Covid-19

JP amplia vacinação contra Covid-19 para crianças a partir de seis meses sem comorbidades

A Prefeitura de João Pessoa informa que a partir desta segunda-feira (2), pais e responsáveis de crianças a partir de seis meses de idade a menores de um ano, com e sem comorbidades, podem levar seus filhos para tomar a primeira dose do imunizante que previne contra Covid-19. O número Disque Vacina vai continuar atendendo para realização de agendamentos apenas de crianças com comorbidades e acamadas, restritas aos leitos.

Para este novo grupo, a referência de vacinação será o ponto fixo instalado no Mangabeira Shopping, que funciona no período das 13h às 22h de segunda a sexta-feira, e aos sábados, das 8h às 16h. As demais salas de vacina, distribuídas em toda cidade de João Pessoa, seguem, ofertando normalmente todos os imunizantes de campanha e de rotina, garantindo a assistência preventiva.

Vacina segura – Em relação à vacinação de crianças no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou no dia 16 de setembro de 2022, a ampliação do uso da vacina Pfizer para imunização contra Covid-19 em crianças entre 6 meses e 2 anos de idade. Para esta avaliação, a Agência contou com a consulta e o acompanhamento de um grupo de especialistas, que teve acesso aos dados dos estudos e resultados apresentados pelo laboratório.

Para este novo grupo, o esquema primário é composto com três doses, em que as duas doses iniciais devem ser administradas com quatro semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose administrada pelo menos oito semanas após a segunda dose para esta faixa etária.

Documentação para crianças – No momento da vacinação, é necessário apresentar um documento oficial ou certidão de nascimento da criança e cartão SUS.

Disque vacina – No caso de dúvida ou para mais informações os usuários também podem ligar para o ‘Disque Vacina’, pelos números 98600-4815 e 98699-2917, que funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Ainda, estes números seguirão fazendo agendamentos para vacinação domiciliar de crianças e adultos acamados, restritos aos leitos.

Locais para vacinação em João Pessoa nesta segunda-feira (2):

Crianças a partir dos seis meses a menores de 1 anos (sem agendamento)
1ª dose: Pfizer
– Mangabeira Shopping (pedestres) – 13h às 22h

Crianças a partir dos 3 e 4 anos (sem agendamento)
1ª dose: Coronavac
2ª dose: Coronavac (28 dias)
– USF Integrada Cruz das Armas I – 7h às 11h e 12h às 16h
– Policlínicas (Mandacaru, Cristo, Mangabeira e das Praias) – 8h às 16h
– Centro Municipal de Imunização (Torre) – 8h às 16h
– Mangabeira Shopping (pedestres) – 13h às 22h

Crianças a partir dos 5 a 11 anos (sem agendamento)
1ª dose: Pfizer
2ª dose: Pfizer (60 dias)
– Policlínicas (Mandacaru, Cristo, Mangabeira e das Praias) – 8h às 16h
– Centro Municipal de Imunização (Torre) – 8h às 16h
– Mangabeira Shopping (pedestres) – 13h às 22h

A partir de 12 anos (sem agendamento)
1ª dose: 12+
2ª dose: Janssen, Astrazeneca (90 dias) e Pfizer (60 dias)
3ª dose: 12+ (após 120 dias da 2ª dose); imunossuprimidos (após 28 dias da 2ª dose); e trabalhadores de saúde (após 120 dias da 2ª dose)
4ª dose: 30+ (após 120 dias da 3ª dose); trabalhadores de saúde (após 120 dias da 2ª dose); imunossuprimidos (após 120 dias da 3ª dose)
– Salas de vacinas nas USFs*– 7h às 11h e das 12h às 16h
– Mangabeira Shopping (drive e pedestres) – 13h às 22h

Vacinação Domiciliar
– Exclusivamente para crianças com comorbidades e restritas ao leito – acamados
Agendamento pelos números: (83) 98600-4815 e 3212-3371
Horário: 8h às 16h

*exceção das USFs: Ilha do Bispo, Alto do Céu II, Mandacaru VIII, Jardim Planalto, Rosa de Fátima, Cruz das Armas IV, Jardim Saúde e Vieira Diniz.

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Saúde

Samu-JP divulga mais dois números para a população acessar serviço

Samu-JP disponibiliza dois novos números para populaçãoA Secretaria Municipal de Saúde (SMS) está ampliando o acesso ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Regional João Pessoa (Samu-JP). Para isso, estão sendo disponibilizados dois números de telefone para que a população possa acionar o serviço, além do número 192. Os números (83) 98145-6010 e (83) 98208-1422 passam a funcionar a partir deste sábado (31).

“Nossa preocupação em cuidar da saúde da população acontece o ano inteiro e ofertar formas da população ter um maior acesso a esse cuidado é nosso dever, diante disso, decidimos ampliar as formas de acesso ao nosso serviço móvel de urgência. Mas é importante reforçar que a principal forma de acionar o Samu segue sendo através do 192 e a população deve ligar para os novos números caso não consiga o contato através da central”, destaca a diretora de atenção à saúde, Alline Grisi.

Os números (83) 98145-6010 e (83) 98208-1422 poderão ser acionados apenas por ligação, não funcionando como WhatsApp. Assim como o número 192, receberão chamados 24h por dia.

Quando chamar o Samu – O Samu atende diversas ocorrências, como urgências traumatológicas, psiquiátricas, obstétricas, pediátricas e clínicas, a exemplo de intoxicação, queimaduras graves, trabalho de parto com risco para a mãe ou para o bebê, quedas e crises convulsivas. Sempre que este tipo de urgência acontecer, o serviço deve ser acionado de imediato.

De acordo com o Núcleo de Educação Permanente (NEP) do Samu, um atendimento é considerado socorro quando as ambulâncias e motolâncias são despachadas para atender uma ocorrência. Já a orientação acontece quando um usuário faz um chamado e, como o caso não é grave, o médico da equipe faz o atendimento por telefone.

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Paraíba

João Pessoa encerra 2022 como a primeira capital a ultrapassar meta de vacinação de crianças

João Pessoa encerra o ano sendo a primeira Capital no Brasil a atingir e ultrapassar a marca determinada pelo Ministério da Saúde (MS) de cobertura vacinal contra Poliomielite, imunizando 41.210 crianças menores de cinco anos.

O trabalho continua com a aplicação de outras vacinas do calendário normal e também da Covid-19. Ainda perto de completar dois anos da Campanha de vacinação contra esse vírus, iniciada em janeiro de 2021, a Prefeitura de João Pessoa já garantiu a prevenção de milhares de pessoas com a aplicação de 2.386.080 de doses contra a Covid-19. Deste total, foram 819.283 doses da D1, 777.966 da D2, 628.396 da D3, sendo 99,21% da população geral que tomou a primeira dose e 94,21% da população totalmente vacinada.

Para as crianças de 5 a 11 anos foram aplicadas 124.513 doses do imunizante, correspondente a primeira e segunda dose. A campanha foi ampliada para crianças a partir de seis meses de idade com comorbidade e a prevenção segue garantindo o cuidado nos serviços de saúde com objetivo de criar um bloqueio sanitário e prevenir a população contra vírus, que está em circulação.

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Brasil

Qualidade de sono das mulheres é pior que a dos homens, indica estudo

Insônia, quarentena, pandemia, coronavírus, covid 19

Apesar de dormirem, em média, cerca de 12 minutos a mais do que os homens, a qualidade do sono das mulheres é pior do que a dos homens. A informação é do Instituto do Sono, que cita estudos norte-americanos.

Normalmente a duração do período de repouso nos adultos varia entre 7 e 8 horas por noite. Na análise da ginecologista e pesquisadora do Instituto do Sono, Helena Hachul, a pior qualidade de sono das mulheres está relacionada a alterações hormonais e sobrecarga de tarefas, como atividades profissionais e cuidados com a família.

A pesquisadora explica que sono fragmentado, insônia, sono insuficiente, má percepção de sono e apneia obstrutiva do sono estão entre os problemas mais comuns para as mulheres. Parte desses distúrbios é causada por mudanças hormonais que ocorrem na adolescência, nos ciclos menstruais, na gestação e na menopausa.

Além disso, aspectos sociais contribuem para a piora do sono feminino, já que as mulheres realizam praticamente o dobro de trabalhos domésticos do que os homens e passam duas vezes mais tempo cuidando dos filhos.

“Essa sobrecarga de tarefas, somada muitas vezes às atividades profissionais, resultam em privação de sono. É preciso ver se ela é casada, tem filhos, conta com suporte familiar e trabalha fora. A rotina com múltiplas tarefas e as variações hormonais inerentes ao gênero feminino levam a mulher a precisar de mais tempo de sono. Além disso há o risco aumentado para insônia, que chega a ser 40% superior em comparação ao gênero masculino”, diz Helena.

Fases da vida e hormônios

Segundo Helena, as mulheres na idade reprodutiva tem na primeira metade do ciclo menstrual predomínio de estrogênio e, na segunda, predomínio de progesterona.

“Com isso há as alterações na qualidade do sono que são piores no período pré-menstrual, principalmente se essa mulher tiver Tensão Pré-Menstrual. Há mulheres que têm insônia e outras que têm excesso de sono”.

Outra questão está relacionada a um distúrbio hormonal, o ovário policístico. Esta é uma patologia na qual a mulher tem diversos cistos no ovário que ocasionam a irregularidade menstrual e muitas vezes aumento de hormônio masculino.

“As mulheres que tem ovário policístico têm alterações metabólicas e do ponto de vista de sono apresentam mais ronco e apneia, piorando a qualidade do sono que fica fragmentado”.

A gestação e o pós-parto também contribuem para a baixa qualidade de sono da mulher, variando de acordo com o trimestre pelo qual está passando. No primeiro trimestre é mais comum que haja mais sonolência diurna, no segundo já há maior tranquilidade.

“No terceiro trimestre o sono é fragmentado por conta do aumento do volume abdominal e do tamanho do bebê. Nesse período as interrupções são mais frequentes, podendo haver mais insônia e apneia”.

Helena ressaltou que na menopausa, que marca o final do período reprodutivo, pelo menos 60% das mulheres relata insônia. Neste período há a ausência dos hormônios, o que leva à baixa do estrogênio, causando o aumento das ondas de calor e consequentemente à interrupção do sono.

“Mais de 60% das mulheres na menopausa apresentam insônia e a cada centímetro da cintura que aumenta com a menopausa, aumenta em 5% o risco da mulher ter apneia na pós-menopausa”, explicou a médica.

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Saúde

ALERTA: Casos confirmados de Mpox na Paraíba sobem para 104, diz Saúde

50 perguntas e respostas sobre monkeypox, a Mpox
Subiu para 104 o número de casos confirmados de mpox na Paraíba, conforme informou a Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta sexta-feira (16). Até então, o estado tinha 103 casos da doença registrados.

O termo “mpox” foi escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como sinônimo para “varíola dos macacos”, após o órgão receber reclamações de que o nome atual da doença é racista e estigmatizante.

Em todo o estado, também existem três casos considerados prováveis, outros 16 são suspeitos e 491 já foram descartados. A Paraíba ainda não registrou mortes causadas pela doença.

Os pacientes com casos confirmados moram nos municípios de Barra de São Miguel, Bayeux, Cabedelo, Campina Grande, Conde, João Pessoa, Logradouro, Mamanguape, Manaíra, Mari, Patos e São Bento.

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Paraíba

Dengue deve bater recorde de mortes no país; Epidemia pode avançar sobre o Nordeste

O Brasil deve bater o recorde anual de mortes por dengue em 2022. Até o boletim mais recente do Ministério da Saúde, de 5 de dezembro, foram 978 óbitos – número superior à soma dos dois anos anteriores. Desde que as epidemias do vírus ressurgiram no Brasil, na década de 1980, o recorde é de 2015, quando 986 pessoas morreram pela doença.

“Temos hoje o ano que ficará marcado na história da dengue no Brasil como o pior ano, seja no número de casos ou de óbitos. Muito provavelmente ultrapassaremos a marca de 1.000 mortes no país. Dengue mata: é a principal mensagem que se deve passar à população”, aponta Alexandre Naime, vice-presidente da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia).

Tão crítico é o cenário que a SBI emitiu, no mês passado, um alerta nacional devido aos altos números de mortes e casos – também próximos do recorde brasileiro.

“Que tenhamos urgência para a adoção medidas preventivas contra a dengue para alterar esse quadro preocupante para a saúde pública e que sejam ações efetivas a longo prazo, escreve o órgão.

Segundo Alexandre Naime, parte considerável desse aumento nos casos e mortes se deve à falta de medidas de prevenção em âmbitos federal, estaduais e municipais.

Vírus deve avançar sobre a região Nordeste

Entre as regiões que podem ser mais afetadas nos próximos anos, os especialistas ouvidos pela reportagem citam o litoral brasileiro, de modo geral, o Centro-Oeste, o Norte e, principalmente, o Nordeste.

Isso se deve ao aspecto cíclico da doença, já que a região não sofreu epidemias mais intensas recentemente – este ano, foi a quarta região menos atingida entre as cinco – e há uma nova variante em circulação, que ainda não atingiu os estados nordestinos.

R7

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Brasil

Anvisa alerta sobre risco de miocardite e pericardite pós-vacinação

A Anvisa informa que os Estados Unidos (EUA) relataram a ocorrência de casos de miocardite (inflamação do músculo cardíaco) e de pericardite (inflamação do tecido que envolve o coração) após a vacinação contra Covid-19 com imunizantes de plataforma de RNA mensageiro (RNAm), como as vacinas da Pfizer e da Moderna. Dessas duas, apenas a Pfizer está registrada pela Anvisa para uso no Brasil, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde.

Uma análise da agência reguladora norte-americana (Food and Drug Administration – FDA) sugere que há riscos aumentados para a ocorrência de miocardite e pericardite, particularmente após a aplicação da segunda dose das vacinas. Os sintomas – dor no peito, falta de ar, palpitações ou alterações de batimentos cardíacos – surgem alguns dias após a vacinação.

Até o momento, não há relato de casos dessas complicações pós-vacinação no Brasil. Para a Anvisa, a situação indica necessidade de uma maior sensibilização por parte dos serviços e profissionais de saúde para o adequado diagnóstico, tratamento e notificação de casos. A identificação precoce de sintomas e a adoção de tratamento oportuno são aspectos fundamentais para uma melhor evolução clínica de pacientes com quadro de miocardite e pericardite.

A Agência esclarece que o risco de ocorrência desses eventos adversos é baixo, mas recomenda aos profissionais de saúde que fiquem atentos e perguntem às pessoas que apresentarem sintomas se elas foram vacinadas, especialmente com a vacina da Pfizer.

Portanto, a Anvisa orienta aos vacinados com o imunizante da Pfizer que procurem atendimento médico imediato se tiverem sintomas como dor no peito, falta de ar e palpitações. Além disso, orienta os profissionais de saúde e os cidadãos a notificarem imediatamente casos suspeitos à Agência.

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Saúde

Marcelo Queiroga diz que SUS vai incorporar Zolgensma, remédio mais caro do mundo

Criança com AME recebe o Zolgensma, dose única aplicada por meio de uma sonda - Divulgação

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga anunciou neste sábado (3) que o Zolgensma será incorporado ao rol de medicamentos do Sistema Único de Saúde. O remédio é considerado o mais caro do mundo por custar cerca de R$ 6,4 milhões e deverá ser aplicado em crianças com atrofia muscular espinhal, a AME.

“Trago boa notícia! O Onasemnogeno Abeparvoveque (Zolgensma), usado para o tratamento da Atrofia Muscular Espinhal, AME, recebeu da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias em Saúde, Conitec, parecer favorável para incorporação ao SUS, mediante acordo de acesso gerenciado”, disse Queiroga.

A incorporação será feita após parecer favorável da Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias em Saúde). Inicialmente, o colegiado havia dado uma recomendação desfavorável à inclusão do medicamento, mas reviu a posição após o envio de informações pela farmacêutica Novartis, que produz o remédio.

Na ocasião, o colegiado argumentou que devido à complexidade do tema, era preciso um “documento robusto” para verificar a viabilidade de incorporação do Zolgensma ao sistema de saúde. Além dele, há outras duas opções para pacientes com AME: Nusinersena e Risdiplam, ambos de uso contínuo e já incorporados ao SUS.

A atrofia muscular espinhal é uma doença rara, degenerativa e passada de pais para filhos.

– É caracterizada pela interferência na produção de proteína essencial para a sobrevivência de neurônios motores

– Por consequência, o paciente pode sofrer com atrofia dos músculos e dificuldade em realizar movimentos, como engolir alimentos ou respirar.

– A doença varia do grau 0 (antes do nascimento) ao 4 (segunda ou terceira década de vida), a depender do comprometimento dos músculos e da idade em que surgem os primeiros sintomas

A AME não tem cura mas tem tratamento: hoje há duas medicações de uso contínuo incorporados ao SUS: Nusinersena e Risdiplam

“Esta é uma luta de muitos pais e de todos nós. Fico feliz em dar uma resposta tão importante. A AME é uma doença muito rara, degenerativa, que afeta o neurônio motor, responsável por gestos voluntários vitais para o corpo humano, como respirar, engolir e se mover”, disse Queiroga.

UOL

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Paraíba

ALERTA: Inca prevê mais de 3 mil casos de câncer de pele, na Paraíba em 2023

Câncer de pele | Drauzio Varella
Dos 706 mil novos casos de câncer que devem surgir no Brasil entre 2023 e 2025, cerca de 31,3% são de câncer de pele não melanoma. A estimativa é do Instituto Nacional de Câncer (Inca), que prevê ainda 3.320 casos da doença na Paraíba para o próximo ano. Com a chegada iminente do verão, o cuidado com a exposição solar deve ser ainda maior.

Segundo os especialista, algumas pessoas devem ter mais atenção na prevenção ao câncer – quem tiver pele clara, casos na família de câncer de pele, além de quem se expõe com mais frequência ao sol – seja para lazer ou trabalho.

Isso porque, apesar de ser importante para a saúde, o sol em excesso pode causar danos à pele. Quando os raios ultravioleta atingem a pele, são capazes de alterar as células e causar envelhecimento precoce, lesões nos olhos e câncer de pele.

O cuidado simples e já muito divulgado: o uso regular do protetor solar. A fórmula, que bloqueia os efeitos dos raios solares na pele, é a principal ferramenta na prevenção deste tipo de câncer.

Ele deve ser usado todos os dias; sendo aplicado de manhã e no horário de almoço. Quando for à praia, piscina, ou em atividades ao ar livre, o protetor deve ser aplicado de duas em duas horas. Chapéu e óculos de sol também são recomendados nessas programações.

A partir dos seis meses de idade, a criança também já pode utilizar o produto. Para aumentar a proteção da pele, o indicado pelo médico é que as pessoas evitem se expor entre 10h às 16h, horário em que o sol é mais intenso, podendo causar queimaduras e desconfortos.

Alerta – O especialista pede que as pessoas se atentem às manchas ou sinais na pele que tenham dificuldade de cicatrização; pintas que mudaram de formato e tamanho e lesões que sangram. A consulta ao dermatologista direciona o tratamento, além de ser capaz de identificar marcas que podem ser ignoradas pelo paciente.

Tipos de câncer de pele – Os principais tipos de câncer são o carcinoma espinocelular e o carcinoma basocelular, que são ‘não melanoma’, e o melanoma. O último é o considerado mais grave, pois pode se espalhar para outras partes do corpo e ainda apresenta alta taxa de mortalidade.

Paraíba

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Saúde

ALERTA: Casos de dengue aumentam na PB; Estado mobiliza municípios para dia D contra doença, nesta sexta-feira

Dengue: sintomas, causas, tratamento e prevenção – Centro Médico BH
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realiza nesta sexta-feira (2) uma mobilização para conscientizar a população a respeito do combate ao mosquito Aedes aegypt, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

O marco da ação será no município de Alhandra, às 9h na praça central da cidade, como parte da Semana Estadual de Mobilização para Prevenção das Arboviroses com a distribuição de materiais educativos.

De acordo com o último Boletim Epidemiológico da SES, foram registrados 27.755 casos prováveis de dengue, e referentes à chikungunya foram notificados 18.851 casos prováveis.

Para a doença aguda pelo vírus zika foram notificados 618 casos prováveis. Totalizando as três arboviroses, a Paraíba registra 47.224 casos prováveis no ano de 2022.

Quando comparado ao boletim do mês de outubro, percebe-se um aumento de 840 casos novos de chikungunya e dengue.

O levantamento aponta ainda que a faixa etária com maior predominância é entre 20 a 29 anos com 10,4% (5.245) do sexo feminino. Para chikungunya, observa-se que a faixa etária com maior predominância é entre 40 a 49 anos com 7,9% (3.309) do sexo feminino. E para zika, a faixa etária com maior predominância é entre 20 a 29 anos com 16,2% (136) do sexo feminino.

Os focos do mosquito, na grande maioria, são encontrados dentro de casa, quintais e jardins, por isso é tão importante a população lembrar de verificar se há acúmulo de água em recipientes a céu aberto, pratos e vasos de plantas, bebedouros de animais e até mesmo brinquedos infantis.

A mínima quantidade de água parada pode ser o ambiente propício para um foco do mosquito da dengue.

A SES recomenda que, pelo menos uma vez por semana, seja feita uma faxina para eliminar copos descartáveis, tampas de refrigerantes ou outras garrafas, e, em especial, lavar bem a caixa d’água e depois vedar. Não deixar água acumulada em pneus, calhas e vasos; adicionar cloro à água da piscina; deixar garrafas cobertas ou de cabeça para baixo.

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