
O proprietário da empresa Fiji Solutions, que negocia com criptomoedas, apresentou ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) novas documentações que atestariam problemas técnicos alegados pela empresa para o não pagamentos de valores aos investidores. O promotor Sócrates Agra, que apura o caso, estabeleceu um prazo que se encerra nesta quarta-feira (28) para uma resposta definitiva de Bueno Aires.
Ao Polêmica Paraíba, Sócrates Agra informou que os sócios reafirmaram a existência dos valores na Kucoin, responsável pela liberação dos recursos, e em outras Exchanges, sendo que não há controvérsias entre os sócios em relação a esse assunto. O que se apura é a razão de a empresa não ter acesso aos valores e a interrupção desses recursos aos seus clientes.
Enquanto não têm uma resposta definitiva sobre o assunto, consumidores da empresa, investidores começam a ingressar com ações na Justiça contra proprietários da empresa a fim de reaver valores. Conforme apuração do site Polêmica Paraíba junto ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), até o início da noite desta terça-feira (28), pelo menos oito processos tramitavam nos 1º, 2º e 3º Juizados Cíveis do município de Campina Grande, onde a empresa está sediada.
Entenda o caso
Em audiência com o Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB), na última sexta-feira (24), em Campina Grande, representantes da Fiji Solutions, que negocia criptomoedas, reafirmaram a existência de ‘problemas técnicos’ ao justificar o não pagamento a consumidores da empresa.
Com isso, a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Campina Grande e a Diretoria Regional do MP-Procon, representados pelo promotor Sócrates Agra, estabeleceram um novo prazo para apresentação de documentação suplementar à empresa, visando estabelecer um posicionamento final acerca da demanda.
PolêmicaPB




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