Polêmica

Aluguel de guarda-sol: 90% das pessoas que trabalham em JP não têm autorização

Litoral da Paraíba tem dez trechos de praias impróprios para banho; veja locais | Paraíba | G1Característicos nas praias da capital, os guarda-sóis disponíveis para locação estão, cada vez, presentes na vida da cidade, fazendo parte da paisagem. A atuação crescente dos locatários, no entanto, acende
alguns alertas em órgãos de fiscalização.

Os guarda-sóis são armados ainda de acordo com a maré, isto é, se a maré estiver baixa, eles podem ficar mais próximos da água. Quando a maré está cheia, são colocados de forma mais recuada. Apesar de ser direcionado à população, o serviço causa preocupação entre os banhistas que temem que a ocupação em grande número possa reduzir o espaço para caminhadas na faixa de areia das praias.

De acordo com informações de Julião Fereira, chefe da Diretoria de Planejamento e Empreendedorismo/ Divisão de Controle e Posturas (Dipe/DCP) da Sedurb, cerca de 90% dos comerciantes estão atuando de forma clandestina, sem o cumprimento da autorização vigente.

Buscando regularizar a situação e acompanhar de perto a escalada do comércio de guarda-sóis, a Secretaria de Desenvolvimento e Controle Urbano (Sedurb) da Prefeitura de João Pessoa pretende
iniciar, ainda no primeiro semestre deste ano, um novo levantamento para identificar quais pessoas estão autorizadas pelo órgão para alugar os objetos nas praias da capital paraibana, além de identificar
os trabalhadores clandestinos.

O levantamento irá mapear, também, as áreas de atuação e concentração dos locatários. Ainda segundo Julião Ferreira, através dessa medida, será possível direcionar o disciplinamento, através do estabelecimento das áreas permitidas para a prática comercial, além da delimitação do quantitativo de guarda-sóis a se explorar em cada espaço.

Inicialmente, a Prefeitura de João Pessoa falava em “ilhas” para exploração do espaço pelos comerciantes de guarda-sóis. Hoje em dia, por sua vez, o diretor explica que antes de alugar esses itens para os banhistas, os trabalhadores devem solicitar uso e ocupação do solo na Sedurb, para submeter-se à avaliação do órgão.

Apenas com essa autorização, com recadastramentos anuais, os comerciantes podem permanecer no local, garantindo, inclusive, a limpeza da faixa de areia ocupada. Uma das exigências solicitadas pelo órgão é a delimitação da quantidade de guarda-sóis para que seja possível transitar na praia de forma tranquila. Para acompanhar as liberações, a prefeitura realiza fiscalizações.

Na Orla de João Pessoa, o aluguel de guarda-sóis já se tornou uma atividade conhecida por moradores e turistas. Os preços variam de R$ 20 a R$ 50. Nas praias de maior movimentação, como Tambaú, Cabo Branco e Bessa, há uma grande quantidade de opções.

Segundo a legislação vigente, cada trabalhador pode colocar apenas 15 guarda-sóis (cinco na parte da frente e 10 atrás). Após alugados, os banhistas podem ocupar esses espaços durante todo o dia, geralmente até às 17h, com maior movimentação registrada, geralmente, aos fins de semana e feriados.

Blog do BG PB com União

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Polêmica

Gravata de Lula comprada por Janja em loja de grife custa pouco mais de R$ 1 mil


Foto: Reprodução

A gravata usada por Lula (PT) no último sábado em agenda internacional em Lisboa foi comprada pela primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, na sexta-feira. A compra do acessório rendeu críticas à mulher do presidente por ter sido efetuada em uma loja de grife, localizada na Avenida Liberdade, a área de compras mais cara da capital portuguesa.

No site da Ermenegildo Zegna, o modelo usado pelo presidente custa 195 euros (cerca de R$ 1,1 mil). Segundo a equipe da primeira-dama, houve “um imprevisto” e “a loja em questão era a mais próxima e de fácil acesso”.

Janja publicou uma foto de Lula com o adereço antes do encontro com o presidente de Portugal Marcelo Rebelo de Sousa: “Começando o dia de trabalho aqui em Portugal todo lindo de gravata nova!”, escreveu a primeira-dama.

Também nas redes sociais, Janja afirmou que o cartão corporativo não foi utilizado: “Foi no dindin mesmo. Rsrsrs”, disse.

Oposição critica

O vídeo da primeira-dama visitando a loja de grife viralizou. Parlamentares da oposição foram às redes para criticar Janja, quem chamaram de hipócrita. “Enquanto Haddad quer criar “Digital Tax” – imposto – pro mais pobre, Janja faz suas compras em lojas de luxo na Europa. E ainda tem quem diga que Lula é o pai dos pobres”, escreveu o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) no Twitter.

Sonar – A Escuta das Redes / O Globo

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Polêmica

Vídeo: golpista tentou roubar caixa eletrônico no Planalto

Em outro trecho das imagens do circuito interno do Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro, quando o prédio foi invadido e depredado, é possível ver um dos vândalos tentando arrombar um caixa eletrônico.

Na gravação, um homem que está no terceiro andar do Planalto tenta forçar a máquina na parte da saída do dinheiro. Em seguida, um outro manifestante golpista aparece no local, mas desistem após a tentativa frustrada.

A imagem foi registrada ao lado do relógio do século XVII destruído no dia da invasão.

As gravações registradas pelo circuito interno foram liberadas pelo GSI por ordem do ministro Alexandre de Moraes.

O Antagonista

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Polêmica

VÍDEO: Lula sendo Lula e desdizendo Lula

Em Portugal, Lula nega ter igualado responsabilidade de Rússia e Ucrânia pela guerra; Relembre falas.

Ao comentar o tema, presidente já disse que “decisão da guerra foi tomada por dois países”, “quando um não quer, dois não brigam” e que conflito interessa a Putin e Zelensky.

Ou seja, Lula sendo Lula e desdizendo Lula.

Blog do BG

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Polêmica

Investidor Tiago Reis faz desabafo sobre Braiscompany: ”Por que parei de expor pirâmides financeiras?”

O analista de investimentos financeiros, Tiago Reis, desabafou através de um post nas redes sociais, nesta sexta-feira (21), a experiência dele após denunciar esquemas de pirâmides financeiras para ”proteger as pessoas de indivíduos desonestos”, e citou o caso da Braiscompany em Campina Grande, na Paraíba.

Tiago Reis revelou que foi processado pela empresa e destacou que a Brais não foi a única pirâmide financeira que o processou. O empresário fez uma reflexão e questionou se tudo isso valeu a pena. Mas ressaltou que o feito de denunciar a Braiscompany foi uma vitória pessoal”.

“Ao longo dessa jornada, enfrentei processos judiciais e gastos enormes com advogados e, no final das contas, nenhum “obrigado” das pessoas que eu estava tentando proteger. O desgaste psicológico e gastos financeiros são enormes. Não valeu a pena”… explica.

No entanto, Tiago Reis diz que ainda acredita na importância de alertar as pessoas sobre esquemas fraudulentos, mas tirou uma lição após todos esses processos e falta de agradecimento por parte de quem ele tentou alertar.  “Aprendi que, às vezes, é melhor gastar minha energia ajudando aqueles que estão realmente interessados em aprender e crescer, em vez de tentar salvar pessoas que não estão dispostas a ouvir’.

Confira o relato na íntegra:

POR QUE PAREI DE EXPOR PIRÂMIDES FINANCEIRAS?

Há alguns anos, eu tinha uma missão pessoal de expor pirâmides financeiras e proteger as pessoas de serem enganadas por indivíduos desonestos.

Talvez você tenha até me conhecido por conta desta minha obsessão.

Uma dos meus maiores feitos nessa área foi expor a Brais Company dois anos antes de ela enfrentar problemas e não pagar seus investidores.

Foi uma vitória pessoal, mas o que realmente ganhei com isso?

Ao longo dessa jornada, enfrentei processos judiciais e gastos enormes com advogados e, no final das contas, nenhum “obrigado” das pessoas que eu estava tentando proteger.

Essa experiência me ensinou uma lição valiosa: só vale a pena ajudar quem quer ser ajudado.

A Brais não foi a única pirâmide financeira que me processou, outras também fizeram o mesmo: tentar calar o analista de investimento que as expõe.

O desgaste psicológico e gastos financeiros são enormes.

Não valeu a pena…

Não me interpretem mal, eu ainda acredito na importância de alertar as pessoas sobre esquemas fraudulentos.

No entanto, aprendi que, às vezes, é melhor gastar minha energia ajudando aqueles que estão realmente interessados em aprender e crescer, em vez de tentar salvar pessoas que não estão dispostas a ouvir.

Com PolêmicaPB

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Defesa de Bueno Aires emite nota após empresário da Fiji Solutions faltar em audiência de conciliação

BeFunky collage 4 - Defesa de Bueno Aires emite nota e explica ausência do empresário em audiência de conciliação marcada pela justiça; confira 

A defesa do proprietário da Fiji Solutions, Bueno Aires, emitiu uma nota após o empresário não comparecer a uma audiência de conciliação marcada pela Justiça, que estava prevista ontem (20), com a participação do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e de clientes da empresa gestora de criptoativos.

Na nota, a defesa “esclarece que, apesar de o cliente ter sido intimado apenas na véspera do ato judicial, houve o comparecimento de representante legal do Senhor Bueno à audiência de conciliação, na forma do artigo 332, parágrafo 10 do CPC”.

A nota segue, e diz que a audiência” transcorreu na forma da lei” e destaca que Bueno Aires tem o interesse de cooperar com a resolução do caso. “Sendo reiterado o compromisso de solução para o problema técnico enfrentado pela empresa Fiji, em que pese a dificuldade operacional criado pelos demais sócios”.

 

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A Fiji Solutions tem como fundadores Bueno Aires José Soares Souza, Emilene Marília Lima do Nascimento e Breno de Vasconcelos Azevedo, com sede em Campina Grande. A empresa trabalhava com locação de criptoativos e prometia pagamentos mensais fixos, assim como Braiscompany, outra empresa paraibana que também é alvo da Justiça.

Ainda no mês de março, a Fiji recebeu uma recomendação do MPPB para fazer os pagamentos aos clientes em até 72 horas, prazo que se esgotou no dia 20.

As reclamações tiveram início no dia 10 do mês passado. Depois, a Fiji informou ao MP que iniciaria os pagamentos aos clientes o dia 23 do mesmo mês, previsão que também não se concretizou.

PolêmicaPB

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Polêmica

Bueno Aires, da Fiji Solutions, falta audiência de conciliação marcada pela Justiça

O nome dele é Buenos Aires. Mas o golpe com bitcoins foi na Paraíba |  Brasil | O Globo
O sócio da Fiji Solutions, Bueno Aires, faltou a uma audiência de conciliação marcada pela Justiça, que estava prevista para a manhã desta quinta-feira (20), com a participação do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e de clientes da empresa gestora de criptoativos. Os clientes se consideram lesados por não receberem pagamentos relativos a seus investimentos.

A audiência foi considerada “infrutífera”, com a ausência de uma das partes. Agora, a Ação Civil Pública movida pelo MP seguirá o trâmite processual normal.

No último dia 11 de abril, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), através da 2ª Vara Cível de Campina Grande, determinou o bloqueio de R$ 399 milhões em bens da empresa de três sócios, incluindo Bueno Aires, a pedido do MPPB, em ação assinada pelo promotor Sócrates Agra.

Com exceção do bloqueio de cartões de créditos, a Justiça também determinou a apreensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dos sócios, o bloqueio do patrimônio da empresa e bens pessoais dos três sócios, incluindo imóveis, automóveis, aplicações e valores localizados em instituições financeiras.

Antes, no dia 04 de abril, a pedido da Polícia Federal, o juiz da 4ª Vara Federal de Campina Grande, Vinicius Costa Vidor, determinou a apreensão dos passaportes dos donos da empresa Fiji Solutions. Na decisão, o magistrado diz haver indícios de pirâmide financeira.

O CASO FIJI

A Fiji Solutions tem como fundadores Bueno Aires José Soares Souza, Emilene Marília Lima do Nascimento e Breno de Vasconcelos Azevedo, com sede em Campina Grande. A empresa trabalhava com locação de criptoativos e prometia pagamentos mensais fixos, assim como Braiscompany, outra empresa paraibana que também é alvo da Justiça.

Ainda no mês de março, a Fiji recebeu uma recomendação do MPPB para fazer os pagamentos aos clientes em até 72 horas, prazo que se esgotou no dia 20. As reclamações tiveram início no dia 10 do mês passado. Depois, a Fiji informou ao MP que iniciaria os pagamentos aos clientes o dia 23 do mesmo mês, previsão que também não se concretizou.

AgendaPolítica

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Prefeito paraibano é acusado de agressão e homofobia por servidor público


Um servidor público de Mulungu, cidade localizada no interior da Paraíba, acusou o prefeito Melquiades Nascimento de agressão e homofobia.

Laerte Tales, de 21 anos, registrou um boletim de ocorrência na 8ª delegacia de Guarabira, no Brejo, alegando ter sido agredido com empurrões, pressionado contra a parede, lesionado no braço e ter tido o celular “roubado” e arremessado pelo prefeito.

O boletim foi registrado nesta quinta-feira (2). Até o momento, o prefeito Melquiades Nascimento não se pronunciou sobre o caso. As autoridades locais estão investigando o ocorrido.

PBJá

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Polêmica

MP pede cassação de mandatos de vereadores de CG; entenda

BOMBA! MPE PEDE A CASSAÇÃO DOS VEREADORES DINHO PAPALÉGUAS E WALDENY SANTANA - D`a paraíba

Uma decisão do Ministério Público eleitoral (MPE) emitiu um parecer pela anulação dos votos recebidos pelo partido Democratas, atual União Brasil, na chapa proporcional das eleições de 2020, na cidade de Campina Grande.

Com o parecer, o órgão pede a cassação dos diplomas de mandatos eletivos dos eleitos e suplentes pelo DEM e que seja declarada a inelegibilidade pelo período de oito anos de Marta Ambrósio do Nascimento, Virgínia Soares de Oliveira, Maria de Fátima Dias de Lima (apontadas como candidatas laranja) e de Waldeny Santana, vereador eleito pelo DEM.

Também foi eleito pelo DEM o vereador Dinho Papa-Léguas, hoje filiado ao PSDB.

A decisão foi assinada pela procuradora eleitoral Acácia Suassuna, onde o MPE opina pelo conhecimento do recurso, e, no mérito, pelo seu provimento, para reconhecer a prática de abuso de poder, consubstanciada na fraude à norma constante no art. 10, §3º, da Lei nº 9.504/1997 (cota de gênero).

O MPE se manifestou para tornar sem efeito o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários – DRAP do partido Democratas (DEM) do Município de Campina Grande e determinar a anulação dos votos recebidos pela legenda.

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) ainda não marcou o julgamento do processo.

PBTodoDia

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(VÍDEO) ‘CLIMA TENSO’ Vereador de JP ataca adversário e dispara: “Dorme pensando em mim”

O vereador de João Pessoa, Marcos Bandeira (PMB), atacou o ex-candidato a vereador Paulo Ferreira, na manhã desta quinta-feira (20), durante uma solenidade no conjunto José Vieira Diniz, na Capital.

O parlamentar que estava junto com o prefeito Cícero Lucena (PP), rebateu as crítica dos adversários contra a gestão do prefeito.

Ao fim da fala, Marcos se dirigiu ao principal adversário político, que estava bem na frente dele no evento, o ex-candidato Paulo Ferreira, e disparou: “Dorme pensando em mim e acorda pensando em Cícero [Lucena]”, disse.

No vídeo é possível ver o momento em que o prefeito pede para o vereador encerrar o bate-boca mas, Marcos continua e pede respeito ao crítico ferrenho da atual gestão, Paulo Ferreira.

Blog do BG PB com PolíticaEtc

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