MPPB

Vereadores de Santa Rita precisam dar mais transparência aos recursos do município, recomenda MPPB

Divulgação

A Promotoria de Justiça de Santa Rita recomendou à Câmara de Vereadores do Município a disponibilização e o adequado gerenciamento das informações, inclusive, dos recursos públicos, no Portal da Transparência do poder legislativo municipal.

A recomendação da promotora de Justiça que atua em defesa do patrimônio público, Anita Bethânia Silva da Rocha, ressalta que as informações devem ser inseridas em local de destaque e com fácil acesso na página oficial, no prazo de 90 dias.

De acordo com a promotora, devem estar disponíveis a Lei de Acesso à Informação (LAI) e a Lei de Responsabilidade Fiscal, além da regulamentação municipal da LAI e das leis municipais vigentes, decretos e portarias. A data da última atualização deve constar na página.

Anita Rocha também recomenda que no Portal da Transparência os cidadãos usuários consigam fazer o download das pesquisas e dos relatórios em diversos formatos eletrônicos, tais como planilhas e textos, de modo a facilitar a análise das informações, em sistemas externos de formatos abertos.

Blog do BG

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Judiciário

DEU RUIM: Após operação, juiz afastado do cargo vira alvo de investigação do TJPB

Foto: divulgação/PF

O juiz Antônio Eugênio Ferreira Leite Neto, da 2ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga, será investigado pela Corregedoria-Geral de Justiça, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), que determinou nesta terça-feira (6) a abertura de uma sindicância.

O magistrado é o mesmo que foi alvo na semana passada de uma operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB). Na apuração atual, ele é acusado de ter deixado de cumprir “com independência, serenidade e exatidão, as disposições legais e os atos de ofício”.

A apuração foi determinada pelo desembargador Fred Coutinho. De acordo com a publicação no Diário da Justiça, ele será investigado por ter sentenciado “processos em tramitação em unidade judiciária para a qual não tinha jurisdição”. Não foram dados mais detalhes a respeito da apuração, porém, de acordo com informações obtidas pelo blog, outras investigações estão em curso e poderão gerar dificuldades para o magistrado.

Antônio Ferreira Neto é acusado de outros abusos relacionados à atuação como magistrado. Em um deles, teria beneficiado um tio em sentença proferida enquanto ocupava cadeira em outra comarca.

Blog do Suetoni

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Judiciário

SOB SIGILO: Juiz e advogados são alvos de operação do Ministério Público da Paraíba

Foto: Reprodução

Os endereços ligados a um Juiz e a advogados em Itaporanga no sertão paraibano foram alvos de uma operação hoje (01) coordenada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco)

O motivo, no entanto, não foi revelado porque o caso está sob segredo de Justiça. A Associação dos Magistrados da Paraíba (AMPB), está acompanhando as apurações. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba (OAB-PB), Harisson Targino, informou que a entidade também está acompanhando as investigações já que um representante da ordem acompanhou o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na cidade de Itaporanga.

Os mandados foram autorizados pelo Tribunal de Justiça da Paraíba. Além disso, o Fórum municipal Juiz João Espínola Neto também foi alvo de mandados de busca e apreensão.

Blog do BG

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Paraíba

MPPB encontra rombo de quase R$ 5 milhões na gestão do ex-prefeito Pedrito, em Cruz do Espírito Santo

Foto: Reprodução

A promotora de Justiça, Anita Bethania Silva da Rocha, instaurou um inquérito para apurar suposto ato de improbidade pelo então prefeito de Cruz do Espírito Santo, Pedro Gomes Pereira, popularmente conhecido como Pedrito.

A medida foi publicada na edição do Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público da Paraíba dessa sexta-feira (26).

De acordo com a publicação, foi constatado um rombo, com prejuízo aos cofres públicos, no valor de R$ 4.910.188,22.

O déficit milionário atenta contra os princípios fundamentais da administração pública, caracterizando ato de improbidade administrativa na gestão de 2016 do ex-prefeito.

Anda não há um prazo para a conclusão do inquérito.

Blog do BG PB 

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Paraíba

Prefeitura de Sapé entra na mira do MPPB após uso indevido de recursos do Fundeb

Foto: Reprodução

A promotora de Justiça, Paula da Silva Camillo Amorim, determinou a instauração de um inquérito para apurar apurar denúncias de que servidores municipais de Sapé estariam recebendo através de fonte de recurso indevidamente.

A medida foi publicada na edição do Diário do Ministério Público da Paraíba dessa terça-feira (23).

De acordo com a publicação, a gestão municipal estaria contrariando as normas estabelecidas para a destinação de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Portal Paraíba 

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Paraíba

EM FAMÍLIA: Vice-prefeita de Salgado de São Félix é investigada por nomear sobrinha e cunhada na prefeitura

O Ministério Público da Paraíba determinou a instaura um de inquérito para apurar uma denúncia de que a vice-prefeita de Salgado de São Félix, Lenira dos Anjos, teria uma sobrinha e cunhada exercendo cargos na gestão municipal.

A medida foi publicada na edição do Diário Oficial do MPPB desta terça-feira (23).

Segundo o Supremo Tribunal Federal, a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau em cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração ,viola a Constituição Federal.

Em 2008, o STF também proibiu a prática do nepotismo, que é a indicação de pessoas do mesmo círculo familiar para cargos da administração.

Mas, depois, abriu uma exceção quando houver nomeação para um cargo de natureza política, como o caso de secretários.

Blog do BG PB 

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MPPB

MPPB pede bloqueio das contas da prefeitura de Monteiro após descumprimento de decisão judicial

Foto: Reprodução

O Ministério Público da Paraíba pediu o bloqueio das contas bancárias da Prefeitura de Monteiro, após a gestão municipal descumprir a decisão judicial que obrigava a disponibilizar dois ônibus, motorista e custeio de combustível utilizado para transportar estudantes do ensino superior para Campina Grande.

Além disso, o MP também solicitou a aplicação de multa diária a pessoa da prefeita Anna Lorena, no valor de R$ 1 mil reais até o limite de R$ 100 mil.

O pedido da disponibilização dos ônibus foi judicializado por estudantes, através de uma ação civil pública do Ministério Público da Paraíba, que tomou conhecimento da precariedade vivenciada pelos alunos que fazem uso do transporte escolar.

Eles alegam que fazem uma vaquinha para garantir o pagamento de combustível e de uma espécie de gorjeta ao motorista para que o transporte fosse viabilizado, evidenciando uma irregularidade vergonhosa para o município.

Atualmente, os estudantes universitários são transportados para Campina Grande em ônibus escolares que atendem as crianças da rede municipal de ensino.

“No prazo legal o município deveria ter comprovado documentalmente o cumprimento integral da condenação. Se assim não fez, autorizou o autor a ingressar na fase de cumprimento forçado da sentença, podendo neste momento serem requeridas as medidas coercitivas necessárias ao cumprimento da obrigação (ou sua demonstração de cumprimento cabal nos autos).” diz trecho da decisão assinada pelo promotor Diogo D’Arolla Pedrosa Galvão.

A prefeitura ainda não se manifestou sobre o assunto.

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Paraíba

Ex-presidente da Câmara de Riachão do Poço é investigado por transferir dinheiro público para conta pessoal

Foto: Reprodução

O ex-presidente da Câmara Municipal de Riachão, Carlos Carruzo Pereira Torres, está sendo investigado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) por improbidade administrativa, devido à superfaturamento na compra de itens, como placas de identificação, material para uma reforma e eletrodomésticos.

Ainda segundo o MPPB, Carlos também é suspeito de emitir cheques sem fundo e transferir dinheiro público para sua conta bancária pessoal.

De acordo com a denúncia, há indícios de superfaturamento na compra de uma placa de identificação para a Câmara Municipal. A placa custou R$ 4.500, entretanto o item poderia ser comprado, em média, por metade desse valor. Teria acontecido também superfaturamento na compra de blindex de vidro para o plenário da Câmara no valor de R$ 17.000. A denúncia cita ainda a compra de eletrodomésticos e eletrônicos que nunca foram entregues e utilizados pela casa legislativa.

Na lista de denúncias também consta a emissão de mais de 50 folhas de cheques pelo Banco do Brasil, sendo que grande grande parte foi protestada em cartório por não ter fundos, originando prejuízos financeiros à Câmara Municipal.

Ele ainda contraiu empréstimos financeiros em nome da casa legislativa, por meio de convênio assinado com a Caixa Econômica Federal e não cumpriu os pagamentos e realizou várias transferências diretas da conta Câmara para sua conta pessoal, sem qualquer justificativa.

ClickPB

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MPPB

MPPB investiga ”sumiço” de vagas em concurso da Prefeitura de Malta, no sertão da PB

Foto: Reprodução 

O Ministério Público da Paraíba instaurou um inquérito civil para investigar a ocorrência de improbidade administrativa em um concurso público realizado pela Prefeitura da cidade de Malta, no sertão do estado.

A investigação pretende esclarecer a exclusão de alguns cargos do Edital definitivo que estavam no Edital provisório. O responsável pelo inquérito é o 4º Promotor de Justiça de Patos, Carlos Davi Lopes Correia Lima.

O concurso público da Prefeitura de Malta abriu inscrições em maio e oferecia 26 vagas para todos os níveis de escolaridade. O certame inicialmente trazia vagas para Agente Comunitário, Enfermeiro, Farmacêutico, Fiscal de Tributos, Médico Veterinário, Motorista e Professores de artes, matemática, português, inglês, história, geografia, ciências e educação físicas.

ClickPB

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MPPB

MPPB reforça medidas para evitar acesso de jovens a cigarros eletrônicos

Divulgação

O Ministério Público da Paraíba recomendou uma série de medidas para prevenir e combater, na capital, o acesso de crianças e adolescentes a cigarros eletrônicos. Segundo o promotor de Justiça de João Pessoa, João Arlindo Corrêa Neto, as recomendações foram endereçadas aos conselhos tutelares, à Prefeitura de João Pessoa e ao Governo da Paraíba.

O membro do MPPB também lembra que a venda, a importação e a propaganda de cigarros eletrônicos são proibidas, pela Anvisa, desde 2009, por meio da Resolução de Diretoria Colegiada 46. Ele também destaca que o Estado da Paraíba, por meio da Lei 12.351/2022, passou a proibir o uso de cigarros eletrônicos, vaporizadores, vape, e-cigarro, e-cig, e-cigarette e qualquer dispositivo eletrônico para fumar em ambientes fechados de uso coletivo público ou privado.

Medidas protetivas

Aos conselhos tutelares de João Pessoa foi recomendado que apliquem as medidas protetivas cabíveis, quando do conhecimento de casos em que adolescentes estejam fazendo uso ou tendo acesso aos dispositivos eletrônicos para fumar (DEF) ou cigarros eletrônicos, inclusive em face dos responsáveis dos mesmos.

Já as secretarias de Segurança Urbana e Cidadania do Município de João Pessoa (Semusb) e de Segurança e Defesa Social do Estado (Seds) devem articular ações, com os órgãos de segurança pública estadual e municipal, para averiguação e fiscalização de estabelecimentos que vendem os dispositivos, a fim de que promovam sua autuação e providências cabíveis.

O promotor de Justiça também recomendou que as secretarias de Educação do Município e do Estado e de Desenvolvimento Social do Município devem articular ações educativas junto às instituições de ensino com a finalidade de prevenir, conscientizar e alertar os jovens e adolescentes acerca dos efeitos danosos à saúde causados pelo uso dos cigarros eletrônicos e similares.

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