Brasil

Alexandre de Moraes determina a própria prisão em invasão ao sistema do CNJ

No sistema oficial do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), consta que Alexandre de Moraes determinou a prisão de si mesmo. O documento foi inserido nos registros de mandados de prisão, na noite desta quarta-feira (4). A “síntese da decisão” é repleta de ironias à atuação do ministro do STF, evidenciando uma provável invasão ao site.

“DETERMINO, por fim, a extração integral de cópias e sua imediata remessa para o Inquérito n. 4.874/DF e de todos os inquéritos de censura e perseguição política, em curso no SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL para o CNJ, a fim de que me punam exemplarmente. Diante de todo o exposto, expeça-se o competente mandado de prisão em desfavor de mim mesmo, Alexandre de Moraes. Publique-se, intime-se e faz o L.”, diz trecho do mandado de prisão.

É provável que o documento seja fruto de ataque hacker ou, então, de algum funcionário com acesso ao sistema de registro de mandados de prisão. Cabe aos tribunais de Justiça alimentar a página do CNJ.

Após o caso ser revelado, o “mandado de prisão” contra Moraes foi retirado do sistema.

Paulo Cappelli – Metrópoles

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Judiciário

Moraes manda derrubar redes sociais de jornalistas bolsonaristas

Tribunal Militar nega ação contra Moraes por abuso de autoridade

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a suspensão das redes sociais dos jornalistas Guilherme Fiuza, Paulo Figueiredo e Rodrigo Constantino.

Conforme apurou O Antagonista, eles são investigados por divulgação de discurso de ódio e antidemocrático.

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Brasil

Moraes suspende trechos da nova Lei de Improbidade Administrativa

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta terça-feira (27) quatro trechos da nova Lei de Improbidade Administrativa, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no ano passado, que restringiu a possibilidade de punição a políticos.

Na decisão, Moraes tornou inválidos artigos que previam a perda de “função pública” apenas no caso de o réu ainda estar no mesmo cargo e que impedia a punição, por improbidade, de partidos políticos e fundações partidárias acusadas de desvio de recursos.

A medida atende a um pedido feito pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), que questionava flexibilizações feitas no ano passado na responsabilização de agentes públicos por abusos cometidos na administração pública.

Segundo Moraes, ao prever que a perda de função pública atingiria apenas um vínculo “de mesma qualidade e natureza” que aquele mantido pelo agente no momento do crime, a nova Lei de Improbidade traçou uma “severa restrição ao mandamento constitucional de defesa da probidade administrativa”.

“Trata-se, além disso, de previsão desarrazoada, na medida em que sua incidência concreta pode eximir determinados agentes dos efeitos da sanção constitucionalmente devida simplesmente em razão da troca de função ou da eventual demora no julgamento da causa”, disse.

No caso da punição aos partidos políticos, o ministro falou em “tratamento diferenciado” incompatível com a Constituição.

“Ao possibilitar um tratamento diferenciado aos autores de ilícitos de improbidade contra recursos públicos dos partidos políticos, ou de suas fundações, a referida previsão coloca-se em potencial conflito com o princípio da isonomia, pois os tratamentos normativos diferenciados somente são compatíveis com a Constituição Federal quando verificada a existência de uma finalidade razoavelmente proporcional ao fim visado”, afirmou.

O ministro também suspendeu, com a decisão, o artigo que que excluía o ato de improbidade administrativa praticado em decorrência de divergência interpretativa da lei baseada em jurisprudência não pacificada, e a regra que contabilizava o prazo de inelegibilidade da “Lei da Ficha Limpa” no tempo da pena de suspensão dos direitos políticos.

O ministro ainda suspendeu a regra que determinava a oitiva prévia dos tribunais de contas para quantificação de dano, considerando que a medida prejudicaria a autonomia do Ministério Público.

O Globo

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Celebridades

Justiça determina bloqueio do jatinho de R$ 37 milhões de Wesley Safadão

O cearense Wesley Safadão teve seu jatinho, avaliado em cerca de R$ 37 milhões, bloqueado pela Justiça nesta quinta-feira (22). A aeronave faz parte de uma batalha judicial iniciada em outubro deste ano. Na época, Safadão alegou ter sido vítima de um golpe aplicado pelo empresário Francisley Valdevino da Silva, conhecido como Sheik dos Bitcoins.

O cantor diz ter recebido o avião como garantia de retorno de um investimento feito em nome de sua empresa, a WS Shows. A Polícia Federal apontou Francisley como líder de um esquema de fraudes que movimentou quase R$ 4 bilhões no país, por meio de pirâmides financeiras e comercialização de criptomoedas, como o bitcoin.

Procurada pelo F5, a assessoria de Safadão respondeu, em nota, que a WS Shows “foi supreendida” com a decisão que determinou o bloqueio do jato. O comunicado também diz que os sócios da empresa do cantor acreditaram que o investimento seria uma “uma boa oportunidade de negócio”, mas assim que identificaram as fragilidades, “correram atrás de desfazer tudo” para minimizar os prejuízos.

Segundo a empresa de Safadão, o cantor havia feito investimentos com o golpista e recebeu a aeronave como garantia de pagamento, através de um financiamento feito pelo Banco do Brasil S/A. O avião está registrado em nome da ITX Administradora de Bens Ltda, de Francisley. Mas era operado pela WS Shows. O bloqueio aconteceu devido a uma ação movida por um grupo com cerca de cem empresários que foram lesados pelo Sheik dos bitcoins e agora tentam reaver seus investimentos.

A Justiça determinou, então, que bens ligados a Francisley, o Sheik, fossem arrestados -quando um bem é bloqueado preventivamente para pagamento de dívidas. A assessoria da empresa do cantor afirma ainda que é “mais uma vítima dessa operação”.

F5 – Folha de S. Paulo

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Brasil

Pagamento de salário de Bolsonaro pelo PL está nas mãos de Alexandre de Moraes; Entenda

O pagamento de salário de Jair Bolsonaro pelo PL está nas mãos do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. Nesta quinta-feira, o magistrado desbloqueou R$ 1,15 milhão das contas do partido para quitar o contracheque de seus funcionários.

O problema, segundo membros do PL, é que o montante contempla apenas a folha de dezembro, que não inclui os holerites de Bolsonaro, Michelle, general Braga Netto e assessores que trarão para suas equipes.

Para que o pagamento de cerca de R$ 39 mil mensais acertados com o presidente seja realizado, um valor superior terá que ser liberado por Moraes. Isso implicará em uma nova decisão do ministro para beneficiar Bolsonaro. O aluguel da casa que o capitão e Michelle gostaram também está comprometido, como informou a coluna.

No PL, a previsão é que a multa de R$ 22,9 milhões determinada por Moraes só seja quitada em abril, com recursos do fundo partidário depositados mensalmente nas contas em que estão os recursos bloqueados. Seria então, apenas a partir deste mês, que o partido teria como pagar o salário de Bolsonaro sem depender de novas liberações de verba do ministro, caso nada mude.

Bela Megale – O Globo

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Judiciário

MPE-PB e coligação de Pedro Cunha Lima entram com ações contra o governador João Azevêdo

Juiz nega pedido de Pedro para tirar ações do governo do guia de João Azevêdo | Paraíba Já
Cinco ações de investigação judiciais eleitores (Aijes) foram ajuizadas no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba pedindo a cassação do governador reeleito João Azevêdo (PSB). Quatro dessas ações foram protocoladas pela coligação do ex-candidato Pedro Cunha Lima (PSDB), que ficou em segundo lugar na disputa, e uma das ações foi protocolada pelo Ministério Público Eleitoral da Paraíba (MPE-PB). A ação do MPE e três das do candidato foram protocoladas nessa segunda-feira (19), pouco depois da solenidade de diplomação do governador reeleito.

A defesa do governador João Azevêdo, ainda não se pronunciou.

Nas ações, o MPE e a coligação acusam o governador de abuso de poder político e econômico. Eles alegam que o governador usou a máquina pública em favorecimento do projeto de reeleição, por meio dos projetos Opera Paraíba, Tá na Mesa e Travessias Urbanas. Acusam também o governador de ter feito concessão de benefícios a servidores durante período vedado.

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Judiciário

SÍNDROME RARA: Justiça autoriza aborto na Paraíba, após má formação de feto

Qual a diferença entre barriga de grávida e gordura? Descubra!
A 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campina Grande concedeu alvará judicial a uma mulher para a realização de
procedimento de interrupção de gravidez, em caráter de urgência, de feto de 24 semanas que apresenta uma anomalia conhecida como síndrome de body stalk.

A decisão proferida está em consonância com parecer do Ministério Público da Paraíba e afasta qualquer
conduta típica penal.

De acordo com o representante do MPPB, o processo está corroborado de “vasta documentação”, inclusive laudo médico dando conta que o feto que vem sendo gerado foi diagnosticado com síndrome de body stalk (SBS), que, segundo consta no processo, é uma má formação maciça e geralmente letal do tórax e/ou abdome. No caso, órgãos intratorácicos e abdominais encontram-se fora da cavidade abdominal.

“Desumano e degradante”
“Seria desumano e degradante impingir a esta senhora a manutenção da gravidez quando constatada está, em laudo médico, a letalidade do feto (…). A opção pela interrupção desta gestação, não sendo configurado o crime de aborto, centra-se na conduta moral da requerente, justificada na sua petição inicial ante as dificuldades físicas e psíquicas da peticionante para a proteção da vida inviável que carrega em seu ventre (…).

O feto portador da síndrome de body stalk, ainda que sobreviva ao nascimento por algumas horas, tem mínima sobrevida, enquanto a gestante, mantida a gestação em tais circunstâncias, sofre maiores riscos à sua saúde e absurdo desgaste psicológico, com sério comprometimento de sua integridade orgânica”, considerou o promotor de Justiça de Campina Grande, Osvaldo Lopes.

Blog do BG PB

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Judiciário

VÍDEO: ‘AGORA’ Justiça paraibana realiza diplomação dos eleitos de 2022; acompanhe cerimônia

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) realiza hoje, (19) a diplomação dos eleitos para os cargos de Governador e Vice; um Senador com dois Suplentes; 12 Deputados Federais com dois suplentes cada e 36 Deputados Estaduais com dois suplentes cada. 

O evento é realizado no Teatro Pedra do Reino, no Centro de Convenções, em João Pessoa.

Os diplomandos de 2022 terão assentos reservados e receberão senhas de acesso para seus familiares e convidados.

A diplomação é a etapa final do processo eleitoral em que se confirmam os eleitos que cumpriram todas as formalidades previstas em lei com aptidão para tomarem posse.

Os diplomas são assinados pela presidente do TRE-PB, desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão.

Blog do BG PB

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Judiciário

Justiça ordena que 90% dos pilotos e comissários atuem durante greve

Aeronautas decidem por não aderir à greve, já os aeroviários confirmam  paralisação.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que greve de pilotos e comissários só poderá atingir 10% da categoria. Sendo assim, 90% dos pilotos e comissários deverão continuar trabalhando durante a paralisação, segundo a Justiça.

O descumprimento da ordem resultará na aplicação de uma multa no valor de R$ 200 mil ao Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA). A decisão é liminar e cabe recurso. A paralisação está prevista para ocorrer a partir de segunda-feira, 19, das 6 às 8 horas, exceto viagens que incluam órgãos para transplante, vacinas e pessoas doentes, por tempo indeterminado.

Profissionais da aviação reivindicam renovação da Convenção Coletiva de Trabalho e melhores condições para exercer a função. A paralisação está prevista para ocorrer nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos, Rio-Galeão, Santos Dumont, Viracopos, Porto Alegre, Brasília, Confins e Fortaleza. Os trabalhadores pedem melhores salários.

A decisão da ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi atende parcialmente o pedido do sindicato, que solicitava o cancelamento geral da greve, em detrimento da decisão pela paralisação, e multa de R$ 500 mil por dia. A ministra determinou ainda que a categoria evite constranger, dificultar ou impedir o acesso de trabalhadores. Além disso, ela ordena a abstenção de qualquer interferência indevida, interdição ou bloqueio de vias e serviços ligados ao transporte aéreo. “A urgência da medida se configura pela própria essencialidade dos serviços”, justifica Peduzzi, ressaltando que a greve pode gerar graves impactos, por ocorrer no período de aumento da demanda no setor.

Jovem Pan

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Judiciário

ASSÉDIO ELEITORAL: Relatório enviado ao TSE tem 97 denúncias de atos ilícitos, na PB

MPT registra 169 casos de assédio eleitoral em 2022
O procurador-geral do Trabalho, José de Lima Ramos Pereira, entregou nesta quinta-feira (15) ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, o relatório consolidado dos dois turnos com as denúncias de assédio eleitoral nas Eleições de 2022.

O relatório mostra que a grande maioria das condutas ilícitas denunciadas envolveram as eleições para a Presidência da República e que o número de denúncias aumentou após o primeiro turno.

Na Paraíba foram formalizadas no MPT, apenas no 1º turno, 86 denúncias e há 71 empresas ou pessoas investigadas. Após encerrado o segundo turno, o número passou para 97 denúncias e 80 empresas ou pessoas investigadas.

Conforme o relatório, a divergência entre o número de denúncias e o número de investigados decorre da existência de mais de uma denúncia em face da mesma pessoa física ou jurídica.

Acesse a íntegra do relatório

O assédio eleitoral ocorre quando um empregador ameaça o funcionário com a perda do emprego, piora no ambiente laboral, ou ainda quando promete a ele benesses no trabalho em troca de voto. A prática é crime eleitoral e trabalhista.

Segundo Pereira, o MPT atuou para impedir o assédio moral no ambiente de trabalho até as eleições, para que os trabalhadores pudessem exercer seu direito ao voto.

 

Dados em todo o país

Em todo o país, 3,2 mil denúncias foram recebidas – 895 repetidas – até o último dia 6 de dezembro. Além disso, 1.461 investigações estão ativas envolvendo 2.305 empresas e pessoas físicas.

Até o dia 6 de dezembro, tivemos 2,3 mil denúncias e, hoje, temos 3.206, um número ainda crescente. Foram expedidas 1,4 mil recomendações, ajuizadas 80 ações civis públicas e 300 termos de ajuste de conduta.

A região Sul apresentou o maior número de denúncias até o primeiro turno. Depois do dia 3 de outubro, se destacou a Sudeste (especialmente os estados de Minas Gerais e São Paulo), com 934 relatos contra 705 empresas ou pessoas investigadas, seguida pela Sul, com 690 denúncias, a Nordeste, com 413, a Centro-Oeste, com 198, e, por fim, a Norte, com 125.

Punições

Entre as sanções previstas para quem comete assédio eleitoral, segundo explicou Pereira, estão as multas, cujos valores variam de acordo com o caso, já tendo sido aplicada multa de R$ 10 milhões, por exemplo.

Ele informou que ainda não está fechado o montante total dos valores que serão cobrados de empresas e empregadores que cometeram assédio eleitoral. Além disso, de acordo com o procurador, em janeiro de 2023, o MPT já deve ter concluído em qual segmento mais ocorreu essa prática e quais foram os trabalhadores mais assediados.

JornalPB

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