Polêmica

ALERTA DE TRETA: Clientes da Fiji entram na Justiça por pagamentos, enquanto MP apura caso

WhatsApp Image 2023 03 28 at 18.43.44 1024x1024 - CANSADOS DE ESPERAR: investidores da Fiji entram na Justiça para receber rendimentos enquanto MP apura caso; ENTENDA

Ao passo que o Ministério Público da Paraíba (MPPB) apura supostas irregularidades com a empresa Fiji Solutions, que negocia criptomoedas por supostos ‘problemas técnicos’ ao justificar o não pagamento a consumidores da empresa, investidores começam a ingressar com ações na Justiça contra proprietários da empresa a fim de reaver valores.

No Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), até o início da noite desta terça-feira (28), pelo menos oito processos tramitavam nos 1º, 2º e 3º Juizados Cíveis do município de Campina Grande, onde a empresa está sediada.

Em nenhum dos casos há decisão judicial sobre a demanda apresentada pelas supostas vítimas.

Na última sexta-feira (24), a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Campina Grande e a Diretoria Regional do MP-Procon, representados pelo promotor Sócrates Agra, estabeleceu um novo prazo para apresentação de documentação suplementar à empresa e para o pagamento dos recursos. O prazo se esgota nesta quarta-feira (29).

“A referida Promotoria de Justiça tem recebido as informações solicitadas e está avaliando-as, para que possa tomar as medidas necessárias no momento oportuno. Em razão do sigilo inicial necessário para condução das investigações, não pode adiantar os detalhes da apuração que visa garantir a proteção dos direitos dos consumidores”, informou.

PolêmicaPB

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FIM DO PRAZO: Promotor estuda decretar prisão preventiva de sócios da Fiji

O promotor de justiça do Ministério Público da Paraíba, Sócrates Angra, declarou em entrevista a um programa de rádio, nesta quarta feira (29), oque não haverá pagamento aos investidores da Fiji.

Além disso, o Ministério Público deve pedir a prisão a qualquer momento dos sócios proprietários da empresa localizada em Campina Grande, interior da Paraíba.

Na última sexta feira, durante audiência entre as partes envolvidas, os advogados da empresa pediram mais prazo para efetuarem o pagamento dos investidores. Desta forma, o promotor atendeu o pedido prorrogando até está quarta feira (29), sendo a data final para realizarem o pagamento. Porém, a empresa não cumpriu o acordo com a justiça.

O promotor do MPE, Sócrates Angra não descarta pedir a prisão preventiva dos sócios proprietários da Fiji, como também bloqueio das contas dos empresários e apreensão de seus bens como imóveis e veículos.

Clickpb

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Câmara de CG debate ‘calote’ da Braiscompany, nesta quinta-feira

CMCG aprova projeto do executivo que doa terreno para construção do Hospital de Clínicas • Câmara Municipal de Campina Grande

A Câmara Municipal de Campina Grande vai realizar nesta quinta-feira (30), precisamente às 10h da manhã, uma audiência pública que tratará do impacto financeiro da empresa Braiscompany, investigada e alvo de uma operação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, por aplicar golpes por meio de investimentos no mercado cripto. As investigações apontam fortemente para a existência de uma pirâmide financeira.

O propositor da discussão é o vereador Anderson Almeida (foto), conhecido como “Pila”, do MDB. Em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Caturité FM – maior audiência de Campina e região -, nesta quarta-feira, o edil comentou quem, além dos parlamentares, estará presente na audiência.

“Convidamos os chefes do Fórum de Campina, o MP-Procon, a OAB e os Procons estadual e municipal. Nós formalizamos um convite ao presidente da Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande (ACCG), Antônio Andrade, porque precisamos saber se o comércio de Campina já está sentindo os impactos desse prejuízo financeiro gerado por essa empresa”, falou.

“Muita gente do comércio investiu nessa empresa. Só na Justiça de Campina Grande são cerca de 1.200 denúncias. Teve gente usando dinheiro de uma vida nesse negócio. Hoje o casal está foragido e nós precisamos levantar essa discussão para dar alguma resposta à cidade”, emendou.

PBOnline

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CASO FIJI: Bueno Aires apresenta novos documentos ao MP após atraso de pagamentos; prazo se encerra hoje

Caso FIJI: Promotor intima sócios da empresa após falta de pagamento - Blog do Márcio Rangel
O proprietário da empresa Fiji Solutions, que negocia com criptomoedas, apresentou ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) novas documentações que atestariam problemas técnicos alegados pela empresa para o não pagamentos de valores aos investidores. O promotor Sócrates Agra, que apura o caso, estabeleceu um prazo que se encerra nesta quarta-feira (28) para uma resposta definitiva de Bueno Aires.

Ao Polêmica Paraíba, Sócrates Agra informou que os sócios reafirmaram a existência dos valores na Kucoin, responsável pela liberação dos recursos,  e em outras Exchanges, sendo que não há controvérsias entre os sócios em relação a esse assunto. O que se apura é a razão de a empresa não ter acesso aos valores e a interrupção desses recursos aos seus clientes.

Enquanto não têm uma resposta definitiva sobre o assunto, consumidores da empresa, investidores começam a ingressar com ações na Justiça contra proprietários da empresa a fim de reaver valores. Conforme apuração do site Polêmica Paraíba junto ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), até o início da noite desta terça-feira (28), pelo menos oito processos tramitavam nos 1º, 2º e 3º Juizados Cíveis do município de Campina Grande, onde a empresa está sediada.

Entenda o caso

Em audiência com o Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB), na última sexta-feira (24), em Campina Grande, representantes da Fiji Solutions, que negocia criptomoedas, reafirmaram a existência de ‘problemas técnicos’ ao justificar o não pagamento a consumidores da empresa.

Com isso, a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Campina Grande e a Diretoria Regional do MP-Procon, representados pelo promotor Sócrates Agra, estabeleceram um novo prazo para apresentação de documentação suplementar à empresa, visando estabelecer um posicionamento final acerca da demanda.

PolêmicaPB

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Sargento é preso suspeito de matar esposa e jogar corpo em açude

Uma operação conjunta das polícias Civil e Militar prendeu, nesta terça-feira (28), o sargento da Polícia Militar, Antônio Abrantes, suspeito de matar a própria esposa, a professora Honorina de Oliveira Costa, 43 anos, em novembro do ano passado, em Cuité. Ele ficará preso por um período de 30 dias, para que as investigações possam se aprofundar ainda mais no caso.

O delegado Rodrigo Monteiro revelou que o suspeito foi levado à Central de Polícia de Campina Grande, onde optou por ficar em silêncio no interrogatório. No dia 2 de novembro de 2022, a professora tinha sido dada como desparecida. No sábado, dia 5, Antônio encontrou o corpo da esposa no Açude do Cais, em avançado estado de decomposição.

As primeiras investigações concluíram que foi o próprio Antônio que a matou. No momento em que o cadáver foi encontrado, as mãos e as pernas estavam amarradas e havia sinais de violência. O andamento do inquérito seguirá com a Polícia Civil.

MaisPB

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Confira os motivos das criptomoedas de Miami e Nova York estarem ‘morrendo’

Imagem da matéria: Por que as criptomoedas de Miami e Nova York estão morrendo

A liquidez das criptomoedas das cidades de Miami e Nova York está tão baixa que  a corretora Okcoin decidiu removê-las de sua plataforma, na tentativa de proteger os usuários de manipulações de preço.

“A liquidez limitada para essas moedas criou a possibilidade de atividades fraudulentas. Como resultado, suspenderemos a negociação até que possamos abordar esses riscos potenciais e proteger nossos clientes”, justificou a Okcoin em nota que anunciou a remoção das moedas NYCCoin (NYC) e MiamiCoin (MIA) da plataforma na semana passada.

A principal preocupação da corretora ao tomar essa ação é que terceiros mal-intencionados possam “manipular preços, lavar fundos roubados e perpetrar outras fraudes” — embora nenhum desses riscos tenha ocorrido até o momento. Com essa medida, a Okcoin disse estar se antecipando para evitar qualquer possível má conduta.

A exchange acrescentou que a negociação da dupla de tokens permanecerá suspensa até ser capaz restaurá-la com segurança, “mas não sabemos quando isso será possível”. Por enquanto, os usuários com essas criptomoedas podem sacá-la da plataforma para negociar na exchange descentralizada ALEX.

Antes de tomar essa decisão, a Okcoin disse que entrou em contato com market makers profissionais na tentativa de melhorar a liquidez dos tokens NYC e MIA. “No entanto, ficou claro que os esforços para adicionar liquidez levariam tempo, deixando-nos com a suspensão da negociação como último recurso”, explicou.

A medida sinaliza um futuro incerto para os tokens de Miami e Nova York, uma vez que ambos não foram capazes de se reerguer das fortes quedas de preço do ano passado em meio ao inverno cripto, nem conquistar listagens em outras plataformas

Até então, a Okcoin era a única exchange centralizada que oferecia o trade de NYC e MIA. Com a suspensão dos ativos na plataforma, a liquidez das moedas tende a cair ainda mais daqui para frente.

Início do fim?

A NYCCoin e MiamiCoin foram criadas pelo projeto CityCoins e receberam apoio explícito das prefeituras de Nova York e Miami. O prefeito de Nova York, Eric Adams, deu sua “benção” para NYCCoin em novembro de 2021, pouco depois de o prefeito de Miami, Francis Suarez, dizer que a MiamiCoin poderia gerar milhões em receita para a cidade.

“É como um Bitcoin”, disse Suarez em 2021 ao anunciar a parceria com a CityCoins. “Sempre que essa moeda é minerada, uma porcentagem da moeda em virtude da programação vai para a cidade de Miami. Na verdade, são 30% do que é extraído, 70% irão para os mineradores. Miami se beneficiará do uso da MiamiCoin e da marca que está associada a ela.”

No seu melhor momento, a moeda até conseguiu entregar o prometido, gerando US$ 8 milhões em receita para a cidade em apenas dois meses. Mas a boa fase não se sustentou por muito tempo.

Em maio de 2022, o preço da MiamiCoin já desabava 90% da sua máxima histórica, colocando em xeque os planos da cidade com a criptomoeda.

A queda desastrosa foi até mesmo repercutida na época pelo economista Paul Krugman, vencedor do prêmio Nobel. Em sua coluna no jornal The New York Times, o economista apontou o derretimento da MiamiCoin como um de diversos fatores que mostram um cenário pessimista para as criptomoedas – Krugman tem uma postura fortemente crítica quanto a estes ativos.

No dia 19 de setembro de 2021, a Miami Coin atingiu o valor de US$ 0,0516. Já em maio do ano passado, era negociada por apenas US$0,005457, mostrava o CoinMarketCap na época. Agora, nem mesmo o popular agregador de preços consegue determinar a cotação do ativo, informando que os dados do mercado da criptomoeda não são mais rastreáveis.

PortaldoBitcoin

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Especialista em criptomoedas critica segredo de justiça no processo da Fiji Solutions

Nesta segunda feira (27), durante entrevista a um programa de rádio em João Pessoa, o doutor em contabilidade e especialista em criptomoeda, o paraibano Felipe Pontes, criticou a decisão do Ministério Público em estabelecer segredo de justiça no processo contra a Fiji Solutions.

“Eu acho que é ruim, colocar em segredo de justiça, pois tem dezenas de milhares de pessoas que estão sendo prejudicadas por isso, sem qualquer informação alguma, isso acaba sendo ruim para o investidor, que ja foi enganado e agora está sem saber o que  acontece efetivamente, não vejo justificava em esconder esses dados públicos”, falou Pontes.

O promotor do caso, Sócrates Agra, explicou em nota emitida pelo órgão sua justificava em estabelecer o segredo de justiça inicial.  Segundo MPE, o proposito final do órgão é a defesa direitos do consumidor, que todos os esforços estão sendo empreendidos para sanar a situação de maneira controlada.

Em relação ao novo prazo, o Ministério Público acatou mais um pedido dos advogados da empresa para próxima quarta feira, dia 29 de de abril, após audiência ocorrida na última sexta feira (24), em Campina Grande. Os advogados alegaram problemas técnicos ao justificar o não pagamento dos clientes, com isso, o promotor solicitou a apresentação dos novos documentos suplementares para comprovação dos problemas.

Clickpb

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CASO BRAISCOMPANY: CG registra 1.700 processos de clientes contra Antônio Neto, diz advogado

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

 

Um levantamento feito pelo Judiciário paraibano aponta que só na cidade de Campina Grande, onde havia a sede da Braiscompany, já foram contabilizados um mil e setecentos processos judiciais de clientes contra a empresa.

A informação foi confirmada em entrevista na última sexta-feira (24) pelo advogado Rodrigo Reul, especialista em Direito do Consumidor. “O prejuízo estimado, de acordo com o MP, é de R$ 1,5 bilhão, e quando fazemos o raio-x de novas demandas que estão surgindo, contabilizamos mais de 1.700 processos só em Campina Grande”.

Ele fez um panorama das vítimas da empresa de criptoativos que foi alvo da Polícia Federal. O SEO da Braiscompany, Antônio Neto Ais, e sua esposa, Fabricia Ais, que também fazia parte do esquema, segundo as investigações, seguem foragidos.

De acordo com Reul, muitas vítimas se endividaram, perderam bens e fizeram empréstimos comprando a ideia de segurança passada pela empresa.

– A gente observa que o prejuízo imediato são daqueles investidores que fizeram aporte e deixaram de receber e outro são de pessoas que não tinham e colocaram bens como garantias para hipotecar, pegar empréstimo para colocar na empresa. O que mais assusta era a garantia de lucros físicos, a segurança que era vendida, colocaram suas vidas lá dentro – explicou.

O advogado também fez uma crítica ao sistema judiciário alegando que “O Estado falhou. O sistema de proteção ao consumidor falhou ao deixar que isso acontecesse e não foi feito nada. Isso não vem de hoje. O próprio Ministério Público havia aberto uma investigação e ela foi arquivada”, pontuou Reul.

Ele fez um alerta para que as vítimas da empresa denunciem e se cadastrem no MP e busquem os direitos dos consumidores para tentarem minimizar os prejuízos.

– O MP está com cadastro aberto para que as vítimas preencham. O consumidor pode se valer desse canal para tentar reaver seus prejuízos. É muito importante buscar orientação profissional e acionar os meios legais – finalizou.

PBOnline

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ALERTA DE TRETA: Investidores de Minas Gerais acionam Justiça contra Braiscompany

Caso Braiscompany: casal Ais na lista da Interpol, após prisão preventiva decretada - Paraíba Todo Dia
A Justiça do Estado de Minas Gerais tem recebido diariamente ações contra a empresa Braiscompany e os seus proprietários, Antonio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias Campos, que estão foragidos.

As ações começaram a surgir ainda no final de janeiro, por investidores que reclamam o atraso de pagamentos dos alugueis e o não atendimento de rescisão contratual solicitada. Os investidores, por meio dos advogados, pedem ainda indenização por danos morais e material.

As ações são oriundas de várias comarcas do estado de Minas Gerais, a exemplo de Belo Horizonte, Montes Claros, Santa Luzia, Varginha, Taiobeiras, Leopoldina, entre outras.

Em um desses pedidos, um investidor solicita o bloqueio de uma quantia superior a R$ 905 mil, considerando que celebrou três contratos de locação que somam esse valor, para que fossem investidos em criptoativos junto a Braiscompany, tendo como objeto aplicações em bitcoins com a gestora se comprometido a pagar remuneração mensal variável, a título de aluguel. Contudo, a empresa deixou de cumprir o acordado ainda em dezembro de 2022.

“Diante do exposto, defiro a tutela de urgência cautelar, para determinar o bloqueio da quantia de R$ 905.209,48 em contas bancárias da requerida, cujo montante encontrado ficará disponível em conta judicial até ulterior deliberação”, cita a decisão da juíza Cibele Maria Lopes Macedo.

Outro investidor, que ajuizou ação na comarca de Montes Claros, pediu e foi atendido em uma tutela provisória de urgência para determinar o bloqueio de valores que se encontrem em contas de titularidade da Braiscompany, sendo superior a R$ 145 mil. Nessa ação, a Justiça também deferiu o pedido de bloqueio de veículos.

Relembre o caso
A Braiscompany estava agindo no mercado como gestora de ativos digitais desde o ano de 2018, e tinha como sede a cidade de Campina Grande. No final de dezembro os investidores começaram a reclamar dos atrasos dos repasses dos aluguéis (rendimentos).

A crise se intensificou no final de janeiro, quando a maioria deixou de receber. Antonio Neto chegou a fazer várias lives informando que estava impossibilitado de realizar os saques por limitação de valores impostos pela Exchange. Todavia, foi desmentido, em forma de um comunicado por essa empresa.

Através das redes sociais, o empresário publicou uma nota há uma semana, onde lamentar a paralisação das atividades por bloqueios financeiros impostos pela Justiça. Antonio Neto afirmou, ainda, que espera a liberação dos recursos para que possam chegar aos clientes.

O casal de líderes da companhia em criptomoedas, Antonio Neto e Fabrícia Farias, está foragido e com nomes inclusos na lista de procurados da Interpol desde fevereiro. Os mandados de prisão foram expedidos pela 4a Vara Federal de Campina Grande.

Blog do BG PB com União

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Paraíba

Vereador de CG quer desarmar vigias das escolas públicas: “Isto não dá segurança”

Após o caso do assassinato de um vigilante de 36 anos, morto a tiros por suspeitos enquanto trabalhava na segurança da Escola Estadual Assis Chateaubriand em Campina Grande, o vereador Rostand Paraíba (PP) ocupou na última sexta-feira (24), a tribuna da Câmara Municipal de Campina Grande para solicitar aos governos estadual e municipal que “não coloquem porteiros armados dentro das escolas”.

“Isto não dá segurança”, disse o parlamentar do PP, pedindo em seguida que a Câmara envie um documento solicitando formalmente o seu pedido. Os vereadores Pimentel Filho (PSD) e Anderson Almeida (MDB) parabenizaram Rostand pela sugestão. “Excelente!”, disse Pimentel.

Entenda o caso – De acordo com a Polícia Civil, o vigilante, que prestava serviços para a escola estadual, estava próximo à guarita da escola quando suspeitos o abordaram, por volta das 19h, e a vítima foi atingida por tiros, principalmente na região da cabeça. O vigilante não resistiu aos ferimentos ocasionados pelos disparos e morreu no local.

Após o crime, os suspeitos levaram a arma de fogo que o vigilante portava e fugiram do local. Não foi informado se os suspeitos de participarem do crime foram identificados ou presos. Com os disparos, houve correria e transtornos dentro da escola, que estava iniciando as aulas do período noturno. As aulas na escola foram suspensas após o crime.

Com PB Agora

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