Judiciário

Justiça manda bloquear R$ 6,5 milhões em bens de financiadores de atos em Brasília

A Justiça Federal do Distrito Federal autorizou o bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 52 pessoas e de sete empresas que financiaram os atos de vandalismo que resultaram na depredação dos prédios dos três poderes da República, em Brasília, no último domingo (8).

O pedido foi feito pela Advocacia-Geral da União (AGU), que elaborou uma lista dos alvos abrangendo imóveis, veículos, valores financeiros em contas e outros bens.

“A quantia deverá ser utilizada para reparar danos causados pela depredação de patrimônio público em caso de posterior condenação”, informou a AGU. Além disso, a entidade “poderá pedir a ampliação do valor a ser bloqueado na medida em que a contabilização dos prejuízos, que ainda não foi concluída, avance”, acrescentou.

Empresas

As sete instituições envolvidas são apontadas como responsáveis pelo transporte de ônibus com manifestantes até a capital federal.

Os alvos da solicitação foram definidos com base em dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) sobre os ônibus que foram apreendidos e que transportaram os extremistas até a Esplanada dos Ministérios.

R7

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Judiciário

Justiça solta Mauricinho dos Teclados, suspeito de provocar acidente que matou porteiro

A Justiça da Paraíba concedeu um habeas corpus ao homem suspeito de provocar o acidente que tirou a vida de um porteiro, na BR-230, no dia 1º de janeiro deste ano. Maurício da Silva Neto, conhecido como Mauricinho dos Teclados, está no presídio do Roger desde o dia do acidente. A informação foi confirmada pelo advogado do acusado, Luiz Pereira.

O músico foi preso logo após deixar o Hospital de Emergência e Trauma, em João Pessoa. Segundo a Polícia Civil, ele dirigia sob efeito de álcool, em alta velocidade, quando invadiu a pista contrária e colidiu contra um motociclista, que morreu na hora. Um terceiro veículo foi atingido. À época, o advogado Luiz Pereira negou a ingestão de bebida alcoólica. O motorista não realizou o teste do bafômetro.

Luiz Pereira é mesmo advogado do caso Kelton Marques. Ele atua na acusação contra Ruan Macário, suspeito de provocar o acidente que tirou a vida do entregador no dia 11 de setembro de 2021.

A vítima

O motociclista que morreu na colisão estava a caminho do trabalho. Luciano Pereira dos Santos, 39 anos, seguia para o Jardim Oceania, onde atuava como porteiro de um condomínio. Ele era morador do bairro Oitizeiro e deixou esposa e um casal de filhos, um de 7 e uma de 12 anos.

Portal T5

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Brasil

Moraes afastou governador do DF sem pedido de órgãos de investigação ou parlamentares

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o afastamento do governador Ibaneis Rocha (MDB) do cargo de ofício, ou seja, sem ter sido provocado por órgãos de investigação ou mesmo por parlamentares.

É a primeira vez que um magistrado retira um chefe de Executivo estadual do cargo sem que haja um pedido nesse sentido.

Moraes mandou afastar o emedebista do comando da capital federal no último domingo (8), poucas horas depois de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadirem e vandalizarem as sedes dos Três Poderes.

A ordem se soma a outras decisões heterodoxas adotadas por Moraes em inquéritos que investigam a ofensiva golpista contra as instituições patrocinadas por Bolsonaro e sua militância. A maioria do STF já referendou a decisão do magistrado contra Ibaneis, em julgamento realizado no plenário virtual.

Em 2019, o STF foi alvo de críticas por agir de ofício quando o então presidente Dias Toffoli determinou a abertura do inquérito das fake news sem pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República) nesse sentido.

Também foi criticado o fato de Toffoli ter escolhido Moraes para relatar o caso, sem sorteio, como ocorre em todos os inquéritos instaurados na corte que não têm relação com alguma outra investigação em curso no tribunal.

Na época, a abertura da apuração sofreu grande resistência no meio jurídico e dentro do próprio STF. Prova disso é que Toffoli só submeteu a decisão ao plenário da corte mais de um ano depois, em junho de 2020.

Àquela altura, o cenário havia mudado. A ampliação dos ataques contra integrantes da corte pela militância bolsonarista e pelo então presidente mudou o humor da maioria dos ministros. Parte dos magistrados inicialmente era crítica do inquérito, mas depois se tornou favorável por ver em Moraes um meio para proteger a instituição.

Depois disso, as ordens judiciais heterodoxas de Moraes se acumularam. A última foi a do afastamento de Ibaneis. A decisão foi tomada em ações apresentadas pela AGU (Advocacia-Geral da União) e pelo líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Nenhum dos dois, porém, pediu especificamente o afastamento do governador.

Moraes descreveu os pedidos feitos por ambos e, em nenhum momento, citou solicitação para que o governador fosse retirado do cargo. A representação da AGU pediu a “prisão em flagrante de todos os envolvidos, inclusive do secretário de Segurança do DF e demais agentes públicos responsáveis por atos e omissões”, mas não mencionou o nome de Ibaneis.

O ministro afirmou que o afastamento do governador é necessário para impedir que ele destrua provas sobre possíveis omissões que levaram à atuação leniente da Polícia Militar do DF que permitiu a invasão dos palácios de Brasília.

Ele disse que Ibaneis teve uma “conduta dolosamente omissiva” e que ele “deu declarações públicas defendendo uma falsa ‘livre manifestação política em Brasília’ mesmo sabedor por todas as redes que ataques às instituições e seus membros seriam realizados”.

“Na presente hipótese, verifico haver necessidade de se impor medida cautelar diversa da prisão –uma vez que não houve representação da PF ou requerimento da PGR pela prisão preventiva— consistente na suspensão do exercício da função pública”, afirmou Moraes.

Em 2017, o plenário do Supremo discutiu o procedimento para afastamento de governadores. Geralmente, esse tipo de decisão é tomada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), que é o tribunal competente para julgá-los.

Na ocasião, o tribunal firmou o entendimento de que os estados não podem criar leis que exijam aval da respectiva Assembleia estadual para confirmar o afastamento.

Na análise do tema, o ministro Luís Roberto Barroso abriu margem para o afastamento de ofício de governadores ao prever que medidas “podem ser tomadas pelo juízo com base no poder geral de cautela conferido pelo ordenamento jurídico brasileiro aos juízes”.

No entanto, esse ponto do voto do magistrado não foi aprofundado pelos demais. Na prática, o aval pelos demais magistrados do STF à decisão de Moraes, em julgamento nesta quarta (11), institui a jurisprudência no tribunal de que qualquer ministro pode, sozinho e sem ter sido provocado, afastar do cargo um governador eleito pela maioria da população de uma unidade da federação.

Folha de São Paulo

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Brasil

Marco Aurélio diz que errou redondamente ao avaliar Moraes como boa escolha


O ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello afirmou hoje que se enganou ao elogiar o colega Alexandre de Moraes em 2016, quando foi escolhido para integrar a Corte.

“Ele realmente não vem contribuindo para a paz social. Não vou tecer considerações maiores, e olha que o conheço há muitos anos”, disse ele em entrevista à Rádio Bandeirantes.

“Na época da queda do avião em que faleceu o ministro Teori Zavascki, fui questionado por jornalistas quanto ao que se faria, como seria preenchida a cadeira, e disse que o presidente Michel Temer tinha um homem talhado para a cadeira: foi professor universitário, foi do Ministério Público, foi secretário de Segurança Pública do prefeito [Gilberto] Kassab e do governador Geraldo Alckmin, ministro da Justiça. Vejo que errei redondamente.”

Moraes foi nomeado para a Suprema Corte em 2016 pelo então presidente Michel Temer (MDB), e a indicação foi aprovada pelo Senado Federal.

Marco Aurélio, que se aposentou do Tribunal em 2021, comentava os atos golpistas em Brasília, que terminaram com a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes. Para ele, é necessário investigar e definir as responsabilidades, mas ele não concorda com o afastamento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), nem com a prisão dos participantes do acampamento em frente ao quartel-general do Exército.

“Se eu estivesse na bancada, não endossaria esse ato de força”, afirmou. “Não viveremos dias melhores no Brasil com atos de força, que não tivemos sequer na época do regime de exceção. Vamos marchar com temperança”.

UOL

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Judiciário

OPERAÇÃO SOL NASCENTE: STJ mantém prisão de paraibano em show de Wesley Safadão

STJ sofre ataque de hackers, suspende atividades e prorroga prazos de processos
A ministra presidente do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza de Assis, negou pedido de habeas corpus de Jhonatan Ricarte Pereira, preso durante o show Garota VIP, do cantor Wesley Safadão, em São Paulo. O paraibano é acusado de atuar como traficante de drogas ligado a um dos principais líderes de uma quadrilha.

“Constata-se, desde logo, que a pretensão não pode ser acolhida por esta Corte Superior, pois a matéria não foi examinada pelo tribunal de origem, que ainda não julgou o mérito do writ originário”, disse a ministra.

A investigação apurou que Jhonatan transacionou imóvel com recursos sabidamente ilícitos. Também utilizou a conta bancária para movimentar valores do tráfico de drogas.

Segundo a Polícia Federal, nas redes sociais do suspeito há registros de uma vida de alto padrão (carros importados, lanchas, aviões, etc.), sem, em tese, possuir lastro financeiro para tal.

Operação Sol Nascente 

A Operação Sol Nascente foi deflagrada em novembro com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada no tráfico interestadual de drogas, roubos e lavagem de dinheiro.

À época, foram expedidos 38 mandados pelo Juízo da Vara de Entorpecentes de Campina Grande/PB, nos estados de Paraíba, Amazonas, Pernambuco, Santa Catarina e Rio Grande do Norte, sendo 23 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e também foi decretado o bloqueio de mais de 170 contas.

No decorrer das apurações, a Polícia Federal descobriu que mais de R$ 500 milhões foi movimentado no período investigado e que parte destes valores estavam sendo lavados através da utilização de empresas com atuação em vários ramos. As contas bancárias utilizadas no esquema e o patrimônio identificados foram bloqueados por determinação judicial.

Blog do BG PB com MaisPB

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Judiciário

Bolsonaro publica foto em hospital e agradece orações: ‘baixa hospitalar’

Após Michelle Bolsonaro afirmar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está em observação em um hospital de Orlando, nos Estados Unidos, o ex-chefe do Executivo publicou, na noite desta segunda-feira (9/1), uma foto em que está deitado em uma cama hospitalar.

Na legenda, Bolsonaro relembra a facada sofrida há quatro anos e relaciona a nova passagem médica ao acidente. “Após facada sofrida em Juiz de Fora/MG, fui submetido à 5 cirurgias. Desde a última, por 2x tive aderências que me levaram à outros procedimentos médicos. Ontem nova aderência e baixa hospitalar em Orlando/USA”, escreveu. O ex-presidente também agradeceu as “orações e mensagens de pronto restabelecimento”.

Na foto, Bolsonaro está com equipamentos médicos nos pés e com alguns acessos no braço. A hospitalização de Bolsonaro foi confirmada na manhã desta segunda-feira (9) pela esposa, Michelle. A ex-primeira-dama também relacionou o atendimento médico com a facada.

“Meus queridos, venho informar que o meu marido Jair Bolsonaro se encontra em observação no hospital, em razão de um desconforto abdominal decorrente das sequelas da facada que levou em 2018 de um ex-filiado ao PSOL”, escreveu Michelle em um post no Instagram.

Correio Braziliense

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Brasil

Moraes determina afastamento de Ibaneis Rocha por 90 dias

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o afastamento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, pelo prazo de 90 dias.

A decisão se deu após criminosos invadirem os prédios do Congresso, do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto neste domingo (8).

“Os desprezíveis ataques terroristas à Democracia e às Instituições Republicanas serão responsabilizados, assim como os financiadores, instigadores e os anteriores e atuais agentes públicos coniventes e criminosos, que continuam na ilícita conduta da prática de atos antidemocráticos”, disse Alexandre de Moraes.

Para Moraes, o comportamento ilegal e criminoso dos investigados não se confunde com o direito de reunião ou livre manifestação de expressão e se reveste, efetivamente, de caráter terrorista.

“Na data de hoje, 8/1/2023, a escalada violenta dos atos criminosos resultou na invasão dos prédios, com depredação do patrimônio público, conforme amplamente noticiado pela imprensa nacional, circunstâncias que somente poderia ocorrer com a anuência, e até participação efetiva, das autoridades competentes pela segurança pública e inteligência, uma vez que a organização das supostas manifestações era fato notório e sabido, que foi divulgado pela mídia brasileira”, afirmou.

Para Moraes, o descaso e conivência do ex-Ministro da Justiça e Segurança Pública e, até então, Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres – cuja responsabilidade está sendo apurada em petição em separado – com qualquer planejamento que garantisse a segurança e a ordem no Distrito Federal, tanto do patrimônio público só não foi mais acintoso do que a conduta dolosamente omissiva do Governador do DF.

“Absolutamente NADA justifica e existência de acampamentos cheios de terroristas, patrocinados por diversos financiadores e com a complacência de autoridades civis e militares em total subversão ao necessário respeito à Constituição Federal. Absolutamente NADA justifica a omissão e conivência do Secretário de Segurança Pública e do Governador do Distrito Federal com criminosos que, previamente, anunciaram que praticariam atos violentos contra os Poderes constituídos”.

Com o afastamento de Ibaneis Rocha (MDB), a vice Celina Leão (PP) assume o cargo de governadora do Distrito Federal.

CNN

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Brasil

“STF atuará para julgar e punir exemplarmente envolvidos em depredações”, diz Rosa Weber

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Rosa Weber, classificou como “uma página triste e lamentável” da história brasileira os atos que, neste domingo (8), invadiram e depredaram as sedes do governo em Brasília e afirmou que a Corte irá trabalhar para punir “exemplarmente” os envolvidos.

Rosa Weber também disse que o prédio histórico do STF, um dos edifícios saqueados pelos manifestantes, será reconstruído.

“O STF atuará para que os terroristas que participaram desses atos sejam devidamente julgados e exemplarmente punidos”, afirmou a ministra, em nota.

“A Suprema Corte não se deixará intimidar por atos criminosos e de delinquentes infensos ao estado democrático de direito”, acrescenta o texto.

Veja abaixo a nota completa, divulgada pelo STF na noite deste domingo:

O edifício-sede do Supremo Tribunal Federal, patrimônio histórico dos brasileiros e da humanidade, foi severamente destruído por criminosos, vândalos e antidemocratas. Lamentavelmente, o mesmo ocorreu no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto. As sedes dos três poderes foram vilipendiadas.

O Brasil viveu neste domingo – 8 de janeiro de 2023 – uma página triste e lamentável de sua história, fruto do inconformismo de quem se recusa a aceitar a democracia.

Desde que o ato foi anunciado, mantive contato com as autoridades de segurança pública, do Ministério da Justiça e do Governo do Distrito Federal. Os agentes do STF garantiram a segurança dos ministros da Corte, que acompanharam os episódios com imensa preocupação.

O STF atuará para que os terroristas que participaram desses atos sejam devidamente julgados e exemplarmente punidos. O prédio histórico será reconstruído.

A Suprema Corte não se deixará intimidar por atos criminosos e de delinquentes infensos ao estado democrático de direito.

Ministra Rosa Weber, Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

CNN Brasil

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Judiciário

Justiça Federal antecipa R$ 32 milhões em pagamentos de processos na PB; confira consulta

Portal TRF5 - Imprensa - Justiça Federal na Paraíba funcionará em regime de plantão de 28/02 a 02/03
A Justiça Federal na Paraíba (JFPB) liberou as Requisições de Pequeno Valor (RPVs) autuadas em novembro, decorrentes de 3.541 processos, para um total de 4.758 beneficiários. A soma dos recursos, que são repassados pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) à Seccional da Paraíba, chega a R$ 32.052.538,32.

Conforme os dados do Tribunal, a maior parte desses requisitórios refere-se a matérias previdenciárias e assistenciais – a exemplo de revisões de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios. Os valores depositados em adimplemento das RPVs (inseridas no intervalo sequencial nº RPV 3.085.703 a 3.112.490) estão disponíveis nas agências bancárias das instituições financeiras indicadas na movimentação processual, acessível no Portal da Subsecretaria de Precatórios. A exceção é para pagamentos que, por alguma restrição, tenha sido determinado o bloqueio pela vara de origem.

Para saber o dia em que as contas serão efetivamente liberadas para saque, os cidadãos devem realizar a consulta de RPVs – disponível no portal do TRF5. Os dados bancários dos pagamentos (valor e conta), por sua vez, devem ser acessados na aba RPV/PRC dos sistemas PJe e CRETA, no dia seguinte ao do lançamento da “fase depósito em conta”, no sistema de processamento e pagamento do TRF5.

As RPVs referentes à reinclusão de requisitórios cancelados em virtude da Lei 13.463/2017 serão pagas exclusivamente pela Caixa Econômica Federal.

Para efetuar o saque, é preciso comparecer à agência, portando os documentos de identidade, CPF e comprovante de residência (originais e cópias).

Blog do BG

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Brasil

Moraes derruba decisão de juiz de Minas e ordena ‘imediata desobstrução’ de via usada por manifestantes em BH

Fotos: redes sociais | Nelson Jr./SCO/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou neste sábado uma decisão da primeira instância da Justiça de Minas Gerais que havia liberado a obstrução de uma avenida de Belo Horizonte por uma manifestação vista pelo ministro do STF como ‘antidemocrática’.

Moraes ordenou a “imediata desobstrução da avenida Raja Gabaglia, em Belo Horizonte, e das áreas no seu entorno, especialmente junto a instalações militares”. O ministro determinou a aplicação de uma multa diária de R$ 100 mil para quem descumprir a decisão.

Além disso, Moras aplicou uma multa de mesmo valor a duas pessoas que participaram da manifestação, Esdras Jonatas dos Santos e Roberto Carlos de Abreu, e avisou que o valor pode ser aumentado caso os dois “persistam na conduta ilícita”.

O magistrado atendeu a um recurso apresentado pela prefeitura de Belo Horizonte. “Agradeço o ministro Alexandre de Moraes pela postura firme na defesa da ordem pública ao acatar nosso recurso e determinar a imediata desobstrução da Avenida Raja Gabablia em todo o seu entorno. O Estado Democrático de Direito é condição inegociável”, escreveu o prefeito da cidade, Fuad Noman, após a decisão.

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