MPPB

FEIRA DE MANGAIO: Empresário investigado nega participação em esquema de sonegação

O advogado Getúlio Souza, que faz a defesa do empresário Douglas Bernardo, emitiu uma nota afirmando que o cliente negou que tenha participado de fraudes em contratos firmados com diversas prefeituras paraibanas.

No documento, Getúio ainda afirma que a defesa só vai se pronunciar quando tiver acesso ao processo.

Douglas é dono da empresa Meta Comércio e Serviços EIRELI, que é considerada como uma ‘multiempresa’ que, embora tenha sua atividade principal de “intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral”, engloba mais de 90 atividades secundárias que vai desde “Coleta de resíduos perigosos” a “Obras de urbanização”, passando também por “Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis” e “Aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas sem operador”, como exemplos.

Os fatos chamaram atenção dos órgãos que deflagraram a Operação Feira de Mangaio. A suspeita é que houve sonegação fiscal de aproximadamente R$ 14 milhões.

 

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MPPB

FEIRA DE MANGAIO: Prefeitura do Conde empenhou mais de R$ 190 mil a empresa investigada pelo MPPB

Foto: Reprodução

A prefetura do Conde empenhou em 2021 mais de R$ 193.140 a Douglas Bernardo Azevêdo, sócio da Meta Investimentos, empresa que é um dos alvos da Operação Feirade Mangaio deflagrada nesta quarta-feira (23) na Paraíba, para desmontar um grupo especializado em fraudes de procedimentos licitatórios.

Segundo o TCE, o município empenhou no mês de março valores referentes ao fornecimento de infraestrutura tecnólogica para implantação e manutenção do prontuário eletrônico E-Sus. Já em julho, a empresa forneceu tintas para a demarcação de vias da cidade.

Foto: Reprodução

Além do Conde, a Meta Investimentos atuou para as prefeituras de João Pessoa, Cabedelo, Bayeux, Santa Rita, Areia, Guarabira, Patos, Catolé do Rocha, Sobrado, São Bento, Riachão do Bacamarte, Pitimbu, Pirpirituba, Picuí, Pedro Régis, Monteiro, Marizópolis, Juazeirinho, Itatuba, Ingá, Cuité de Mamanguape, Cruz do Espírito Santo, Amparo e Alhandra.

De acordo com o Gaeco, as irregularidades praticadas podem ter acarretado desvios de recursos em diversas áreas, a exemplo do desenvolvimento esportivo de estudantes das redes municipais de ensino e da prestação de serviços de saúde.

ClickPB

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MPPB

FEIRA DE MANGAIO: Empresas vendiam material esportivo para escolas fechadas, diz MPPB

Foto: Reprodução

As empresas alvos da operação ‘Feira de Mangaio’, deflagrada nesta quarta-feira (23), venderam material esportivo para as prefeituras paraibanas mesmo com as escolas municipais fechadas durante a pandemia da Covid-19. A suspeita é que houve sonegação fiscal de aproximadamente R$ 14 milhões.

São cumpridos mandados de busca e apreensão contra as empresas Meta Comércio e Serviços, além da Rei dos Esportes. O material vendido seria empregado no desenvolvimento esportivo dos alunos da rede municipal de ensino.

De acordo com o Ministério Público, as investigações resultaram na constatação da ocorrência de fraudes em licitações realizadas por municípios paraibanos, principalmente relativas à formação de conluio entre empresas supostamente concorrentes, frustrando o caráter competitivo dos certames, assim como utilização de empresas cujos sócios possuem características de serem interpostas pessoas (“laranjas”).

Os mandados são cumpridos nas cidades de Joao Pessoa e Cabedelo.

MaisPB

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MPPB

Operação do MPPB desarticula grupo suspeito de fraudes em licitações em cidades da PB

Foto: Reprodução

Fazendo parte do primeiro trabalho realizado pelo Observatório da Gestão Pública, foi deflagradana manhã desta quarta-feira (23) uma operação para desarticular grupo especializado em fraude de licitações em prefeituras da Paraíba. A Operação Feira de Mangaio apura irregularidades na contratação de grupo empresarial por diversos órgãos públicos.

A Operação cumpre oito mandados de busca e apreensão nas cidades paraibanas de João Pessoa e Cabedelo.

As investigações têm por objetivo apurar fraudes em procedimentos licitatórios, bem como desarticular o grupo responsável pelas respectivas contratações.

A ação visa combater fraudes em processos de contratação, realizados por municípios paraibanos, tendo como objeto a contratação de empresa para o fornecimento de produtos e/ou prestação de serviços diversos, a exemplo do fornecimento de material esportivo, utensílios de cozinha, postes de concreto armado, até serviços de instalação de ar condicionados e de assessoria de comunicação e imprensa, grande parte durante
a pandemia.

As irregularidades praticadas podem ter acarretado desvios de recursos em diversas áreas, a exemplo do desenvolvimento esportivo de estudantes das redes municipais de ensino e da prestação de serviços de saúde.

 

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MPPB

Procuradores do MPPB aprova reajuste salarial de 6% e criação de cargos

Foto: reprodução

O Colégio de Procuradores de Justiça (CPJ) do Ministério Público da Paraíba aprovou anteprojetos de lei que extinguem funções gratificadas, criam cargos em comissão e garantem aumento salarial para os servidores efetivos e comissionados.

A reunião do Colégio ocorreu nesta segunda-feira (14).

O primeiro anteprojeto de lei ordinária apreciado e aprovado modifica dispositivos da Lei Estadual nº 10.435/2015 (PCCR dos Servidores), extinguindo funções gratificadas e criando cargos em comissão privativos de servidores efetivos do Ministério Público da Paraíba, com a finalidade de dar maior eficiência ao trabalho, com especificação de atividades que melhor atenderão as necessidades de cada setor.

Também foi aprovado o anteprojeto de Lei Complementar que modifica dispositivo da Lei Complementar nº 97/2010  (Lei Orgânica do Ministério Público), inserindo dentro da previsão de licença compensatória a acumulação de acervo processual ou procedimental, nos moldes semelhantes à regulamentação de outros Ministérios Públicos Estaduais e Tribunais de Justiça.

O último anteprojeto apreciado fixa o percentual de reajuste salarial do quadro efetivo e comissionado do quadro de pessoal dos Serviços Auxiliares do MPPB, sendo um reajuste linear dos vencimentos básicos, em percentual de 6% no exercício de 2022, sendo 3% a partir de janeiro de 2022 e o restante a partir de dezembro deste ano.

Os três projetos foram aprovados pelo CPJ por unanimidade e serão encaminhados à Assembleia Legislativa.

Os três anteprojetos serão encaminhados para análise da Assembleia Legislativa e posteriormente ao governador João Azevêdo.

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Política

CALVÁRIO NA ALPB: A delação de Livânia deve ajudar defesa de Drª Paula sobre recebimento de propinas pelos deputados

A declaração da deputada estadual Drª Paula (PP), de que muitos parlamentares da ALPB recebem proprina não tem muita novidade, basta relembrar da delação da ex-secretária de Administração do estado, Livânia Farias, no âmbito da operação Calvário.

Na apuração do MP sobre a denúncia da Drª Paula, basta incluir a lista de nomes apresentada por Livânia quando citou a compra de apoio de deputados estaduais, mediante o pagamento mensal de propina oriunda da Cruz Vermelha, que fazia a gestão do Hospital de Trauma da capital.

Em 2019, Dra. Paula (PP) chegou a criticar o colega de parlamento Buba Germano (PSB), por ter defendido Livânia presa pela Operação Calvário. Na lista de Livância constam 9 deputados, entre eles, o atual presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino.

A diferença entre elas é que Livânia “deu nome aos bois” e Paula preferiu soltar palavras no pasto, o que pode complicá-la mais na frente, se não apresentar provas.

Opinião dos leitores

  1. Simplesmente a Dra Paula deverá mostrar a mesma relação ou mais alguns nomes caso ela tenha conhecimento

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Política

DEPUTADOS NA MIRA: MP deve abrir inquérito ainda esta semana para apurar propina recebida pelos parlamentares

Foto: Krystine Carneiro/G1

O clima esquentou no parlamento estadual após a decisão do procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, de instaurar uma Notícia de Fato para apurar o contexto das declarações da deputada estadual Dª Paula Francinete, sobre o recebimento de propinas por parlamentares.

O promotor de Justiça, Eduardo Freitas, coordenador da Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa (Ccrimp) disse que o órgão já está reunindo material para a instauração do procedimento e que isso deve ocorrer ainda esta semana.

Os deputados agora vão ter que se defenderem

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Política

FOGO CRUZADO: MP investiga propina recebida por parlamentares e convoca a Drª Paula para apresentar provas

Foto: Divulgação

O Ministério Público da Paraíba apura denúncia sobre recebimento de propinas pelos deputados estaduais da Paraíba. A investigação deve iniciar com a convocação da parlamentar Drª Paula (PP) para apresentar provas sobre as afirmações de que os colegas do legislativo “ganham salários por fora com recebimento de propinas”.

A declaração da deputada provocou um verdadeiro reboliço na Assembleia Legislativa. Como não citou nomes, a afirmação da deputada causou revolta dos colegas que agora estudam a possibilidade de acionar o Conselho de Ética da ALPB. Acusou, agora vai ter que provar. Será que vai ser difícil?

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MPPB

Vereadores de Cabedelo promovem “farras das diárias” e entram na mira do MPPB

Após o prefeito de Cabedelo torrar quase R$ 10 milhões para pagar servidores em cargos comissionados ou prestadores de serviços, os vereadores da cidade continuaram a farra gastando valores exorbitantes com as diárias durante viagens.

De acordo com o Ministério Público da Paraíba, as supostas irregularidades teriam beneficiado também os servidores da Câmara Municipal em viagens a Brasília. O documento não traz mais detalhes e também não cita quais seriam os possíveis envolvidos na farra das diárias.

O MPPB abriu um inquérito para apurar a denúncia envolvendo os parlamentares da cidade, que tem sido alvo de duras críticas desde o mês passado, com os festivais que aconteceram em meio a um período preocupante de contaminação pela Covid-19, princialmente por parte do prefeito Victor Hugo, que não tem economizado suas aparições na mídia, sempre de forma negativa.

 

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MPPB

MP recomenda decreto mais restritivo e cancelamento de shows em Campina Grande

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou ao prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima Branco, a edição de Decreto Municipal com regras mais restritivas do que as do Decreto Estadual 42.229/2022 e a adoção de medidas como o cancelamento de todas as autorizações concedidas às promotoras de eventos para realização de shows e eventos de massa e/ou com grande público até que ocorra novo controle de transmissibilidade do coronavírus no território.

A recomendação foi expedida pela 22ª promotora de Justiça de Campina Grande, Adriana Amorim, que atua na defesa da Saúde, em razão do grave quadro da pandemia e visa resguardar os interesses e direitos da população.

De acordo com a promotora de Justiça, até o momento, o Município de Campina Grande não atualizou o decreto local, o que é preocupante, tendo em vista o aumento de casos de covid-19 provocados pela variante Ômicron.

Em todo o Estado, estão sendo registrados, diariamente, cerca de 3500 casos da covid-19, com 65 internamentos/dia. Até o momento já foram confirmados mais de 521 mil casos da doença e registradas 9,8 mil mortes. Em Campina Grande, foram confirmados mais de 51 mil casos de pacientes com covid-19, com  1195 mortes.

A promotora de Justiça lembrou que Campina Grande é referência para a sua população e outros 69 municípios paraibanos para atendimento de pacientes covid com necessidade de suporte de UTI, conforme o Plano de Contingenciamento do Estado. Também destacou que são preocupantes a ocupação de leitos hospitalares já registrada e as previsões de que o número de novos casos aumentará até o final de fevereiro e de mortes, na segunda quinzena de março.

 

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