STF

STF manda suspender registros de CACs e 168 perfis de bolsonaristas

Um milhão de armas estão na mão de CACs no Brasil, segundo Exército
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, nesta quinta-feira (15/12), a suspensão de certificados de Caçadores Atiradores e Colecionadores (CACs), bem como bloqueios de contas bancárias e de 168 perfis em redes sociais de dezenas de empresários bolsonaristas suspeitos de financiar atos antidemocráticos.

A decisão ocorreu no âmbito da mesma ação, que autorizou mais de 100 mandados de busca e apreensão contra bolsonaristas acusados de financiar e organizar atos como a obstrução de rodovias e acampamentos em frente a quartéis das Forças Armadas.

  • Cumprimento de 103 mandados de busca e apreensão;
  • Cumprimento de quatro ordens de prisão preventiva;
  • Quebras de sigilo bancário;
  • Apreensão de passaportes;
  • Suspensão de certificados de registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CACs);
  • Bloqueio de contas bancárias;
  • Bloqueio de 168 perfis em redes sociais.

Metrópoles

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STF

STF: Rosa Weber vota pela inconstitucionalidade do orçamento secreto

STF retoma julgamento sobre o orçamento secreto com voto de Rosa Weber -  País - Diário de Canoas
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, votou pela inconstitucionalidade do “orçamento secreto” nesta quarta-feira (14). A relatora das ações que questionam as emendas de relator considerou que a falta de transparência e a abertura para “atos que dão ensejo à concretização de práticas patrimonialistas e obscuras” são incompatíveis com a Constituição.

Com afirmações duras, Weber se pronunciou contra o anonimato das emendas e ressaltou que, hoje, “a identidade dos efetivos solicitadores e o próprio destino desses recursos acham-se recobertos por um manto de névoas”.

“Julgo procedentes os pedidos deduzidos nas ADPFs 850, 851, 854 e 1014, para declarar incompatíveis com a ordem constitucional brasileira as práticas orçamentárias viabilizadoras do chamado “esquema do orçamento secreto”, consistentes no uso indevido das emendas do relator-geral do orçamento para efeito da inclusão de novas despesas públicas ou programação no projeto de lei orçamentária anual”, disse Rosa Weber em seu voto.

Pelo voto de Weber, as emendas RP9 – de relator – estão vedadas. Elas não acabam, mas só poderão ser usadas para correção de erros em destinações de verbas.

“As emendas do relator-geral do orçamento destinam-se, exclusivamente, à correção de erros e omissões, vedada a sua utilização indevida para o fim de criação de novas despesas ou de ampliação das programações previstas no projeto de lei orçamentária anual”, diz a tese firmada pela relatora em seu voto.

A sessão do STF foi encerrada após o voto de Rosa Weber e recomeça nesta quinta-feira (15/12).

Metrópoles

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STF

Congresso Nacional pede que STF rejeite ações sobre orçamento secreto

STF deve concluir julgamento das RP9 só na semana que vem
O Congresso Nacional pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeite as quatro ações que contestam as emendas de relator-geral, conhecidas como “orçamento secreto”. O tema será julgado a partir de hoje (7) pelo plenário da Suprema Corte, em um dos casos mais aguardados do ano.

O argumento principal do Legislativo é que, desde as primeiras ações da Suprema Corte sobre o tema, as duas Casas já tomaram medidas de publicidade e transparência sobre o repasse de verbas – que na prática concentram nos relatores e na cúpula da Câmara e do Senado parte significativa do que é investido pelo Orçamento.

“A partir da execução orçamentária de 2023, será obrigatória a prévia identificação do parlamentar solicitante ou apoiador da emenda de relator-geral para a sua indicação”, justifica, em memoriais encaminhados ao STF horas antes do início do Orçamento.

As ações, apresentadas pelo PSOL, PSB, PV e Cidadania estão sob relatoria da ministra Rosa Weber.

O antagonista

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STF

Cofen ingressa no STF e pede fim da suspensão do piso nacional da Enfermagem

Cofen aprova anuidade única para profissionais - SINDATE - DF
O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) ingressou na Ação Direta de Inconstitucionalidade para pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) o fim da suspensão liminar que cria o piso nacional da Enfermagem.

Na petição, o Cofen alega que impacto econômico do piso já foi estimado, que medidas de mitigação orçamentária estão sendo adotadas, que não há risco de demissões em massa e que não cabe ao poder judiciário interferir em decisões políticas amplamente discutidas e estudadas pelos outros poderes.

“O piso da Enfermagem foi aprovado em dois turnos por mais de 97% dos parlamentares e sancionado pelo poder executivo na mesma medida. As alegações de inconstitucionalidade feitas pela CNSaúde não param em pé, já foram todas desmistificadas. Portanto, precisamos restabelecer o direito e colocar o piso nos contracheques dos trabalhadores”, defende a presidente do Cofen, Betânia Santos.

Ao suspender o piso, o ministro Luis Roberto Barroso considerou que seria prudente determinar a suspensão da lei até o momento em que fosse possível uma análise detida a respeito dos possíveis impactos negativos que poderiam surgir com a adoção dos pisos salariais impugnados.

Acontece que tais impactos já foram analisados por ambas as casas do Congresso Nacional antes da aprovação da Lei ora atacada: o valor necessário para o integral cumprimento da lei representaria um acréscimo de apenas 2,02% da massa salarial anual das organizações contratantes.

“Deve-se olhar, isso sim, para os salários aviltantes que são praticados em alguns dos estados da Federação, como na Paraíba. Lá, um técnico de enfermagem recebe apenas R$ 1.163,00 por mês para desempenhar um trabalho absolutamente essencial. O aumento do salário desses trabalhadores não é desproporcional. Desproporcional é o baixíssimo salário que é pago aos profissionais da Enfermagem naquele estado, que vem acompanhado de uma taxa de letalidade dos profissionais de Enfermagem também desproporcional”, assevera o Cofen em sua manifestação ao STF.

Vale lembrar que o Partido Novo requereu a retirada de pauta do piso sob fundamentos extremamente semelhantes aos que subsidiaram a suspensão do piso. Naquela oportunidade, diante de estudos e análises aprofundadas sobre os supostos impactos, o pedido foi rejeitado por 430 votos a 14.

O que diz o STF
O STF possui jurisprudência consolidada no sentido de que, havendo dissenso hermenêutico razoável a justificar a legitimidade de interpretações constitucionais diversas, o judiciário deve agir com autocontenção para preservar a validade das deliberações do Poder Legislativo, protegendo a presunção de constitucionalidade dos atos normativos – ainda mais quando houve um debate amplo sobre a matéria no Congresso Nacional.

Conforme manifestação da Ministra Rosa Weber, o poder judiciário possui um “dever de respeito” em relação às escolhas políticas adotadas pelos poderes legislativo e executivo. Diante da margem dentro da qual se autoriza que o legislador trabalhe, “não é necessário reconhecer, no texto constitucional, norma autorizativa para toda e qualquer deliberação legislativa”.

Em seu voto divergente na decisão liminar, o Ministro Edson Fachin destacou que “o debate legislativo durou tempo suficiente para o amadurecimento dos impactos que a norma teria na realidade social, principalmente na realidade econômica”.

“O poder judiciário não pode, sob a justificativa de alegada afronta à razoabilidade e à proporcionalidade, reexaminar a decisão do parlamento, sob pena de violação do princípio da separação de Poderes”, alegou o Cofen.

O que diz o Conselho Nacional de Saúde                                                                                                            Em parecer técnico, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) destacou a evolução constante da receita corrente líquida dos hospitais. “Tal receita, quando comparada com o impacto orçamentário do piso salarial nacional da Enfermagem, mostra-se plenamente capaz de suportar o impacto da instituição do piso salarial, sem que haja risco iminente de redução de leitos. O Conselho também avaliou que, levando em consideração o investimento público em Saúde já realizado no país, a lei promoveria “baixo impacto” para o setor público, de modo que também não haveria, sob essa ótica, risco de colapso do sistema de saúde”, diz a petição do Cofen.

O que diz representantes de Enfermagem
A instituição do piso é um direito que já é buscado pelos sindicatos, conselhos e federações de Enfermagem há mais de 30 anos, acontece em um momento em que a categoria é nacionalmente aplaudida por sua coragem, determinação e absoluta essencialidade na linha de frente contra a pandemia de COVID-19, que assolou todo o planeta e atingiu em cheio o Brasil.

De acordo com estudo publicado pelo Instituto Brasileiro de Segurança do Paciente, o excesso de trabalho entre profissionais de Enfermagem aumenta em 40% o risco de morte de pacientes e em até 30% a ocorrência de eventos adversos no hospital.

Blog do BG PB

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STF

STF forma maioria para arquivar ação de Bolsonaro contra Moraes

STF decide que aposentados têm direito à revisão da vida toda - JOTA
Em sessão virtual nesta sexta-feira (2), o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para negar o prosseguimento da ação do presidente Jair Bolsonaro contra o ministro Alexandre de Moraes por abuso de poder.

Sete ministros votaram com o relator, o ministro Dias Toffoli, que em 18 de maio negou o seguimento da ação por entender que os fatos apontados por Bolsonaro não constituem crime e, portanto, não haveria justa causa.

Em sua decisão, Toffoli alegou que “os fatos descritos na ‘notícia-crime’ não trazem indícios, ainda que mínimos, de materialidade delitiva, não havendo nenhuma possibilidade de enquadrar as condutas imputadas em qualquer das figuras típicas apontadas.”

A sessão de julgamento segue até 23h59 desta sexta-feira (2). Faltam ainda os votos dos ministros  Kássio Nunes Marques e André Mendonça.

O antagonista

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STF

Em votação apertada, STF aprova “revisão da vida toda” do INSS

STF valida lei de SP que criou feriado da Consciência Negra
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, por seis votos a cinco, que a chamada “revisão da vida toda” em aposentadorias do INSS é constitucional. Com isso, contribuições previdenciárias feitas antes de julho de 1994 podem ser consideradas no cálculo dos pagamentos, o que deve aumentar o valor dos rendimentos.

A tese implementada foi:

“O segurado que implementou as condições para o benefício previdenciário após a vigência da lei de 9.876/99 e antes da vigência das novas regras constitucionais introduzidas pela EC 103/19, tem o direito de optar pela regra definitiva caso esta seja mais favorável.”

O recurso é movido pelo INSS contra uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que garantiu a um beneficiário o direito a rever o valor de sua aposentadoria com base em uma legislação anterior a 1999 – que criou o “fator previdenciário” e segurou o crescimento dos benefícios.

O antagonista

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STF

Resolução do CNJ que limita uso das redes sociais por juízes vai ao STF

Um ato normativo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que estabeleceu parâmetros para o uso das redes sociais por juízes, de modo a compatibilizar o exercício da liberdade de expressão com os deveres inerentes ao cargo de juiz, vai ser julgado no plenário físico do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

A medida foi questionada pela Associação dos Magistrados Brasileiros e pela Associação dos Juízes Federais do Brasil, sob a alegação de que o CNJ teria extrapolado a competência, regulamentando condutas passíveis de sanção disciplinar aos magistrados.

O julgamento já acontecia no plenário virtual do STF desde o dia 18 de novembro. Entretanto, um pedido de destaque do ministro Kassio Nunes Marques levará o julgamento para plenário físico, e a contagem dos votos será reiniciada. Anteriormente, no plenário virtual, a ação já contabilizava quatro votos para manter a norma do CNJ.

O relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, defendeu que o conselho não extrapolou as funções ao editar a regra para obter a confiança na autoridade e moral do poder judiciário.

O voto de Moraes foi acompanhado pelos ministros Dias Toffoli, Edson Fachin e também pela presidente do STF, a ministra Rosa Weber. Ainda não há data definida para que a ação entre na pauta do plenário físico.

Jovem Pan 

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Política

Lewandowski manda Lula explicar ‘falhas’ de R$ 620 mil em contas de campanha

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a chapa do presidente e vice-presidente eleitos, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), esclareçam “falhas” encontradas em contas de campanha referentes às Eleições 2022.

As irregularidades identificadas fazem referência a itens como nota fiscal, impulsionamento de conteúdo, passagens aéreas e hospedagens. Somados, os valores chegam a R$ 620 mil.

O magistrado deu um prazo de três dias para que as explicações sejam dadas.

No despacho, Lewandowski escreveu que “a Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias – Asepa, ao realizar o exame das contas dos candidatos eleitos, identificou falhas na prestação de contas e sugere a adoção de diligências aos prestadores de contas”.

R7

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STF

Investigação na FGV: PF achou R$ 487 milhões em movimentações financeiras de diretores e familiares

Cerca de 100 agentes da PF atuam na operação.

Diretores da instituição de ensino Fundação Getúlio Vargas afirmam que a investigação da Polícia Federal é irregular e fruto de perseguição do Ministério Público e da Polícia Federal.

A PF achou R$ 487 milhões em movimentações financeiras de diretores e familiares na última quinta-feira (17), no Rio de Janeiro. A investigação, que teve início em 2019, apontou um grande esquema de corrupção, indicando que a instituição fraudava licitações e superfaturava contratos, em troca de propina. O objetivo era direcionar a contratação de serviço público, de acordo com orientações de agentes públicos.

Mas, a apuração está suspensa por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.

Segundo apurou o Estadão, entre os bens a serem devolvidos, estão valores em moeda estrangeira e de ouro, celulares e computadores que seriam essenciais para aprofundar as investigações.

A determinação atende a pedidos de diretores da FGV após advogados procurarem a Justiça Federal do Rio, um desembargador plantonista do Tribunal Regional Federal da 2ª Região e a Polícia Federal no Rio.

O Estadão

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STF

STF: Justiça nega recurso de Ricardo Coutinho contra inelegibilidade e multa ex-gestor por recurso ‘inadmissível’

Ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, é preso ao voltar da Europa - 20.12.2019, Sputnik Brasil
O Supremo Tribunal Federal rejeita, por unanimidade, o recurso do ex-governador Ricardo Coutinho contra a inelegibilidade dele. O processo tinha como relatora a Ministra Carmem Lúcia. Além da negativa quanto ao recurso, a primeira turma do STF aplicou multa de 1% ao ex-governador,  por apresentação de recurso ‘manifestamente inadmissível’.

Votaram no processo os ministros Alexandre de Moraes, Roberto Barroso e Luiz Fux; / já o ministro Dias Toffoli, se averbou suspeito.

A equipe jurídica de Ricardo Coutinho havia impetrado o Recurso Extraordinário desde Dezembro do ano passado e tinha como objetivo reverter a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que definia que ele estava inelegível por 8 anos, com o prazo terminando no dia 5 de outubro, 3 dias depois de concorrer ao Senado nas eleições 2022.

Blog do BG PB

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