Economia

Gasolina pode chegar a R$ 5,57 em JP após virada do ano, diz Sindipetro-PB

Gasolina

O fim da isenção de impostos federais sobre os combustíveis, a partir do dia 1ºde janeiro, deve trazer aumento no preço da gasolina, etanol e diesel. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado da Paraíba (Sindipetro-PB), Omar Hamad em entrevista à Rádio 98 FM, o reajuste deve ser de R$ 0,68 na gasolina, R$ 0,24 no etanol e R$ 0,33 no diesel.

O reajuste se deve ao fim da desoneração do PIS/Cofins e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre os combustíveis.

Algumas distribuidoras já estão repassando o aumento para os postos, afirmou Omar. “Uma ou outra distribuidora pode demorar a repassar (o aumento) de acordo com os estoques, então é fiscalizar e pesquisar”, explicou o presidente.

Preços em João Pessoa

Segundo a última pesquisa de preços dos combustíveis em João Pessoa, feita pelo Procon Municipal na terça-feira (27), o litro da gasolina está variando entre R$ 4,64 e R$ 4,89 e pode chegar a R$ 5,57 com o retorno do imposto. Já o preço do combustível aditivado custa entre R$ 4,69 e R$ 5,09.

Com informações do Portal Correio

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Economia

PRAZO: Cadastro de comerciantes informais para trabalhar no Réveillon em JP, termina nesta quinta

Sedurb já registrou 184 cadastros de tendas familiares para o Réveillon na orla da Capital – Politica & ETC
Quem pretende aproveitar as festividades de Ano Novo na orla da Capital para fazer uma renda extra, tem até esta quinta-feira (29) para realizar o cadastro junto a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb). A pasta disponibiliza 300 vagas, distribuídas entre barracas fixas, isopores, entre outras atividades ambulantes. Para facilitar a inscrição dos interessados, o cadastro pode ser feito pela internet, no site da Prefeitura ou, para quem não tem acesso à rede, de maneira presencial no anexo da Secretaria, localizado no primeiro andar da Central de Comercialização da Agricultura Familiar (Cecaf), no José Américo.

Quem optar pela modalidade online para realizar o cadastro, basta no site da Prefeitura, acessar a aba ‘Prefeitura Conectada’, selecionar o assunto ‘Inscrições Réveillon – Comércio Ambulante’, no formulário de protocolo. Quem optar por fazer pessoalmente, deve comparecer a Divisão de Controles e Posturas, localizada na Central de Comercialização da Agricultura Familiar (Cecaf), localizada na Avenida Hilton Souto Maior, nº 1112, José Américo, até esta quinta-feira (29), das 09h às 12h e das 13h às 16h.

É preciso anexar no ato da inscrição, a ficha devidamente preenchida e sem rasuras (clique aqui para acessar), cópias do RG e CPF, comprovante atualizado de residência (até três meses), Certidão Negativa de Débitos Municipais Atualizadas (Portal do Contribuinte) e termo de compromisso sem rasuras (clique aqui para acessar). “Após a inscrição, estamos com nossas equipes direcionadas exclusivamente para priorizar esse cadastro e dar celeridade a este processo. Com toda a documentação exigida anexada, no mesmo dia emitimos a autorização. Pedimos apenas atenção ao preenchimento da ficha e do termo de compromisso”, destacou Julião Ferreira, diretor de planejamento e empreendedorismo da Sedurb.

Orientações – Na sexta-feira (30), às 14h, será realizado o sorteio de áreas para comercialização dos comerciantes devidamente autorizados, no auditório da Cecaf. A montagem das estruturas só poderá ser feita a partir das 22h do dia 30 e o espaço deverá ser desocupado até às 8h do dia 1º de janeiro. No caso dos comerciantes que vão receber autorizações para barracas fixas, estes precisarão ter extintores de incêndio, devidamente certificados pelo Corpo de Bombeiros.

A participação dos ambulantes inscritos para o evento ficará condicionada ao pagamento de Taxa de Uso de Solo, que será calculada pela Divisão de Controle e Postura no momento da inscrição, conforme estabelecido pela legislação municipal. É proibida a comercialização de bebidas em garrafas de vidro e não será permitida a obstrução de calçadas em nenhuma das atividades.

Blog do BG PB

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Economia

PESQUISA: Preço da gasolina varia entre R$ 4,64 e R$ 4,89 em JP

A distribuição de combustíveis e o paralelismo de preços - JOTA
A gasolina comum mantém os mesmos preços da semana passada nas duas pontas e está oscilando entre R$ R$ 4,640 (Elesbão – Água Fria) e R$ 4,890 (Ale Grid – Distrito Industrial e N. S. da Conceição – Cruz das Armas). A constatação é da pesquisa comparativa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, nesta terça-feira (27), em 109 postos da Capital. A diferença no preço do litro do combustível está em R$ 0,25, a média em R$ 4,754 e a variação em 5,4% para pagamento à vista.

Para pagamento no cartão, a gasolina comum está sendo comercializada entre R$ 4,640 e R$ 4,990, diferença de R$ 0,35 e variação de 7,5%. Na comparação com a pesquisa do último dia 21, o preço da gasolina comum se manteve em 103 locais, aumentou em um e reduziu em cinco.

O produto aditivado também manteve os mesmos preços da semana passada e está sendo vendido entre R$ 4,690 (Extra Petróleo – Mangabeira) e R$ 5,090 (Select – Tambaú, Araújo – Cristo e Maxi – Oitizeiro). A diferença está em R$ 0,40, a variação em 8,5% e a média em R$ 4,916.

Álcool – O Procon-JP registrou, ainda, que o preço do litro do álcool se manteve o mesmo da pesquisa anterior nas duas pontas:  R$ 3,490 (Auto Posto – Valentina) e R$ 3,990 (São Luis XV – Centro), mostrando média de R$ 3,660, diferença de R$ 0,50 e variação de 14,3%. Em relação à semana passada, o produto subiu em 8 postos, caiu em três e se manteve em 95 estabelecimentos.

S10 – O diesel S10 também manteve os mesmos preços (menor e maior) em relação ao último levantamento: R$ 6,170 (em cinco postos) e R$ 6,870 (Free Way – Miramar), com a diferença em R$ 0,70, variação em 11,3% e a média em R$ 6,422. O produto aumentou em três locais, diminuiu em 10 e se manteve em 89 postos quando comparado à pesquisa da semana passada.

Diesel comum – O diesel comum foi outro combustível que os preços foram mantidos, com o menor registrado em R$ 5,990 (Independência – Tambiá, Estrela – Geisel e Ranieri Mazilli – Cristo) e o maior em R$ 6,590 (Almeida – Novais). A média de preço do produto está em R$ 6,221.

GNV – Outro combustível que também manteve os mesmos preços do último dia 21 nas duas pontas foi o Gás Natural Veicular (GNV) e está oscilando entre R$ 4,440 (Bancários – Bancários) e R$ 4,690 (Posto Z – Jardim Cidade Universitária). O produto tem diferença de R$ 0,25, variação de 5,6% e média de R$ 4,607. Todos os 12 revendedores visitados pela equipe do Procon-JP mantiveram os mesmos preços da pesquisa anterior.

Blog do BG PB

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Brasil

Volta do imposto sobre os combustíveis deve aumentar litro da gasolina em R$ 0,69 por litro, aponta levantamento

A volta de tributos federais sobre combustíveis deve elevar o preço para os consumidores nos seguintes valores, de acordo com levantamento do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE):

Gasolina: R$ 0,69 por litro
Etanol: R$ 0,26 por litro
Diesel: R$ 0,33 por litro

Na terça-feira (27), o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, não concordou em prorrogar a medida que isenta o pagamento de PIS e Cofins sobre combustíveis, dois tributos federais.

A isenção foi estabelecida pelo governo Jair Bolsonaro no início do ano, para baixar os preços, impactados pela guerra na Ucrânia, e tem validade até o fim deste mês.

Com isso, haverá uma reoneração dos combustíveis, pelo menos até o governo eleito tomar alguma medida para frear os preços.

De acordo com Haddad, Lula não quis que o governo atual prorrogasse a isenção, porque entende que o novo governo deve ter mais tempo para avaliar os impactos da medida.

Contas públicas

Pelo lado do consumidor, a reoneração aumenta o preço nas bombas e, consequentemente, a inflação, já que o valor dos combustíveis causa impacto em uma série de produtos e serviços.

Já pelo lado das contas públicas, a reoneração devolverá cerca de R$ 50 bilhões por ano aos cofres públicos.

Esse valor pode ser bem-vindo no cenário de dificuldade fiscal esperado para o país em 2023. Com a aprovação da PEC da Transição, que permite o pagamento de R$ 600 do Bolsa Família, a previsão de déficit para a União no ano que vem passou de R$ 60 bilhões para R$ 230 bilhões.

G1

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Economia

Pedidos de empréstimos para cobrir despesas com a casa crescem 43% na PB

Confira todos os detalhes e vantagens dos empréstimos da OABPrev-SP –  OABPrev-SP

Um levantamento realizado pela Provu, fintech especializada em meios de pagamento e crédito pessoal, mostra que os pedidos de empréstimos para despesas com a casa, como compras de mobiliário, reforma, mudança e compra ou refinanciamento de um imóvel, tiveram aumento de 36% em um ano. Na Paraíba, esse resultado chegou a 43%.

A variação foi observada em todos os estados da região. Em novembro de 2021, a categoria representou 10,20% das solicitações de empréstimos em Alagoas. Já em 2022 do mesmo mês, o número chegou a 17%, um aumento de 70%. Pernambuco foi de 11,20% para 17,60% no mesmo período, registrando 54% de aumento anual.

Paraíba e Sergipe também tiveram esse mesmo movimento crescente. Cada um desses dois estados apresentaram 9,20% das solicitações de empréstimos para despesas com a casa, e em novembro deste ano esse número subiu para 13,20% e 12,90% respectivamente. Os piauienses também tiveram um aumento de 36% de um ano para outro, indo de 8,5% dos pedidos de crédito para casa para 11,60% em novembro deste ano. O levantamento ainda mostra que o Rio Grande do Norte subiu 3,5 pontos percentuais, saindo de 10,4% em novembro de 2021 para 13,9% no mesmo mês deste ano.

Já Maranhão e Ceará saíram de 10,90% e 11,10% para 14,2% e 14,50% respectivamente – aumento de 30%. A Bahia cresceu 18%, indo de 12,20% no mês de novembro de 2021 para 14,4% em novembro deste ano.

Pedidos de empréstimo para despesas com a casa (nov/21 – nov22)

Região Nordeste – +36% na variação anual

Alagoas – +70% na variação anual

Bahia – +18% na variação anual

Ceará – +30% na variação anual

Maranhão – +30% na variação anual

Paraíba – +43% na variação anual

Pernambuco – +57% na variação anual

Piauí – +36% na variação anual

Sergipe – +40% na variação anual

Rio Grande do Norte – +34% na variação anual

MaisPB

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Brasil

Bolsonaro decidirá na reta final de mandato se sanciona reajustes a servidores públicos

Foto: Andressa Anholete/ Getty Images)

Na reta final de seu mandato na Presidência da República, o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem, nos próximos dias, mais de uma dezena de projetos na sua mesa para decidir se os sanciona ou os veta.

Alguns dos principais casos se referem a reajustes salariais a diversas categorias do serviço público com impacto bilionário aos cofres públicos.

Nesses casos, em tese, Bolsonaro não é obrigado a tomar uma decisão, já que as propostas acabaram de chegar ao Palácio do Planalto para a sanção. O prazo se encerra só em meados de janeiro.

O presidente, porém, pode assinar os aumentos para não deixar o gesto a seu sucessor, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Estão na Presidência da República os projetos de lei que concederam reajustes aos servidores da Câmara dos Deputados, da Defensoria Pública da União, do Tribunal de Contas da União, do Senado Federal, do Ministério Público da União e do Supremo Tribunal Federal.

Somados, esses projetos têm impacto fiscal de mais de R$ 3,4 bilhões nos próximos anos. Só os reajustes da Câmara e do Senado têm impacto de quase R$ 2 bilhões.

CNN Brasil

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Brasil

DATAFOLHA: Cresce pessimismo com economia brasileira nos próximos meses

IBC-Br cai em outubro e acende alerta: entenda a prévia do PIB calculada  pelo BC | CBN Vitória

O percentual de brasileiros que acham que a situação econômica do país vai melhorar nos próximos meses caiu em dezembro, após atingir em outubro o maior patamar da série histórica da pesquisa Datafolha. Desde junho, os números só vinham aumentando, tendência interrompida neste primeiro levantamento feito após o segundo turno das eleições.

Os dados mostram diferenças relevantes nas avaliações dos entrevistados de acordo com suas escolhas políticas. O pessimismo com o futuro também aumentou, em especial, entre eleitores do atual presidente.

A situação econômica do país melhorou nos últimos meses para 26% dos entrevistados, de acordo com o levantamento realizado na última segunda (19) e terça-feira (20). Eram 34% às vésperas do segundo turno das eleições, quando o número estava em nível recorde da série histórica iniciada em 2015 para essa questão.

São 38% que viram a situação do país piorar nos últimos meses, ante 42% em outubro, uma oscilação dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Para 35%, ficou igual. Eram 23% em outubro.

O Datafolha também perguntou sobre as expectativas para a economia. Avaliam que a situação econômica do país irá melhorar nos próximos meses 49% dos entrevistados, ante 62% na pesquisa de outubro —nível ainda elevado para a série que, nesse caso, começa em 2019.

São 20% que esperam piora. Eram 13% em outubro. Para 28%, a economia ficará como está, ante 16% na pesquisa anterior.

O Datafolha destaca que a expectativa com o futuro da economia está praticamente no mesmo nível do primeiro ano do governo atual, tanto em termos de otimismo como de pessimismo dos entrevistados.

No recorte eleitoral, a situação atual da economia é vista como positiva por 41% dos eleitores de Jair Bolsonaro (PL) e por 11% dos que votaram em Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O futuro é visto como positivo por 79% dos eleitores do petista e por 19% dos que votaram no atual presidente.

Situação pessoal

Em relação à situação econômica do próprio entrevistado, são 31% os que veem melhora nos últimos meses, ante 34% do levantamento anterior. Dizem que piorou 31%, ante 33% dois meses antes. Para 38%, ficou como estava. Eram 33% em outubro.

Em relação ao futuro, a expectativa de melhora na sua situação pessoal nos próximos meses caiu de 70% para 59% em relação à pesquisa anterior. A de piora passou de 5% para 11%.

Aqui também há diferenças em relação à opção política. Entre eleitores de Bolsonaro, 45% viram melhora nos últimos meses, 38% não esperam mudanças e 37% se mostram otimistas com a sua situação econômica nos próximos meses.

Entre os que votaram em Lula, apenas 17% viram melhora nos últimos meses, e 79% estão otimistas com o futuro.

A expectativa de melhora para a economia brasileira é maior entre desempregados (67%) e donas de casa (57%). Também é maior entre os mais pobres (57%) do que entre os mais ricos (18%), entre católicos (53%) do que entre evangélicos (41%) e moradores do Nordeste (64%) do que do Sul (34%).

Entre empresários, 51% dizem que sua situação econômica melhorou nos últimos meses e 52% estão otimistas com o futuro. A avaliação negativa é de 17% nos dois quesitos. Em relação ao futuro do país, 37% dizem que a economia ficará como está, 31% esperam melhora e 30%, piora.

Folha de São Paulo

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Brasil

Ministério da Economia prevê superávit de R$ 34,1 bi em 2022

Myke Sena/Especial Metrópoles

O Ministério da Economia divulgou, nesta quinta-feira (22/12), uma nova estimativa de superávit primário do governo em 2022. O valor previsto é de R$ 34,141 bilhões, cerca de R$ 10 bi a mais do que a previsão anterior, feita em novembro. À época, o montante estimado era de R$ 23,4 bilhões.

Economia remaneja R$ 3,3 bi para cobrir despesas do orçamento de 2022
O número consta no Relatório Extemporâneo de Receitas e Despesas Primárias, publicado nesta quinta. O aumento é resultado do desempenho na arrecadação. Segundo dados da Receita Federal, o acumulado entre janeiro e novembro chegou a R$ 2 trilhões.

PIB

O relatório também elevou de 2,7% para 3,1% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) para 2022. A equipe econômica atualizou para 73,7% do PIB a estimativa para a dívida pública bruta no fim deste ano. No documento divulgado em novembro, a projeção estava em 74,3% do PIB.

A estimativa de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para reajustar o salário mínimo e os benefícios da Previdência Social, caiu de 6% para 5,8%. A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) recuou de 6,1% para 5,3%. Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a projeção foi mantida em 5,8%.

Metrópoles

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Economia

Congresso aprova Orçamento de 2023 com salário mínimo de R$ 1.320

Medida provisória eleva salário mínimo para R$ 1.302 em janeiro - Notícias  - Portal da Câmara dos Deputados
O Congresso Nacional aprovou, nesta quinta-feira (22/12), o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023. O documento prevê R$ 2 trilhões em despesas primárias. A votação da proposta ocorreu de forma simbólica e, agora, precisa ser sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

A matéria busca assegurar o cumprimento de promessas feitas em campanha pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), incluindo o reajuste do salário mínimo de R$ 1.212 para R$ 1.320.

O texto também prevê inclusão de R$ 169 bilhões em despesas, que só foram possíveis com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição.

Entre outras medidas de destaque na nova peça orçamentária estão a manutenção do valor Bolsa Família em R$ 600, com acréscimo de R$ 150 às crianças de até 6 anos, e nova distribuição de renda aos programas esquecidos no governo de Jair Bolsonaro (PL).

Os parlamentares votaram e aprovaram o parecer do relator-geral do Orçamento, senador Marcelo Castro (MDB-PI). O texto também definiu novos destinos para os recursos das emendas de relator (RP9), chamadas de orçamento secreto, após o dispositivo ser considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Como forma de driblar a decisão, o Congresso Nacional dividiu os R$ 19,4 bilhões do orçamento secreto entre emendas impositivas e individuais (RP6), já aprovadas conforme emenda constitucional, e despesas primárias discricionárias (RP2) do Executivo.

O relatório escrito por Castro e aprovado nesta quinta define que R$ 9,8 bilhões, metade do valor, destinado às RP2, serão divididos em cinco áreas: Desenvolvimento Regional (R$ 4,3 bilhões), Saúde (R$ 3 bilhões), Cidadania (R$ 1,8 bilhões), Agricultura (R$ 416 milhões) e Educação (R$ 169 milhões).

Fora disso, o futuro governo ainda terá R$ 9,5 bi para o programa Minha Casa Minha Vida, além de autorização para aplicar um excedente da arrecadação em investimentos.

O aumento do teto de gastos servirá para distribuir verba aos orçamentos do Ministério da Saúde, em R$ 22,7 bi; Desenvolvimento Regional, em R$ 18,8 bi; Infraestrutura, em R$ 12,2 bi; e Educação, em R$ 10,8 bi, entre outros.

PLOA

A proposta também conta com emendas encaminhadas pelos congressistas para direcionar às bancadas e aos estados. Ao todo, cada parlamentar pode indicar até 25 emendas. O valor total para as emendas individuais é de R$ 11,7 bilhões.

Dessa forma, cada parlamentar pode sugerir despesas em até R$ 19,7 milhões. Os congressistas devem destinar pelo menos metade das emendas para ações e serviços públicos de saúde (ASPS).

As emendas individuais e coletivas propostas por senadores, deputados, comissões permanentes e bancadas estaduais podem alterar despesas e receitas indicadas no texto original, enviado pelo Poder Executivo. As deste ano foram encaminhadas em 31 de agosto, mas tiveram de ser alteradas pela mudança de governo.

As bancadas estaduais podem apresentar emendas a matérias de interesse de cada estado ou do Distrito Federal. Estas possuem a execução obrigatória de R$ 7,7 bilhões. Caso seja adotado o critério de divisão igualitária entre as bancadas, cada uma poderá indicar o valor máximo de R$ 284,9 milhões.

Metrópoles

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Economia

PESQUISA: Preço da gasolina oscila R$ 0,25 em JP e valor pode custar até R$ 4,89

Como funciona a política de preços da Petrobras – DW – 21/06/2022
Pesquisa comparativa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor encontrou o preço da gasolina oscilando entre R$ R$ 4,640 (Elesbão – Água Fria) e R$ 4,890 (N. S. da Conceição – Cruz das Armas), diferença de R$ 0,25, média de R$ 4,754 e variação de 5,4% para pagamento à vista. O menor preço se manteve o mesmo do levantamento do último dia 14, com o maior caindo R$ 0,10. O Procon-JP notificou 48 postos para apresentação de notas fiscais em fiscalização iniciada no último dia 13.

Em relação à semana passada, o preço da gasolina comum se manteve em 97 postos e reduziu em 12, com nenhum local aumentando o preço do produto. Para pagamento no cartão, o preço oscila entre R$ 4,640 e R$ 4,990, diferença de R$ 0,40 e variação de 8,5%. A pesquisa do Procon-JP foi realizada no dia 21 de dezembro em 109 postos da Capital.

Quanto à gasolina aditivada, o menor preço diminuiu de R$ 4,740 para R$ 4,690 (Extra Petróleo – Mangabeira), com o maior caindo de R$ 5,140 para R$ 5,090 (em 7 postos) se comparado ao levantamento do último dia 14. A variação está em 8,5%, a diferença em R$ 0,40 e a média em R$ 4,925.

Fiscalização – O Procon-JP notificou 48 postos desde o último dia 13, em fiscalização que verificou a aplicação da redução, nas bombas, dos preços da gasolina e do diesel anunciado pela Petrobras e que estava valendo desde o dia 7 de dezembro. O secretário Rougger Guerra pontua que as notificações foram emitidas para os estabelecimentos que, a princípio, não estavam aplicando as reduções previstas ou os que mostravam algum aumento nos preços. “Estamos analisando estas questões com base em nossas pesquisas comparativas semanais e nas últimas notas fiscais apresentadas pelos postos”.

Álcool – O levantamento do Procon-JP mostra que o preço do litro do álcool se manteve nas duas pontas desde a semana passada e oscila entre R$ 3,490 (Cajueiro – Cuiá) e R$ 3,890 (Canaã – Jaguaribe, Z – Jardim Cidade Universitária, Villaggio – Bancários e São Severino – Castelo Branco), com a média em R$ 3,650, a diferença em R$ 0,40 e a variação em 11,5%. Se comparado à pesquisa anterior, o etanol aumentou em 16 estabelecimentos, reduziu em três e se manteve em 86 locais.

S10 – Em comparação com o último dia 14, o diesel S10 registra redução nas duas pontas, com o menor preço caindo de R$ 6,260 para R$ 6,170 (N. S. de Fátima – Bairro dos Estados e Frei Damião – Ipês), e o maior saindo de R$ 6,980 para R$ 6,870 (Free Way – Miramar).  A média está em R$ 6,433, a diferença em R$ 0,70 e a variação em 11,3%. O produto reduziu em 48 e se manteve em 55, com nenhum posto registrando aumento em relação ao levantamento anterior do Procon-JP.

Diesel comum – Já o diesel comum teve redução de R$ 0,19 no menor preço comparado ao levantamento da semana passada saindo de R$ 6,180 para R$ 5,990 (Independência – Tambiá, Estrela – Geisel e Ranieri Mazilli – Cristo), com o maior se mantendo em R$ 6,590 (Almeida – Novais). A média de preço do produto está em R$ 6,231.

GNV – O Gás Natural Veicular (GNV) também manteve os mesmos preços nas duas pontas da pesquisa do último dia 14 e está sendo vendido entre R$ 4,440 (Bancários – Bancários) e R$ 4,690 (Posto Z – Jardim Cidade Universitária). A diferença está em R$ 0,25, a variação em 5,6% e a média em R$ 4,604. Os 12 revendedores visitados pela pesquisa do Procon-JP mantiveram os mesmos preços da pesquisa anterior.

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