Na início da tarde desta sexta-feira (10), a ex-broker da empresa Braiscompany, Karol Sousa, revelou por meio print que Fabrícia Ais, sócia e proprietário da Braiscompany, visualiza os stories dela, porém, não a responde e muito menos atende as ligações.
Karol Sousa anunciou nas redes sociais, nessa quarta-feira (8), a demissão da Braiscompany e desabafou sobre o que chamou de “falta de atitudes, falta de comunicação e empatia por parte dos gestores e sócios” da empresa, Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos.
Karol ainda alega que não recebia salários como broker há três meses, além da falta de repasse de rendimentos pela Braiscompany. Com a pressão das autoridades sobre a empresa e a investigação apurando o envolvimento dos brokers, ela se desligou do cargo, que um dia defendeu publicamente.
A polêmica do jogo entre Nacional e Botafogo, que ocorrerá no próximo domingo, dia 12 de março, às 16h00, no Estádio José Cavalcanti, em Patos, continua. Tudo começou com uma fala do apresentador da Rádio Correios, Emerson Machado, mais conhecido por Mofi, que disse que viriam a Patos 30 ônibus da torcida do Botafogo.
Contudo, houve um acordo entre o Conselho Arbitral, Federação Paraibana de Futebol, Ministério Público e Segurança, que impõe, nessa primeira fase do campeonato, a torcida única. Fato esse, que impossibilita a vinda da torcida do Botafogo, como afirmou o apresentador.
O tenente-coronel Esaú Lucena, comandante do 3º Batalhão de Patos, inclusive, já afirmou que haverá um forte aparato na segurança das equipes e torcedores, desde João Pessoa, para evitar conflitos, até porque a torcida uniformizada não poderá entrar.
Nesta sexta-feira (10), quebrando o protocolo, como se diz, Mofi continuou usando o espaço da rádio e disse que viria a Patos no sábado (11), vai se hospedar em Patos, vai esperar o jogo e vai entrar no Estádio com a bandeira do Botafogo e também uniformizado, algo que está sendo proibido.
“Amanhã vou estar em Patos. Vou estar em um hotel na cidade de Patos. Domingo, eu vou estar no José Cavalcanti, em Patos, com a camisa do Botafogo, a bandeira do Botafogo, e depois do jogo eu vou desfilar em Praça Pública na cidade de Patos, para comemorar a classificação do Botafogo”, alegou o apresentador.
O não identificado dono do perfil @vitimasbraiscompany rebate Clélio Cabral — o mais conhecido ‘broker’ da Braiscompany após o empresário registrar um boletim de ocorrência contra o perfil.
“É o poste mijando no cachorro. Os comentários [do perfil foram feitos pelas vítimas da Braiscompany. Se ele é vítima também, por qual motivo ele não registrou um boletim de ocorrência contra os proprietários da Braiscompany? Perseguir as vítimas que ele captou para essa ‘empresa’ é mais um ato de covardia tão grave quanto tirar o dinheiro das pessoas”.
O responsável pelo perfil também disse que pretende se defender na Justiça.
“Mas mais do que nos defender vamos lutar pela responsabilização de TODOS os envolvidos nesse grande golpe. Há, provavelmente, um crime de estelionato a ser apurado. Inclusive quem os ataca disse que pagaria as pessoas e que viu os números da empresa. Isso foi amplamente divulgado. Se ele for inocente, terá a oportunidade de se defender”.
No último sábado, Clélio Cabral manifestou desgosto com o que está acontecendo na suposta empresa. Ele também aproveitou para apagar do feed do Instagram as fotos que ostentava com Antonio Neto Ais e Fabricia Ais.
Em um longo texto, ele diz que confiou na Braiscompany mas que agora vive uma sensação de terror: “Posso sentir o desespero e a angústia que nos cerca ao decorrer de cada dia, motivada pela falta de posicionamento profissional, transparente e respeitoso da Braiscompany para com todos nós”.
Embora a empresa acusada de pirâmide fosse de Campina Grande, na Paraíba, Clélio Cabral tinha uma sólida atuação em São Paulo. Era um dos principais líderes, ainda que não estivesse formalmente no quadro societário.
Com a casa da Braiscompany caindo, dia após dia, há poucos que seguem defendendo o negócio e o casal que liderava os negócios. Isso porque, desde dezembro de 2022, a empresa não honrava com os pagamentos a clientes.
A Braiscompany chegou a se dizer a maior gestora de criptomoedas do Brasil, com escritórios em várias capitais do país. Para tal expansão, ela contava com a colaboração dos brokers e gerentes, que apoiavam no recrutamento de novos clientes, peça fundamental para manter a empresa em pleno funcionamento.
Assim, não está claro se o avanço das investigações contra o negócio manterá algum broker motivado a seguir defendendo a empresa.
Nos últimos dias, um dos maiores nomes ligados a Antônio Neto, o ex-gerente Clélio Cabral, também publicou vídeos alegando que não compactua com a falta de suporte aos clientes. Após a repercussão de seus vídeos, ele tornou sua conta no Instagram privada para seus 30 mil seguidores.
Vale lembrar que, um dia antes da Operação Halving, vários brokers tiveram suas contas congeladas em bancos e corretoras, sendo alvos de buscas pela PF.
Contudo, no final de fevereiro de 2023, a própria PF liberou um formulário para que as vítimas da Braiscompany digam quem são as pessoas que apresentavam o negócio.
Clélio Cabral — o mais conhecido ‘broker’ da Braiscompany – empresa acusada de formar uma pirâmide financeira de R$ 1,5 bilhão -, registrou na última segunda-feira (06) um boletim de ocorrência (B.O.) sobre suposta calúnia, difamação e injúria que teria sofrido do dono do perfil ‘Vítimas da Braiscompany’ no Instagram.
No documento, registrado na Delegacia Especializada de Crimes contra Pessoa de Campina Grande, Cabral acusa o perfil de fazer acusações contra ele “sem provas e fundamentos legais”, além de ameaças.
“Estou tomando todas as medidas jurídicas cabíveis para tentar reaver meus valores como cliente e meus direitos como trabalhador e oriento a todos os clientes e colaboradores que façam o mesmo”, disse Cabral na publicação que acompanha uma cópia do documento.
De acordo com uma cópia do B.O. № 00026.01.2023.2.00.46, compartilhado por Cabral em seu perfil Instagram, ele afirma ter atuado na Brascompany por aproximadamente dois anos e que também se sente lesado, porque antes desse período ele também era cliente.
Cabral disse ainda que “acredito que eu fui uma das pessoas que mais acreditei e confiei na empresa, tanto no papel de cliente, como posteriormente também no papel de colaborador. Acreditei e Confiei ao ponto de colocar ali minha vida financeira como cliente”.
Também manifestou a intenção de processar Antônio Neto Ais e Fabrícia Ais, o casal de donos da Braiscompany, atualmente foragidos da Polícia Federal. “A partir do momento que os representantes legais da empresa encontram-se foragidos da justiça e sem realizar as comprovações referentes as atividades da empresa que estão sendo solicitadas pelos órgãos competentes dentro da investigação, isso contradiz tudo o que eles sempre falavam e demonstravam a todos que fariam.
Um dos principais brokers da BraisCompany, o gerente select Clélio Cabral, anunciou sua demissão da BraisCompany, em meio à crise que a corretora de criptoativos sediada em Campina Grande. Os donos, Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias, casal bastante homenageado por Cabral em diversas publicações nas redes sociais, são considerados foragidos há quase um mês e a empresa é alvo da Operação Halving, da Polícia Federal.
Clélio é figura importante na operação da BraisCompany, muito ligado a Ais e tido por muitos como um dos braços direitos da diretoria. Ele apagou as imagens com Antônio Neto e privou seu perfil no Instagram, onde tem mais de 30 mil seguidores, além de retirar a menção à empresa.
Em vídeo publicado na segunda-feira (6), Clélio Cabral fez um desabafo sobre o silêncio do casal Ais e anunciou oficialmente seu desligamento da BraisCompany.
No pronunciamento, ele inicia destacando que torce para Ais e Fabrícia virem a público quebrar o silêncio. “Silêncio que se transformou em descaso, falta de respeito, negligência, omissão, falta de empatia com todos os clientes e colaboradores. Meu clamor é que o corpo jurídico da BraisCompany venha a público, mas não com palavras, mas que através dos autos processuais façam aquilo que Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias sempre falaram: que iriam fazer todo tipo de comprovação necessária quando os órgãos solicitassem”, declarou o gerente select.
“Fica meu desabafo, mostrando mais uma vez minha indigação com esse silêncio, essa omissão. Que a BraisCompany volte, minha torcida é essa, que resolva a situação dos clientes e colaboradores. Que devolva o valor de quem não quer ser mais cliente, que a BraisCompany continue, comprove sua legalidade. Mas eu não me vejo mais fazendo parte da BraisCompany, diante de tamanha omissão”, afirmou Clélio.
O gerente select também disse que o silêncio permeia até mesmo internamente na empresa de aluguel de criptoativos. “Não temos mais informações de diretoria, de corporativo, não temos nenhum tipo de esclarecimento, nem cliente nem colaborador. Não me vejo mais fazendo parte da BraisCompany”, revelou.
Clélio também descortinou que os empregados da empresa estão sem receber salários e gratificações – alguns estão desde dezembro sem os vencimentos. “Colaboradores que estão há três meses sem receber remunerações, e sem esclarecimentos e perspectivas do que será a empresa daqui pra frente”, disse.
“Algumas viagens para Dubai, alguns clientes compartilhados”. São com essas palavras que o humorista Lucas Veloso, volta a ironizar os últimos vídeos gravados por Clélio Cabral, ex-braço-direito, do dono da Braiscompany, Antônio Neto.
No quarta-feira da semana passada, o gerente select da Braiscompany, Clélio Cabral, (apelidado de Cabrinha, por Lucas) publicou nas redes sociais o momento difícil que está passando após a crise na empresa
”Ser líder é sempre estar presente, trabalhando com a verdade, enfrentado toda e qualquer circunstância sem abrir mão dos seus princípios e valores”.
A declaração não ia passar em branco para o humorista que já foi cliente da Braisocompany mas, que rompeu a parceria com ‘Toim’ depois do empresário não cumprir acordos financeiros com Lucas. Prato cheio para o humorista fazer piada.
Uma broker famosa da Braiscompany, que divulgou a empresa em um outdoor, comparando os rendimentos da empresa fraudulenta com investimentos em um imóvel, se desligou da empresa alegando prejuízos.
Karol Sousa, como era conhecida entre os investidores, é apenas mais uma a pular do barco, que afundou de vez após a Operação Halving, da Polícia Federal.
Enquanto brokers apagam vestígios de ligações com a empresa, um passado de ostentação e glórias, continuam sendo investigados pela PF no inquérito que apura a atuação da pirâmide financeira da Paraíba.
Agora ex-broker da Braiscompany, dona de polêmico outdoor revelou prejuízos na empresa
Em uma mensagem divulgada em grupos de clientes, a dona do outdoor que comparava R$ 200 mil investidos na Braiscompany com a compra de um apartamento mudou totalmente o tom.
De acordo com ela, os líderes da Braiscompany, os foragidos Antônio Neto e Fabrícia Campos, não retornaram aos seus contatos. Além disso, eles não tem colaborado com as investigações das autoridades, deixando ainda os próprios clientes sem satisfação.
Karol ainda alega que não recebe salários como broker há três meses, além da falta de repasse de rendimentos pela Braiscompany. Com a pressão das autoridades sobre a empresa e a investigação apurando o envolvimento dos brokers, ela se desligou do cargo, que um dia defendeu publicamente.
A crise que se instaurou na empresa Braiscompany, de Campina Grande, trouxe a público inúmeros termos que fazem parte do dia dia do mundo de quem atua com o mercado financeiro e em especial com criptomoedas. A Brais e os proprietários têm sido alvo de uma operação da Polícia Federal que tem objetivo de combater crimes no sistema financeiro e contra mercado de capitais.
A operação é denominada de Halving . O termo é utilizado para se referir ao processo que é utilizado como um dos mecanismos que impede a emissão descontrolada de novas moedas, na medida em que remove mineradores menos eficientes do mercado.
O ‘Halving’ acontece geralmente de quatro em quatro anos, ou seja, a cada 210 mil novos blocos. Segundo a PF, este período converge com o tempo em que a empresa paraibana passou a crescer e tornou-se ‘dor de cabeça’ para os investidores, com o atraso de pagamentos.
Mineração trata-se do processo pelo qual novos bitcoins são criados. É por meio deste mecanismo que ocorre a validação das transações feitas na blockchain. Blockchain, em tradução livre significa uma “cadeia de blocos”, é a rede que é base do Bitcoin. Funciona como um “grande livro-caixa públic”o, onde são registradas todas as transações de forma rápida e segura.
O ‘Bitcoin’, com B maiúsculo, se refere a criptomoeda criada por Satoshi Nakamoto em 2008, a primeira moeda virtual descentralizada, anônima e criptografada. Também atende pela sigla de BTC. Ele é diferente do bitcoin, com ‘b’ minúsculo, que é termo utilizado para fazer referência a unidade monetária do Bitcoin.
Estas criptomoedas podem ser guardadas de forma segura pelo investidor em uma “wallet”, ou seja, uma carteira. Lá eles podem ser depositadas até o momento de venda e/ou troca.
O radialista Emerson Machado, mais conhecido como Mofi publica nas redes sociais que estaria disposto a realizar apostas com torcedores da equipe de Patos no próximo domingo. O comunicador acredita na vitória do Botafogo-PB. pic.twitter.com/1R0OHf8IM2
O radialista Emerson Machado, mais conhecido como Mofi publica nas redes sociais que estaria disposto a realizar apostas com torcedores da equipe de Patos no próximo domingo (12). O comunicador acredita na vitória do Botafogo-PB.
O empresário do município de Patos conhecido como Brother Construtor, desafiou o radialista Emerson Machado para realizar uma aposta no valor de R$ 500 mil reais entre o Nacional de Patos e o Botafogo-PB. pic.twitter.com/plhIy801Q8
O empresário do município de Patos conhecido como Brother Construtor, desafiou o radialista Emerson Machado para realizar uma aposta no valor de R$ 500 mil reais. A aposta seria feita em cima do resultado da partida entre Botafogo-PB e Nacional de Patos, que ocorrerá no próximo domingo.
Após desafio de empresário, o radialista Emerson Machado acabou recuando. A troca de farpas entre os dois acabou repercutindo nas redes sociais. Mofi ainda chegou a dizer: ” Tu tá liso e acabou de perder uma caminhonete em aposta nas eleições”. pic.twitter.com/Zl6G3NvtPY
O empresário não deixou por menos e retrucou: Aposto R$500 mil ou o valor que você quiser.
O empresário Brother Construtor rebateu o desafio de Emerson Machado e não deixou por menos: ” Aposto R$500 mil ou o valor que você quiser”. Os dois viralizaram nas redes sociais após aposta entre os times do Nacional de Patos e o Botafogo-PB pic.twitter.com/eDsz6hs2yp
Durante a campanha do ano passado, o empresário de Patos já havia perdido uma Toyota Hillys, após apostar na vitória do ex-candidato a governador Pedro Cunha Lima (PSDB), que acabou saindo derrotado do pleito.
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