Polêmica

Justiça bloqueia três contas de Buenos Aires, da Fiji Solutions; confira valores

O nome dele é Buenos Aires. Mas o golpe com bitcoins foi na Paraíba |  Brasil | O GloboO nome dele é Buenos Aires. Mas o golpe com bitcoins foi na Paraíba |  Brasil | O Globo

Cerca de R$ 399 mil já foram bloqueados, por determinação da Justiça, em valores oriundos de contas da empresa Fiji Solutions, gestora de criptoativos, e de um de seus sócios, Bueno Aires, em meio às investigações sobre um suposto calote milionário da empresa contra investidores.

A determinação, de abril, é do juiz Hugo Zaher, da segunda Vara Cível de Campina Grande, e ocorreu em Ação Civil Pública promovida pelo promotor Sócrates Agra, diretor regional do MP-Procon, do Ministério Público da Paraíba (MPPB).

Foram bloqueados R$ 152.856,59 em uma conta do Santander, R$ 243.640,41 em uma conta do Itaú e mais U$ 2.556,33 em uma conta da Binance, corretora de criptoativos. Os valores, no entanto, ainda estão longe de sanar os prejuízos dos clientes da empresa.

Ao todo, o prejuízo envolve cerca de U$ 80 milhões, o que corresponde a quase R$ 400 milhões, ou seja, 200 vezes mais do bloqueio determinado pela Justiça nas três contas. Apesar da determinação, fontes indicaram que não há garantias de que os valores serão recuperados.

Determinação judicial

No dia 11 de abril, a Justiça atendeu a uma tutela de urgência, apresentada pelo MP, e determinou a apreensão de passaportes de sócios da empresa, além do bloqueio de bens, após o descumprimento de prazos concedidos pelo órgão ministerial.

Na ocasião, a 2ª Vara Cível de Campina Grande, determinou o bloqueio de bens da Fiji Solutions e de três sócios da empresa gestora de contratos de criptomoedas, que tem sede em Campina Grande. A Justiça cumpriu os pedidos protocolados em ação civil pública movida pelo Ministério Público da Paraíba no dia 4 de abril.

PolêmicaPB

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Polêmica

TRÂNSITO: Ciclistas reclamam por mais espaço em João Pessoa

Ciclovia na Tranquedo Neves_F. Evandro (19)_compressed.JPG

Ciclistas versus condutores de veículos. Ainda não existe harmonia entre esses dois personagens do trânsito em João Pessoa. Os primeiros reclamam da falta de segurança viária e reivindicam mais espaços destinados ao tráfego das bikes, especialmente em áreas da cidade afastada da orla marítima, onde há uma estrutura mais adequada à presença deste tipo de veículo.

Os ciclistas reivindicam mais ciclovias ou ciclofaixas nos principais corredores da cidade, a exemplo das avenidas Epitácio Pessoa, Bancários Sérgio Guerra e Cruz das Armas. Tais vias foram construídas apenas com espaços reservados para o tráfego de automóveis.

Para o comerciante e influenciador digital, André Nascimento, mais conhecido como “Pirulito”, a Prefeitura de João Pessoa precisa ter um olhar especial para a mobilidade urbana, mais precisamente para as pessoas que utilizam a bicicleta como meio de transporte. “Afinal, o estímulo ao uso desse meio de transporte promove a saúde dos cidadãos, melhora as condições de trânsito na cidade e diminui a geração de gases poluentes”, observou ele, alertando que a falta de ciclovias acaba complicando a vida do trabalhador porque os condutores de veículos ainda não respeitam os ciclistas.

Ele disse que não existe harmonia entre os usuários de bicicletas e condutores de veículos. “Na Epitácio Pessoa, onde não existe ciclovia, boa parte dos ciclistas que transitam por lá está preferindo guiar suas bicicletas pelas calçadas. Mas acabam entrando em atrito com os pedestres que reclamam com razão, avisando que calçada foi feita para pedestre. Por outro lado, os ciclistas afirmam que quando estão pedalando na avenida passam por grandes perigos”, detalhou.

O prazer de pedalar vem crescendo na capital da Paraíba. Não é à toa que grupos de ciclistas estão reivindicando, através das redes sociais a volta da ciclofaixa aos domingos na Avenida Epitácio Pessoa. Na ciclofaixa ligando a orla ao Parque Sólon de Lucena, muitas pedalavam pela ciclofaixa percorrendo 13 quilômetros de extensão, das 7h às 16h, sempre aos domingos.

Malha cicloviária

João Pessoa já tem mais de 95 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas. Elas passam pelos bairros do Bessa, Manaíra, Tambaú, Cabo Branco, Quadramares, Seixas, Valentina e Funcionários, entre outros bairros.
Na Avenida Tancredo Neves, por exemplo, a ciclovia está desativada há anos e vem servindo de depósito de lixo e estacionamento. O que obriga os ciclistas a dividir os espaços da avenida com motos, carros e ônibus. A ciclovia daquela avenida possui 1,6 quilômetro de extensão.

Saiba mais

A ciclofaixa não tem separação física entre as vias que circulam os outros veículos. Geralmente, é uma faixa pintada no asfalto, diferente da ciclovia, que é separada por uma barreira física da faixa de rolamento ou passeio público.

A ciclofaixa de lazer é usada essencialmente para hobbies, com bicicletas não profissionais, de uso infantil, com baixa velocidade e fluxo. Às vezes, ela pode ser misturada com o uso de pedestres, sendo uma ciclofaixa de lazer compartilhada. A ciclofaixa de treinamento é usada por profissionais ou atletas amadores que trafegam em velocidade mais alta, preferencialmente é fechada, sem fluxo de pedestres.

Já as ciclovias compartilhadas são aquelas em que o fluxo é preferencialmente dividido por pessoas que não estão a pé. Nelas circulam bicicletas, patins, skates e afins. Eventualmente, pessoas circulam correndo, mas a Semob não recomenda este uso.

Blog do BG PB com União

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Polêmica

Barbárie de Queimadas: sobrevivente fala pela primeira vez sobre estupro coletivo

Priscila Frazão Monteiro era o alvo sexual dos acusados pela Barbárie de Queimadas. Mas todas seriam vítimas das “brincadeira” e do “presente de aniversário”. Durante todo o crime, Priscila esteve amedrontada, mas atenta. Ouviu quando a irmã reconheceu Eduardo dos Santos Pereira e pediu que ele parasse. No dia seguinte, Priscila velava a irmã e contribuía de forma decisiva para as investigações da Polícia Civil. Ela falou pela primeira vez, onze anos após o crime, no programa Linha Diretadesta quinta-feira (11).

“Não é fácil. Ao mesmo tempo que eu estava velando a minha irmã e a minha amiga, eu tinha que ser forte para relatar tudo que aconteceu de uma forma que eles, enquanto Polícia Civil, acreditassem em mim e fossem prender todos que tinham feito aquilo com todas nós”, desabafa Priscila Frazão.

A motivação e a sequência do crime só foi desvendada porque Priscila resolveu falar.

Estupro coletivo pelo olhar da vítima

O estupro coletivo de Queimadas, planejado como um presente de aniversário, fez cinco mulheres vítimas, duas delas também mortas no dia 12 de fevereiro de 2012. Mas vitimou uma cidade inteira.

Priscila Frazão foi uma das vítimas da barbárie. Há 11 anos, ela entrava na garagem da casa de Eduardo, irmão do aniversariante Luciano dos Santos, para comemorar o aniversário. Michelle e Izabella chegariam logo depois.

“O portão da casa dele estava totalmente aberto, só com o carro com a traseira aberta e o som ligado para dentro da casa”, relata Priscila. Em certo momento da noite, todas as luzes foram apagadas.

Em certo momento, Eduardo foi fechando o portão, conforme conta Priscila, e outros foram entrando encapuzados e anunciando um assalto.

“Uns usavam máscara preta, luvas pretas e outro [estava] usando máscara de carnaval. A gente correu, todo mundo, para trás. Eu, minha irmã e Michelle. E eles foram atrás da gente. Mandaram a gente sentar todos no chão, e começaram a encapuzar e a colocar o ‘enforca-gato’ nas mãos”, detalha.

Barbárie de Queimadas: acusados usavam máscaras pretas e, um deles, máscara de carnaval — Foto: Reprodução/TV Globo

Barbárie de Queimadas: acusados usavam máscaras pretas e, um deles, máscara de carnaval — Foto: Reprodução/TV Globo

Numa tentativa de conseguir de soltar depois, Priscila separou um pouco as mãos no momento que a prenderam. Em todo seu relato, Priscila lembra, numa tentativa de se desculpar por algo que não tem controle ou qualquer culpa, pela incapacidade física de agir ou ajudar. Com as mãos amarradas e a boca amordaçada, Priscila só conseguia rezar.

Com a venda um pouco baixa, ela conseguiu ver algumas coisas que aconteciam na casa. “Quando eles levaram ela [Izabella], eu vi que ela se debatia muito, mas eu só escutava o murmúrio. E não tinha como fazer nada”.

Todas as mulheres que estavam na casa, com exceção da esposa de Eduardo e da namorada de Luciana, sofreram abusos.

“Eles me pegaram e levaram para dentro de casa. Eu ouvi quando minha irmã disse assim: ‘Eduardo, não, pare que mainha não vai gostar disso’. Eu ouvi e foi bem agoniante para mim. Eu não tinha forças nem para ajudar minha irmã, nem ajudar Michelle. Eu também estava ali”, desabafa.
Nesse momento, Priscila já sabia que Eduardo Pereira dos Santos, com que a irmã dela, Isânia Frazão Monteiro, foi casada, e quem conhecia há muitos anos, estava envolvimento no assalto forjado e nos estupros praticados.

“Eu rezava em voz alta, eles me agarrando e me chamando de safada. Foi no momento que eu tentei e consegui soltar as minhas mãos. Comecei a me debater e como eu entrei em luta corporal com eles, eles me deram uma coronhada na cabeça. Eu caí no cantinho do quarto. E quando eu caí, fingi que estava desacordada”, conta Priscila.

Quando percebeu que a casa já estava em silêncio, Priscila saiu de onde estava e tentou encontrar Izabella e Michelle. Procurou por todos os cômodos e não encontrou. Foi quando saiu para os fundos da casa e se deparou com Lilian, esposa de Eduardo, e Sheila, namorada de Luciano. Intocadas. “Elas estavam como se nada tivesse acontecido com elas”, revela Priscila.

Quando percebeu que a irmã e a amiga não estavam na casa, Priscila correu pra rua e se deparou com Eduardo entrando na casa. “Quero sabe onde estão Ju e Michelle. Cadê Ju e Michelle, Eduardo?”, indagou.

Sem respostas, correu para casa. “Desesperadamente”. “Na minha cabeça, eu já sabia que era ele e que eram os outros meninos que eu tinha reconhecido. Eu disse a mainha: ‘assaltaram a casa de Eduardo e levaram as meninas. Eu sei quem foi, mas vamos achar as meninas’. Minha preocupação era acharmos elas e elas estarem bem”, diz Priscila.

Priscila, Michelle e Izabella, vítimas das Barbárie de Queimadas — Foto: Reprodução/TV Globo

Priscila, Michelle e Izabella, vítimas das Barbárie de Queimadas — Foto: Reprodução/TV Globo

A partir daí, Priscila Frazão Monteiro tem participação direta na investigação policial. É ela a responsável por levar a polícia aos endereços dos acusados um dia após o crime.

“Lembro que ela ficou dentro de um veículo com a nossa equipe de investigação. E a maior dificuldade era de que a vítima sentisse segurança e passasse aquelas informações para a polícia”, relata a delegada do caso, Cassandra Duarte.

Não deu tempo Priscila pensar. O sentimento ainda era de tristeza, revolva e luto. “Na hora eu estava com sentimento de perca, estado de choque e eu queria justiça. Parecia coisa de outro mundo. Quando saí lá da Central, desceram vários carros para Queimadas. Eles me colocaram colete a prova de balas. E aí foram prendendo um por um”, lembra Priscila.

Informações estatísticas dão conta que 8 em cada 10 estupros são cometidos por conhecidos das vítimas. Foi o caso do estupro coletivo de Queimadas.

“A gente tinha um carinho muito grande pelo filho dele. O filho dele chamava a gente de tia. E mainha era vovó Fátima. Mainha tinha um carinho muito grande por ele também. O cuidado e carinho que a gente tinha pelo filho dele, ele não pensou pela filha de mainha, nossa irmã, por a gente enquanto amiga”, desabafa Priscila.
Isânia Frazão Monteiro, irmã de Priscila e Izabella — Foto: Reprodução/TV Globo

Isânia Frazão Monteiro, irmã de Priscila e Izabella — Foto: Reprodução/TV Globo

Isânia, outra irmã de Izabella e Priscila, assumiu uma luta constante para combater a violência contra a mulher.

“Eu não queria estar aqui fazendo isso. Eu sei que, de alguma forma, expõe demais, expõe a minha imagem, me deixa, de certa forma, insegura. Mas nesse momento eu não posso me silenciar pelo meu sangue que foi derramado”, declara Isânia.

Para Priscila, a força que encontrou para conseguir falar sobre o caso vem da possibilidade sempre a vista de tentar diminuir o número de casos semelhantes.

“É difícil, enquanto vítima, ter que lutar por justiça, buscar a justiça, ter que reviver toda a cena do acontecido, é difícil enquanto vítima relatar várias vezes, mas é necessário. É necessário que a gente se fortaleça, relate, e busque por justiça. É muito importante que as mulheres possam ser fortes e se encorajem a buscar e lutar pela justiça. Fale, sem vergonha nenhuma, mas é preciso falar”, finaliza.

PBJá

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Polêmica

Filho do ex-governador Ricardo Coutinho conquista “vitória” na Justiça contra Braiscompany

A juíza Márcia Alves Martins Lobo, da 1ª Vara Cível de Águas Claras, deferiu o pedido de Rico Coutinho, filho do ex-governador Ricardo Coutinho (PT), para determinar o sequestro de R$ 80.605,04 nas contas bancárias da empresa Braiscompany.

Rico Coutinho declarou ser uma das milhares de vítimas de Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos, que são acusados de aplicar um golpe bilionário no negócio de criptomoedas. O casal está foragido da Justiça.

Em ações semelhantes à de Rico, a Justiça do Distrito Federal vinha atribuindo a competência à Justiça da Paraíba, sede da Braiscompany.

 

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Polêmica

Caso Fiji: MP prepara novas ações e diligências contra Bueno Aires

CASO FIJI: Sócios são intimados pelo MP e dono não aparece em audiência -  F5 Online
O Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio do promotor Sócrates Agra, diretor regional do MP-Procon, prepara novas ações contra um dos sócios da Fiji Solutions, gestora de criptoativos, em meio à inércia da empresa em apresentar soluções para devolver os recursos de investidores.

De acordo com apuração do Polêmica Paraíba, o MP avalia que Bueno Aires tem se omitido de resolver a situação, que envolve cerca de R$ 399 milhões em prejuízos para cerca de 2 mil clientes. Ainda esta semana, o promotor do caso deve apresentar novas ações à Justiça, com pedido de novas providências contra o proprietário.

O objetivo principal do Ministério Público é confirmar a existência de recursos que eventualmente possam reparar os danos causados aos clientes. Além dos pedidos contra Bueno, outro caminho será o encaminhamento de ofícios à kucoin, corretora de criptoativos que, em tese, seria a responsável pelo gerenciamento dos recursos.

Os investigadores não descartam a hipótese de viajar até Singapura, onde fica a sede da exchance, para descobrir a existência ou não do dinheiro.

No mês de abril, a Justiça atendeu a uma tutela de urgência, apresentada pelo MP, e determinou a apreensão de passaportes de sócios da empresa, além do bloqueio de bens, após o descumprimento de prazos concedidos pelo órgão ministerial.

PolêmicaPB

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Polêmica

Braiscompany: Justiça não reconhece vínculo de emprego entre funcionário e empresa

PF mira gerentes da Braiscompany em nova operação - Livecoins

Além de repercussões na seara criminal, o caso Braiscompany também tem especificidades na área trabalhista. Uma decisão do juiz Francisco Xavier de Andrade Filho, que atua na 4ª Vara do Trabalho de Campina Grande, julgou improcedente o pedido de reconhecimento de vínculo de emprego formulado por um agente/Broker Intermediador em relação à empresa.

De acordo com o magistrado, a Braiscompany estaria associada à modalidade de esquema equivalente aos de Ponzi (Pirâmide Financeira), em que se prometem rendimentos altíssimos aos investidores sem efetivo lastro ou comprovada licitude da operação.

Ele explica, também, que para a garantia da perpetuidade de tal esquema, é necessário que novos investidores continuem aparecendo para poder custear as retiradas daqueles que estão no topo da cadeia de operação.

Dessa forma, o juiz Francisco Xavier destacou que a atividade daqueles que estão dentro desse esquema multinível não encontra amparo no sistema legal vigente.

“No plano moral, é a principal causadora de tragédias familiares pela venda incessante a pessoas financeiramente leigas de sonhos irrealizáveis e de promessas de uma renda exata e perpétua. Assim, incentiva novos clientes ou reaplicações pelos antigos, enquanto o dinheiro principal dos entrantes ainda resta dentro da estrutura para circular entre os líderes e liderados, e alguns que entraram primeiro”, explicou.

O magistrado ponderou ainda que “se já não seria possível reconhecer a licitude de tal atividade desde seu nascedouro, chancelar um privilégio àquele que dela participou ganhando altas comissões e atraindo cada vez mais pessoas da região para uma areia movediça não deveria ser algo que deva ser legitimado pelo juízo”.

Para ele, os órgãos da Justiça cível  e  criminal  devem  seguir  o  curso  regular  com  relação  aos  que  foram supostamente lesados como clientes e aos responsáveis criminalmente.

A investigação na Braiscompany

A operação investiga uma movimentação financeira de R$ 1,5 bilhão feita pela Braiscompany em criptoativos. Dois mandados de prisão foram expedidos tendo como alvos o empresário, Antônio Neto, e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos.

Na operação a Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da empresa.

Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo.

JornalPB

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Polêmica

Nino Paraíba é afastado pelo América-MG por suposto envolvimento em esquema de apostas

O lateral-direito Nino Paraíba, que foi campeão paraibano pelo Sousa em 2009, está afastado preventivamente das atividades do futebol pelo América Mineiro, seu atual clube na Série A do Campeonato Brasileiro. O motivo é o envolvimento do jogador no esquema de apostas revelado pela Operação Penalidade Máxima 2, do Ministério Público de Goiás.

Nino Paraíba foi citado pelo MP como um dos atletas que teriam recebido dinheiro para forçar cartões amarelos em partidas do Ceará, seu ex-clube, no final de 2022. Segundo o MP, o lateral teria conversado com apostadores por meio de um intermediário, que confirmou a sua participação no esquema.

O América Mineiro divulgou uma nota nesta quarta-feira (10) informando o afastamento de Nino Paraíba e lamentando o episódio. O clube disse que acompanha os desdobramentos da operação e que aguarda a apuração dos fatos.

Nino Paraíba tem 36 anos e começou a carreira no Sousa, onde foi campeão estadual em 2009. Depois, passou por Vitória da Conquista-BA, Bahia, Ponte Preta-SP, Ceará e América-MG. Ele também tem passagens pela seleção brasileira sub-20.

PbJá

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Polêmica

VÍDEO: Xingado de pipoqueiro, paraibano Hulk reage e parte para cima de torcedores

O atacante paraibano Hulk se envolveu em uma polêmica ao tentar ir para cima de torcedores do Cruzeiro, que o chamaram de ‘pipoqueiro’. O caso aconteceu nessa terça-feira (9), quando jogadores do Atlético Mineiro estavam no aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, para embarcar para o Rio de Janeiro.

Atletas do Galo estavam saindo do ônibus do clube para entrar no aeroporto quando torcedores do Cruzeiro viram Hulk e o provocaram.

Como reação, o paraibano encarou os cruzeirenses e, irritado, retirou grades de proteção e foi para cima dos torcedores. A confusão foi minimizada por seguranças do Atlético e com a chegada de policiais militares.

Com clickpb

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Polêmica

Após confusão começa nesta quarta fiscalização de ciclomotores na Orla de João Pessoa

Quem frequenta a orla de João Pessoa presencia uma grande circulação de bicicletas e patinetes elétricos, e esse tipo de transporte tem se tornado cada vez mais comum não só na Paraíba, mas em todo Brasil.

Acidentes recentes na orla vêm preocupando a população e a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP), Secretaria de Desenvolvimento Urbana (Sedurb) e Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Semusb) que orientaram em caráter educativo, na noite desta terça-feira (9), comerciantes que alugam bicicletas e motos elétricas, sobre o início das fiscalizações que vão ser realizadas a partir desta quarta-feira (10), na Orla de João Pessoa.

De acordo com Sanderson Cesário, diretor de Operações da Semob-JP, o momento foi de diálogo e instrução, para que os proprietários dos veículos possam se adaptar às normas da Resolução 948 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que regulamenta o uso de ciclomotores.

“Concluímos nesta terça-feira este período educativo onde mostramos aos comerciantes, na prática, o que é aceito e o que não é permitido segundo o Contran. A partir de hoje, as equipes da Semob-JP, Sedurb e Guarda Municipal estarão empenhadas em garantir o ordenamento nas ciclovias e calçadas, fazendo valer o que estabelece esta resolução e mantendo a segurança viária para todos. Os veículos flagrados desrespeitando às normas serão conduzidos ao nosso pátio”, ressaltou Sanderson Cesário.

Julião Ferreira Filho, diretor de Planejamento e Empreededorismo da Sedurb, explicou que através do conhecimento, os comerciantes terão a oportunidade de adaptar os ciclomotores à legislação de trânsito e auxiliar a gestão municipal a manter a orla, grande atrativo aos pessoenses e turistas, com seus espaços de convivência e lazer preservados.

Resolução 948

Segundo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) são permitidas bicicletas elétricas de potência máxima no motor de 350 watts, com velocidade máxima de 25 km/h. E, ainda, com funcionamento do motor somente quando o condutor pedalar, não possuindo acelerador ou qualquer dispositivo de variação de velocidade e potência. É preciso ainda possuir campainha, indicador de velocidade, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral, espelhos retrovisores dos dois lados, pneus em condições de segurança e uso obrigatório de capacete de ciclista.

Blog do BG PB

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Polêmica

Construção de prédio em área de preservação ambiental em João Pessoa vira alvo de ação na Justiça; entenda

Eliza tenta lacrar e confundir”, diz Marcos Henriques sobre debate da cannabis – Politica & ETC

O vereador de João Pessoa, Marcos Henriques (PT), entrou com uma Ação Popular na justiça contra a construção irregular que está sendo executada na Avenida Ruy Carneiro, na capital.

No documento da Ação Popular, é deixado claro que “diversos estudos técnico-científicos realizados por universidades federais, apontam que, na bacia do rio Jaguaribe há um processo de urbanização que vem ocasionando impermeabilização do solo, com risco de erosões prejudiciais ao referido curso d’água e que a falésia do Brisamar/São José (vertente íngreme) é área de alto risco de erosão (mapa no anexo) e assoreamento do rio, que assim fica mais suscetível a enchentes e inundações.

“Justamente devido à FRAGILIDADE DO SOLO DA FALÉSIA DO BRISAMAR, sujeito a erosões e movimentos de terra, o atual Plano Diretor de João Pessoa2 distinguiu tal área (setor 13, quadra 131) com proteção ambiental especial, classificando-a como Setor de Amenização Ambiental (SAA) (mapas nos anexos 8 e 9), cujo uso é restrito a ocupações sustentáveis, não poluentes, de baixa densidade e que permitam elevada permeabilidade do solo (absorção da água da chuva) e a preservação de espécimes vegetais nativas”, diz o documento.

Com polêmicaPB

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