Saúde

GRAVE: Criança cai dentro de cacimba, na PB e permanece internada em UTI

Dos 7.806 atendimentos do Samu no mês de março, 362 foram referentes à Covid
Uma criança de cinco anos caiu em uma cacimba em Sapé, na Zona da Mata paraibana. O fato aconteceu nesse sábado (26).

O Corpo de Bombeiros e o Samu fizeram os primeiros socorros da criança.

O menino foi transferido do hospital da região para o Hospital de Trauma de João Pessoa. O estado de saúde era considerado grave, até ontem.

O Hospital de Trauma ainda não divulgou boletim médico deste domingo (27).

ParlamentoPB

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Saúde

ALERTA: Uso de vape pode causar apodrecimento dos dentes, diz estudo

Empresas têm 48 horas para deixar de vender cigarro eletrônico, o 'Vape', sob pena de multa diária - País - Diário do Nordeste
As pessoas que fumam cigarro eletrônico, conhecido como vape, correm maior risco de desenvolver cáries nos dentes e bactérias na boca, segundo estudo feito na Tufts University School of Dental Medicine, dos Estados Unidos.

Os pesquisadores analisaram dados de aproximadamente 13 mil pessoas tratadas nas clínicas odontológicas do hospital entre 2019 e 2022. Eles observaram que 79% das pessoas que usavam vape tinham alto risco de apresentar cáries. Entre os que não fumavam, a taxa era de 60%.

A pesquisa foi publicado nessa quarta-feira (23/11), no The Journal of the American Dental Association.

Cuidados para a prevenção

O líquido usado no cigarro eletrônico tem consistência pegajosa e fica grudado nos dentes após a inalação. A substância também é capaz de alterar o microbioma da boca, tornando o ambiente perfeito para a proliferação de bactérias causadoras de cáries.

Metrópoles

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Covid-19

PAXLOVID: Remédio contra Covid-19 será distribuído gratuitamente em 51 cidades da PB; Veja lista

Paxlovid medicamento Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), informou que o medicamento Paxlovid, antiviral autorizado esta semana pela Agência Nacional de Viglância Sanitária (Anvisa) para tratar a Covid-19 em casa, será distribuído gratuitamente em 51 cidades da Paraíba. Veja lista de cidades ao final da matéria.

 

A nota explica que “o medicamento foi incorporado para tratamento de pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19, com sintomas leves a moderados (não graves), que não requerem uso de oxigênio suplementar, independentemente da condição vacinal e com risco aumentado de progressão para Covid-19 grave”.

O medicamento será disponibilizado primeiramente para imunocomprometidos a partir dos 18 anos e para pessoas sem comorbidades a partir dos 65 anos de idade. Para ter acesso, o paciente deve apresentar exame positivo para Covid-19 por teste rápido de antígeno (exceto autoteste) ou teste de biologia molecular; estar entre o primeiro e o quinto dia de sintomas, apresentar quadro clínico leve ou moderado e não requer uso de oxigenação suplementar.

Como ter acesso ao tratamento?

De acordo com a nota da Secretaria de Saúde, o medicamento será oferecido nas Unidades de Assistência Farmacêutica dos Municípios.

Para solicitação do medicamento deverá ser encaminhado o Formulário Médico Obrigatório de Solicitação de Nirmatrelvir/Ritonavir – NMV/r para o tratamento de Covid-19 (modelo do Ministério da Saúde), completamente e corretamente preenchido pelo médico solicitante, e assinado pelo paciente e/ou responsável.

Serão solicitados exames que comprovem a indicação do tratamento e também de avaliação das funções hepáticas.

Caso o processo esteja de acordo com todos os critérios exigidos pelo Ministério da Saúde, o profissional farmacêutico deve realizar a dispensação do medicamento pelo Sistema Hórus.

O fluxo de atendimento às solicitações se dará de segunda a sexta-feira, no horário de funcionamento das Unidades de Assistência Farmacêutica dos Municípios.

Cidades onde medicamento será distribuído

  • Alagoa Grande
  • Alhandra
  • Aparecida
  • Araçagi
  • Assunção
  • Baía da Traição
  • Bayeux
  • Belém
  • Cabedelo
  • Caiçara
  • Cajazeiras
  • Caldas Brandão
  • Campina Grande
  • Capim
  • Catolé do Rocha
  • Conde
  • Coremas
  • Cruz do Espírito Santo
  • Esperança
  • Fagundes
  • Guarabira
  • Itabaiana
  • Itapororoca
  • Itatuba
  • João Pessoa
  • Lagoa de Dentro
  • Logradouro
  • Mamanguape
  • Marcação
  • Monteiro
  • Natuba
  • Nova Floresta
  • Patos
  • Pedras de Fogo
  • Pedro Régis
  • Piancó
  • Pilar
  • Pitimbu
  • Pombal
  • Queimadas
  • Rio Tinto
  • Santa Rita
  • São José de Piranhas
  • São José dos Ramos
  • São Sebastião de Lagoa de Roça
  • Sapé
  • Serra da Raiz
  • Sertãozinho
  • Sobrado
  • Solânea
  • Umbuzeiro

Portal Correio

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Covid-19

UFPB recomenda uso de máscaras na instituição após alta de casos da Covid-19

A Comissão de Biossegurança Institucional (CBI) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) emitiu, na noite desta terça-feira (15), ofício junto a toda comunidade acadêmica (discentes, docentes, técnicos-administrativos e colaboradores das empresas terceirizadas), para reforçar a recomendação para o uso de máscaras nos ambientes fechados, a frequência na higienização das mãos com água e sabão ou com álcool antisséptico 70%, isolamento de casos suspeitos e confirmados de covid-19, além da atualização do esquema de vacinação.

Conforme a nota, tais atitudes são importantes para saúde de todos, considerando o aumento do número de casos notificados nas últimas semanas.

Leia a nota na íntegra

Recomendações e medidas de biossegurança

A Comissão de Biossegurança Institucional (CBI), junto a toda comunidade acadêmica (discentes, docentes, técnicos-administrativos e colaboradores das empresas terceirizadas), vem reforçar a recomendação ao uso de máscaras nos ambientes fechados, a frequência na higienização das mãos com água e sabão ou com álcool antisséptico 70%, isolamento de casos suspeitos e confirmados de covid-19, além da atualização do esquema de vacinação. Tais atitudes são importantes para saúde de todos, considerando o aumento do número de casos notificados nas últimas semanas, conforme NOTA TÉCNICA Nº 16/2022-CGGRIPE/DEIDT/SVS/MS.

Blog do BG PB

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Brasil

COVID-19: Idosos e atrasados da vacina são maioria entre os hospitalizados, dizem médicos

Foto: Tiago Queiroz

Nesta nova onda da Covid-19, a maioria dos hospitalizados é idosa, imunossuprimida (paciente transplantado, oncológico etc) ou está com a vacina atrasada – não tomou nenhuma dose ou estão pendentes as injeções de reforço (3ª e 4ª), segundo médicos de São Paulo ouvidos pelo Estadão. A baixa adesão ao reforço vacinal e a circulação de novas subvariantes da Ômicron estão entre os principais motivos para a volta da doença.

“O que sabemos dessa subvariante é que ela transmite mais, infecta mais”, afirma a professora Ludhmila Hajjar, intensivista do Hospital Vila Nova Star, unidade particular na zona sul de São Paulo. “As pessoas que estão internadas atualmente são majoritariamente idosas”, afirma ela.

”Entre os internados há pessoas com esquema vacinal incompleto – com apenas duas doses principalmente – ou que não foram vacinadas”, relata Carla Kobayashi, infectologista do Sírio-Libanês. O perfil dos hospitalizados, acrescenta a médica, inclui ainda idosos com comorbidades ou doenças graves.

Cerca de 69 milhões de brasileiros já poderiam ter tomado a 3ª dose do imunizante e não foram aos postos de saúde. O balanço foi divulgado pelo ministro da área, Marcelo Queiroga, nos fins de semana.

A infectologista Raquel Stucchi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), tem relato semelhante ao das colegas. “Os idosos e os imunocomprometidos já têm um tempo longo desde que completaram a vacinação com respectivamente quatro e cinco doses. Por isso, seria urgente que já tivemos um planejamento para uma outra dose adicional, que preferencialmente deveria ser feita com a vacina bivalente”, defende.

Vacina de 2ª geração é aposta no exterior

Para frear o avanço das novas variantes da Ômicron, outros países, como Estados Unidos e alguns europeus, começaram a aplicar uma versão mais atual da vacina contra covid-19. Chamada bivalente, a proteção é fabricada pela Pfizer e é eficiente contra várias cepas de uma vez só: protegem, segundo a empresa, contra as versões BA.1, BA.4 e BA.5 da Ômicron.

Ainda não há previsão para a chegada do imunizante mais protetivo ao País. A Pfizer requisitou o uso emergencial da vacina à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em outubro. Na semana passada, o órgão federal informou que estão em fase final de análise pela área técnica, mas ainda não há data para a deliberação.

Estadão

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Saúde

GORDINHOS PARA SEMPRE: Casais que vivem juntos por mais de um ano dobram o risco de engordar, revela estudo

Se as coisas vão bem, a vida a dois é como uma pizza: você engorda, não importa a hora que coma. Alguns estudos até indicam que a felicidade significa mais ganho de peso. Se as coisas derem errado, parece que podemos perder aqueles quilos extras na expectativa de “voltar ao mercado”.

Especialistas alertam que estudar o ganho de peso dos casais é um assunto particularmente difícil. Por um lado, geralmente há dados insuficientes sobre o consumo de alimentos a dois — nos ensaios apenas um de seus membros costuma participar a finco. Também não é fácil para os pesquisadores coletar informações sobre os hábitos que cada um tinha antes do relacionamento. Por fim, com a convivência costumam vir outros eventos vitais, como uma mudança de bairro, um novo emprego, outros amigos ou uma vida mais sedentária. Difícil calcular qual deles pode ser decisivo no ganho de peso.

Mas é possível chegar bem perto. Um dos primeiros estudo que associou a vida de casal ao ganho de peso foi publicado na revista Obesity. De acordo com os resultados, quanto mais tempo uma mulher passa em um relacionamento estável, mais quilos ela ganha. Para os homens, esse risco disparou nos dois primeiros anos de convivência e depois se estabilizou, mas as mulheres, alguns anos após começarem a viver juntos como casal, já dobravam o risco de obesidade em comparação com aquelas que ainda eram solteiras ou namoravam alguém.

A endocrinologista Ana de Hollanda, coordenadora da área de Obesidade da Sociedade Espanhola de Endocrinologia e Nutrição (GOSEEN), dá sua opinião sobre esse trabalho.

“O estudo mostrou que casais que começaram um relacionamento tinham tendência a ganhar peso, especialmente se a coabitação durou mais de um ano. É provável que uma situação mais estável facilite o ganho de peso, pois não estão procurando um parceiro. Provavelmente, o aumento da responsabilidade nos compromissos conjugais atrelado ao aumento da carga de trabalho, sedentarismo e estresse também podem explicar essas mudanças no peso.”

Para os autores era impossível apontar um único culpado. Em vez disso, eles indicaram uma série de mudanças na vida: horários e logística mais complicados que impossibilitavam dedicar tempo aos esportes ou a um estilo de vida mais ativo, mais refeições em restaurantes com amigos e mais tempo no sofá assistindo TV. Acima de todos esses fatores paira uma característica do ser humano: comer em boa companhia nos deixa eufóricos, então se estamos com alguém que come mais do que nós, provavelmente nos servimos porções maiores do que quando estamos sozinhos.

“Casal pede mais delivery para comer em casa”, confirma a nutricionista especialista em transtornos do comportamento alimentar e obesidade, Azahara Nieto. “E costumam pedir coisas que não são feitas em casa: pizza, hambúrguer, comida chinesa, sushi… tudo muito calórico” acrescenta.

O nutricionista Pablo Zumaquero, que acabou d epublicar o livro ‘Na segunda-feira já começo a dieta’ explica o porquê morar junto do companheiro é capaz de modificar os hábitos de alimentação.

“Diga-me com quem você mora e eu lhe direi como você come. O Junk food é mais agradável e se há um no casal que quer se cuidar e o outro não, o mais comum é que os maus hábitos vençam. Por outro lado, quando as pessoas vão morar juntas, as preocupações estéticas diminuem. Todo o peixe já está vendido.”

Para o especialista, o descontrole começa pelo lanche. “Pegue um vinho com batatas fritas como aperitivo ou assista a um filme da Netflix com sorvete e alguns biscoitos.”

Em 2016, outro teste mostrou que quanto mais feliz um casal era, mais gordos ficavam. Quem estava chateado ou prestes a sair de um relacionamento começou a lutar contra o excesso de peso, antes mesmo de pronunciar o clássico “precisamos conversar”. A pesquisa confirmou que casais que viviam juntos há mais de quatro anos dobravam o risco de excesso de peso em comparação com aqueles que não se sentiam muito à vontade com o relacionamento. Ao longo de quatro anos, os felizes ganharam em média quatro quilos.

“É um indicador de que as pessoas estão confortáveis ​​e priorizam o bem-estar sobre questões estéticas e físicas. Os menos felizes já estão motivados a sair no mercado e querem atrair um novo parceiro em potencial, então investem novamente na academia e cuidam mais da alimentação”, explica a professora de Psicologia da Hofstra University, e um dos coautores do estudo, Sarah Novak.

O ‘boicote’ do casal

Em casais é comum haver boicote. É assim que os nutricionistas entrevistados para esta reportagem chamam alguém que vai ao supermercado e compra tudo o que o outro não quer comer, ou alguém que insiste que faça duas refeições, porque não gosta de verduras, por exemplo.

“Na minha experiência, os boicotadores geralmente são homens, as mulheres são mais empáticas e facilitadoras, e estão mais acostumadas a cuidar da alimentação; é mais difícil para eles se adaptarem”, diz Azahara Nieto.

Em suas consultas, Pablo Zumaquero vê um padrão se repetir. Homens que comem mal e são ativos e mulheres que comem melhor, mas são sedentárias.

“Elas estão acostumadas a fechar a boca e a estar sempre de dieta. Os homens acreditam que não tem problema ir as vezes à academia.”

Zumaquero tem o hábito de iniciar suas consultas com uma pergunta: O que seu parceiro acha de você vir aqui? Segundo ele, as mudanças devem ser acordadas entre os três — médico e o casal.

“Sim, porque as mudanças têm que ser acordadas entre os três, eles e eu, e tenho que saber se estou pisando em terreno hostil. É muito difícil um casal fazer dieta”, diz a nutricionista, que prefere não recomendar mudanças muito radicais para evitar a rejeição.

A endocrinologista e nutricionista do Hospital Clínic de Barcelona, Ana de Hollanda, afirma que quando uma família faz dieta e emagrece, há um “contágio” para os demais que não foram submetidos a nenhuma dieta.

“Há dados espanhóis que comprovam isso. Se temos amigos que praticam esportes ou são obesos, é mais provável que também pratiquemos esportes ou sejamos obesos. Por isso, as intervenções para todo o grupo familiar podem ter um alcance maior do que as individuais.”

“O bom e o ruim se espalham e os hábitos são reeducados”, resume Nieto e alerta que nada será alcançado se as mudanças no estilo de vida não forem mantidas por mais de seis meses ou um ano. Outra questão é se os casais felizes querem deixar de ser felizes por perder alguns quilos.

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Brasil

Cervejas podem contribuir com a prevenção do Alzheimer, diz novo estudo

Uma das bebidas mais populares e antigas do mundo, a cerveja, pode causar diversos problemas se usada em excesso, entretanto, um novo estudo, publicado recentemente na revista ACS Chemical Neuroscience, mostra que produtos químicos extraídos das flores de lúpulo, responsáveis pelo amargor e aroma à cerveja, podem inibir a aglomeração de proteínas beta amiloides, que está associada à doença de Alzheimer.

Os pesquisadores criaram e caracterizaram extratos de quatro variedades comuns de lúpulo usando um método semelhante ao usado no processo de fabricação de cerveja. Em testes, eles descobriram que os extratos tinham propriedades antioxidantes e poderiam impedir que as proteínas beta amiloides se aglutinassem nas células nervosas humanas. O extrato de maior sucesso foi do lúpulo Tettnang, encontrado em muitos tipos de cervejas.

Quando esse extrato foi separado em frações, aquele contendo um alto nível de polifenóis mostrou a atividade antibiótica e inibidora de agregação mais potente. Também promoveu processos que permitem que o corpo elimine proteínas neurotóxicas mal dobradas.

Por fim, a equipe testou o extrato de Tettnang em um modelo de verme microscópico e descobriu que o protegia de paralisias relacionadas ao Alzheimer.

O Globo

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Covid-19

Bebês a partir dos seis meses podem se vacinar contra a Covid-19 nesta segunda em JP

Nesta segunda-feira (14), além das unidades de saúde da família (USF) e policlínicas municipais, as vacinas contra a Covid-19 também podem ser administradas no Centro de Imunização, localizado na Torre a partir das 8h. Já o Shopping Mangabeira, que conta com um ponto fixo de apoio no estacionamento, funciona no período das 13h às 22h e está vacinando com todas as vacinas de campanha e de rotina.

Podem receber as vacinas contra a Covid-19 o público a partir de seis meses de idade com comorbidade (1ª dose); três anos de idade (1ª dose); além das segundas doses da Coronavac (28 dias após a primeira), Pfizer (60 dias), Astrazeneca (90 dias) e Janssen. A vacina Coronavac está sendo ofertada apenas na Policlínica Municipal de Mangabeira, enquanto a rede municipal aguarda novas remessas do imunizante do Governo Federal.

Já a terceira dose está disponível ao público 12+ (120 dias após a segunda dose), imunossuprimidos (28 dias) e trabalhadores de saúde (120 dias); e a quarta dose é voltada ao público de 30 e 39 anos, que recebeu a terceira dose há pelo menos 120 dias.

“Para crianças de 3 e 4 anos estamos aguardando a reposição do Ministério da Saúde com novas remessas da Coronavac, que é produzida pelo Instituto Butantan. A Pfizer pode ser utilizada em crianças a partir de 5 anos e nesta segunda, a Prefeitura recebeu novos imunizantes específicos destinadas a crianças a partir de seis meses de idade a 2 anos, ampliando e garantindo a proteção da população”, explicou Fernando Virgolino, chefe da Seção de Imunização da Prefeitura.

“Assim que recebermos os novos lotes de imunizantes da Coronavac, faremos comunicado, com divulgação ampla com objetivo de promover e garantir o cuidado preventivo desse grupo em especial”, completou o coordenador.

O Ministério da Saúde (MS) recomenda que as vacinas contra a Covid-19 podem ser administradas simultaneamente com os imunizantes do calendário vacinal.

G1

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Covid-19

Secretaria do Ministério da Saúde recomenda uso de máscara após avanço da Covid

Em nota técnica divulgada neste sábado (12), a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios a retomada do uso de máscara e a higienização frequente das mãos com álcool em gel ou água e sabão.

O órgão ressalta que a medida deve ser seguida principalmente “por indivíduos com fatores de risco para complicações da covid-19 (em especial imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com múltiplas comorbidades)”. Também devem ser levadas em consideração as pessoas que tiveram contato com casos confirmados de Covid-19 e quem frequentar locais fechados e mal ventilados, com aglomeração e serviços de saúde.

A orientação é feita após o número de novos casos de Covid-19 encerrar a semana com alta de 134% em relação ao dias anteriores, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

De 6 a 12 de novembro, o país registrou 61.564 infecções pelo coronavírus. Nos 7 dias anteriores, de 30 de outubro até o dia 5 deste mês, foram contabilizadas 26.304 contaminações.

O total de mortes causadas pela Covid-19 também subiu, mas em um ritmo menor. Foram 312 óbitos na semana encerrada neste sábado, contra 251 do período anterior. Alta de 24,3%.

Metrópoles

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Brasil

Marcelo Queiroga faz apelo após avanço da Covid-19 no país: “Busquem as salas de vacinação”

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um apelo neste sábado (12) para que a população brasileira busque as salas de vacinação espalhadas pelo país,  após o Brasil registrar um aumento no número de casos de Covid-19. Nas redes sociais, o paraibano lembrou dos brasileiros que ainda não tomaram nem a primeira dose do imunizante.

“Quero lembrar também que mais de 69 milhões de brasileiros não tomaram a primeira dose de reforço contra a Covid-19. Já 32,8 milhões de pessoas poderiam ter recebido a segunda dose de reforço contra a doença, mas ainda não se vacinaram.” lembrou.

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