Judiciário

Justiça condena prefeito paraibano a 1 ano e 4 meses de prisão por agressão a ex-namorada


O prefeito de Sousa, Fábio Tyrone, foi condenado nesta quinta-feira (18), pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital, a 1 ano e 4 meses de prisão, no caso da agressão contra a ex-namorada e advogada, Myriam Gadelha, em 2018.

A pena privativa de liberdade será cumprida inicialmente em regime aberto.

A decisão estabelece uma indenização de R$ 15 mil como reparação a vítima. Tyrone ainda pode recorrer ao 2º Grau da Justiça. O processo está em segredo de Justiça.

Com MaurílioJr

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Polêmica

FIJI SOLUTIONS: Bueno Aires revela que irá iniciar o pagamento dos investidores lesados; confira data

colagem 1 - FIJI SOLUTIONS: Bueno Aires revela que irá iniciar o pagamento dos investidores lesados no dia 21 de junho; pagamento completo poderá ser feito em até 2 meses - OUÇA

O proprietário da  Fiji Solutions, Bueno Aires, pretende iniciar o pagamento dos investidores lesados no dia 21 de junho.

De acordo com um áudio atribuído a Bueno, ele diz que já está administrando 54 milhões, que deve render um valor interessando mensalmente, ele ainda fala que está tentando fechar mais R$ 200 milhões com “o pessoal de São Paulo”, e até o fim do próximo mês que está com R$ 400 milhões, que virá gerar um lucro de R$ 227 milhões ao mês.

Como disse Bueno, dependendo da situação, em três meses a empresa irá conseguir pagar as vítimas dos calotes. Bueno ainda afirmou que se conseguir chegar aos R $600 milhões em dois meses, irá conseguir pagar a todo mundo mais rápido.

CASO FIJI

Fundada em agosto de 2021, a Fiji Solutions, gestora de criptoativos, que tem Bueno como um dos sócios, tem causado repercussão em todo o país. A empresa trabalhava prometia pagamentos mensais fixos, assim como Braiscompany, outra empresa paraibana que também é alvo da Justiça.

Ainda no mês de março, a Fiji recebeu uma recomendação do MPPB para fazer os pagamentos aos clientes em até 72 horas, prazo que se esgotou no dia 20. As reclamações tiveram início no dia 10 do mês passado. Depois, a Fiji informou ao MP que iniciaria os pagamentos aos clientes o dia 23 do mesmo mês, previsão que também não se concretizou.

O MP solicitou o bloqueio do patrimônio da empresa e bens pessoais dos três sócios, incluindo imóveis, automóveis, aplicações e valores localizados em instituições financeiras. O órgão também sugeriu multa diária de R$ 100 mil e condenação no valor de R$ 5 milhões.

Já no início de abril, a pedido da Polícia Federal, o juiz da 4ª Vara Federal de Campina Grande, Vinicius Costa Vidor, determinou a apreensão dos passaportes dos donos da empresa, levando em conta indícios de pirâmide financeira.

Polêmica PB

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Polêmica

Cícero diz que recurso federal “não é suficiente” para pagar piso da enfermagem em João Pessoa

Cícero Lucena, prefeito de João Pessoa

O prefeito Cícero Lucena (PP) afirmou, na manhã desta quinta-feira (18), que “não é suficiente” o volume disponibilizado pelo governo federal para pagamento do piso da enfermagem em João Pessoa.

O volume de recurso que foi colocado não é suficiente para fazer a frente do pagamento da enfermagem pública. Outra preocupação que foi conversada com a senadora Daniela, presidente da comissão de orçamento, foi que esse recurso hoje é só para este ano. Nós precisamos garantir o pagamento para os anos seguintes”, afirmou durante evento no Centro de Convenções nesta quinta-feira (18).

O prefeito disse que a liberação dos pagamentos encontra-se na fase de trâmites burocráticos, além de ressaltar a necessidade de garantir os recursos necessários por mais anos. “Não sabemos ainda sobre como e a quem pagar. Essa é a preocupação para os anos futuros. Não adianta dar a solução para um ano. Precisamos resolver as questões pensando nos anos futuros, concluiu.

T5

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Polêmica

Avanços no caso Braiscompany deve revelar envolvimento de partidos políticos e religiosos, diz advogado


O advogado especialista Gustavo Rabay, que representa a Associação de Vitimas da Braiscompany afirma que o avanço do caso deve mostrar o envolvimento de  partidos políticos e lideranças religiosas nos crimes investigados.

“Há o envolvimento de alguns caciques de alguns partidos, prefeitos e deputados e são pessoas de destaque tem muita influencia nos partidos que mantinham relações promíscuas e espúrias com a Braiscompany”, detalhou o advogado.

Na manhã de hoje, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram a Operação Select II, mais um desdobramento da Operação Halving que investiga crimes contra o sistema financeiro.  Houve operação de busca e apreensão em endereços ligados à Braiscompany.

O casal Antônio Neto e Fabrícia Ais, donos de empresa, continuam foragidos.

clickPB

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Polêmica

Irmã de Fabrícia Ais vai à Justiça para cobrar indenização da Braiscompany; saiba quanto

 

O caso Braiscompany ganhou um novo capítulo. Isso porque a irmã de Fabrícia Campos e cunhada de Antônio Neto Ais entrou com uma ação na Justiça do Trabalho contra a Braiscompany. Flávia Farias Campos pede uma indenização de R$ 232 mil.

No último dia 15 (segunda-feira), a 3ª Vara do Trabalho de Campina Grande promoveu uma audiência em que somente Flávia e seus advogados compareceram.

“A Reclamante  esclareceu  que  é  irmã  da  Fabrícia  e  cunhada  de Antônio, tendo começado como cliente e depois passou a empregada. Esclareceu que acreditava na empresa e investiu com mais de 20 contratos”, versa a data da audiência.

Em abril, o juiz Adriano Mesquita Dantas concedeu recebimento de valores – referentes a FGTS – a irmã de Fabrícia.

“A presente ata tem força de ALVARÁ perante a Caixa Econômica Federal para fins de liberação do FGTS em favor do Reclamante FLAVIA FARIAS CAMPOS, suprindo a inexistência do TRCT, dos recolhimentos rescisórios do  FGTS e do carimbo de baixa da CTPS, relativo ao vínculo com a BRAISCOMPANY SOLUCOES DIGITAIS E TREINAMENTOS LTDA”, determinou.

A ação de Flávia Farias Campos foi movida em 15 de março, um mês depois da operação da Polícia Federal contra a Braiscompany. Ais e Fabrícia estão desde então foragidos.

Com Maurílio Jr

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Brasil

Empreendedoras nordestinas sofrem com o racismo

Informalidade, estudo e ganhos: o desafio das empreendedoras negras | Exame

A busca por independência financeira a partir da criação de um negócio é o que motiva 78% das empreendedoras nordestinas no exercício das atividades, aponta a pesquisa Perfil das Mulheres Empreendedoras do Nordeste, realizada pela Be.Labs, uma aceleradora de negócios e mentoria de empreendimentos femininos do Nordeste.

No universo do estudo, 64,41% das mulheres são pretas ou pardas e sofrem com racismo estrutural. As participantes da pesquisa são dos estados de Paraíba, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Bahia.

A maioria das empreendedoras desenvolve uma atividade por necessidade, embora encontre as oportunidades no percurso. As mulheres ainda sofrem com situações de desigualdade em relação aos homens, como o acesso ao crédito e a missão de desenvolver mais tarefas no dia a dia, e temem fracassar nos negócios.

Mais da metade das entrevistadas (56,11%) relatou ter um faturamento que varia de um a três salários mínimos. Contudo, 28,05% têm renda inferior ao salário mínimo.

A sobrevivência é conquistada porque 72% das entrevistadas informaram que possuem mais de uma fonte de renda. Raça e renda A pesquisa revela uma relação entre raça/etnia e renda. Entre as mulheres com renda de até um salário mínimo, 81,75% são negras.

Além disso, empreendedoras nordestinas negras chefes de família representam 68,1% das entrevistadas. O medo constante em fracassar acomete 52,77% das empreendedoras. Para 33,16% delas, é difícil conciliar a atividade empreendedora com a vida pessoal, o que inclui o casamento ou união estável (estado civil de 57,31% das participantes) e a criação dos filhos (71,2% são mães).

Apesar de que 18% das mulheres responderam não ser reconhecidas em seus trabalhos, 92% das entrevistadas não deixariam de empreender para aceitar uma vaga de trabalho formal.

Blog do BG PB com União

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Polêmica

Prefeito paraibano investiu R$ 5 milhões na Braiscompany, diz ex-segurança de ‘Toin

Semanas atrás falamos sobre os possíveis paradeiros do casal Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias Campos, proprietários da empresa Braiscompany e foragidos da Justiça desde fevereiro, quando foi deflagrada a operação Halving, da Polícia Federal.

Agora, segue dando o que falar a entrevista do ex-segurança de Antônio Neto Ais, Ismael Lira, nesta terça-feira (16).

Segundo ele, um prefeito paraibano investiu cerca de R$ 5 milhões na Braiscompany. A empresa é alvo da Polícia Federal por um calote bilionário envolvendo criptomoedas.

Ismael contou que vários políticos estiveram na Braiscompany no período em que o esquema se sustentava, prefeitos em camarotes de festas e, segundo ele, o maior medo da classe é a Polícia Federal investigar a origem da verba.

A investigação na Braiscompany

A operação investiga uma movimentação financeira de R$ 1,5 bilhão feita pela Braiscompany em criptoativos. Dois mandados de prisão foram expedidos tendo como alvos o empresário, Antônio Neto, e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos.

Na operação a Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da empresa.

Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo.

Blog do BG PB com MaurílioJR

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Esporte

Filho de Marcelinho Paraíba negociou resultado de jogo com esquema de apostas, diz MPGO

Rodrigo Nascimento dos Santos, filho do ex-jogador Marcelinho Paraíba, aparece em troca de mensagens com Bruno Lopez no inquérito do Ministério Público de Goiás (MP-GO) sobre um esquema fraudulento envolvendo apostas esportivas.

Leia mais: URGENTE: América Mineiro rescinde contrato com lateral Nino Paraíba

Segundo o Estadão, nos documentos, Rodrigo Paraíba aparece negociando o que seria a derrota do São Paulo Crystal para o Treze na semifinal do Campeonato Paraibano deste ano. Para a reportagem, por telefone, o filho do ex-jogador do São Paulo e da seleção brasileira negou qualquer tipo de participação no esquema fraudulento.

Em conversa do dia 25 de março, Bruno Lopez, o “BL”, apontado como chefe da quadrilha, questiona Santos se “vai rolar mesmo o escanteio”, em referência a uma suposta fraude em um tiro de canto para o Treze. Em resposta, Rodrigo diz garantir “o jogo todo” e não apenas a cobrança de escanteio. No dia seguinte, o São Paulo Crystal foi derrotado por 1 a 0, depois de empatar a partida de ida por 1 a 1.

Rodrigo diz na conversa com BL que os jogadores do São Paulo Crystal já teriam recebido contatos de outros apostadores para perderem a partida deliberadamente. Segundo ele, a derrota já estaria “facilitada” e Bruno deveria transferir uma quantia, após o jogo, para um intermediário, que seria um jogador cuja identidade não foi revelada no inquérito. BL demonstra receio no esquema e cita prejuízos em manipulações recentes.

As investigações do MP indicam que a manipulação no Campeonato Paraibano era algo recorrente. Zildo Peixoto Neto, um dos apostadores envolvidos no esquema, afirmou, em depoimento, que a quadrilha havia investido cerca de R$ 30 mil em fevereiro. Bruno comandava quais apostas seriam feitas na competição.

Bruno Lopez foi preso em 14 de fevereiro, durante a deflagração da primeira fase da Operação Penalidade Máxima, e solto cinco dias depois por meio de habeas corpus. Ele voltou a ser detido pela polícia em abril, na segunda fase da ação do MP-GO, e está preso desde então. A expectativa é de que ele seja transferido de São Paulo para Goiânia, onde as investigações estão concentradas. Por sua vez, Rodrigo não está entre os investigados, tampouco foi intimado pelo Ministério Público para prestar depoimento.

25/03/2023 – Véspera da semifinal entre São Paulo Crystal e Treze

BL: E aí, vai rolar mesmo o escanteio?
Rodrigo: Tô vendo aqui.
Rodrigo: Mano, garanto o jogo todo e não o escanteio.
BL: Entendeu. O jogo todo, isso?
Rodrigo: Mano, o jogo todo porque sei que eles só não tem dois (jogadores) na parada.
BL: Mas e perder?
Rodrigo: O Treze ganha. Boatos de que já foi dado até 70 mil para os jogadores dividirem. Aí eles vão facilitar.
BL: Entendi. Então Treze ganha. Certeza?
Rodrigo: Isso, mano. Sim.
BL: Meu truta, você tá querendo cobrar uma parada que nem tem certeza? Nós estamos devendo, e você? É isso mesmo?
Rodrigo: Eu não sou cobra, mano. O atleta é meu, patrão. Só vou entrar e mandar se for certeza. Achando que sou “muleke” ou idiota de entrar em alguma furada?
BL: Avisa ele que após o jogo eu mando.
Rodrigo: Vou falar. Não sei se ele vai querer mais, né.

O que diz Rodrigo Paraíba?

De acordo com o Estadão, Rodrigo Paraíba confirmou a autenticidade das conversas e participação nas apostas. No entanto, segundo ele, não houve uma manipulação dos jogos, mas sim uma “previsão” de qual time venceria a semifinal – no caso, o Treze. “Foi uma aposta pensando em qual seria o time mais provável de vencer”, diz

Diferentemente do que apontam os registros obtidos pelo Ministério Público, Rodrigo defende que não teve contato direto com os jogadores do São Paulo Crystal. Além disso, diz que não conhece Bruno Lopez e só conversou com o suposto chefe do esquema de apostas por causa de uma terceira pessoa, que passou seu número de telefone a ele. O nome do intermediário não foi revelado.

Ainda de acordo com Rodrigo, para que os apostadores recebessem o lucro esperado com as apostas, outro jogo entraria na equação: do Campinense. “Tanto foi que ele (Bruno López) não obteve lucro com as apostas”, afirma. No entanto, a equipe já estava eliminada do Campeonato Paraibano e não jogou na semana em que teria ocorrido a manipulação na semifinal.

Estadão

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Polêmica

Lei que proíbe veículos de tração animal em João Pessoa é desrespeitada

João Pessoa registra mais de 100 carroceiros e animais recebem microchip para identificação - Polêmica Paraíba - Polêmica Paraíba

Mesmo com a lei que proíbe o uso de veículos de tração animal nas ruas e vias da capital tendo sido aprovada pela Câmara Municipal de João Pessoa e sancionada pelo prefeito da época, Luciano Cartaxo, em 2016, a prática continua sendo recorrente. Os veículos continuam trafegando e, em menor número, pelas vias de trânsito intenso, a exemplo do Retão de Manaíra e principais avenidas do Bessa.

A fiscalização e aplicação da lei sobre os carroceiros é de responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente do município (Semam), que vem promovendo através da coordenação de Bem-Estar Animal, diversas ações de cuidados contra os maus-tratos de animais.

A Semam diz que os carroceiros podem transitar em vias que não sejam movimentadas e que não possuam linhas de ônibus.

Em João Pessoa existem cerca de 260 carroceiros, dos quais 169 já foram cadastrados pela Semam e em torno de 200 animais já foram microchipados. A informação da secretaria é que o microchip foi colocado nos animais para que a prefeitura possa monitorar por onde esses animais andam e também para cuidar da saúde deles.

Segundo o presidente da Associação dos Carroceiros de João Pessoa, Paulo César, “os carroceiros que ainda não se cadastraram, são exatamente os que estão com medo de perder seus animais, mas negociações neste sentido continuam sendo mantidas com a Semam”.

Na quinta-feira, a prefeitura vai continuar o cadastramento dos carroceiros que não regularizaram a situação, das 8h ao meio-dia, no Campo Paratibão, na Nova Mangabeira. O superintendente da Semob (Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa), Expedito Leite, confirmou que a fiscalização dos veículos de tração animal é de responsabilidade da Semam.

“Os agentes de trânsito apenas fazem com eles um
trabalho educativo quando flagram carroceiros nas vias principais porque podem provocar acidentes e recomendam que eles utilizem outras vias”. A ação da Semam tem a finalidade de reduzir o número de carroças no trânsito, buscando preservar a saúde dos carroceiros e dos animais, evitando que eles se exponham aos riscos de acidentes.

Blog do BG PB com União

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Polêmica

Governador João Azevêdo gasta mais de R$ 6 mil para comprar guarda-roupa de Luxo para Granja Santana

André Gomes - Informação com Opinião.
Informações reveladas pelo Sistema de Acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), popularmente conhecido como Sagres, apontaram que o governador João Azevêdo, por meio da Casa Civil, gastou mais de R$ 6 mil na compra de um guarda-roupa de luxo para a Granja Santana, residência oficial do Governo do Estado.

De acordo com os registros do Sagres, a Casa Civil adquiriu um guarda-roupa com duas portas de correr, fabricado em MDF de 18mm de espessura, com sete gavetas internas e portas espelhadas. O móvel possui nove pés e mede 276x62x240 cm (comprimento x altura x profundidade), com acabamento em cor branca acetinada.

O valor total da compra foi de R$ 6.129,00 (seis mil e cento e vinte e nove reais), conforme o empenho de número 00249/2022.

A aquisição do guarda-roupa de luxo para a residência oficial do governador despertou questionamentos sobre a destinação dos recursos públicos. Especialistas e parte da opinião pública têm se manifestado, levantando dúvidas sobre a necessidade de um móveltão caro para o governador, especialmente considerando o contexto de desigualdade social e carências em áreas essenciais, como saúde e educação.

Todas as informações relacionadas às compras realizadas pelo governo estão disponíveis no
site do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB).

Com Além do Fato

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