Brasil

Auxílio Brasil de R$ 400 deve começar a ser pago em 10 de dezembro

Divulgação

O Ministério da Cidadania espera que parte da PEC dos Precatórios seja promulgada na próxima segunda-feira (6) pelo Congresso Naciona para iniciar os pagamentos do Auxílio Brasil de R$ 400 já na próxima semana.

O calendário de pagamentos do Auxílio Brasil foi divulgado em novembro pelo governo federal e prevê que o benefício de dezembro será pago a partir da próxima 6ª feira (10.dez). Pelo cronograma, os pagamentos deste mês seguem até o dia 23 –2 dias antes do Natal.

O governo pretende manter esse calendário e o Ministério da Cidadania espera que já seja possível pagar os R$ 400 prometidos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) nessas datas. Para isso, no entanto, depende da promulgação da PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Precatórios, que abre espaço fiscal para o benefício.

Calendário

O calendário de pagamentos do Auxílio Brasil segue o modelo do Bolsa Família: ocorre nos últimos 10 dias úteis do mês, de acordo com o final do NIS (Número de Identificação Social) do beneficiário. Em dezembro, o pagamento é antecipado para terminar antes do Natal. Eis as datas de novembro e dezembro:

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Economia

BENEFÍCIO: Sem o Auxílio Emergencial, mais de 32% dos brasileiros estariam na pobreza

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta sexta-feira (3), a Síntese de Indicadores Sociais, estudo que analisa dados de níveis de bem-estar e qualidade de vida de indivíduos, famílias e grupos populacionais. O objetivo é avaliar a heterogeneidade e as desigualdades da sociedade brasileira.

No ano passado, 24,1% da população do país estavam na linha da pobreza – ou seja, apresentavam rendimento per capita de US$ 5,50 por dia, ou R$ 450 por mês. Em 2019, 25,9% dos brasileiros eram considerados pobres.

A situação, entretanto, poderia ser pior. De acordo com o instituto, sem os benefícios pagos pelos programas sociais, o percentual de pessoas na pobreza aumentaria de 28,2%, em 2019, para 32,1%, em 2020.

O rendimento médio domiciliar per capita do ano passado foi de R$ 1.349, o que equivale a uma queda de 4,3% em relação a 2019. Na ausência dos programas sociais, o rendimento teria sido 6% menor.

Metrópoles

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Economia

PESQUISA BG SUPERMERCADOS: Carrefour dos Bancários, SuperBox Brasil do Bessa e Latorre têm os produtos de limpeza mais caros de João Pessoa

A primeira edição da PESQUISA BG SUPERMERCADOS constatou que os produtos de limpeza mais caros de João Pessoa estão no Carrefour dos Bancários (R$ 108,24), Super Box Brasil no Bessa (R$ 96,40) e Latorre (R$ 96,26).

Na pesquisa de produtos de limpeza, o Procon analisa 24 produtos. Na ausência de um produto da lista no estabelecimento, o Blog do BG utilizou a metodologia de inserir o preço médio do produto encontrado entre os supermercados visitados.

O levantamento foi realizado em 25 de novembro de 2021, com o objetivo de verificar os preços de produtos da cesta básica – com base em itens do Procon – em supermercados de João Pessoa.

A pesquisa de campo foi realizada nos locais pré-determinados, sendo o instrumento para coleta dos preços baseado na planilha para levantamento do Procon.

Foram visitados 12 (doze) supermercados de João Pessoa, selecionados de forma aleatória, através de sorteio das lojas das redes a serem visitadas, levando em consideração a localização dos supermercados.

Lojas visitadas: BEMAIS (Cruz das Armas), Supermercado Manaíra (Manaíra), Latorre (Torre), Supermercado Assis (Mangabeira), Santiago (Torre), Menor Preço (Cristo), O Cestão (Geisel), Mercado Extra (Bancários), Classe A(Miramar), Carrefour (Bancários), Do Dia (Bessa) e Super Box Brasil (Bessa).

Os pesquisadores são jornalistas e estudantes de comunicação que realizaram o levantamento de preços nos locais pré-determinados, de acordo com o planejamento prévio para o trabalho.

Pesquisadores de Campo: Lucas Gomes, Richelly Vieira, Fabiano Melo, Matheus Henrique, Luciana Costa e Gerson Cruz.

Coordenação Geral: Bruno Giovanni Oliveira

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Economia

PESQUISA BG SUPERMERCADOS: Supermercado Assis em Mangabeira, Menor Preço no Cristo e O Cestão no Geisel têm as cestas básicas mais baratas da Zona Sul de João Pessoa

A primeira edição da PESQUISA BG SUPERMERCADOS constatou que as cestas básicas mais baratas na Zona Sul de João Pessoa são encontradas no supermercado Assis em Mangabeira (R$ 272,10), Menor Preço no Cristo (R$ 278,73) e o Cestão no Geisel (R$ 279,50_

Completam o Top 5 dos estabelecimentos com os produtos mais baratos na região mais populosa da capital o Mercado Extra (R$ 280,24) e o Carrefour (R$ 283,05), ambos nos Bancários.

Na pesquisa da cesta básica, o Procon analisa 40 produtos e diversifica marcas, especialmente na seções de mercearia e higiene e limpeza. Ao fim, a lista se transforma em 60 itens. Na ausência de um produto da lista no estabelecimento, o Blog do BG utilizou a metodologia de inserir o preço médio do produto encontrado entre os supermercados visitados.

Compõem a cesta básica produtos de mercearia, hortifruti e higiene e limpeza. A variação final de preço entre os melhores posicionados é de cerca de R$ 33,15.

O levantamento foi realizado em 25 de novembro de 2021, com o objetivo de verificar os preços de produtos da cesta básica – com base em itens do Procon – em supermercados de João Pessoa.

A pesquisa de campo foi realizada nos locais pré-determinados, sendo o instrumento para coleta dos preços baseado na planilha para levantamento do Procon.

Foram visitados 12 (doze) supermercados de João Pessoa, selecionados de forma aleatória, através de sorteio das lojas das redes a serem visitadas, levando em consideração a localização dos supermercados.

Lojas visitadas: BEMAIS (Cruz das Armas), Supermercado Manaíra (Manaíra), Latorre (Torre), Supermercado Assis (Mangabeira), Santiago (Torre), Menor Preço (Cristo), O Cestão (Geisel), Mercado Extra (Bancários), Classe A(Miramar), Carrefour (Bancários), Do Dia (Bessa) e Super Box Brasil (Bessa).

Os pesquisadores são jornalistas e estudantes de comunicação que realizaram o levantamento de preços nos locais pré-determinados, de acordo com o planejamento prévio para o trabalho.

Pesquisadores de Campo: Lucas Gomes, Richelly Vieira, Fabiano Melo, Matheus Henrique, Luciana Costa e Gerson Cruz.

Coordenação Geral: Bruno Giovanni Oliveira

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Economia

PESQUISA BG SUPERMERCADOS: Bemais em Cruz das Armas, Supermercado Manaíra e Latorre têm as cestas básicas mais baratas de João Pessoa

 

A primeira edição da PESQUISA BG SUPERMERCADOS constatou que as cestas básicas mais baratas em João Pessoa são encontradas no supermercado Bemais em Cruz das Armas (R$ 257,96), Supermercado Manaíra (R$ 267,60) e Latorre (R$ 269,85).

Completam o Top 5 dos estabelecimentos com os produtos mais baratos, o Supermercado Assis em Mangabeira (R$ 272,10) e o Santiago na Torre (R$ 274,09).

Na pesquisa da cesta básica, o Procon analisa 40 produtos e diversifica marcas, especialmente na seções de mercearia e higiene e limpeza. Ao fim, a lista se transforma em 60 itens. Na ausência de um produto da lista no estabelecimento, o Blog do BG utilizou a metodologia de inserir o preço médio do produto encontrado entre os supermercados visitados.

Compõem a cesta básica produtos de mercearia, hortifruti e higiene e limpeza. A variação final de preço entre os melhores posicionados é de cerca de R$ 33,15.

O levantamento foi realizado em 25 de novembro de 2021, com o objetivo de verificar os preços de produtos da cesta básica – com base em itens do Procon – em supermercados de João Pessoa.

A pesquisa de campo foi realizada nos locais pré-determinados, sendo o instrumento para coleta dos preços baseado na planilha para levantamento do Procon.

Foram visitados 12 (doze) supermercados de João Pessoa, selecionados de forma aleatória, através de sorteio das lojas das redes a serem visitadas, levando em consideração a localização dos supermercados.

Lojas visitadas: BEMAIS (Cruz das Armas), Supermercado Manaíra (Manaíra), Latorre (Torre), Supermercado Assis (Mangabeira), Santiago (Torre), Menor Preço (Cristo), O Cestão (Geisel), Mercado Extra (Bancários), Classe A(Miramar), Carrefour (Bancários), Do Dia (Bessa) e Super Box Brasil (Bessa).

Os pesquisadores são jornalistas e estudantes de comunicação que realizaram o levantamento de preços nos locais pré-determinados, de acordo com o planejamento prévio para o trabalho.

Pesquisadores de Campo: Lucas Gomes, Richelly Vieira, Fabiano Melo, Matheus Henrique, Luciana Costa e Gerson Cruz.

Coordenação Geral: Bruno Giovanni Oliveira

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Economia

PESQUISA BG SUPERMERCADOS: Super Box Brasil e Do Dia no Bessa, e o Carrefour Bancários têm as cestas básicas mais caras de João Pessoa

A primeira edição da PESQUISA BG SUPERMERCADOS constatou que as cestas básicas mais caras em João Pessoa estão na Zona Leste, especificamente no bairro do Bessa: O Super Box Brasil (R$ 309,79) e o Do Dia (R$ 298,73).

Além dos estabelecimentos, o Carrefour nos Bancários também está com o preço dos produtos nas alturas, com a cesta básica custando R$ 283,05.

Integram o Top 5 o Supermercado Classe A em Miramar com a cesta custando R$ 281,83 e o Mercado Extra nos Bancários, R$ 280,24.

Na pesquisa da cesta básica, o Procon analisa 40 produtos e diversifica marcas, especialmente na seções de mercearia e higiene e limpeza. Ao fim, a lista se transforma em 60 itens. Na ausência de um produto da lista no estabelecimento, o Blog do BG utilizou a metodologia de inserir o preço médio do produto encontrado entre os supermercados visitados.

Compõem a cesta básica produtos de mercearia, hortifruti e higiene e limpeza. A variação final de preço entre os melhores posicionados é de cerca de R$ 33,15.

O levantamento foi realizado em 25 de novembro de 2021, com o objetivo de verificar os preços de produtos da cesta básica – com base em itens do Procon – em supermercados de João Pessoa.

A pesquisa de campo foi realizada nos locais pré-determinados, sendo o instrumento para coleta dos preços baseado na planilha para levantamento do Procon.

Foram visitados 12 (doze) supermercados de João Pessoa, selecionados de forma aleatória, através de sorteio das lojas das redes a serem visitadas, levando em consideração a localização dos supermercados.

Lojas visitadas: BEMAIS (Cruz das Armas), Supermercado Manaíra (Manaíra), Latorre (Torre), Supermercado Assis (Mangabeira), Santiago (Torre), Menor Preço (Cristo), O Cestão (Geisel), Mercado Extra (Bancários), Classe A(Miramar), Carrefour (Bancários), Do Dia (Bessa) e Super Box Brasil (Bessa).

Os pesquisadores são jornalistas e estudantes de comunicação que realizaram o levantamento de preços nos locais pré-determinados, de acordo com o planejamento prévio para o trabalho.

Pesquisadores de Campo: Lucas Gomes, Richelly Vieira, Fabiano Melo, Matheus Henrique, Luciana Costa e Gerson Cruz.

Coordenação Geral: Bruno Giovanni Oliveira

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Economia

NOVIDADES: PIX Saque e PIX Troco começam a valer nesta segunda-feira

Divulgação

Começam a funcionar nesta segunda-feira (29) duas novas modalidades do PIX: o PIX Saque – que permitirá o saque em dinheiro em estabelecimentos comerciais – e o PIX Troco – que também permitirá o saque, mas associado a uma compra ou à prestação de um serviço.

Com as novas funcionalidades, os usuários poderão fazer saques em estabelecimentos comerciais, não apenas em caixas eletrônicos. A oferta dos novos produtos, no entanto, é opcional.

Até a última sexta-feira (26), o Banco Central ainda não tinha nenhum estabelecimento registrado para ofertar os serviços.

Todas as pessoas que tiverem conta em uma das instituições participantes do PIX poderão utilizar os novos serviços, informou o Banco Central. Serão oito operações gratuitas por mês para as pessoas físicas, incluindo os saques tradicionais.

O limite máximo das transações do PIX Saque e do PIX Troco é de R$ 500 durante o dia, e de R$ 100 no período noturno (das 20 horas às 6 horas), segundo o Banco Central.

Há, no entanto, liberdade para que os ofertantes dos novos produtos do PIX trabalhem com limites inferiores a esses valores caso considerem mais adequado aos seus fins.

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Economia

Black Friday registra queda nas vendas da internet

A Black Friday de 2021 na internet foi a cara da inflação: a busca por itens de supermercado e de despensa disparou, e o faturamento de lojistas caiu até 5% diante da escalada de preços.

Para o comércio eletrônico, a data é a mais importante do calendário varejista. É na internet que acontece a maior parte das vendas.

Segundo a Neotrust, que capta transações de grandes redes e cobre mais de 80% do mercado digital, o faturamento deste ano foi de R$ 5,4 bilhões, alta nominal de 5,8% na comparação com 2020.

Já a NielsenIQ|Ebit calculou R$ 4,2 bilhões em vendas, alta de 5%. Ambas divulgaram os resultados, referentes a quinta (25) e sexta (26), neste sábado (27).

Considerando a inflação, que registra em 12 meses a maior alta desde o começo de 2016, o faturamento caiu 4,4% e 5,1%, respectivamente.

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) variou 10,67% nos 12 meses encerrados em outubro.

Em 48 horas, foram 7,6 milhões de pedidos, 0,5% abaixo do desempenho de 2020, de acordo com a Neotrust. O tíquete (valor) médio das compras foi de R$ 711, 6,4% maior do que no mesmo período do ano passado.

A Nielsen também registrou queda de pedidos (9%) e aumento do tíquete médio (de 16%, para R$ 753).

“Em geral, a Black Friday mira eletrônicos, eletrodomésticos, e o que subiu na inflação de 2021 foram combustível, energia elétrica e alimentos, por isso as vendas ficaram menores do que a inflação”, diz Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating.

Moda e acessórios foi a categoria com mais pedidos na internet, segundo a Neotrust, seguida de beleza, telefonia, eletroportáteis e eletrodomésticos.

Como são mais caros, os celulares, eletrodomésticos e itens de informática ainda representam a fatia principal do faturamento digital.

O resultado ficou dentro da expectativa de consultorias. Um comportamento que chamou a atenção foi a busca por comida e bebida, segmento que cresceu mais de 400% na comparação com 2019.

Isso se explica por dois principais fatores: o ecommerce alimentar parte de bases baixas (há poucos anos, não era comum adquirir itens de supermercado pela internet) e as famílias procuraram abastecer a despensa com itens básicos neste ano, diante da corrosão do orçamento.

O consumo de eletrônicos, por sua vez, foi antecipado pela pandemia, que demandou computadores e celulares novos para o teletrabalho e outras atividades online.

No Mercado Livre, que representa cerca de 30% do ecommerce e não está na estatística da Neotrust, o setor de alimentos explodiu, perdendo apenas para o setor de casa e decoração. Os destaques das cestas foram leite condensado, achocolatados e cervejas.

A data também movimentou lojas físicas que vendem itens básicos, como produtos de limpeza, de higiene e alimentos não perecíveis.

FolhaPress

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Economia

Em 2020, ao menos R$ 460 bilhões em impostos foram perdidos para sonegação no Brasil

Um levantamento feito pelo Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV) mostrou que o Brasil deixou de arrecadar entre R$ 460 bilhões e 600 bilhões em tributos, em 2020. O montante equivale a 11% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. No total, a evasão fiscal de empresas ficou entre R$ 320 bilhões e 420 bilhões. Além desse valor, o Brasil deixou de arrecadar entre R$ 140 bilhões e R$ 180 bilhões em função do trabalho informal.

Veja o recorte detalhado:

  • Indústria: de R$ 105 bilhões a R$ 134 bilhões
  • Varejo: de R$ 95 bilhões a R$ 125 bilhões
  • Serviços financeiros: de R$ 85 bilhões a 115 bilhões
  • Prestação de serviços: de R$ 42 bilhões a R$ 56 bilhões
  • Outros: de R$ 133 bilhões a R$ 170 bilhões

Segundo o presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (Abat), Eduardo Mansur, a principal razão para esse alto índice é a complexidade do sistema tributário. “É um sistema que compreende muita tributação que se sobrepõe na cadeia, passando pela produção, pelo comércio e varejo, chegando na ponta, no consumidor”, explica.

Além disso, Mansur diz que a alta tributação sobre a folha de salários é um fator que contribui para a sonegação de forma relevante, com 20% do total no valor de evasão. “Você tem uma tributação muito pesada sobre os encargos de trabalho e previdenciários”, explica o especialista.

A maior parcela do valor sonegado, no entanto, corresponde ao varejo. “Há um contingente muito grande de brasileiros que não estão formalizados e que, para se sustentar, fazem comércio informal”, explica.

De acordo com a pesquisa, a maior informalidade está entre as pequenas empresas. Do total, 47% são microempreendedores individuais (MEI) ou microempresas que declararam receita acima do permitido em suas categorias tributárias. Outros 25% dos respondentes afirmaram que usam múltiplas MEIs.

O especialista explica que a sonegação tem outras consequências para a economia brasileira, além da falta de recursos para o governo. “Se você tem um ambiente que assegura uma imunidade para o sonegador, você cria um ambiente de concorrência desleal no mercado, o que também é ruim para o investidor”, diz.

Metrópoles

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Economia

PIX SAQUE E PIX TROCO: Novas modalidades regulamentadas pelo BC estarão disponíveis a partir de segunda-feira

O Banco Central (BC) alterou o regulamento do Pix, sistema de pagamentos instantâneos, para incluir as modalidades de saque e de troco. A resolução foi publicada na sexta-feira (26) no Diário Oficial da União.

As modalidades estarão disponíveis a partir da próxima segunda-feira (29). Segundo o BC, a oferta dos dois novos produtos aos usuários da ferramenta é opcional, cabendo a decisão final aos estabelecimentos comerciais, às empresas proprietárias de redes de autoatendimento e às instituições financeiras.

Pix Saque

O Pix Saque permitirá que os clientes de qualquer instituição participante do sistema realizem saque em um dos pontos que ofertar o serviço.

Estabelecimentos comerciais, redes de caixas eletrônicos compartilhados e participantes do Pix, por meio de seus serviços de autoatendimento próprios, poderão ofertar o serviço. Para ter acesso aos recursos em espécie, o cliente fará um Pix para o agente de saque, em dinâmica similar à de um Pix normal, a partir da leitura de um QR Code ou a partir do aplicativo do prestador do serviço.

Pix Troco

No Pix Troco, a dinâmica é praticamente idêntica. A diferença é que o saque de recursos em espécie pode ser feito durante o pagamento de uma compra ao estabelecimento. Nesse caso, o Pix é feito pelo valor total, ou seja, da compra mais o saque. No extrato do cliente aparecerá o valor correspondente ao saque e à compra.

Limite

O limite máximo das transações do Pix Saque e do Pix Troco será de R$ 500,00 durante o dia, e de R$ 100,00 no período noturno (das 20h às 6h). De acordo com o BC, haverá, no entanto, liberdade para que os ofertantes dos novos produtos do Pix trabalhem com limites inferiores a esses valores caso considerem mais adequado aos seus fins.

Tarifas

De acordo com o BC, não haverá cobrança de tarifas para clientes pessoas naturais (pessoas físicas e microempreendedores individuais) por parte da instituição detentora da conta de depósitos ou da conta de pagamento pré-paga para a realização do Pix Saque ou do Pix Troco para até oito transações mensais. A partir da nona transação realizada, as instituições financeiras ou de pagamentos detentoras da conta do usuário pagador podem cobrar uma tarifa pela transação.

Segundo o BC, o valor da tarifa cobrada é de livre estabelecimento pela instituição e deve ser informado ao usuário pagador antes da etapa de confirmação da transação. “Os usuários nunca poderão ser cobrados diretamente pelos agentes de saque”, destacou o BC.

O BC explica ainda que os quatro saques tradicionais gratuitos realizados pelo usuário fora do âmbito do Pix Saque e Pix Troco podem ser descontados da franquia de gratuidades (oito por mês).

Ou seja, se o usuário realizar um saque da sua conta, sem ser por meio do Pix Saque ou Pix Troco, esse saque poderá ser contabilizado e sua franquia de gratuidades poderá ser reduzida de oito para sete, a critério da instituição.

Para o comércio que disponibilizar o serviço, as operações do Pix Saque e do Pix Troco representarão o recebimento de uma tarifa que pode variar de R$ 0,25 a R$ 0,95 por transação, a depender da negociação com a sua instituição de relacionamento.

 

Agência Brasil

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