
Diretores da instituição de ensino Fundação Getúlio Vargas afirmam que a investigação da Polícia Federal é irregular e fruto de perseguição do Ministério Público e da Polícia Federal.
A PF achou R$ 487 milhões em movimentações financeiras de diretores e familiares na última quinta-feira (17), no Rio de Janeiro. A investigação, que teve início em 2019, apontou um grande esquema de corrupção, indicando que a instituição fraudava licitações e superfaturava contratos, em troca de propina. O objetivo era direcionar a contratação de serviço público, de acordo com orientações de agentes públicos.
Mas, a apuração está suspensa por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.
Segundo apurou o Estadão, entre os bens a serem devolvidos, estão valores em moeda estrangeira e de ouro, celulares e computadores que seriam essenciais para aprofundar as investigações.
A determinação atende a pedidos de diretores da FGV após advogados procurarem a Justiça Federal do Rio, um desembargador plantonista do Tribunal Regional Federal da 2ª Região e a Polícia Federal no Rio.
O Estadão

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