Brasil

“Esqueça a minha esposa”, diz Bolsonaro, após Alexandre de Moraes expor Michelle Bolsonaro

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) se irritou com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por conta de uma investigação envolvendo gastos pessoais da sua família e acusou o magistrado de vazar informações para a imprensa com o objetivo de prejudicá-lo na corrida eleitoral.

 

A ira do presidente se deu em razão da decisão de Moraes de quebrar os sigilos do tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid, um dos ajudantes de ordens da Presidência, para apurar saques fracionados de dinheiro e pagamentos de contas da família presidencial.

Bolsonaro disse que Cid é responsável por pagar contas da casa e que faz tudo a pedido da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

“Ele é um dos quatro ajudantes de ordem meus, eu não vou no banco pagar conta. A minha esposa nem entra em contato comigo, entra em contato com o Cid”, disse. E citou alguns gastos que o auxiliar paga. “Cabeleireira, manicure, colégio da Laura, paga o plano de saúde do irmão (de Michelle), que tem problema de saúde, paga a tia (da primeira-dama) que toma conta da Laura. Essas contas, eu vou chutar aqui porque eu não sei, devem dar uns 12 mil reais por mês”, disse.

Segundo ele, Alexandre de Moraes “botou o Cid no inquérito das fake news” e com isso quebrou o sigilo telemático do tenente-coronel, expondo a família. “Estão lá as conversas no zap do Cid com a minha esposa, com a primeira-dama, do Cid comigo, as conversas do Cid com os demais ajudantes de ordem”, disse.

“Foi o Alexandre de Moraes que vazou (para a imprensa), não vem com papinho de que foi a PF não. Esse pessoal da PF, Alexandre de Moraes, come na sua mão, então foi você que vazou. Para que? Para na reta final (da eleição) criar um clima”, disse.

Bolsonaro continuou dizendo que não iria “adjetivar” Moraes. “Eu não vou adjetivar aqui porque eu tenho vergonha de falar o adjetivo que merece o Alexandre de Moraes”, disse.

E emendou: “Alexandre, você mexer comigo é uma coisa, você mexer com a minha esposa, você ultrapassou todos os limites, Alexandre de Moraes, todos os limites”, disse. E continuou. “Você está pensando o que da vida, que você pode tudo e tudo bem? Você um dia vai dar uma canetada e me prender, é isso o que passa pela sua cabeça? É uma covardia”, declarou.

E concluiu: “Alexandre, vou fazer um pedido para você, se é que você merece que eu faça esse pedido: esqueça a minha esposa, esqueça a minha esposa. Isso é comportamento de pessoas vis”, disse.

Veja

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Judiciário

TSE estuda fechar clubes de tiro e veto à camisa da Seleção na eleição

Foto: Reprodução

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, e a comissão de transparência eleitoral, reuniram-se na segunda-feira (26/9) para debater temas relacionados às eleições. Em pauta, assuntos como o fechamento de clubes de tiro durante o pleito e a proibição do uso da camisa da Seleção Brasileira de futebol por mesários.

No argumento do colegiado, a proibição do uso da camisa da Seleção se dá por ela ter se tornado “símbolo partidário” dos apoiadores do presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), em manifestações e atos.

Pela legislação eleitoral, os mesários não podem usar qualquer peça de roupa ou acessório (adesivos ou broches) que remeta a candidatos ou partidos, por estarem na condição de funcionários da Justiça Eleitoral.

Já a sugestão sobre o fechamento dos clubes de tiro tem uma margem de dois dias antes e dois dias depois ao dia da votação. Se Alexandre de Moraes aderir, os locais serão fechados de sexta-feira (30/9) até terça-feira (4/10). O objetivo é inibir o acesso a armas de fogo.

Metrópoles

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Judiciário

JUSTIÇA: 10 integrantes de organização criminosa de João Pessoa são condenados a quase 30 anos de prisão

Divulgação

A Justiça da Paraíba condenou 10 integrantes de uma organização criminosa de tráfico de drogas no Bairro dos Novais, Bairro das Indústrias, Oitizeiro e Funcionários III.

De acordo com os autos, os denunciados praticaram, a venda de entorpecentes, sendo, também, demonstrada a materialidade e a autoria, bem como, interceptações telefônicas e prova testemunhal que comprovaram a participação dos réus em diversas transações envolvendo entorpecentes.

“Demonstrado nos autos que os suspeitos guardavam, vendiam, entregavam, e preparavam entorpecentes, para o comércio ilegal”, destaca a sentença. A quadrilha realizava crimes patrimoniais com o objetivo de financiar e manter o domínio territorial de drogas. As penas totais variam de 19 a 28 anos de reclusão.

Outros quatro denunciados no processo foram absolvidos, conforme sentença proferida na Vara de Entorpecentes da Comarca da Capital. Da decisão cabe recurso.

Blog do BG

 

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Judiciário

Artigo do ‘The New York Times’ questiona STF: ‘Está indo longe demais?’

Foto: The New York Times

Em um artigo publicado nesta segunda-feira (26), o jornal The New York Times, o maior dos Estados Unidos, questionou o que seria um avanço do Supremo Tribunal Federal (STF) além de suas atribuições legais. A publicação reflete sobre a possibilidade de ter havido exagero na ação contra os empresários brasileiros investigados por mensagens trocadas no WhatsApp. Eles supostamente discutiam a possibilidade de um golpe de Estado.

O título do texto do periódico pergunta: “Para defender a democracia, a Suprema Corte do Brasil está indo longe demais?”.

O  jornal diz que, em razão da história do Brasil, pontuada por ditadores, e o temor de que o presidente Jair Bolsonaro (PL) não aceite uma eventual derrota nas urnas, os comentários dos empresários são preocupantes. Contudo, completa o jornal, o que veio a seguir foi mais alarmante: agentes federais fazendo busca e apreensão na casa dos empresários, bloqueio de contas bancárias, quebra de sigilos bancário e telefônico e suspensão de contas nas redes sociais.

A ordem para essas ações, lembra o jornal, foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes com base apenas nas mensagens do grupo de WhatsApp do qual os empresários faziam parte. Nas mensagens, apenas dois empresários manifestavam apoio a um possível golpe de Estado.

Para o jornal, o ministro Alexandre de Moraes, que autorizou a operação, atuou para combater Bolsonaro e seus apoiadores e para isso mirou empresários aliados do governo. Oito foram alvos das ações, mesmo que apenas dois tenham citado a possibilidade de golpe.

“Foi uma demonstração crua de força judicial que coroou uma tendência em formação: a Suprema Corte do Brasil expandiu drasticamente seu poder para combater as posições antidemocráticas de Bolsonaro e seus apoiadores”, conclui o The New York Times.

O texto ressalta que Moraes prendeu cinco pessoas sem julgamento por postagens nas mídias sociais que, segundo ele, atacaram as instituições do Brasil. Ele também ordenou que as redes sociais removam milhares de postagens e vídeos com pouco espaço para apelação. “Em muitos casos, Moraes agiu unilateralmente, encorajado por novos poderes que o tribunal concedeu a si mesmo em 2019 que lhe permitem, de fato, atuar como investigador, promotor e juiz ao mesmo tempo em alguns casos.”

R7

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Judiciário

Justiça derruba lei que obrigava leitura da Bíblia na Câmara de João Pessoa

Foto: Reprodução / iStoc

Agora a diretoria da Câmara Municipal de João Pessoa, não pode obrigar os vereadores a lerem os textos da bíblia como forma de desenvolver o conhecimento cultural, geográfico e científico.

De acordo com a decisão de hoje (26) do desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, do Tribunal de Justiça da Paraíba, apesar da bíblia ser um livro sagrado de determinados grupos religiosos, a leitura obrigatória em escolas viola o Estado laico de direito e a liberdade.

Ele disse que no caso posto em discussão, não se trata de colaboração entre igreja e Estado voltada ao interesse público, pois, a instituição de leitura bíblica em sessões legislativas importam num privilégio aos cultos cristãos em detrimento de outras denominações religiosas não abrangidas pelo conteúdo da presente lei.

Blog do BG

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Sem categoria

Candidatura à deputada estadual de Márcia Lucena é liberada pelo TSE

 

 

 

Foto: reprodução

A ex-prefeita do município de Conde, Márcia Lucena (PT), vai poder disputar as eleições deste ano. O ministro Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acatou na tarde desta segunda-feira (26) o recurso impetrado pela ex-gestora contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral.

O TRE-PB havia negado o registro de candidatura com base em decisão anterior do próprio TSE por suposta conduta vedada nas eleições de 2014. Ela foi considerada inelegível em processo que tinha como alvo principal o ex-governador Ricardo Coutinho, também do PT e candidato ao Senado no pleito deste ano.

Agora com a decisão favorável, Márcia Lucena pode receber recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.

Blog do Suetoni 

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Brasil

Delegados da PF denunciam Alexandre de Moraes por abuso de autoridade

Foto: Divulgação

Um grupo de delegados da Polícia Federal protocolou, no Ministério Público Federal (MPF), uma notícia-crime contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o delegado Fábio Alvarez Shor, da Diretoria de Inteligência da PF.

Os 131 investigadores pedem a instauração de inquérito policial para apurar possíveis crimes de abuso de autoridade durante a deflagração da operação contra oito empresários bolsonaristas, que participavam de um grupo de WhatsApp em que foi defendido um golpe de Estado, caso Luiz Inácio Lula da Silva saia vitorioso nas próximas eleições.

A época, Alexandre de Moraes determinou a tomada de depoimentos, a quebra de sigilo bancário e o bloqueio das contas bancárias dos empresários e dos perfis deles nas redes sociais.

Segundo a notícia-crime, endereçada ao procurador-geral da República, Antônio Augusto Brandão de Aras, são “inacreditáveis as fundamentações dos argumentos consignados pelo ministro Alexandre de Moraes para enquadrar os oito empresários como sendo líderes de organização criminosa”.

“Inaceitável o argumento, quando é sabido que tentar contra o Estado Democrático de Direito pressupõe violência ou grave ameaça (grifos), como prevê o artigo 359-M do Código Penal. Ora, inexistiu a violência! Quanto à grave ameaça, essa não saiu do campo da cogitação. Portanto, inexistente”, escrevem os delegados.

Além disso, a representação dos 131 investigadores alega que há “nítido caráter político-partidário” nas ações de Alexandre de Moraes. Em razão disso, “os requerentes, ainda, solicitam que essa Procuradoria-Geral da República adote as providências cabíveis, em face da possível suspeição do ministro Alexandre de Moraes para o exercício de suas funções na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por lhe faltar a imparcialidade necessária para o exercício das atribuições inerentes ao cargo”.

Metrópoles

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Judiciário

TSE proíbe Bolsonaro de usar Planalto e Alvorada para lives com conteúdo eleitoral

Foto: reprodução/YouTube

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu o presidente, Jair Bolsonaro (PL), de usar o Planalto, o Palácio da Alvorada e a estrutura do governo para fazer as transmissões de vídeo ao vivo pela internet, com conteúdo eleitoral.

O ministro Benedito Gonçalves, do TSE, atendeu pedido da campanha do candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT), que acusou Bolsonaro de usar a estrutura do governo para promover a própria candidatura.

“Os elementos presentes nos autos são suficientes para concluir, em análise perfunctória, que o acesso a bens e serviços públicos, assegurado a Jair Messias Bolsonaro por força do cargo de Chefe de Governo, foi utilizado em proveito de sua campanha e de candidatos por ele apoiados”, registra a decisão do TSE.

O ministro determinou que Bolsonaro se “abstenha de gravar e transmitir lives de cunho eleitoral, destinadas a promover a sua candidatura ou de terceiros, utilizando-se de bens e serviços públicos a que somente tem acesso em função de seu cargo de presidente da República, inclusive o Palácio da Alvorada, o Palácio do Planalto e serviços de tradução de libras custeado pelo Erário, sob pena de multa
de R$20 mil por ato”.

Durante live nesta semana, transmitida da biblioteca do Alvorada, Bolsonaro pediu votos para candidatos aliados. Na ação de investigação judicial eleitoral, a campanha de Ciro apontou “abuso de poder político” cometido pelo presidente e pediu a imediata proibição de novas transmissões nos mesmos moldes, com cunho eleitoral. “A AIJE não se presta apenas à punição de condutas abusivas, quando já consumado o dano ao processo eleitoral. Assume também função preventiva, sendo cabível a concessão de tutela inibitória para prevenir ou mitigar danos à legitimidade do pleito.”

Bolsonaro foi acusado de usar “pelo menos metade do tempo (da live) para as Eleições pelo Brasil”, ao citar transmissão feita na 4ª feira (21.set). O presidente anunciou que passaria a fazer as tradicionais lives semanais diariamente à partir de agora.

SBT News

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Judiciário

JULGAMENTO: Ministro do STF, Benedito Gonçalves vai relatar processo de inelegibilidade de Ricardo Coutinho

Foto: Divulgação

O recurso do ex-governador Ricardo Coutinho (PT) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será relatado pelo ministro Benedito Gonçalves. A distribuição por sorteio foi feita na tarde desta sexta-feira (23) e os arquivos do processo já estão no TSE para os devidos trâmites.

O ministro Benedito Gonçalves é o atual corregedor-geral da Justiça Eleitoral, tendo tomado posse no cargo no início deste mês de setembro.

A defesa de Ricardo Coutinho tenta reverter o indeferimento do registro de candidatura e a liberação da postulação ao cargo de senador após decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), por unanimidade, no dia 12 de setembro.

Na noite desta quinta-feira (22) o Ministério Público Eleitoral apresentou as contrarazões pedindo o desprovimento do recurso ordinário eleitoral proposto por Ricardo Coutinho contra a decisão do TRE-PB. No documento, a Procuradora Regional Eleitoral Acácia Suassuna aponta inconsistências do recurso, como por exemplo o término da inelegibilidade três dias após o pleito.

ClickPB

 

 

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ALERTA DE TRETA: Justiça obriga Tárcio Teixeira e Facebook removerem ataques contra Ruy Carneiro; Confira documento

 

O candidato a deputado federal pelo PSOL, Tárcio Teixeira, é obrigado a remover postagens das redes sociais dele contra o deputado federal Ruy Carneiro (PSC). A determinação divulgada hoje (23) é do juiz Rogério Roberto Gonçalves de Abreu, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.

A defesa de Ruy afirma que a publicação “tem clara intenção de promover o desequilíbrio do pleito eleitoral em curso, na medida que ultrapassa os limites da liberdade de expressão e propaga inverdades sobre o deputado federal”.

O magistrado deu um prazo de 24 horas para que Texeira remova as publicações e determinou que o filiado ao PSOL se abstenha de impulsionar postagens semelhantes, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

 

Blog do BG

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