
A crise que se instaurou na empresa Braiscompany, de Campina Grande, trouxe a público inúmeros termos que fazem parte do dia dia do mundo de quem atua com o mercado financeiro e em especial com criptomoedas. A Brais e os proprietários têm sido alvo de uma operação da Polícia Federal que tem objetivo de combater crimes no sistema financeiro e contra mercado de capitais.
A operação é denominada de Halving . O termo é utilizado para se referir ao processo que é utilizado como um dos mecanismos que impede a emissão descontrolada de novas moedas, na medida em que remove mineradores menos eficientes do mercado.
O ‘Halving’ acontece geralmente de quatro em quatro anos, ou seja, a cada 210 mil novos blocos. Segundo a PF, este período converge com o tempo em que a empresa paraibana passou a crescer e tornou-se ‘dor de cabeça’ para os investidores, com o atraso de pagamentos.
Mineração trata-se do processo pelo qual novos bitcoins são criados. É por meio deste mecanismo que ocorre a validação das transações feitas na blockchain. Blockchain, em tradução livre significa uma “cadeia de blocos”, é a rede que é base do Bitcoin. Funciona como um “grande livro-caixa públic”o, onde são registradas todas as transações de forma rápida e segura.
O ‘Bitcoin’, com B maiúsculo, se refere a criptomoeda criada por Satoshi Nakamoto em 2008, a primeira moeda virtual descentralizada, anônima e criptografada. Também atende pela sigla de BTC. Ele é diferente do bitcoin, com ‘b’ minúsculo, que é termo utilizado para fazer referência a unidade monetária do Bitcoin.
Estas criptomoedas podem ser guardadas de forma segura pelo investidor em uma “wallet”, ou seja, uma carteira. Lá eles podem ser depositadas até o momento de venda e/ou troca.
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