Polêmica

ALERTA DE TRETA: Lula fala em “se vingar” e chama palavrão com Moro; ex-juiz reage a petista

Moro proíbe que defesa de Lula grave depoimento | Agência Brasil
O senador da República Sérgio Moro (União Brasil-PR) reagiu às falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (21). Durante entrevista ao portal Brasil 247, o petista relembrou da época em que esteve preso em Curitiba e afirmou que as coisas ficariam bem depois que ele “fod#r esse Moro”.

Sérgio Moro repudiou a fala de Lula, afirmando que poderia trazer riscos à sua vida e dos familiares. “Eu repudio essa fala do presidente Lula. Fala de baixo calão, utilizando termos grosseiros, de uma forma que eu nunca me reportei a ele”, disse o parlamentar.

“O presidente está se vingando da população brasileira porque o governo não está apresentando resultados. Houve um crescimento econômico pífio em decorrência do grande descontrole fiscal do governo”, acrescentou Moro.

Além disso, o senador fez questão de defender a Operação Lava-Jato, onde ele trabalhou em grande parte dos processos, incluindo do até então ex-presidente. “Lula foi condenado por nove magistrados, não foi somente eu. No tribunal em Porto Alegre, três juízes mantiveram a sentença. E depois essa decisão foi mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, por outros cinco magistrados”, enfatizou Moro.

CNN

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Polêmica

ALERTA DE TRETA: MP-Procon instaura procedimentos administrativos contra a Fiji; confira nota

CRIPTOMOEDAS: MP-Procon instaura procedimentos adiministrativos contra a Fiji - São Bento em Foco - São Bento, Paraíba, Brasil e o Mundo
A Diretoria Regional do MP-Procon,  divulgou nota na tarde desta terça-feira, (21) informando que  instaurou procedimentos administrativos em face da Fiji Solutions e da R4 Capitais, que negociam com criptomoedas na região de Campina Grande.

O objetivo é averiguar a forma de atuação e preservar o consumidor em relação aos direitos de informação na relação de consumo.

Nota na íntegra:

A Diretoria Regional do MP-Procon, no uso de suas atribuições constituídas pela Lei Complementar Estadual 126/2015, instaurou, em caráter preventivo e em busca de informações iniciais, procedimentos administrativos em face da Fiji Solutions e da R4 Capitais, que negociam com criptomoedas na região de Campina Grande. O objetivo é averiguar a forma de atuação e preservar o consumidor em relação aos direitos de informação na relação de consumo.

Sobre o procedimento vinculado à Fiji, foram requeridas documentações acerca da constituição da empresa e sua consequente regularização. No curso da instrução, o MP-Procon-CG foi informado de um problema com a exchange Kucoin, que estaria causando a paralisação dos pagamentos da empresa. A empresa demandada informou que até esta quinta-feira (23/03) irá iniciar o pagamento e foi notificada para que detalhe o processo ao órgão ministerial.

O trabalho do Ministério Público é acompanhar de perto as negociações. A depender dos encaminhamentos, o MP-Procon-CG poderá abrir formulário para registro de reclamações de consumidores que, porventura, tenham se sentido lesados.

Em relação ao procedimento vinculado à R4 Capitais, foram solicitados documentos acerca da constituição da empresa e sua regularização. Até o momento, não houve queixa de consumidores sobre essa empresa especificamente, sendo o procedimento de acompanhamento. .

Convém ressaltar que os respectivos procedimentos se encontram revestidos do caráter do sigilo, para preservar informações pessoais e dados sensíveis que tenham sido apresentados nos autos. Em momento oportuno, e com as devidas autorizações legais, poderão ser dadas informações adicionais sobre o caso.

O Ministério Público do Estado da Paraíba reafirma o seu compromisso na defesa do consumidor, sempre atuando como fiscal da lei e conduzindo as investigações de acordo com os instrumentos autorizados por lei.

Sócrates Agra
Diretor-regional do MP-Procon (Campina Grande e região)

Blog do BG PB

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MPPB

Prazo para clientes registrarem reclamações contra Braiscompany está próximo do fim; confira data

Os consumidores que têm contratos com a empresa Braiscompany têm até o próximo dia 31 de março para preencherem o formulário online disponibilizado pelo MP-Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba) para cadastro de reclamações. Desde o último dia 2 de março, o órgão ministerial já recebeu aproximadamente 900 reclamações sobre o caso.

Conforme explicou o diretor-geral do MP-Procon, o promotor de Justiça Romualdo Tadeu de Araújo Dias, a partir de abril, o formulário online não estará mais disponível, pois será iniciada uma nova fase da investigação. “O Ministério Público já obteve um grande número de reclamações sobre o caso Braiscompany e agora, seguirá para uma nova fase das investigações, com a análise qualitativa da documentação recebida para averiguar a necessidade de novas diligências”, disse.

O promotor de Justiça também informou que, à medida que as informações e provas chegam ao procedimento, é verificada a necessidade de adoção de outras medidas para tentar reaver os bens ou, pelo menos, compensar os prejuízos dos valores investidos pelos consumidores na Braiscompany, sem deixar de lado a satisfação do dano coletivo, que será requerido pelo MPPB e apreciado pelo Poder Judiciário.

O promotor de Justiça Romualdo Tadeu explicou a necessidade de estabelecer aos consumidores uma data-limite para o envio de reclamações, para que se avance na investigação, tendo em vista os prazos previstos na lei para que o MPPB ingresse com ação civil pública contra a empresa, pleiteando o direito dos consumidores, com vistas à reparação dos danos causados à coletividade.

Entenda o caso
Em fevereiro deste ano, o MPPB instaurou o Inquérito Civil 002.2023.005414, para apurar denúncias de consumidores sobre o descumprimento de contratos celebrados com a empresa de criptoativos “Braiscompany”, com sede no município de Campina Grande. As informações enviadas ao órgão ministerial estão sendo anexadas ao inquérito civil, que tramita em sigilo.

Entre as medidas adotadas, houve o ajuizamento da Ação Cautelar 0807241-09.2023.8.15.2001, que foi julgada pelo Juízo da 11ª Vara Cível de João Pessoa. Com a ação judicial, foram concedidas, em parte, medidas de restrições pedidas pelo MPPB, como o bloqueio de valores em contas bancárias e aplicações financeiras e o sequestro de bens em nome da empresa e de seus responsáveis.

Ainda dentro das providências assecuratórias, o Ministério Público apurou a existência de outras contas bancárias em nome da empresa e de sócios. O bloqueio desses valores está sob a análise do Judiciário. Essas medidas visam garantir a reparação dos danos causados aos consumidores.

Orientações

O MP-Procon também está orientando os consumidores sobre as formas possíveis de reivindicarem seus direitos na Justiça e esclarecendo que cabe ao MPPB a defesa dos direitos coletivos dos consumidores e, ao Judiciário, o julgamento dos pedidos formulados pelo MP em ação civil pública e das demandas feitas diretamente pelas pessoas eventualmente prejudicadas, por meio das ações individuais.

O MP-Procon explica ainda que, os consumidores prejudicados podem ingressar com ações individuais diretamente na Justiça Comum, por meio de advogado ou defensor público legalmente constituído, sem limite de valor da causa ou acionar o Juizado Especial (também conhecido como “juizado de pequenas causas”), onde os processos costumam tramitar de forma mais célere e não implicam altos custos aos autores. No entanto, apenas causas limitadas a 40 salário mínimos podem ser apreciadas pelo Juizado Especial.

“Nos contratos em que o dano varia entre 20 e 40 salários mínimos, poderá o consumidor utilizar-se do Juizado Especial Cível de sua cidade sendo representado, obrigatoriamente, por advogado ou defensor público. Já nos casos de danos inferiores a 20 salários mínimos é dispensável a representação por advogado ou defensor público, ou seja, o consumidor poderá recorrer diretamente ao Juizado Especial Cível de sua cidade”, detalhou Romualdo.

O promotor de Justiça disse ainda que o MPPB continuará a defender os direitos dos consumidores prejudicados e destacou que, caso as ações ajuizadas pelo MPPB sejam julgadas procedentes pelo Poder Judiciário, caberá a cada pessoa envolvida atuar para pleitear na Justiça a execução da sentença.

Para ter acesso ao formulário online, clique AQUI.

Blog do BG PB

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ALPB

VÍDEO: Deputado insinua que parlamentar da ALPB compra votos; confira discussão

O deputado estadual Walber Virgolino insinuou nesta terça, 21, no plenário da Assembleia, que Wilson Filho comprava votos.

A discussão começou após Wilson pedir vistas nos requerimentos de Virgolino, que fez o mesmo.

Blog do BG PB com Política

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Polêmica

AGORA É TARDE: Após fim da Geração Cripto, empresa emite nota de repúdio contra Braiscompany

Geração Crypto, da BraisCompany, decreta encerramento e confessa atividade em meio à suspensão | Paraíba Já
A empresa Geração Crypto, que tinha somente Mizael Moreira à frente, repudiou as ações tomadas por Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias, sem citá-los nominalmente, diante da crise da BraisCompany, que aplica um calote de mais de R$ 770 milhões em investidores, além de problemas trabalhistas e relações com prestadores de serviços.

“Repudiamos as ações tomadas por terceiros que prejudicaram inúmeras famílias, até mesmo colaboradores, dos quais nós fazíamos parte. O Geração Crypto cumpriu sua missão, e disso temos certeza”, afirmou a empresa em nota.

Geração Crypto, da BraisCompany, decreta encerramento das atividades

A GC diz que através de uma decisão unânime entre os traders que compõem a empresa romperam com a BraisCompany. Decisão vem três meses após o inícios dos atrasos em pagamentos de investidores e mais de um mês após a empresa de Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias, que estão foragidos e com alerta na Interpol, ser alvo da Polícia Federal.

“Assim, por decisão unanime dos traders responsáveis pelo conteúdo do Geração Crypto, em não continuar mais ligados a Braiscompany, é que viemos informar o encerramento das atividades do Geração Crypto”, decretou em nota.

Com informações do ParaíbaJá

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Polêmica

Geração Crypto, da BraisCompany, decreta encerramento das atividades

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A crise da BraisCompany só aumenta dia após dia. Depois do dono Antônio Neto Ais reaparecer na última semana com a divulgação de uma nota, e o desmonte das diversas sedes da corretora de criptomoedas Brasil afora, chega ao fim mais um braço da holding da empresa de Campina Grande. Nesta segunda-feira (20), a Geração Crypto, empresa que tem como sócios além de Ais, Fabrícia Farias Campos e Mizael Moreira Silva, comunicou o encerramento das atividades.

A Geração Crypto é uma empresa de curso de traders em criptoativos. Sob o CNPJ 41.030.410/0001-62, a empresa foi aberta em março de 2021 e tinha sede declarada na Vila Olímpia, em São Paulo. Com capital social declarado de R$ 50 mil, a empresa ainda consta como ativa junto à Receita Federal, nesta segunda-feira (20).

Conforme a Receita Federal, Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias são donos da Geração Crypto, e mesmo com a decisão judicial suspendendo as atividades das empresas e suas filiais, a empresa de cursos seguiu operando. Como a própria administração, que tem atualmente apenas Mizael Moreira, assumiu em nota.

“É importante lembrar que todo o trabalho foi feito exclusivamente pelos nossos traders e, mesmo após as determinações judiciais da Braiscompany, nós continuamos cumprindo a nossa missão de entregar conteúdos e dicas para os nossos alunos, sem nenhum contato com os sócios”, versa trecho da nota divulgada pela atual direção da Geração Crypto, que tem somente Mizael Moreira no atual comando.

Operando mesmo com suspensão

Delatando ainda mais a própria atividade possivelmente à margem da decisão do juiz Vinicius Vidor, da Justiça Federal, a empresa Geração Crypto revela que seu quadro societário inviabiliza suas atividades. “No entanto, o GERACAO CRYPTO TREINAMENTOS E CURSOS LTDA possui um quadro societário que, hoje, inviabiliza a continuidade do nosso trabalho. O Geração Crypto está ligado a Braiscompany e aos seus sócios e não poderíamos continuar aqui e sermos passivos a todo o cenário atual”, diz em outro trecho da nota.

A Geração Crypto seguia publicando conteúdos nas redes sociais, inclusive alguns com nítido intuito de celebrar novas vendas de cursos, ação que seria impedida pela Justiça Federal. Em vários momentos eles compartilhavam capturas de tela do grupo VIP, com dicas de traders. Como no dia 8 de março, que publicaram um print do grupo VIP e a legenda “por aqui a venda foi garantida” nos Stories do Instagram da empresa.

Em outro conteúdo no Stories, no mesmo dia 8 de março, publicaram outro print do grupo VIP no Telegram e a legenda “alunos tirando suas dúvidas”. De acordo com a publicação, o grupo teria mais de 300 membros.

ParaíbaJá

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Polêmica

GENTE TEIMOSA: Ex-traders ligados à Braiscompany lançam nova empresa de criptoativos e recebem apoio de antigos clientes; Confira supostos rendimentos

Nomes que integram atualmente a Geração Crypto lançaram um novo projeto, intitulado Legado Crypto. Nas redes sociais, a nova marca se apresenta: “Aprenda a ter uma renda extra de forma simples. Mais de 500% em 6 meses”.

A Legado Crypto também oferece dicas de traders de forma gratuita.

Leia nota da Geração Crypto na íntegra

O Geração Crypto – plataforma educacional da Braiscompany – foi criado com o objetivo de difundir o conhecimento sobre o mercado cripto na América Latina, ensinando as pessoas sobre a grande possibilidade de lucros nesse mercado através da análise técnica.

Durante 3 anos, entregamos conteúdos diários, com a intenção de mostrar as pessoas como é possível ganhar dinheiro de forma independente nesse mercado.

Foram grandes projetos: o curso criptotrader, a sala de sinais, a maratona O poder da alavancagem, que durou 14 dias, a Semana do lucro, a Jornada da Independência, o curso Geração Criptotrader, o grupo VIP e o lançamento do livro Manual do Trader Inabalável. Mais de 1000 alunos. Evoluímos, junto com vocês. Construímos um legado que ficará marcado na vida de centenas de pessoas que nos acompanharam durante esses 3 anos.

É importante lembrar que todo o trabalho foi feito exclusivamente pelos nossos traders e, mesmo após as determinações judiciais da Braiscompany, nós continuamos cumprindo a nossa missão de entregar conteúdos e dicas para os nossos alunos, sem nenhum contato com os sócios.

No entanto, o GERACAO CRYPTO TREINAMENTOS E CURSOS LTDA possui um quadro societário que, hoje, inviabiliza a continuidade do nosso trabalho. O Geração Crypto está ligado a Braiscompany e aos seus sócios e não poderíamos continuar aqui e sermos passivos a todo o cenário atual. Fomos extremamente atacados aqui, recebemos mensagens que não desejamos a ninguém, fomos acusados, amaldiçoados, caluniados, mesmo não tendo responsabilidade e tentando continuar com o trabalho que prometemos aos nossos alunos.

Assim, por decisão unanime dos traders responsáveis pelo conteúdo do Geração Crypto, em não continuar mais ligados a Braiscompany, é que viemos informar o encerramento das atividades do Geração Crypto. É uma decisão muito difícil de ser tomada e informada, visto todo o trabalho que construímos junto a vocês durante esses 3 anos. Agradecemos a todos vocês que depositaram sua confiança no nosso trabalho, muitos que se tornaram amigos, que vimos a evolução, os resultados, as conquistas através do Geração Crypto.

Lamentamos, profundamente, a forma como isso acaba. Repudiamos as ações tomadas por terceiros que prejudicaram inúmeras famílias, até mesmo colaboradores, dos quais nós fazíamos parte. O Geração Crypto cumpriu sua missão, e disso temos certeza. Mas o legado não se encerra por aqui, e continuaremos ensinando a vocês o quão lucrativo é o mercado, e como é simples você lucrar nele!

A todos, o nosso muito obrigado pelos 3 anos de companheirismo. Seguimos no Legado Crypto!

É por isso que estamos abrindo o Legado Crypto, um novo projeto exclusivo dos nossos traders, sem nenhuma ligação com a Braiscompany ou com os seus sócios. Lá iremos conseguir cumprir com todas as mentorias (individuais e em grupo), abriremos um novo Grupo VIP, onde os alunos poderão ter acesso e manteremos a plataforma ativa para que vocês tenham acesso as aulas, pelo tempo que pagaram para ter.

Porém, visto que muitos dependem do trabalho do Geração Crypto para sobreviver e ter uma renda extra, alguns dos nossos traders decidiram dar continuidade ao projeto e cumprir com todas as mentorias, o Grupo VIP e a liberação de conteúdo para que pessoas consigam se reerguer no atual cenário. Para aqueles que confiaram no nosso trabalho e adquiriram a nossa plataforma, decidimos que não vamos deixar vocês no prejuízo, e manteremos a plataforma até a finalização do período de compra.

Blog do BG PB com PBJá

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Polêmica

Secretário parlamentar de deputado da PB é investigado por suposto esquema na Lotep

File:Deputado Federal Ruy Carneiro - PSDB PB (51142684636).jpg - Wikimedia Commons

Alexandre Magno Cândido da Cruz, atualmente em exercício como secretário parlamentar do deputado federal Ruy Carneiro na Câmara dos Deputados, é investigado pela Justiça por supostamente fazer parte de um esquema de extorsão envolvendo a Loteria do Estado da Paraíba – Lotep, na gestão do ex-governador Ricardo Coutinho.

De acordo com informações do portal da Câmara dos Deputados, Alexandre recebe uma remuneração mensal de R$ 3.221,93, sendo R$ 1.890,34 referentes ao cargo em comissão de secretário parlamentar e R$ 1.331,59 de auxílios.

No dia 12 de janeiro de 2023, o juiz Marcial Henrique Ferraz da Cruz, da 2ª Vara Criminal de João Pessoa, aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público da Paraíba contra o ex-governador Ricardo Coutinho, Alexandre e mais duas pessoas.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, “o denunciado/colaborador DANIEL GOMES disse que, em 19/12/2017, poucos dias após a assinatura do distrato, a Secretária-Geral da CVB/PB informou, por mensagens enviadas pelo aplicativo WhatsApp, que Alexandre Magno Cândido da Cruz, da LOTEP, havia lhe procurado e apresentado uma ideia de criarem uma ‘raspadinha’ com o nome ‘BILHETINHO PREMIADO’, muito semelhante ao produto oferecido pela empresa que haviam retirado do mercado, conforme havia ordenado o irmão de Ricardo Coutinho, CORIOLANO COUTINHO”.

As investigações apontam que Coriolano tinha o controle da Lotep e era um dos principais responsáveis pela coleta de propinas destinadas a Ricardo Coutinho. Com alta influência, o irmão do ex-governador é apontado pelos investigadores como a pessoa que usava o poder do Estado para direcionar concessões de empresas sob a possibilidade de reincidir contratos já firmados para a exploração de jogos, incluindo demissão, desligamento ou inabilitações.

ParaíbaJá

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Polêmica

Cabo Gilberto aponta ativismo judicial em ordem de Moraes para investigar atos no DF

Cabo Gilberto aponta ativismo judicial em ordem de Moraes para investigar atos terroristas
O deputado federal, Cabo Gilberto (PL), comentou nesta segunda-feira (20), a decisão do ministro do Superior Tribunal Fededal (STF), Alexandre de Moraes, que mandou a Polícia Federal ouvir os paraibanos Nilvan Ferreira (PL), Wallber Virgolino (PL), Eliza Virgínia (PP) e o próprio Cabo Gilberto Silva, no inquérito relativo aos ataques contra STF, Congresso Nacional e Palácio do Planalto, no último dia 08 de janeiro.

“Eu não tenho nenhum problema quanto a isso, eu estaria preocupado se eu tivesse envolvimento com algum tipo de corrupção, com algum escândalo público com relação ao seu contrário a atividade política. Estão me colocando lá por ativismo judicial”, disse o parlamentar.

A decisão de Moraes ainda determina que a conduta do Cabo Gilberto seja apurada pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Vale ressaltar que, na data, o parlamentar paraibano ainda era deputado estadual e ainda não tinha tomado posse como federal.

PolíticaEtc

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Polêmica

ALERTA DE TRETA: Prazo de 72 horas do MP para Fiji pagar clientes se encerra hoje

CRISE NA FIJI: Programador Bueno Aires da cidade de GURJÃO-PB é procurado  pelo Ministério Público e poderá ser caçado pela Polícia Federal - Polêmica  Paraíba - Polêmica Paraíba
Após Fiji Solutions atrasar saques de clientes, o Ministério Público da Paraíba deu um prazo de 72 horas para que as aplicações de clientes sejam devolvidas. O prazo se encerra nesta segunda-feira (20). Essa é mais uma empresa paraibana de Campina Grande de Criptoativos que está agora sob os holofotes depois do escândalo da BraisCompany.

O procedimento foi instaurado pelo MPPB, na última quarta-feira (15) para acompanhar uma suspeita de crise na empresa Fiji devido aos atrasos no repasse dos pagamentos dos clientes.

“Recomendamos que a empresa empreenda – por todos os meios legais necessários – todas as tratativas junto à Kucoin para solução da demanda existente e pagamento aos clientes, no prazo de 72 horas, e que comprove, ao Ministério Público, todos os atos realizados para solução da problemática existente, e que apresente cópia dos documentos pessoais dos sócios da empresa (Identidade, CPF e Passaporte). Continuaremos acompanhando essa e outras situações envolvendo empresas de criptomoedas atuando na região a fim de garantir, no que couber ao Ministério Público, os direitos dos consumidores”, explicou Sócrates Agra, promotor que também investiga o caso da Braiscompany.

No último domingo (19), o dono da empresa, Bueno Aires, anunciou o prazo até quinta-feira (23) para pagar todos os clientes.

Em entrevista a um programa de rádio em João Pessoa, na última quarta-feira (15), um dos sócios da Fiji alegou que não consegue transferir o dinheiro para os clientes por causa da KuCoin que é uma exchange e que a empresa depende dela para fazer transferências e que estaria pedindo informações extras de verificação de identidade.

Segundo Bueno Aires, “hoje o problema é simplesmente uma dificuldade imposta pela KuCoin para que eu prove que eu sou eu mesmo, esse é o grande fator. A monta que tem dentro da corretora passa dos US$ 80 milhões.” O valor corresponde a cerca de R$ 420 milhões.

Clickpb

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