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DENÚNCIA: Ministério Público investiga suposta perseguição e homofobia contra capitão da PM da Paraíba; Veja documento

Comando geral policia militar

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu uma investigação para apurar suposta perseguição e homofobia contra um capitão da Polícia Militar da Paraíba (PMPB).  A denúncia anônima foi realizada por um tenente da própria PMPB, ao Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial. Diante das graves denúncias contra o Capitão Fábio França, o MPPB, abriu um procedimento administrativo para averiguar os crimes praticados na corporação militar contra o oficial. A portaria de instauração da denúncia foi realizada no último dia 25 de junho.

De acordo com a denúncia, o capitão Fábio França, primeiro oficial da Polícia Militar a ter doutorado no Brasil, atuava à frente do Centro de Educação da PMPB, transformando o espaço em referência para os demais Estados, contudo, o denunciante que também serviu no Centro de Educação, revela que o oficial é alvo de perseguição e homofobia pelo Comando Geral da Polícia Militar.

A investigação do procedimento administrativo é coordenada pelo promotor de justiça, Claudio Antonio Cavalcanti, que integra o Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap/MPPB).

O capitão Fábio França foi transferido do Centro de Educação para a Diretoria de Apoio Logístico (DAL). O motivo da transferência não foi informando pelo Comando Geral da PMPB.

 

Veja denúncia no MPPB

 

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Gaeco apreende cinco armas de fogo com alvo de operação em Salgado de São Félix

Foto: Reprodução

Um dos alvos de mandado de busca e apreensão da operação Rastreio, do Gaeco, foi cumprido em Salgado de São Félix. Durante a ação policial, pelo menos cinco armas de fogo foram apreendidas em uma das residências dos investigados.

O Gaeco do Ministério Público e a Polícia Civil deflagraram na manhã desta quarta-feira (26) a operação “Rastreio” para combater fraude na locação de veículos nos municípios de Alhandra, Salgado de São Félix e Riachão do Poço. As investigações apontaram locações fantasmas de veículos.

Veja mais: Operação do Gaeco e Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão em três prefeituras da Paraíba

As equipes policiais também cumpriram mandado na casa de um empresário que trabalha com locação de veículos para a prefeitura.

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Vereadores, secretário e até estudantes são alvos do MP por desvios de R$ 250 mil, na Paraíba

 

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou três ações civis públicas por ato de improbidade administrativa em face de sete ‘funcionários públicos fantasmas’; de um secretário municipal; de três vereadores e de uma gestora escolar, por enriquecimento ilícito. Dois réus são estudantes de Medicina e parentes de gestores e de vereadores do município de Conceição.

As ações foram propostas pelo promotor de Justiça de Conceição, Levi Emanuel Monteiro de Sobral (que atua na defesa do patrimônio público) à Vara Única da comarca. Nelas, o MPPB requereu a concessão de medida cautelar para que seja determinada a indisponibilidade dos bens dos promovidos, no montante que assegure o total ressarcimento do dano causado ao erário e a condenação deles por ato de improbidade administrativa.

Bens bloqueados

A Ação 0802612-09.2024.8.15.0141 foi proposta em face de quatro servidores da Câmara Municipal de Conceição, por enriquecimento ilícito. Também são réus os vereadores Fidélis Rodrigues de Luna (presidente da Câmara), Wecya Thalitta Lopes Meneses e Diogo Ferreira Alves e uma gestora escolar, por terem permitido, facilitado e concorrido para que os ‘funcionários públicos fantasmas’ se locupletassem ilicitamente. Todos tiveram os bens bloqueados por decisão judicial proferida, nessa quarta-feira (19/06), pelo juiz Thiago Rabelo.

A ação judicial é um desdobramento do Inquérito Civil Público 001.2023.061393, instaurado na Promotoria de Justiça para apurar denúncias feitas à Ouvidoria do MPPB e averiguar a presença física e a devida contraprestação laboral dos funcionários públicos da Câmara de Vereadores de Conceição. A denúncia relatava que um dos fantasmas é filho de uma vereadora e estuda Medicina, em Pernambuco, o que foi confirmado pela investigação.

Conforme explicou o promotor de Justiça, foi constatado não apenas a presença de ‘fantasmas’ na Câmara de Vereadores, como também a prática do nepotismo no Legislativo municipal, já que dois réus são familiares dos vereadores. A investigação revelou ainda que um dos fantasmas é uma farmacêutica do Município de João Pessoa; outro, um policial militar que foi nomeado para o cargo de assessor de comunicação e que um dos acusados também é ‘fantasma’ na Secretaria de Educação do Estado. Juntos, os quatro receberam quase R$ 109 mil da Câmara Municipal, sem a devida contraprestação de trabalho.

TAC

Segundo o representante do MPPB, a investigação apontou que a maioria dos funcionários do Legislativo Municipal de Conceição ocupa cargos comissionados, de vínculos precários, o que para ele é um “campo fértil para que o órgão funcionasse como ‘cabide de emprego’ dos parlamentares mirins, de maneira que somente pessoas escolhidas a dedo por cada um dos ‘representantes populares’ ali laborava”.

Essa situação levou à instauração de procedimento extrajudicial, que resultou na assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Casa Legislativa para a realização de concurso público. “Os prazos atinentes ao cumprimento deste compromisso se encontram, até o presente momento, devidamente atendidos”, disse o promotor de Justiça.

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MP sugere que João Azevêdo proíba fogueiras na Paraíba

A promotora do Meio Ambiente do Ministério Público da Paraíba, Cláudia Cabral, sugeriu nesta quinta-feira (6/6) ao governador João Azevêdo (PSB) o veto da revogação da Lei 11.711/2020, que proíbe fogueiras em espaços urbanos durante os festejos juninos.

A revogação aprovada pela Assembleia Legislativa da Paraíba nesta semana seguiu para sanção do governador João Azevêdo (PSB), que ainda não se manifestou.

Ela justificou que não há regulamentação de quais as madeiras usadas para montar fogueira e lembrou do decreto em vigência de emergência na saúde pública por força de doenças respiratórias.

A revogação da lei ocorre na Semana Nacional do Meio Ambiente, em que a Paraíba registrou um aumento de 106,5% de desmatamento em 2023.

Além da questão ambiental, a Paraíba está em situação de emergência em saúde pública por causa do aumento de casos de doenças respiratórias graves devido a um aumento de 342,14% entre um ano e outro.

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Ministério Público da Paraíba define lista de nomes para vaga de desembargador; veja votos

O Conselho Superior do Ministério Público da Paraíba elegeu na manhã desta quarta-feira (5), os seis nomes que irão disputar uma das novas vagas de desembargador na Paraíba.

Dos 15 concorrentes aptos, a lista ficou composta pela ordem de votação da segunda forma: Francisco Seráphico (6 votos), Bertrand Asfora (5 votos), Amadeus Lopes (5 votos), João Geraldo (5 votos), Carlos Romero (5 votos) e Vanina Nóbrega (4 votos).

Agora, os membros da lista sêxtupla serão encaminhada para o Tribunal de Justiça da Paraíba e cabe ao TJ fazer uma nova eleição interna e escolher 3 nomes. A lista tríplice, posteriormente, é encaminhada ao governador João Azevêdo para nomeação.

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ACQUA TAMBAÚ: MP investiga construção de edifício de luxo irregular na orla de JP; veja documento

A  promotora de Justiça do Meio Ambiente e Patrimônio Social, Cláudia Cabral Cavalcante, instaurou um procedimento preparatório para investigar irregularidades relacionadas à altura máxima permitida de uma edificação na faixa de orla no Município de João Pessoa.

O empreendimento em questão é o “ACQUA TAMBAÚ”, do Grupo Acqua, localizado na Rua Antônio Lira, 356, Tambaú.

De acordo com informações preliminares, o edifício apresenta desconformidades entre o projeto aprovado e as medidas verificadas no local.

O relatório de vistoria fiscal da Secretaria de Planejamento de João Pessoa (Seplan) apontou uma diferença de 0,61 metros entre o nível representado no projeto arquitetônico e o nível medido no local. Essa discrepância indica que a altura total do edifício está acima do aprovado no projeto submetido.

Como parte das diligências, a Promotoria determinou a publicação de um resumo no Diário Oficial Eletrônico, informando sobre a apuração das irregularidades. Além disso, foi requisitado à Secretaria de Planejamento Urbano de João Pessoa que comprove a instauração do processo administrativo cabível e a aplicação das penalidades devidas.

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MP cobra de Cícero rescisão de 368 contratos temporários na saúde de João Pessoa

Policlínica de Jaguaribe, em João Pessoa — Foto: Ivomar Gomes Pereira/Secom-JP

Policlínica de Jaguaribe, em João Pessoa — Foto: Ivomar Gomes Pereira/Secom-JP

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) vai oficiar a Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (SMS-JP) para que apresente, no prazo de 30 dias, planejamento com as etapas para as rescisões de 368 contratos temporários ainda ativos.

A medida foi deliberada, nesta quarta-feira (22), durante reunião promovia pela promotoria de Justiça da Capital com representantes do Município e da comissão do concurso promovido, em 2020, pela Prefeitura de João Pessoa para o provimento de cargos efetivos.

De acordo com  o representante do MPPB que atua na defesa do patrimônio público, a reunião integra o Procedimento Administrativo instaurado para acompanhar o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado entre o MPPB e o Município de João Pessoa para regulamentar a contratação de servidores efetivos e a consequente substituição dos respectivos contratos temporários de prestação de serviço no município por meio da realização de concurso público para diversos cargos na saúde, incluindo médico, assistente social, biomédico, enfermeiro, fisioterapeuta, nutricionista, psicólogo, técnico de enfermagem, técnico em laboratório, técnico em radiologia e técnico em imobilização ortopédica.

Na ocasião, foi discutida a necessidade de se esclarecer quantos contratos por excepcional interesse público relativos a todos os cargos ofertados nos editais 01/2020 e 02/2020 dos concursos promovidos pelo Município estão ativos e individualizar os casos, por função, para que se avance, inclusive, em relação ao pedido do Município para a assinatura de um aditivo ao TAC.

Ficou deliberado também que, no prazo de 15 dias, as secretarias de Administração e da Saúde de João Pessoa deverão prestar esclarecimentos sobre o assunto e informar a real necessidade de provimento de cargos para todas as funções tratadas pelo Termo de Ajustamento de Conduta.

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Ministério Público vê irregularidades e cobra suspensão do São João milionário de Santa Rita

O procurador Manoel Antônio dos Santos Neto, do Ministério Público de Contas, emitiu um parecer, nesta quarta-feira (22), para o Tribunal de Contas do Estado emita uma cautelar suspendendo o processo para realização do São João em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.

Para o procurador, o contrato na forma em que foi realizado pela gestão Emerson Tanta (PP) está irregular e por isso se faz necessário a emissão de uma decisão da Corte para suspender o processo.

Na semana passada, auditores do Tribunal já tinham emitido um parecer pela suspensão da festa.

A programação divulgada por Tanta reúne artistas como Gusttavo Lima, Wesley Safadão, Elba Ramalho, Maiara e Maraisa, Bell Marques, Aline Barros e Padre Fábio de Melo.

Confira alguns valores dos cachês: 

AVINE VINNY (R$: 180.000,00)
BONDE DO BRASIL (R$: 120.000,00)
BELL MARQUES (R$: 500.000,00)
BANDA FULÔ DE MANDACARU (R$: 150.000,00)
PAVANELLY PRODUÇÕES (R$ 200.000,00)

Os servidores da Corte de Contas alertam que o remanejamento de recursos públicos para a realização do São João em Santa pode trazer riscos graves para áreas essenciais, como Saúde e Educação.

“Em que pese a Lei Municipal nº 2.198/2024 autorizar o remanejamento, a transposição e a transferência de fontes de recursos das dotações orçamentárias constantes na Lei Municipal n° 2.177/2023 (LOA 2024). A esse respeito, a auditoria alerta que há risco potencial de alterações em dotações em áreas sensíveis (Saúde e Educação).”

Segundo o documento, a denúncia apresentada à Corte traz “robustos índices de irregularidades, a exemplo das falhas cometidas na Inexigibilidade nº IN 00068/2024, bem como o PERIGO NA DEMORA CAPAZ DE CAUSAR DANOS AO ERÁRIO, tanto pelo desconhecimento de qual será o real montante do gasto da contratação de toda a grade de artistas, e de toda a infraestrutura requerida para realizar o evento São João de Santa Rita/PB – edição 2024”

“Recomenda-se fortemente a SUSPENSÃO CAUTELAR dos atos administrativos que envolvem a realização do evento “São João de Santa Rita/PB – edição 2024”, no estado em que se encontrarem, até ulterior manifestação deste Tribunal de Contas, sem prejuízo da imediata COMUNICAÇÃO ao Ministério Público Estadual, Promotoria com atuação em Santa Rita/PB, para conhecimento deste processo, e providências que entender cabíveis”, diz a auditoria.

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Ministério Público prepara fiscalização de esgoto clandestino em toda orla e rios de João Pessoa

Foto: Albemar Santos/Rede Mais

A promotora Cláudia Cabral, do Ministério Público da Paraíba (MPPB), apontou nesta quinta-feira (16) que a fiscalização realizada nos últimos dias, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa, deverá intensificada para o restante da orla e, também, os rios da capital. A expectativa de todo o órgão é monitorar se outros esgotos clandestinos e despejos irregulares existem.

A iniciativa foi avaliada numa reunião entre MPPB, Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), Secretaria de Meio Ambiente (Semam), Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) e Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa). Na ocasião, encaminhou um plano de ação, com cronograma de atuação e etapas a serem cumpridas, além da intensificação na fiscalização.

“O que o Ministério Público buscou [na reunião] é o encaminhamento de todos os autos de infrações, termos de embargos e, também, que a fiscalização se intensifique, não só naquela região, mas em toda a orla. E numa sequência em relação aos rios, em outros pontos da cidade, onde está havendo as ligações clandestinas e irregulares, ocasionam o problema da balneabilidade”, disse Cláudia Cabral.

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BAR DO CUSCUZ: MP abre inquérito e cobra Cícero Lucena por não suspender local que poluiu mar em JP

 

O Ministério Público da Paraíba abriu nesta terça-feira (14/05) um inquérito civil para aprofundar as investigações sobre o despejo de esgoto no mar de João Pessoa por parte de restaurantes e hotéis na orla marítima.

Na última sexta-feira (10/05), a Sudema autuou o restaurante Bar do Cuscuz e dois quiosques. Já ontem, outros dois quiosques e um hotel foram autuados pelo mesmo motivo: despejo de fezes na praia.

A promotora do Meio-Ambiente Cláudia Cabral deu um prazo de 5 dias para o Governo da Paraíba e Prefeitura de João Pessoa apresentarem as razões para não suspender as atividades dos estabelecimentos que cometeram crime ambiental.

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