
Político que se preza, de verdade, tem que prometer algo. Faz parte do ‘jogo’. E João Pessoa tem um prefeito à altura quando o assunto é conversa fiada.
Desta vez, Cícero Lucena, que está no terceiro mandato do executivo da cidade, se superou. Como se não bastasse dizer há duas décadas que vai construir um parque no antigo lixão do Róger, no centro da cidade, o gestor que tem deixado a população “chupando o dedo” por tanto tempo, ainda não deu um prazo para que a obra seja concluída.
Para tentar acalmar os ânimos, a prefeitura tem enrolado e colocado as famílias que moram no local ‘na roda’. São ciclos e mais ciclos de encontros com a população que não ‘tiram o projeto do papel’.

Para se ter uma ideia da morosidade, No dia 15 de dezembro de 2022, foi realizada a 1ª Audiência Pública para discutir a implementação dos Projetos de Recuperação e criação do Parque Socioambiental do Róger.
![]()
O evento contou com a participação de cerca de 100 pessoas que fizeram sugestões de equipamentos e atividades a serem implantados no Parque, mas sem definir quando de fato a obra será finalizada.
Confira o vídeo da palestra
Segundo a prefeitura, as obras estão previstas para serem iniciadas em setembro, mas ainda sem uma data marcada. Além disso, será necessário que a União, proprietária da área, retome os lotes que estão sendo usados por terceiros.
O primeiro passo ocorreu com a emissão de uma Portaria que considerou a área do antigo lixão “de interesse do serviço público, para fins de execução de Projeto de Recuperação Ambiental, previsto no âmbito do Programa João Pessoa Sustentável”.
Os proprietários que possuem registro dos lotes na área já foram identificados e participaram, em janeiro deste ano, de uma reunião com as equipes da Superintendência do Patrimônio da União (SPU) e do Programa João Pessoa Sustentável, responsável pelo projeto do Parque Socioambiental.
De acordo com coordenadora ambiental do Programa financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pela Prefeitura Thais Gidi, o município tem recursos para fazer os estudos e a recuperação da área com apoio da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) e Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) que tem se reunido há meses para alinhar as ações a serem adotadas na desapropriação do terreno.
O problema é que há muita reunião para pouco serviço, não acham? Haja demora! E o fedor e o mato continuam por lá.
Blog do BG PB




Comente aqui