Polêmica

(VÍDEO) Após desocupações de filiais, Lucas Veloso volta a ironizar crise da BraisCompany

Continuando a saga de paródias contra o dono da BraisCompany, o humorista Lucas Veloso repercutiu as recentes desocupações das filiais da empresa em João Pessoa e Fortaleza.

Em vídeo publicado nesta quarta-feira (15), o humorista brinca ao usar o caso que explora em suas redes sociais desde o início desse ano.

“Pessoal, está tudo normal. Já estamos alinhados com o jurídico. Isso aí é só uma mudança. No fim do túnel tem um poço, quer dizer, tem uma luz e a luz é a sessão extra. É tudo full time”, disse. O artista foi um dos milhares de clientes ‘iludidos’ pelo dono da Brais, Antônio Neto Ais.

Ele foi um dos primeiros a denunciar o golpe da empresa de criptomoedas ainda no início do ano quando o caso ainda era desconhecido. “No momento em que soube que estava sendo, vim a público me juntar ao meu público”, disse na época.

Lucas Veloso completa 10 anos de carreira este ano e se consagra como um artista jovem que segue mantendo sua audiência.

Nas redes sociais, o filho do eterno Shaolin, já reúne mais de 1 milhão de seguidores.

clickPB

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Polêmica

Decisão da Justiça Federal que suspende atividades da BraisCompany se encerra nesta sexta-feira

A decisão do juiz da Justiça Federal que suspendeu as atividades da BraisCompany por 30 dias tem sua validade até a próxima quinta-feira (17). Proferida há um mês, no dia 15 de fevereiro, um dia antes da deflagração da Operação Halving, da Polícia Federal, o juiz Vinicius Costa Vidor suspendeu as atividades da empresa de Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias por suspeitas de pirâmide financeira, estelionato e crimes contra o sistema financeiro.

Na decisão, o juiz apontou que a “suspensão das atividades desenvolvidas é adequada e necessária à efetiva prevenção da prática criminosa”, além de destacar que a BraisCompany é alvo de investigação sobre pirâmide financeira.

A BraisCompany não possui autorização para atuar no mercado financeiro da forma como opera. “Alerte-se, nesse ponto, que a referida empresa não possui autorização para opear como instituição financeira ou distribuir valores mobiliários, o que evidencia uma ilicutde de natureza cível na sua operação”, explicitou Vinicius Vidor.

O juiz então determinou a suspensão das atividades da BraisCompany por 30 dias.

“De modo a impedir a celebração de novos contratos de investimento ou a renovação dos contratos já celebrados, seja diretamente, por quaisquer das empresas do grupo econômico, seja por intermédio de pessoas físicas vinculadas a esse grupo econômico (brokers, traders, consultores, assistentes, etc)”, destacou o magistrado.

A contar do prazo da decisão, proferida no dia 15 de fevereiro, a suspensão segue até o dia 17 de março. Em caso de não acontecer uma nova decisão, a suspensão estaria finalizada.

De acordo com o advogado Artêmio Picanço, especialista em blockchain, a expectativa é que a Justiça Federal prorrogue a suspensão diante de vários fatos que circundam o caso.

ParaíbaJá

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Polêmica

Prefeita paraibana usa dinheiro público em viagem para Argentina e pode ser cassada; confira documento

A viagem da prefeita de Conde, Karla Pimentel, à Argentina foi paga com dinheiro público, segundo mostra o Portal da Transparência. Ela viajou sem pedir licença e sem dar posse ao vice-prefeito como prefeito em exercício, o que pode motivar um pedido de cassação.

Karla Pimentel aproveitou a Argentina com ‘azamigas’, funcionárias da Prefeitura de Conde. A diária da prefeita e de Patrícia Sales, da Procuradoria Geral do Município, paga com dinheiro público, foi de R$ 4 mil para cada uma.

Segundo consta na diária da prefeita, esse é o “valor que se empenha em face a despesa referente a cinco diárias integrais destinada a Srª Prefeita Karla Maria Martins Pimentel face deslocamento a Buenos Aires/Argentina nos dias 27,28/02 e 01,02 e 03/03/2023, para tratar de assuntos do interesse deste município”. Descrição semelhante é feita na diária de Patrícia Sales: “com o intuito de garantir a resolução de temáticas de interesse deste município”.

Nas redes sociais, o que se viu dessa agenda “de interesse do município” foi turismo em lugares bonitos, mas nenhum registro de atividades administrativas.

Confira as diárias abaixo:

Diárias prefeita Karla Pimentel

Diárias Patrícia Sales

Clickpb

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Polêmica

ALERTA DE TRETA: MP manda FIJI devolver aplicações de clientes em 72 horas

A FIJI Solutions entrou na mira do Ministério Público e da Polícia Federal. Como anunciado no programa Arapuan Verdade, nesta quarta-feira (15), um procedimento foi instaurado para acompanhar uma suspeita de crise na empresa Fiji devido aos atrasos no repasse dos pagamentos dos clientes. Como acompanhou o ClickPB, essa é mais uma empresa paraibana de Campina Grande de Criptoativos que está agora sob os holofotes depois do escândalo da BraisCompany.

“Recomendamos que a empresa empreenda – por todos os meios legais necessários – todas as tratativas junto à Kucoin para solução da demanda existente e pagamento aos clientes, no prazo de 72 horas, e que comprove, ao Ministério Público, todos os atos realizados para solução da problemática existente, e que apresente cópia dos documentos pessoais dos sócios da empresa (Identidade, CPF e Passaporte). Continuaremos acompanhando essa e outras situações envolvendo empresas de criptomoedas atuando na região a fim de garantir, no que couber ao Ministério Público, os direitos dos consumidores”, explicou Sócrates Agra, promotor que também investiga o caso da Braiscompany.

Os sócios da empresa também foram advertidos de que, na hipótese de não atendimento ao que foi recomendado, O MP-Procon poderia adotar providências administrativas e judiciais cabíveis, entre elas o ajuizamento de ação civil pública contra diretores e administradores, aplicação de multas (Art. 56, I, CDC) e interdição das atividades do estabelecimento.

De acordo com a denúncia que segue em investigação, o programador Bueno Aires, dono de 50% do empreendimento, estaria envolvido no caso. Ele é responsável por uma das senhas de acesso para liberação do capital que está preso em uma conta de exchange.

clickPB

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Polêmica

DE MAL A PIOR: Defensoria Pública não descarta ajuizar ações coletivas contra Braiscompany


A Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB) divulgou nesta terça-feira (14) que foi procurada por clientes lesados pela Braiscompany e irá ingressar ações individuais contra a empresa. O órgão não descarta o ajuizamento de uma ação coletiva pelo Núcleo de Defesa do Consumidor.

Na última quarta-feira (8), os defensores públicos Marcel Joffily e Philippe Mangueira fizeram uma reunião em Campina Grande para esclarecer em quais casos a Defensoria Pública pode atuar para garantir os direitos dos clientes lesados. O encontro contou com a participação de 20 pessoas que desejam rescindir os contratos de locação temporária de criptoativos e recuperar os valores investidos e rendimentos que não foram pagos.

Durante a reunião, o grupo informou que os descumprimentos contratuais vêm acontecendo desde dezembro de 2022, quando a empresa deixou de realizar os pagamentos relativos aos aluguéis dos criptoativos nas datas contratualmente estipuladas (ou, em alguns casos, pagando com atraso), cessando por completo os pagamentos a partir de janeiro de 2023.

Uma ação cautelar foi ajuizada pelo Ministério Público da Paraíba, na qual foi determinado o bloqueio do valor de R$ 45,1 milhões da Braiscompany. Alvos de mandados de prisão expedidos pela 4ª Vara Federal de Campina Grande, os sócios da Braiscopany são considerados foragidos da Justiça.

O defensor Marcel Joffily esclareceu que a Defensoria Pública atende pessoas com renda familiar mensal de até três salários mínimos, portanto, para o ajuizamento da ação via Defensoria será necessária a comprovação da hipossuficiência. Também foi informado como funcionam as ações ajuizadas perante os juizados especiais cíveis e as ações ajuizadas perante a justiça comum (varas cíveis), e as vantagens e desvantagens de cada via processual.

“A Defensoria informou aos interessados que compareceram à reunião que possivelmente o grande desafio de tais ações será concretizar eventuais sentenças que determinem a restituição do dinheiro investido, considerando que até o presente momento não houve bloqueios efetivos do patrimônio da empresa e dos sócios. O ajuizamento de uma ação civil pública não está descartada”, ressaltou Marcel.

Blog do BG PB

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Polêmica

CRISE BRAISCOMPANY: Sede em Campina Grande também é desocupada

PF lacra escritório da Braiscompany em SP
A sede da Braiscompany, instalada na cidade de Campina Grande, também começou a ser desocupada na noite desta terça-feira (14).  Assim como ocorreu em João Pessoa e em Fortaleza também.

Em Campina, o local está instalado as margens do Açude Velho e foi a primeira sede da empresa.

O prédio também foi alvo da operação da Polícia Federal em fevereiro.

Os contratos da Braiscompany avaliados em R$ 1,5 bilhão estão na mira das investigações. Os donos da empresa Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos estão foragidos da Justiça.

Desde o final do ano passado, começaram a surgir denúncias sobre problemas no recebimento de dinheiro dos clientes da empresa de criptomoedas paraibana, BraisCompany.

Com a fuga dos proprietários, está cada vez mais incerta a situação dos clientes que depositaram a confiança e as economias da vida inteira, em um empreendimento que prometia muitas vantagens e que só entregou transtorno.

A fama da BraisCompany ultrapassou as fronteiras do estado, dando fama e prestígio ao proprietário, que era visto muitas vezes ao lado de celebridades nacionais como Falcão, Neymar, Romário e Ronaldinho Gaúcho.

Com informações do MárcioRangel

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“A estatística é cruel, atrasou pagamentos, não há histórico de recessão”, diz advogado sobre caso Fiji

Advogado Artêmio Picanço

 

“Dificilmente essas pessoas que praticam o golpe da pirâmide financeira se regeneram, por isso é necessário saber quem são os donos, procurar os históricos e se eles têm cadastro no Conselho de Valores Mobiliários.”

A declaração é do advogado especialista em criptoativos e um dos que revelaram a crise na Braiscompany, no fim do ano passado, Artêmio Picanço.

A afirmação foi dada hoje (15), após denúncias de uma possível nova crise instalada em outra empresa de criptomoedas também localizada em Campina Grande, a Fiji Solutions, que deveria ter repassado os rendimentos aos clientes desde a última sexta-feira e não o fez.

Durante entrevista, ele ainda disse que “a estatística é cruel; atrasou pagamentos, não há histórico de recessão, na maioria dos casos”.

Picanço ainda entrou em contato com os donos da Fiji mas, não obteve retorno para saber o motivo dos atrasos nos pagamentos.

Atualmente, não é incomum as pirâmides serem formadas por meio das redes sociais e dos aplicativos de mensagens, como o WhatsApp. Desse modo, é preciso ficar atento para não ser vítima de um golpe.

Em resumo, as pirâmides financeiras são esquemas fraudulentos que se sustentam ao recrutar novos participantes. Ludibriadas, as pessoas investem uma determinada quantia com a promessa de receber rendimentos volumosos. Além disso, ao trazer um novo integrante, o participante obtém um bônus. Contudo, nenhum produto que ampare o negócio é, de fato, comercializado.

“Embora achem que o dinheiro investido esteja gerando lucros, os participantes mais antigos, na verdade, são pagos com o dinheiro da entrada de novos integrantes. Contudo, a pirâmide cresce até o ponto em que falte recursos para todos. Neste momento, o esquema quebra e a maioria das pessoas sai no prejuízo”, explica o advogado Artêmio Picanço, especializado em Combate a Golpes Digitais.

Confira aqui o áudio 

Blog do BG PB

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Polêmica

CRISE NA FIJI: Programador Bueno Aires é procurado pelo MP da PB e pode ser preso pela Polícia Federal

colagem - CRISE NA FIJI: Programador Bueno Aires da cidade de GURJÃO-PB é procurado pelo Ministério Público e poderá ser caçado pela Polícia Federal

Após a cidade de Campina Grande ficar estarrecida com o escândalo da BraisCompany, mais um problema com empresa de Criptoativos pode estar na alça de mira da Polícia Federal.

Com um dos sócios que detém 50% do empreendimento sumido e responsável por uma das senhas de acesso para liberação do capital que está preso em uma conta de exchange, uma espécie de banco de transação para criptomoedas, a FIJI Solutions passa por um momento de crise de confiança.

Como os pagamentos das remunerações dos seus clientes estão em atraso desde o último dia 10, o programador da cidade de Gurjão, Bueno Aires, só tem mantido contato com a sua sócia, Emilene Nascimento, por meio de telefone e não se apresentou pessoalmente nem para uma reunião no Ministério Público da Paraíba, sugerida pela sócia, e o mesmo é responsável por uma das senhas de acessos para o saque do capital dos investidores, crescem as especulações em Campina Grande que o mesmo poderia estar fugindo e possivelmente promovendo um golpe milionário.

PolêmicaPB

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Polêmica

(VÍDEO) DENÚNCIA: Empresa de “alugueis” de criptomoedas também atrasa pagamentos de clientes em CG; confira detalhes

Não é notícia repetida. Outra empresa que realiza aluguéis de criptomoedas começa a atrasar os rendimentos aos clientes em Campina Grande.

O alvo das denuncias, desta vez, é a Fiji Solutions.

O advogado especialista em criptoativos e que expôs o escândalo da Braiscompany, Artêmio Picanço também comentou sobre o início da possível crise na Fiji.

Segundo ele, deixar privado o perfil da empresa nas redes sociais e restringir comentários não é um bom sinal.

As reclamações começaram a surgir desde a última sexta-feira (10), quando seria a data prevista para pagamento dos rendimentos.

 

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Polêmica

Bomba à vista: Outra empresa igual a BraisCompany vai quebrar; Sede fica em CG

Intervenção do Fed e as criptomoedas: Bitcoin sobe 8% e preços disparam nesta segunda-feira (13)

 

A ganância de ganhar dinheiro fácil através de esquemas de pirâmide é um problema recorrente que tem atraído muitas pessoas com a promessa de lucros rápidos e fáceis. No entanto, esses esquemas são altamente arriscados e muitas vezes resultam em perda de dinheiro para aqueles que participam.

A dinâmica desses esquemas é simples: as pessoas são incentivadas a investir dinheiro e a recrutar novos participantes, com a promessa de receber uma porcentagem dos lucros gerados por esses novos membros. No entanto, como há sempre mais saídas do que entradas, esses esquemas acabam por desmoronar e deixar muitas pessoas sem seu dinheiro.

Infelizmente, muitas pessoas são vítimas desses esquemas, pois são seduzidas pelo apelo fácil de ganhar dinheiro sem esforço. Alguns até acreditam que estão participando de uma oportunidade legítima de negócio, mas na verdade estão sendo enganados.

É importante destacar que esses esquemas de pirâmide são ilegais e podem levar a graves consequências financeiras e legais para aqueles que participam. Além disso, é preciso ter muito cuidado ao investir em oportunidades que pareçam ser boas demais para ser verdade, pois é muito provável que se trate de um esquema fraudulento.

Em resumo, a ganância de ganhar dinheiro fácil através de esquemas de pirâmide é uma armadilha perigosa que pode resultar em grandes perdas financeiras. É importante ser cauteloso e fazer uma pesquisa adequada antes de investir em qualquer oportunidade, para evitar cair nesse tipo de golpe.

Nos próximos dias outra empresa que atua na Paraíba vai quebrar! Vem de Campina Grande, também!

clickPB

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