Polêmica

Saldo da conta do Nubank ‘some’ e clientes reclamam nas redes sociais

Nubank quebrou? Boatos se espalham após mudança no programa de BDRs - Folha PE
Dezenas de clientes do Nubank relataram problemas no aplicativo do banco durante a tarde desta quarta-feira (26/4). Segundo os usuários, o campo que mostra o saldo disponível na conta teria sumido da plataforma.

As reclamações foram publicadas no Twitter e, por lá, o Nubank ficou entre os assuntos mais comentados no Brasil. Segundo o DownDetector, plataforma que monitora o funcionamento de sites, aplicativos e redes sociais, os problemas com o banco começaram a ser relatados pelos usuários às 13h15, com um pico às 13h44.

O site Downdetector, que acusa problemas em canais digitais, mostra mais de 500 notificações recentes relacionados ao app do Nubank nesta tarde de quarta-feira.

Procurado, o Nubank afirma que o aplicativo passou por uma “instabilidade momentânea”, o que fez com que parte dos clientes não conseguisse visualizar seu saldo. “A instabilidade foi resolvida e o aplicativo já está funcionando normalmente”, diz a nota.

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Polêmica

CASO FIJI: Comerciante do Paraná acionou Bueno na Justiça em 2022 para resgatar quase R$ 1 milhão em investimentos

MP pede bloqueio de R$ 399 milhões de empresa de criptomoedas - Livecoins
Foi somente no mês de março deste ano que a empresa Fiji Solutions, que atua no marcado de criptomoedas, entrou no radar do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e tornou-se alvo de ações judiciais de consumidores e clientes do estado. Eles sentem lesados com o fim de repasses referentes ao aluguel de criptoativos. Mas, buscas na internet revelam que ações judiciais, envolvendo o fundador da empresa, Bueno Aires, são mais antigas.

Uma ação movida por um comerciante do Paraná contra o dono da Fiji, em que pede a devolução de quase R$ 1 milhão transferidos para contas ligadas a Bueno. O objetivo era a obtenção de lucros através de transações de trade – compra e venda de criptomoedas, mas o que ele obteve, segundo a ação, foram prejuízos.

De acordo coma a ação movida pelo comerciante Fladlo Torres Zaim, o investimento foi feito a partir de “pequenos aportes em dinheiro, a fim de testar a suposta tecnologia”. Parte dos recursos é resultado de economias construídas ao longo do tempo, e outra parte oriunda de empréstimos feitos em nome da mãe de Zaim, que confiou na tecnologia apresentada por Bueno.

No polo passivo da ação constam, além de Bueno, as empresas Softbank Desenvolvimento de Softwares e E Soft Holding Participações LTDA, em tese, que operam a tecnologia responsável pelas transações de compra e venda de criptomoeadas, e Leonardo Augusto Belmonte Zaim, que seria sócio de Bueno na época.

“Com o passar o tempo, por volta da metade de agosto de 2019, os sócios da empresa, os Requeridos Leonardo e Bueno Aires, vieram até a cidade de Maringá, com o objetivo de apresentar a plataforma/robô/tecnologia, que operava dentro do mercado financeiro de criptomoeda, ocasião em que o Autor, durante a apresentação enfatizou que não existiria riscos de perda do capital”, diz o autor da ação.

Prejuízos

De acordo com a ação, em um primeiro momento foram investidos R$ 286 mil, e depois mais R$ 638.017,00, em contas ligadas a Bueno Aires, e de seu sócio na época, resultado em quase R$ 1 milhão em investimentos. “Veja excelência a soma do valor investido pelo autor perfaz o montante de R$ 924.017,00 (novecentos e vinte e quatro mil e dezessete), sendo este o valor do golpe praticado contra o autor, que amarga até o momento tais prejuízos”, diz trecho da ação.

O autor da ação alega ter sido informado, em meados de 2020, que os valores investidos haviam sido bloqueados por uma corretora de investimentos, sem que o fato nunca tenha sido comprovado por Bueno. “No decorrer do tempo, diversos problemas foram surgindo, inclusive mesmo após o autor ter convencido vários amigos a participarem da oferta proposta pelos requeridos, tais como o atraso da rentabilidade diária prometida pelos Requeridos. Depois, ocorreu o fato da retirada do capital demorar mais do que o esperado, e ainda, de a rentabilidade deixar de ser diária e passar a ser demonstrada semanalmente”, disse.

Pedidos à Justiça

Na ação, Fladlo Torres Zaim pede a condenação de Bueno e dos demais envolvidos à devolução dos valores desembolsados, no montante de R$ 924.017,00 (novecentos e vinte e quatro mil e dezessete reais), acrescidos de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês, a contar da citação, e correção monetária do valor.

O comerciante também pede a inclusão de restrição de alienação de veículos de propriedade dos réus e a indisponibilidade de bens dos envolvidos. A ação é assinada pelo advogado Maurício de Carvalho Silva. A reportagem não conseguiu ter acesso ao andamento do processo.

CASO FIJI

Fundada em agosto de 2021, a Fiji Solutions, gestora de criptoativos, que tem Bueno como um dos sócios, tem causado repercussão em todo o país.  A empresa trabalhava prometia pagamentos mensais fixos, assim como Braiscompany, outra empresa paraibana que também é alvo da Justiça.

Ainda no mês de março, a Fiji recebeu uma recomendação do MPPB para fazer os pagamentos aos clientes em até 72 horas, prazo que se esgotou no dia 20. As reclamações tiveram início no dia 10 do mês passado. Depois, a Fiji informou ao MP que iniciaria os pagamentos aos clientes o dia 23 do mesmo mês, previsão que também não se concretizou.

O MP solicitou o bloqueio do patrimônio da empresa e bens pessoais dos três sócios, incluindo imóveis, automóveis, aplicações e valores localizados em instituições financeiras. O órgão também sugeriu multa diária de R$ 100 mil e condenação no valor de R$ 5 milhões.

Já no início de abril, a pedido da Polícia Federal, o juiz da 4ª Vara Federal de Campina Grande, Vinicius Costa Vidor, determinou a apreensão dos passaportes dos donos da empresa, levando em conta indícios de pirâmide financeira.

O magistrado determinou, também, o recolhimento dos passaportes, em um prazo de 24 horas, dos sócios da empresa. Há processos tramitando tanto na esfera cível quanto criminal.

PolêmicaPB

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Caso Delta: Justiça intima Sudema sobre licença para construção de prédio na praia de JP

Foto: reprodução

A 1ª Vara Federal de João Pessoa intimou nesta terça-feira (25) a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) para prestar esclarecimentos acerca da licença ambiental liberada em favor da Delta Engenharia para construção de um edifício na praia do Bessa, na Capital.

No último dia 20, a Justiça Federal também mandou a Delta se manifestar no processo movido pelo Instituto Protecionista SOS Animais e Plantas. A ação pede a cassação das licenças ambientais para construção do empreendimento e a demolição de um paredão construído no mar. A Prefeitura de João Pessoa também está sendo processada.

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Calotes e ameaças: Chega a 24 mil, o número de prejudicados pelo Hurb, no país

Hurb vai falir? Saiba o que está acontecendo em 2023

Medo de cancelamento de pacotes, dúvidas sobre pedidos de reembolso, revolta com o deboche e ameaças doex-CEO da empresa, João Ricardo Mendes, e até mesmo vergonha por ter convidado amigos para viajar pelo Hurb. Estes são os tópicos predominantes em um grupo de consumidores que alegam ter sido lesados pela agência de turismo digital nascida há 14 anos como Hotel Urbano.

Criado no Facebook, o grupo “Prejudicados pelo Hotel Urbano” já reúne 24,3 mil pessoas com o propósito de se “unir para processar” a empresa. Os integrantes afirmam, na descrição, que desejam que os gestores do Hurb “paguem pelos seus erros e aprendam a tratar seus clientes com respeito e honestidade”.

Nesta segunda-feira, o Hurb anunciou que João Ricardo Mendes vai deixar o comando da empresa. Em seu lugar, quem assume a empresa é Otávio Brissant, atual general council da companhia.

Uma cliente compartilhou neste domingo o drama que enfrenta após ter firmado contratos para fazer turismo por meio dos serviços do Hurb. “Estou com pacote para Dubai, Orlando, Chile, punta Cana, San Andres e Europa. Não sei se choro, se cancelo tudo, o medo é grande de perder toda essa grana deixada nessa empresa”, escreveu.

Uma outra consumidora sugere que os lesados entrem com processo em algum Juizado Especial Cível (JEC), caso ainda não tenham recebido o reembolso após os 60 dias úteis do cancelamento do pacote de viagem.

“Ingressem com ação no JEC que é bem mais rápido para resolver do que vcs ficarem aguardando a boa vontade da empresa! Infelizmente a solução é esta! JEC não precisa pagar advogado. Se informem nas suas cidades como proceder. Quem ainda está vivendo o sonho colorido de viajar, desejo boa sorte, mas quem já caiu na real parem de esperar e fazer perguntas que só tem 1 resposta: JEC- Juizado Especial Cível é quem pode resolver o problema antes de tudo ruir de vez e aí ficar todos sem estorno e sem viagem”, escreveu a consumidora.

Calotes, ameaças e deboche

O Hurb é alvo de milhares de queixas de clientes que compraram pacotes e não conseguem viajar. No entanto, João Ricardo Mendes, ex-CEO do Hurb, havia reagido às reivindicações dos consumidores com ameaças e deboche.

A crise no Hurb teve início durante a pandemia de Covid-19. No auge da propagação do coronavírus, a empresa vendeu pacotes turísticos com preços abaixo do valor de mercado. Mas agora a agência tem dificuldade para cumprir os contratos firmados.

Desde o começo do mês clientes relatam atrasos no pagamento a hotéis e pousadas pelo Brasil. Esses estabelecimentos então passaram a parar de receber novos hóspedes da startup carioca.

Mais de uma dezena de hotéis independentes publicaram nas redes sociais comunicados informando aos clientes que não vão mais aceitar check-ins de reservas feitas pelo Hurb. O problema afeta de pousadas a grandes redes hoteleiras de todo o país.

As reclamações foram tratadas com deboche pelo ex-CEO do Hurb. João Ricardo Mendes publicou um vídeo em 13 de abril no qual aparece descalço e caminhando sobre faixa de protesto de clientes lesados, transformando-a em capacho do seu escritório. A postagem traz ainda uma série de referências desconexas ao filme Matrix e ao universo geek.

O Globo

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Vereadores de JP discutem em sessão sobre maconha: “simplesmente por nóia”

Comissão da CMJP é favorável à criação de Política de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes - PBNews

A Câmara de Vereadores de João Pessoa debateu nesta terça-feira (25), por mais de 30 minutos, o Museu da Cannabis na capital, que foi inaugurado oficialmente nessa segunda-feira (24) em uma iniciativa junto a Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace), que produz e defende o uso medicinal da maconha no Brasil.

Durante a sessão, vereadores do bloco de situação e oposição emitiram suas opiniões e se desentenderam sobre o assunto. A ala da direita, encabeçada pela vereadora Eliza Virgínia (PP), que colocou a discussão na pauta da câmara, propondo votos de repúdio a inauguração do museu, chegou a acusar a Abrace de estar usando o uso medicinal da maconha como pretexto para fazer apologia ao uso da droga.

“Quem cria um museu para isso quer que essa droga seja compartilhada para todos. Temos que nos reunir para tirar esse museu daqui. Medicina é o pretexto que se teve para fundar o museu. É o pretexto que os maconheiros têm para ir para as ruas. Não é por amor, é por saúde. É simplesmente por noia, para viver a vida na fumaça verde”, disse a vereadora, que é autodeclarada apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em contraponto, o vereador Marcos Henriques (PT), pediu seriedade na discussão e rebateu a vereadora argumentando que o trabalho realizado pela Liga Canábica em João Pessoa é baseado em estudos científicos.

“A Liga Canábica aqui de João Pessoa tem um trabalho muito sério. A gente não pode falar aqui de maneira tão depreciativa de algo que é feito baseado em estudos científicos”, retrucou.

A oposição voltou a acusar a Abrace e Liga Canábica de estarem usando o uso medicinal da maconha como pretexto para apologia à droga. O Coronel Sobreira (MDB) ressaltou a ilegalidade do uso da maconha para fins recreativos.

“O álibi tenha certeza é para o tratamento. Da mesma forma que é o álibi da marcha da maconha, por conta que a constituição federal permite a livre manifestação. O uso medicinal ninguém é contra, mas somos contra sim fomentar o uso recreativo dessa droga que é ilegal no nosso país”, afirmou o emedebista.

Outro que participou da discussão foi o vereador Junior Leandro (PDT), que se posicionou favorável à inauguração do museu e ressaltou a quantidade de doenças que podem ser tratadas a base de cannabis.

“O álibi, tenha certeza, é para o tratamento. Da mesma forma que é o álibi da marcha da maconha, por conta que a constituição federal permite a livre manifestação. O uso medicinal ninguém é contra, mas somos contra sim fomentar o uso recreativo dessa droga que é ilegal no nosso país”, disse o pedetista.

MaisPB

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Hotel do Hulk não consegue ‘decolar’ e demite mais de 100 funcionários

Hotel do jogador Hulk abre as portas em João Pessoa | Hotelaria
Fruto da situação econômica do país, a demissão em massa de mais de 100 funcionários do Ba’ra Hotel, em João Pessoa, fundado pelo jogador paraibano Hulk (Atlético Mineiro e ex-seleção brasileira) pegou muita gente de surpresa, nesta segunda-feira (24).

O empreendimento de R$ 80 milhões foi inaugurado em outubro do ano passado, na orla da Praia do Cabo Branco e se tornou um dos espaços de destaque na festa de réveillon.

Mas, passados 6 meses de funcionamento, o projeto do atacante não conseguiu ‘decolar’ atrelado à queda no número de hóspedes neste período do ano.

Nas redes sociais muita gente também atribuiu às demissões aos preços cobrados pelo local. Para se ter uma ideia, o valor do café da manhã chega à casa dos R$ 130. Já outros apontam a falta de marketing e propaganda para divulgar com mais ênfase o hotel.

Uma coisa é certa: para se manter firme, a administração vai ter que suar muito tal qual o jogador transpira em campo.

confira resposta na íntegra da assessoria:

Houve ajustes, desligamentos e substituições, que são adequações naturais da gestão, já que a empresa tem apenas seis meses de abertura.

A operação nesta época, inclusive, reduz sensivelmente por conta do período de baixa estação.

Blog do BG PB

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FUGIU: Dono de empresa de criptoativos, JB Consultoria é procurado por clientes após atrasar pagamentos

O empresário e fundador da JB Consultoria, Jociram Barbosa da Silva, está sendo procurado pelos investidores da sua empresa de criptomoedas após não pagar o rendimento do dia 20 de abril. No último sábado, inclusive, a esposa e parentes ficaram assustados com o sumiço e informaram aos clientes que existia a possibilidade de Jociram ter sido sequestrado.

No entanto, nesta segunda-feira o boato foi descartado, já que o empresário entrou em contato com a esposa. Mas, os clientes, continuam procurando por Jociram.

ENTENDA O CASO

Mais uma empresa de criptomoedas atrasa os seus rendimentos na Paraíba. Desta vez, foi a JB Consultoria que não realizou o pagamento dos seus investidores referente ao dia 20 de abril.

A empresa oferecia rendimentos mensais de 15%, mas com a queda da Braiscompany e Fiji, caiu para 13% e, no mês passado, despencou para 6%.

Até o momento a JB Consultoria não emitiu nota sobre qual foi o real motivo para o atraso.

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Polêmica

Após faltar em duas audiências de conciliação, MP reserva nova data para ouvir sócios da Fiji

O promotor Sócrates Agra, do Ministério Público da Paraíba (MPPB), informou nesta segunda-feira (24) que o órgão reservou para o dia 5 de maio a nova tentativa de audiência de conciliação entre o MP e os proprietários da Fiji Solutions.

No entanto, o promotor falou que a nova audiência depende de confirmação da presença de Buenos Aires, um dos proprietários da empresa.

“No momento, estamos aguardando o prazo da contestação por parte dos promovidos. [Para nova audiência] estamos a depender da confirmação de comparecimento presencial do Bueno. A data reservada é dia 5 de maio”, afirmou Sócrates.

Clickpb

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Polêmica

Fiji Solution: Investidores pretendem acionar a PF após calote de R$ 400 milhões

Investidores da empresa Fiji Solutions estão se mobilizando para acionar a Polícia Federal em um pedido urgente de ajuda para recuperar o dinheiro. A empresa é acusada de dar calote em cerca de 1,8 mil investidores, gerando um prejuízo que pode chegar a R$ 400 milhões.

A notícia foi divulgada pelo comunicador Gutemberg Cardoso durante programa de rádio em João Pessoa, nesta segunda-feira (24). Segundo ele, um promotor teria repassado a informação de que os investidores pretendem formalizar o pedido de socorro junto à Polícia Federal.

Na semana passada, um dos proprietários da Fiji Solutions, Buenos Aires, faltou a uma audiência de conciliação com o Ministério Público da Paraíba (MPPB), agravando a situação dos investidores lesados.

PBJá

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Polêmica

Empresa de criptomoedas no interior da PB que prometia 15% de rendimentos atrasa pagamentos

Bitcoin tem maior perda desde novembro com alta dos títulos americanos -  InfoMoney
Mais uma empresa de criptomoedas atrasa os seus rendimentos na Paraíba. Desta vez, foi a JB Consultoria, localizada no município de Lagoa Seca, no interior, e que não realizou o pagamento dos seus investidores referente ao dia 20 de abril.

A empresa oferecia rendimentos mensais de 15%, mas com a queda da Braiscompany e Fiji, caiu para 13% e, no mês passado, despencou para 6%.

Até o momento a JB Consultoria não emitiu nota sobre qual foi o real motivo para o atraso.

Blog do BG PB com NotíciaCertaPB

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