal.

No vídeo, o líder tibetano beija os lábios de um menino que se aproximou dele para prestar homenagem. Em seguida, ele colocou a língua para fora e pergunta ao garoto: “Você pode chupar minha língua?”. O trecho é cortado antes que o menino se mova.

Até o momento, Dalai Lama não emitiu nenhum esclarecimento ou resposta à polêmica. O vídeo gerou um movimento de contestação do monge, acusando-o de pedofilia e pedindo sua prisão. Uma petição chamada “Salvem as crianças de Dalai Lama – vamos parar com o abuso infantil foi criada na plataforma Change. Diversos usuários nas redes sociais se dizem chocados e enojados com as imagens.

“Beijo na boca, selinho, (seja em adulto ou criança) “and now suck my tongue” não fazem parte da cultura tibetana. Muito menos para Monge / Guru. Pode excluir essa possibilidade”, publicou um perfil chamado ‘Amigo monge’ no Twitter.

Por outro lado, algumas pessoas dizem que o vídeo foi criado para ser uma propaganda contra a “santidade de Dalai Lama”, segundo a imprensa internacional. Há também veículos que defendem que mostrar a língua é uma forma de saudação “bastante comum” no Tibet. “Trata-se de uma tradição que remonta ao século IX, época em que reinava Lang Darma, um imperador pouco aclamado pelas massas, conhecido pela sua língua negra”, contou um jornal.

EstadoDeMinas

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Polêmica

Governo pede a exclusão de mais de 270 contas do no Twitter

Twitter fora do ar: Downdetector aponta instabilidades na rede social | Redes sociais | TechTudo
O governo federal solicitou a exclusão de 270 contas em uma rede social, o Twitter, que vinculam hashtags relacionadas a ataques contra escolas. A decisão, de acordo com o ministro da Justiça, Flávio Dino, foi resultado de um mapeamento feito pelo grupo interministerial instaurado após a tragédia ocorrida na Creche Cantinho Bom Pastor, em Blumenau (SC).

A tragédia ocorreu na última quarta-feira (5), causando a morte de quatro crianças. As contas que o grupo interministerial pediu a remoção estão no Twitter.

De acordo com o ministro da Justiça, Flávio Dino, os autores das postagens e os conteúdos postados estão sob investigação.

CongressoEmFoco

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Polêmica

(VÍDEO) Encenação da paixão de Cristo homenageia ex-prefeito na PB e vira alvo de críticas

Cenas da encenação da Paixão de Cristo, na cidade de Pedras de Fogo, chamaram atenção na internet. Durante a encenação da Paixão de Cristo, imagens do ex-prefeito da cidade, Manoel Júnior, ganharam mais destaque do que a representação religiosa.

Durante a peça da ressurreição de Cristo, o ator que interpreta Jesus aparece com uma bandeira com a foto do ex-prefeito, o grande homenageado da noite.

A homenagem dividiu opiniões, sendo que algumas pessoas entenderam isso como desrespeito ao sofrimento de Cristo pela humanidade.

Outros enxergaram como uma forma válida de prestar homenagem a Manoel Júnior. Na ocasião, também foram exibidas imagens de vídeo do ex-prefeito.

Com informações do Anderson Soares

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Polêmica

RedeTV demite Sikêra Jr; caso pode parar na Justiça; entenda

Sikêra Jr. e Marcelo de Carvalho no Mega Senha - Reprodução

A RedeTV informou aos representantes de Sikêra Jr. que seu contrato não será renovado e que o Alerta Nacional sairá do ar no próximo dia 28, uma sexta-feira. A notícia foi antecipada pelo site “Bastidores da TV”.

Por meio de sua Comunicação, a RedeTV confirmou o fim do contrato.

Sikêra foi contratado pela RedeTV em dezembro de 2019 e a validade original do acordo terminou em 16 de dezembro.

A emissora havia acertado com Sikêra e a TV A Crítica (dona do passe dele) um aditivo esticando o acordo das partes até dezembro de 2027. A direção da TV de Manaus assinou e mandou para São Paulo, mas a RedeTV! não assinou.

A emissora de Amílcare Dallevo e Marcelo de Carvalho alega que Sikêra atingiu a reputação da casa com seus discursos homofóbicos e extremistas, e que até “os anunciantes” pediram sua saída. Também acusou o apresentador de trazer problemas judiciais para a empresa, como investigações do Ministério Público causadas por seus discursos.

Só que os representantes do apresentador têm outra interpretação.

Guerra no tribunal

Rannieri Lopes, advogado de Sikêra, notificou extrajudicialmente os donos da RedeTV na quinta-feira (06), informando que, com ou sem assinatura, há provas da negociação entre as partes para o prolongamento do contrato.

De forma que, caso queiram mesmo demitir seu cliente, terão de pagar a multa na íntegra: R$ 17 milhões. Já a RedeTV considera que não precisará pagar a multa. Enfim, o caso certamente vai parar nos tribunais.

Terra

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Polêmica

Braiscompany, FIJI e R4 Capital: entenda o andamento das investigações das empresas de cripto

Concurso do MPPB: tudo sobre salário, inscrições, datas e provas
Pelo menos três empresas que trabalham com investimentos em criptomoedas seguem investigadas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) ou são alvos de ações na Justiça por não honrarem pagamentos devidos a seus investidores. Em estágios diferentes de investigação, os indícios levam a crer que os casos envolvendo Braiscompany, FIJI e R4 Capital, culminarão em prejuízos milionários para seus consumidores.

As três empresas alegam dificuldades operacionais ou financeiras para os não pagamentos a seus clientes. Nos casos da Braiscompany e da FIJI, supostas falhas nas exchances (plataformas digitais onde é possível comprar, vender, trocar e guardar criptomoedas) são as alegações iniciais, que acabaram não se sustentando com o avanço das investigações.

O último episódio envolve a R4 Capital, que se tornou alvo de um procedimento inicial do MPPB, aberto pelo promotor Sócrates Agra,  da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Campina, devido a reclamações de consumidores sobre os não repasses de pagamentos referentes a investimentos. A apuração inicial foi aberta na última segunda-feira (03).

Com sedes nas cidades de Campina Grande, João Pessoa, São Paulo e Rio de Janeiro, a empresa tem até a próxima segunda (10) para apresentar informações mínimas ao MP. Mas, conforme apuração do blog, em reunião ocorrida na última quinta-feira (06), entre seus sócios, ficou evidenciado o impedimento de a R4 de cumprir os pagamentos.

A empresa é gerida pelos sócios Roberto Barreto, Thiago Monnay, Jailson Ramos, Roberto Botelho e Hermane. Ao que indicam as primeiras informações, um prejuízo constatado em auditoria explica o não pagamento dos recursos aos investidores. Questionado pelo blog, o promotor Sócrates Agra não quis adiantar quais serão as eventuais medidas adotadas contra a empresa.

MP entra com ação contra Fiji

Após pelo menos três prazos terem sido descumpridos em relação à liberação de valores para clientes, o promotor Sócrates Agra pediu, em Ação Civil Pública à Justiça da Paraíba, na última quarta-feira (05), o bloqueio de R$ 399 milhões das contas Fiji, gestora de criptoativos, e de seus três sócios.

Por meio de ação em tutela de urgência, o MP também requer a apreensão de passaportes para evitar fuga do país e “calote em grandes proporções”. Segundo o MP, a empresa parou de cumprir os pagamentos em fevereiro de 2023, alegando a existência de ‘problemas técnicos’ com a exchange responsável por mediar os redimentos.

Depois, a Fiji informou ao MP que iniciaria os pagamentos aos clientes o dia 23 do mesmo mês, previsão que também não se concretizou. “A empresa assegurou que ainda estava tendo problemas técnicos e, por isso, não cumpriu o prazo inicialmente recomendado para cumprir seus compromissos”, disse o promotor Sócrates Agra na ocasião.

Além dos passaportes, a ação prevê a apreensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e cartões de créditos dos réus (sócios da empresa), o bloqueio do patrimônio da empresa e bens pessoais dos três sócios, incluindo imóveis, automóveis, aplicações e valores localizados em instituições financeiras. O órgão também sugeriu multa diária de R$ 100 mil e condenação no valor de R$ 5 milhões.

Braiscompany, o caso mais emblemático

De todos os casos, o episódio envolvendo a Braiscompany é o mais relevante e emblemático, já que foi o primeiro a “estourar” na Paraíba. A empresa trabalha com o aluguel de criptoativos, repassando aos clientes o lucro dessas operações, o que parou de ocorrer no mês de janeiro.

Os donos da empresa, Antônio Inácio Ais e Fabrícia Campos seguem foragidos da Justiça desde o dia 24 de fevereiro, quando  foram determinadas suas prisões. Ao acolher um pedido do Ministério Público Federal (MPF), o juiz Vinícius Costa Vidor também determinou a inclusão do mandado em difusão vermelha da Interpol, mas o paradeiro dos sócios é um mistério.

A Justiça bloqueou aproximadamente R$ 15.300.000,00 (quinze milhões e trezentos mil reais) em contas de pessoas investigadas junto à Exchanges, onde os investimentos com criptmoedas são realizados. Centenas de pessoas, de classe média e de alto poder aquisitivo, alegam que sofreram prejuízos com investimentos na empresa sediada em Campina Grande.

Foi criada até uma associação formada por essas pessoas para tentar reaver recursos os investidos, o que é quase impossível de acontecer. Na operação da PF, foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão nos municípios de João Pessoa, Campina Grande e São Paulo, além de sequestro de bens e a determinação da suspensão parcial das atividades da empresa investigada. Na ocasião, já havia dois mandados de prisão temporária.

Tanto a Polícia Federal quanto a Defensoria Pública da Paraíba disponibilizaram formulários para receber reclamações de consumidores que foram lesados pelas empresas. Em todos os casos, o que parece claro é que o tipo de negócio proposto pela Braiscompany, pela Fiji e pela R4 Capital desmoronou, tendo sido esse um processo gradual. Os consumidores e investidores são as principais vítimas.

Blog do BG PB com AgendaPolítica

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Polêmica

Santa Rita: Fundação esclarece denúncia contra maternidade

A presidente da Fundação Governador Flávio Ribeiro Coutinho, Irmã Suely de Lima, falou nesta quarta-feira (05) sobre a repercussão da morte de um bebê na maternidade administrada há 47 anos pelas Irmãs CordiMarianas – Congregação das Filhas do Coração Imaculado de Maria sediada, na cidade de Santa Rita. A religiosa informou que a direção da maternidade designou uma equipe para dar apoio social e psicológico à família que perdeu um recém-nascido, na semana passada. E para esclarecer todos os fatos determinou a criação de uma comissão em conjunto com a ouvidoria da casa de saúde.

Após publicar uma nota de esclarecimento sobre o caso que repercutiu na Paraíba, em entrevista exclusiva ao portal Polêmica Paraíba, Irmã Suely reafirmou o compromisso de defender a vida e lamentou profundamente a morte do recém-nascido ocorrida no dia 29 de março.

Nada do que seja dito vai reparar ou diminuir a perda dos pais. Só Deus pode confortar a família. Mas, nós enquanto direção da maternidade, estamos empenhados em esclarecer todos os fatos e tomar as devidas providências cabíveis”, afirmou Irmã Suely, presidente da fundação.

Há 60 anos, o Hospital Governador Flávio Ribeiro Coutinho presta serviços de saúde em Santa Rita. A maternidade realiza mensalmente cerca de 200 partos de forma humanizadaAlém do município de Santa Rita, o hospital e a maternidade atende pacientes de mais quinze municípios circunvizinhos.

Segundo informação da presidente da Fundação Governador Flávio Ribeiro Coutinho, Irmã Suely, todas as denúncias e sugestões à unidade de saúde da instituição filantrópica administrada pelas Congregação das Irmãs CordiMarianas podem ser apresentadas através do número de Whatzapp: (83) 99968.0117.

O caso – um bebê, recém-nascido morreu na semana passada na Maternidade Governador Flávio Ribeiro Coutinho. O fato gerou uma grande repercussão nas redes sociaisSegundo a equipe técnica do hospital, o bebê nascido com vida, terminou indo a óbito. Com o objetivo de conseguir uma perícia detalhada sobre a causa da morte do recém-nascido, a equipe médica decidiu encaminhar o bebê ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), mas o pedido de remoção do corpo foi negado pelo pai, que confirmou esse detalhe em entrevistas concedidas a programas de TV.

PBJá

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Polêmica

Advogados acreditam que Fiji ofertou investimento falso de locação de criptomoedas

Sócio da Fiji, Bueno Aires
Os advogados Spencer Toth Sydow e Pedro Torres, acreditam que a oferta de investimentos de locação de criptomoedas da Fiji era falsa. Caso se confirme as suspeitas, a empresa é mais uma a deixar um rastro de prejuízos.

“O caso da Fiji Solutions pode ser caracterizado como um investimento falso disfarçado sob um contrato de locação de criptoativos – modalidade que é totalmente inviável sob diferentes aspectos legais e operacionais. A Braiscompany e a Rentalcoins, empresas que utilizaram o mesmo modus operandi de negócios, são dois exemplos claros disso. Os representantes dessas empresas estão sendo investigados por possivelmente cometerem crimes de estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e pirâmide financeira.

Além disso, no caso da Fiji, há desinformação por parte dos membros da empresa juntamente com medidas protelatórias e erros grosseiros em relação a questões básicas sobre ativos digitais. Essas medidas são comuns para empresas desse ramo. Isso acontece diante de seu objetivo de induzir as autoridades responsáveis ​​pelas investigações em erro, bem como para tentar transmitir uma falsa sensação de segurança e lisura para os clientes, que se mostrarão hesitantes em buscar seus direitos judicialmente para recuperar os valores devidos.”

LiveCoins

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Polêmica

MÁ FÉ: Empresa Blockseer diz que notas da Fiji mostram que empresa não conhece de tecnologia

Caso FIJI Solutions: Bueno participa online de audiência e Ministério Público dá prazo de 96 horas para pagamentos – Bruno Lira

A empresa Blockseer, que rastreia blockchains, disse que a Fiji Solutions tem demonstrado que não conhece de tecnologia e age com má-fé com seus clientes.

“A nota apresentada no dia 31/03/2023, pela Diretoria de Tecnologia da Fiji Solutions, na pessoa de seu Diretor, Bueno Aires José, ironicamente demonstra nada mais do que um grosseiro desconhecimento sobre tecnologia e uma má-fé que busca induzir, em suas próprias palavras, a “sociedade paraibana, a imprensa e clientes” em um insultante erro.

Nem adentrando o tom caricaturesco da nota, recheada com frases de efeito dignas da pior literatura de aeroporto e com alegações graves feitas de maneira infantil e infundadas, percebese que a singela defesa trazida pelo Diretor de Tecnologia da Fiji é de que, em seu entendimento, seria impossível que ele sacasse os valores que são de propriedade da empresa da corretora em razão da necessidade de fornecimento do código resguardando pela autenticação de dois fatores, popularmente conhecida por 2FA, em um celular que não estava em sua posse.”

Sócio da Fiji, Bueno Aires
Sócio da Fiji, Buenos. Aires. Reprodução/Redes sociais.

“A 2FA, ou “Autenticação de Dois Fatores” em português, é um método de segurança usado para adicionar uma camada extra de proteção na hora de acessar contas online, como e-mails, redes sociais ou serviços bancários. Além do nome de usuário e senha, a 2FA exige a confirmação de um segundo fator de autenticação para garantir que a pessoa que está tentando acessar a conta é realmente o proprietário.

A KuCoin – corretora em que a Fiji mantinha seus ativos – utiliza obrigatoriamente o Google Authenticator para fornecer 2FA aos seus usuários. O Google Authenticator é um aplicativo para dispositivos móveis que gera códigos de verificação únicos e temporários e é usado em diversas plataformas mundo afora. A própria corretora apresenta guias em seu site sobre o funcionamento desse mecanismo  (https://www.kucoin.com/pt/support/360014897913), que inclusive pode ser desvinculado pelo proprietário da conta de forma que o acesso (e saques) podem ser realizados sem essa autenticação.

O conteúdo da última nota segue a mesma linha das notas anteriores e, sobretudo, segue a mesma linha dos comunicados que frequentemente são apresentados por empresas que atuam no ramo dos falsos investimentos. Não restam dúvidas, portanto, que Diretor de Tecnologia não só está se esforçando para criar justificativas aos seus clientes e aos próprios órgãos de persecução criminal como forma de procrastinar eventual apuração de responsabilidades na seara criminal, bem como de noticiar supostas fraudes que nunca foram provadas, desviando o foco de atenção das investigações e do interesse coletivo.

A Blockseer está atenta a esse movimento espúrio e estará sempre com seus serviços à disposição de eventuais clientes que foram lesados e das autoridades brasileiras, dentro do que nos for cabível.”

LiveCoins

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