Polêmica

Jogador paraibano é citado em esquema de apostas investigado pelo MP

Justiça investiga esquema de fabricação de resultados. E o jornalismo? Vai  investigar os sites de apostas? - Só Dérbi

O lateral-direito Nino Paraíba, campeão paraibano pelo Sousa em 2009 e atualmente jogando pelo América-MG, foi citado pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) em um esquema de apostas, de acordo com informações da Rádio Itatiaia, de Minas Gerais e repercutidas pelo blog do Maurílio Junior. A investigação aponta envolvimento de Nino em irregularidades ocorridas no final de 2022, quando ele atuava pelo Ceará.

Embora Nino Paraíba ainda não tenha sido formalmente denunciado, o MP-GO continua investigando seu possível envolvimento, bem como o de outros atletas no esquema. Documentos anexados ao processo apresentam conversas do lateral, que foram interceptadas pelo MP.

As conversas foram obtidas por meio do celular de um intermediário que, supostamente, buscava a confirmação de Nino para ser punido com um cartão amarelo no jogo. Nino teria respondido: “Qual foi a vez que eu fiz e não tomei?”.

O caso segue em investigação e, até o momento, não há mais informações sobre o envolvimento de outros atletas ou possíveis consequências para Nino Paraíba e os demais citados.

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Polêmica

Casal Braiscompany debocha da PF e Justiça

Caso Braiscompany: casal Ais impõe condição para se entregar à Justiça, diz defesa | Paraíba Já

Os advogados do casal Braiscompany, Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias Campos, resolveram ‘debochar” da Polícia Federal e da Justiça.

Em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Record, resolveram impor condições para que os dois se apresentem.

A defesa quer o cancelamento do mandado de prisão expedido contra eles, considerados foragidos há pelos menos três meses, após a PF deflagrar a Operação Halving.

Os advogados consideram abusivo o pedido de prisão da Justiça Federal.

“Antônio Neto e Fabrícia estão aguardando o reconhecimento da ilegalidade da prisão deles para se apresentarem e esclarecerem todos os fatos. É apenas isso que estão aguardando. Temos notícias de grandes empresas recentemente falindo e você não nota nenhum sócio mendigando, pedindo empréstimo. Ao contrário, o empresário sempre acredita que no dia seguinte terá um dia melhor ao dia anterior”, afirmou na entrevista um dos advogados.

De acordo com o MP, só aqui no estado mais de 3 mil pessoas colaboram com o órgão.

A Braiscompany, com sede em Campina Grande, conseguiu milhares de investidores, que aplicaram milhões de reais em criptomoedas com a promessa de rendimento mensal de 6% a 8% ao mês. O “olho cresceu’ e muitos confiaram todo o patrimônio ao casal.

O Procon-MPPB, a Defendoria Pública e várias ações judiciais focam na devolução do dinheiro.  Eles podem responder por associação criminosa, pirâmide financeira e lavagem de dinheiro.

Por enquanto, o casal debocha dos órgãos de Justiça, cria a própria história de fracasso, com os dois sendo as vítimas. Podem até provar essa tese, mas vão ter que aparecer para se explicar, como qualquer cidadão.

Os advogados fazem o trabalho deles. O sistema de Justiça, também.

JornalDaParaíba

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Polêmica

Braiscompany: PF revela que parte dos valores investidos eram transferidos para conta do casal Ais

O caso Braiscompany segue chamando atenção, após quase seis meses do início das reclamações de investidores de um suposto calote. No último domingo (07) o programa Domingo Espetacular, da RecordTV, trouxe uma reportagem sobre o caso com depoimentos de vítimas, especialistas e de um delegado da Polícia Federal.

Ao longo do material, foi exposto que parte dos R$ 2 bilhões dos investimentos na Braiscompany passou pela conta pessoal do casal Ais, e não pela da empresa.

“(Parte) Esse dinheiro que deveria transitar na carteira de pessoa jurídica da empresa, não transitou, foi todo para a pessoa física dos sócios” detalhou o delegado Guilherme Torres, da Polícia Federal na Paraíba, durante a reportagem da RecordTV. De acordo com a PF, a empresa prometia aos clientes que os valores empregados por eles iriam ser transformados em investimentos em criptomoedas, com rendimentos de 8% ao mês.

Porém, na verdade, os contratos eram pagos com dinheiro que era colocado por novos investidores, o que caracterizaria um sistema de pirâmide financeira. O golpe vinha sendo realizado, segundo a PF, há ao menos quatro anos. Um outro fato que chama atenção é que segurando apurou a reportagem a empresa campinense não possui registro na Comissão de Valores Mobiliários, órgão que supervisiona o sistema financeiro do país.

Desde que foi ao ar, o conteúdo já acumula quase meio milhão de visualizações apenas no Youtube.

Com Clickpb

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Polêmica

Maior São João do Mundo, em Campina Grande, corre risco de ser adiado

Parque do Povo lotado no show de Gusttavo Lima no São João 2022 de Campina Grande — Foto: Emanuel Tadeu / PMCG

 

O início do Maior São João do Mundo 2023 corre o risco de ser adiado. Isso porque a empresa organizadora da festa, Arte Produções, não entregou o projeto de segurança antichamas do evento, segundo informou o Tenente Coronel Jean Benício, comandante do Corpo de Bombeiros.

“Vamos para terceira reunião junto com o Ministério Público e desde março que a gente cobra o projeto antichamas. Desde março. Nós orientamos que apresentassem o projeto de forma antecipada, de forma célere. Porque não é algo como o evento pequeno que se analisa em dois dias, 72h. Requer toda uma situação minuciosa.”

Ainda de acordo com o Tenente Coronel Jean, a festa só é liberada para acontecer com o projeto aprovado e inspecionado pelos Bombeiros e Polícia Militar.

“Só tem festa com o projeto aprovado. O projeto fiscaliza a retardante que é aplicada nas estruturas, o cálculo habitacional, extintores, saída de emergência. Não é algo simples não! É um projeto macro. Eu não vou determinar os meus analistas que de forma irresponsável façam em dois dias a análise. A gente em tese coloca 50, 60 mil pessoas no Parque do Povo, a responsabilidade é muito grande.” explicou.

Para finalizar, o comandante do Corpo de Bombeiros disse que, caso a festa não tenha início na data marcada, foi por causa do atraso da Arte Produções.

“Então assim; é danado para o pessoal fazer de forma tardia e depois jogar a responsabilidade para o Corpo de Bombeiros. Eles prometeram para última quinta-feira. Mas na verdade isso já era pra ter feito antes, desde a primeira reunião, em abril, que era para ter dado entrada, mas no deram.”, encerrou.

Nesta terça-feira, (09), às 8h30, acontecerá mais uma reunião no Ministério Público da Paraíba, em Campina Grande, para tentar se resolver esse impasse que vem deixando os forrozeiros, comerciantes e turistas preocupados.

Até o momento a Arte Produções não se pronunciou sobre o assunto.

Blog do BG PB com NotíciaCertaPB

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Cenas lamentáveis: partida do sub-15 entre Treze e Campinense termina após pancadaria

Uma partida do sub-15 entre Treze e Campinense pela Copa Paraíba 2023, no estádio Amigão, terminou mais cedo por conta de uma pancadaria envolvendo jogadores das duas equipes.

O Treze alegou em suas redes sociais que “em lance na lateral, os atletas do rival provocaram uma confusão generalizada. Um dos diretores do rival ameaçou e tentou agredir a equipe de arbitragem, que assim decidiu por encerrar a partida”.

“O clube também pede que a organização da competição reveja as condições das partidas, onde não havia policiamento nem sequer gandulas”, emendou.

Após a confusão entre os jogadores, também foi registrada uma discussão acalorada entre os pais dos atletas, do lado de fora do Amigão. A Polícia Militar foi chamada.

Blog do BG PB com MaurílioJR

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Prefeitura de João Pessoa tem até segunda-feira para responder ao MPF sobre aterro em praias

O Ministério Público Federal (MPF) informa que instaurou inquérito civil para apurar o processo de ‘engorda’ da orla de João Pessoa anunciado recentemente pela prefeitura da capital. No despacho que determinou a instauração do inquérito, o MPF também determinou a notificação do secretário de Infraestrutura da capital para indicar, em 48 horas, a partir do recebimento da notificação, quais providências foram tomadas com relação aos fatos que estão sendo apurados.

Cópias da notificação foram enviadas ao procurador-geral do município e ao prefeito. O prazo se encerra na segunda-feira (8).

Diante dos fatos já analisados até o momento, surgiram vários questionamentos, entre eles, a ausência de informações claras dos gestores municipais, gerando expectativa de que nada de concreto estava em andamento quanto ao caso, quando já havia tratativas para contratação de empresa para realizar estudos e projetos da engorda da faixa de praia.

O MPF também pondera que não se trata da contratação de um simples estudo técnico preliminar, mas de uma modelagem técnica que desenhará a própria estrutura da futura obra, que condicionará, direcionará e moldará o próprio EIA/Rima e futuros pedidos de licenças ambientais.

Para o MPF, é inegável que “o agir administrativo já desencadeia graves prejuízos à coletividade, alijada do processo ao acreditar no pronunciamento da gestão municipal (o qual se demonstrou impreciso/falho), ante a importância do bem jurídico envolvido na licitação – meio ambiente marinho – para as presentes e futuras gerações”.

O procedimento de apuração no MPF foi aberto a partir de encaminhamento feito pela Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, após propositura parlamentar para que o MPF acompanhasse todo o processo da proposta de ‘engorda’ da orla de João Pessoa.

Blog do BG PB

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ÁUDIO: Investigado por calote milionário com criptomoedas, dono da Fiji organiza churrasco com amigos em haras de luxo


Um áudio atribuído a Bueno Aires, um dos sócios da Fiji Solutions, revela o empresário planejando uma comemoração em um haras localizado entre João Pessoa e Recife. Na gravação, o operador financeiro acusado de aplicar um golpe milionário com o aluguel de criptomoedas dos seus clientes chama o lugar de “muito top”, em “só mora a galera tipo advogado, desembargador e tal… bem privado. Não falta nada, as piscinas aquecidas etc e tal […] tô chamando um pessoal pra cá, a gente vai fazer um churrasco e tal, enfim, quarto não falta, a casa tem uns oito, nove quartos. Todos são suítes”, diz o paraibano natural de Gurjão.

Clique aqui e confira o áudio

O Tribunal de Justiça da Paraíba determinou o bloqueio de R$ 399 milhões em bens da Fiji Solutions e de três sócios da empresa gestora de contratos de criptomoedas: Emilene Marília Lima do Nascimento, Breno de Vasconcelos Azevedo e Bueno Aires José Soares Souza. Os pedidos foram protocolados em ação civil pública movida pelo Ministério Público da Paraíba. De acordo com o MP-PB, a Fiji usava até contas pessoais dos sócios para movimentar os valores dos clientes.

Uma audiência de conciliação agendada com Bueno Aires, que seria realizada pelo Ministério Público nesta sexta-feira (05.05), não irá acontecer devido ao fato de o investigado não ter sinalizado que compareceria pessoalmente, segundo o promotor de Justiça e diretor regional do MP-Procon em Campina Grande, Sócrates Agra.

A Fiji, de acordo com o Ministério Público, parou de cumprir os pagamentos previstos em contrato com clientes em fevereiro. O prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 400 milhões, segundo Sócrates Agra. A empresa formalizava contratos de locação de criptoativos e prometia pagamentos fixos mensais. Assim como aconteceu com a Braiscompany, os negócios desandaram após a empresas serem descobertas em possíveis esquemas de pirâmide financeira.

F5 Online

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VÍDEO: ‘TUTORIAL DA MENTIRA’ Confira como Toin da Braisocmpany ensinava traders a engajar clientes

A Braiscompany era uma empresa na Paraíba que se dizia fazer investimentos no mercado de criptomoedas, num modelo um pouco estranho. Para ganhar a confiança dos clientes, ‘Toin’ fez um ‘tutorial’ para os funcionários atraírem a atenção dos investidores.

Em um trecho de uma ‘aula’, é possível perceber o empresário Antônio Neto debochando de possíveis dúvidas quanto a credibilidade da Braiscompany.

“Por isso que quando eu não sei a resposta, eu devolvo com outra pergunta; Quando um cliente pergunta assim, e se Neto desaparecer? Tem que trabalhar a crença dele e não a sua; O dia que você me ver parar de trabalhar caia fora, tô falando sério.”

Vidente ou não, ele sumiu mesmo. Está foragido desde fevereiro após a operação Halving da Polícia Federal.

A investigação na Braiscompany

A operação investiga uma movimentação financeira de R$ 1,5 bilhão feita pela Braiscompany em criptoativos. Dois mandados de prisão foram expedidos tendo como alvos o empresário, Antônio Neto, e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos.

Na operação a Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da empresa.

Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo.

Blog do BG PB

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Vídeo: Representantes da Ucrânia e da Rússia trocam socos durante reunião

Uma confusão entre dois representantes da Rússia e da Ucrânia, países em guerra no Leste Europeu, viralizou nas redes sociais. No vídeo, um deputado ucraniano aparece dando socos e pontapés em um representante da delegação de Moscou, após o russo roubar a bandeira das mãos dele, durante um evento no Parlamento de Ancara, capital da Turquia.

Irritado, outro membro da delegação russa, identificado pela imprensa como Valery Stavitsky, arrancou a bandeira das mãos do ucraniano. O parlamentar da Ucrânia rapidamente seguiu o russo e deu socos nele, antes de puxar a bandeira de volta.

Uol

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Polêmica

FORAGIDOS: Especialistas analisam prováveis paradeiros de casal da Braiscompany

Operação da PF caça donos da Braiscompany, considerados foragidos | Portal do Bitcoin

De início era um livro infantil escrito por Martin Handford. Depois, nos anos 90, foi transformado em desenho animado. A série ‘Onde Está Wally?’ encantou milhares de crianças e despertou a curiosidade de milhões.

A busca pelo personagem poderia ser adaptada para um outro roteiro – a do paradeiro do casal proprietário da Braiscompany, Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias Campos.

Os dois estão foragidos desde 16 de fevereiro, quando foi deflagrada a Operação Halving.

Alguns especialistas e investigadores comentaram sobre prováveis rotas percorridas pelos dois. Todos pediram reservas sobre o tema, mas dizem que a hipótese mais provável é de que Antônio Neto e Fabrícia estejam ainda na América do Sul.

Eles justificam que a saída deles do país aconteceu, provavelmente, por uma “fronteira seca”, sem a necessidade de deixar maiores rastros.

“Uma possibilidade é que tenham fugido para o Paraguai inicialmente, onde não há grandes dificuldades em atravessar a fronteira”, analisou um dos investigadores consultados pelo Blog.

Entre as destinos possíveis ainda estão o Uruguai e a Argentina.

Fato é, porém, que nem a Polícia Federal nem autoridades internacionais conseguiram, por enquanto, localizá-los. O mistério de ‘Wally’ continua…

A investigação na Braiscompany

A operação investiga uma movimentação financeira de R$ 1,5 bilhão feita pela Braiscompany em criptoativos. Dois mandados de prisão foram expedidos tendo como alvos o empresário, Antônio Neto, e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos.

Na operação a Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da empresa.

Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo.

JornaldaPB

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