Economia

ALÍVIO: Redução no preço do gás de cozinha pode chegar a R$ 4 a partir desta quarta, na PB

Botijão de gás: Você conhece os riscos de uma má instalação? – Jornal  Semanário
O preço do gás de cozinha deve ganhar redução para o consumidor, a partir desta quarta-feira (14), na Paraíba. Segundo o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Paraíba (Sinregás), Marcos Antônio, ovalor deve diminuir em até R$ 4.

A queda no preço ocorre após decisão da Petrobras, que reduziu em 9,8% o preço do GLP (gás liquefeito de petróleo), para as refinarias, no dia 7 de dezembro.

O preço final deve variar entre R$ 115 e R$ 120 na Paraíba.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Bolsonaro assina MP que aumenta salário mínimo para R$ 1.302 em 2023

Bolsonaro cogita passar a faixa para Lula na posse | Metrópoles
O presidente Jair Bolsonaro (PL) assinou uma medida provisória que eleva o salário mínimo a R$ 1.302 a partir de 1º de janeiro de 2023. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (12/12), e precisa passar pelo Congresso Nacional.

Este é o quarto ano consecutivo em que o salário mínimo não terá ganho real, ou seja, acima da inflação. Atualmente, o piso nacional é de R$ 1.212.

O valor que consta na medida assinada pelo chefe do Executivo é o que estava previsto na proposta de Orçamento de 2023, enviada por Bolsonaro ao Congresso no fim de agosto.

De acordo com o Palácio do Planalto, o ajuste do salário mínimo para R$ 1.302 considera variação da inflação de 5,81%, acrescida de ganho real de cerca de 1,5%.

“O valor de R$ 1.302,00 se refere ao salário mínimo nacional. O valor é aplicável a todos os trabalhadores, do setor público e privado, como também para as aposentadorias e pensões”, diz nota divulgada pelo Palácio do Planalto.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

SAFRA RECORDE: IBGE prevê alta de 11,8% na produção do agronegócio para 2023

https://www.blogdobgpb.com.br/wp-content/uploads/2022/12/35815768.095102.jpg

Apesar das adversidades causadas pela seca, pandemia, preço do dólar, guerra na Ucrânia e aumento do valor dos insumos, o agronegócio brasileiro se manteve resiliente e tem expectativa para uma safra recorde no próximo ano. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prevê uma safra de 293,6 milhões de toneladas para 2023, o que representa um avanço de 11,8% sobre 2022 na projeção para grãos, cereais, leguminosas e oleaginosas.

Em entrevista à Jovem Pan News, a empresária do setor, Carol Curimbaba, analisou o contexto da produção nacional: “Apesar de tudo isso, que a gente sabe como é duro empreender no campo aqui no Brasil, em qualquer lugar do mundo, mas no Brasil a gene sabe como é difícil. Mesmo assim, vai ser um ano bom, com muitas adversidades, mas um ano bom para o agronegócio. E uma expectativa melhor ainda para 2023”. Vale destacar que, em 2022, a inflação dos alimentos chegou na mesa dos brasileiros e impulsionou o IPCA ao lado dos combustíveis.

“A gente acredita que os preços vão ficar relativamente altos, por toda a crise mundial que vem forte. Os grandes países que não viam inflação há décadas, Estados Unidos e Europa, estão vendo uma inflação forte. A gente pode perceber nesse último ano e a gente acredita que ela vai se manter. Os juros vão continuar altos, o dólar também com certa volatilidade. A guerra não está dando muito sinal de que vai acabar. Em um mundo tão incerto assim, o Brasil conseguiu segurar as pontas. Foi uma força-tarefa do público e do privado juntos segurando as pontas, especialmente do setor produtivo e do setor do agronegócio”, analisou Curimbaba.

O impacto das variantes negativas foi sentido por muitos produtores que têm dificuldades para manter suas culturas no campo, como explicou o economista e professor do Mackenzie, Hugo Garbe: “Quando a gente fala de agronegócio no Brasil, a gente tem grandes players, mas o crédito para o agronegócio ele é ainda muito complicado no Brasil. Eu vejo que o mercado financeiro, ainda em 2022, não entendeu direito como é que funciona o agronegócio brasileiro. Entrando no dia a dia desse produtores rurais, crédito com prazo safra, ou seja, o cidadão planta milho e ele tem que ter um crédito que acompanhe o prazo da safra dele, que são nove meses a um ano. A pouco tempo a gente foi ter esse tipo de crédito no Brasil, que atenda definitivamente os produtores rurais. Muita gente passou apertado e ainda está sofrendo consequências ou quebrou”.

A respeito do ambiente desfavorável nos Estados Unidos e Europa, em 2023, Garbe destaca o impacto no Brasil: “Em uma crise econômica na Europa, Estados Unidos ou qualquer lugar do mundo, as famílias, que são os consumidores finais, vao deixar de consumir bens de produção de consumo. Ou seja, geladeira, carro e afins. O agronegócio não. Ou seja, a alimentação, de uma forma geral, é o último item a ser substituído pelas famílias. A não ser que a gente tenha uma crise muito profunda em termos globais, o que não é provável. É provável que a gente tenha uma recessão nos Estados Unidos e na Europa também, mas nada muito profundo”.

Jovem Pan

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Conselho da Sudene aprova aplicação de R$ 1,7 bilhão na Paraíba

Os R$ 34,6 bilhões que compõem o orçamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) do próximo ano tem projeção de aplicação nos 11 estados da área de atuação da Sudene, sendo a Bahia com R$ 8,1 Bilhões, vindo em seguida Ceará (R$ 5 bilhões), Pernambuco (R$ 4,7 bilhões), Maranhão (R$ 3,6 bilhões), Piauí (R$ 3 bilhões), Rio Grande do Norte (R$ 2,1 bilhões), Minas Gerais (R$ 2 bilhões), Alagoas (R$ 1,7 bilhão), Paraíba (R$ 1,7 bilhão), Sergipe (R$ 1,7 bilhão) e Espírito Santo (R$ 547,4 milhões).

Os programas contemplados incluem PRONAF, FNE PNMPO, FNE P-FIES e FNE Sol Pessoa Física, enquanto entre os setores o destaque é infraestrutura, que contará com um repasse aproximado de R$ 10 bilhões. Ficou definido, ainda, o percentual por porte dos empreendimentos, com projeção de destinar 55% dos recursos aos empreendimentos de produtores de mini, micro, pequeno e pequeno-médio porte (portes prioritários).

A proposta de aplicação dos recursos do FNE para o exercício de 2023 acatada pelo Conselho prevê, entre outros itens, ampliação dos limites de financiamento para projetos que desenvolvam ações e práticas de ESG (governança ambiental, social e corporativa); reformulação do Programa FNE Verde; e inclusão de informações sobre forma de cadastro de outras instituições financeiras para repasse de recursos. São consideradas diretrizes específicas do FNE eixos estratégicos do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste – PRDNE (inovação; educação e desenvolvimento das capacidades humanas; dinamização e diversificação produtiva; desenvolvimento social e urbano; segurança hídrica e conservação ambiental).

O orçamento do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) para 2023 será de R$ 1 bilhão, valor que vai priorizar municípios polo de região intermediária, com exceção das capitais estaduais; localizados no semiárido; inseridos numa microrregião que seja classificada pela tipologia sub-regional da PNDR como baixa ou média renda, independente do dinamismo; localizados em uma Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE); localizados em municípios que integrem o Programa Investe Turismo – 30 Rotas Turísticas Estratégicas (caso o empreendimento seja do setor de turismo), com exceção das capitais estaduais; localizados na Bacia do Rio Parnaíba, na Bacia do Rio São Francisco ou na área de influência do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), com exceção das capitais estaduais; e localizados em um município prioritário do Projeto de Desenvolvimento Federativo.

As diretrizes do FDNE também estão em sintonia com os eixos do PRDNE e prevê apoio à melhoria da infraestrutura física e tecnológica de instituições de ensino técnico e superior; estruturação de projetos de energias renováveis; projetos de irrigação; ampliação e recuperação de rodovias e portos; construção, ampliação e recuperação da Hidrovia do São Francisco; ampliação e melhoria da infraestrutura turística da região; reestruturação industrial; saneamento básico, entre outras prioridades. O superintendente da Sudene, general Araújo Lima, destacou que a definição das prioridades para aplicação de recursos dos fundos regionais é resultante de um trabalho conjunto entre a Autarquia, BNB e MDR.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Ministério da Economia rebate Lula e nega que o Brasil esteja quebrado

O Ministério da Economia emitiu neste domingo, (11) uma nota para rebater as recentes “declarações infundadas” do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de que o Brasil está quebrado. Lula promete divulgar em breve um relatório da equipe de transição sobre a situação econômica do Brasil.

Sem citar o nome do petista, a nota da pasta lista uma série de feitos do governo de Jair Bolsonaro (PL) e volta a destacar o cenário pandêmico enfrentado desde março de 2020 e a guerra causada pela invasão da Rússia na Ucrânia.

“As declarações de que o Estado Brasileiro está ‘quebrado’ não são compatíveis com a realidade. A Dívida Bruta do Governo Geral deverá terminar o ano representando 74% do Produto Interno Bruto (PIB) e superávit primário de R$ 23,4 bilhões, o primeiro desde 2013. Será o primeiro governo que encerra o mandato com endividamento em queda: em 2018, a relação dívida/PIB chegou a 75,3%. Demais países emergentes e desenvolvidos têm projeções de crescimento de dívida entre 10,6 pontos e 8,5 pontos percentuais, respectivamente, em comparação com as taxas observadas antes da pandemia. Governos anteriores ampliaram a relação dívida/PIB em quase 20 pontos do PIB sem enfrentar pandemias ou guerras como a vista no Leste Europeu, sem que esses recursos se traduzissem em efetiva melhora na qualidade de vida da população”, destaca o texto elaborado pela equipe chefiada por Paulo Guedes.

A pasta afirma que, “graças às medidas de suporte aos entes subnacionais durante a pandemia e às ações de política econômica que resultaram em rápida recuperação da atividade no pós-pandemia”, Estados e municípios registrarão o segundo ano consecutivo de superávit primário em 2022.

“Ainda na relação com os entes federados, as transferências por repartição de receita chegaram a 4,8% do PIB em 2022 (aproximadamente R$ 480 bilhões), maior patamar da série histórica iniciada em 1997. Cabe destacar, também, o resultado das empresas estatais que caminha para fechar 2022 na casa dos R$ 250 bilhões, depois de resultado de R$ 188 bilhões em 2021, contra prejuízos de mais de R$ 30 bilhões em 2015. A atual administração também marca outro fato inédito ao entregar o nível de despesa primária em proporção do PIB em patamar inferior ao do início do governo (18,7% do PIB em 2022 contra 19,5% em 2019)”.

O atual governo ainda colocou nos holofotes os seus feitos em digitalização — segundo país do mundo com a mais alta maturidade em governo digital, de acordo com o Banco Mundial — e justificou por que não concedeu reajuste aos servidores públicos, mais uma vez destacando os efeitos da Covid-19 e da Guerra da Ucrânia.

“Desde 2020, o Brasil e o mundo foram economicamente impactados pela pandemia da Covid-19. Diante da gravidade do cenário, o governo federal e o Congresso Nacional entenderam que a prioridade seria alocar recursos para o combate à doença, a manutenção dos empregos e a concessão de auxílio financeiro aos mais vulneráveis, o que não permitiu a aprovação de novos reajustes aos servidores públicos até 31/12/2021 (conforme determinado pela Lei Complementar nº 173/2020, artigo 8º)”, disse a pasta.

“Para 2023, o Projeto de Lei Orçamentária enviado ao Congresso previu R$ 10,5 bilhões para reajustes dos servidores públicos do Poder Executivo. Esses R$ 10,5 bilhões corresponderiam, de forma linear, a cerca de 5% de correção salarial. Em relação ao salário mínimo, o PLOA prevê uma alta nominal de 7,4% no salário mínimo. Com a desaceleração da inflação, portanto, prevê um ganho real do salário mínimo para 2023”, projetou.

Jovem Pan

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

ATENÇÃO: Procon-JP vai fiscalizar redução de preços em postos de gasolina, nesta segunda

Veja as armadilhas dos postos de gasolina que podem colocar seu carro em risco
O Procon-JP está preparando uma fiscalização nos postos de gasolina para a próxima segunda-feira (12),
a fim de averiguar a redução de preços estabelecida pela Petrobras no último dia 7. A redução anunciada para a gasolina foi de R$ 0,20 e no diesel, R$ 0,40, às distribuidoras.

Segundo o secretário geral do Procon municipal, Rougger Guerra, os estabelecimentos devem aplicar a redução de forma imediata ou até durarem os estoques antigos que geralmente duram, no máximo, 48 horas.
Depois desse prazo, os postos devem repassar ao consumidor o desconto recebido pela Petrobras.

Durante a fiscalização, a equipe do Procon-JP vai realizar visita técnica e notificar os postos para que justifiquem os preços aplicados. Após a fiscalização, uma nova pesquisa deve ser realizada constatando a variação de preços atualizada em relação ao combustível, mantendo o consumidor atualizado sobre qual posto possui o menor preço.

Variação
Os postos de gasolina, em João Pessoa, apresentam uma variação de preço do combustível de 6,4%, o que corresponde a uma diferença de R$ 0,30. A alteração foi constatada por meio de pesquisa realizada pelo Procon municipal, em 109 postos na capital, no último dia 7.

De acordo com Rougger Guerra, essa variação de R$ 0,30 no preço da gasolina já era esperada. Ele informou
que, nos dois últimos anos, sempre houve entre o preço máximo e mínimo uma diferença que variou ao longo do tempo entre R$ 0,50 e R$ 0,25, logo não houve nenhum aumento abusivo.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

PEC DO ESTOURO: Como o “buraco no teto” pode furar o seu bolso

Os números mais recentes que saltam das calculadoras de diversos economistas apontam que o buraco no teto de gastos públicos pode alcançar cifras entre R$ 200 bilhões e R$ 220 bilhões no próximo ano. A imprecisão do cálculo, observam os especialistas, é resultado da pouca clareza sobre os valores que serão incluídos na PEC da Transição, além de eventuais penduricalhos, em discussão na Câmara dos Deputados.

E o grande temor, observa Fernando Veloso, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-Ibre), é que esses gastos sejam financiados por dívida. “Mesmo porque ainda não temos a menor ideia de quais serão as fontes de receita para bancá-los”, diz. “Se for dessa forma, e até agora tudo indica que será, despesas dessa envergadura terão forte impacto no bolso das pessoas.” Como e quais? É o pesquisador do FGV-Ibre explica a seguir.

Aumento do dólar

De acordo com Veloso, sinais de descontrole da dívida pública, hoje estimada em cerca de 77% do PIB, tem impacto imediato na cotação do dólar. Nesse caso, aumenta em relação ao real. A estimativa do mercado é que a moeda americana feche o ano em R$ 5,20. No último mês, porém, ela oscilou entre R$ 5,35, passando por um pico de R$ 5,42, e atingiu R$ 5,23 na sexta-feira (10/12) em R$ 5,23.

Inflação

O aumento da cotação da moeda americana, acrescenta o pesquisador do FGV-Ibre, tem reflexos na inflação. Ela aumenta e afeta de forma mais aguda as camadas mais pobres da população. “Isso acontece porque o preço de vários alimentos, muitos deles presentes na cesta básica, é cotado em dólares”, diz Veloso.

A relação entre saltos inflacionários e desigualdade é estudada há tempos por economistas. Em julho, por exemplo, dados do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da FGV, apontaram que a diferença entre a inflação das famílias mais pobres, na faixa de 1 a 1,5 salário mínimo, e as mais ricas, com renda entre 11,5 a 33 mínimos, atingiu 0,69 ponto percentual, maior valor desde dezembro de 2020, quando ficou em 0,81 ponto.

Juros

A consequência inescapável do aumento da inflação – e a mesma lógica vale para a perspectiva de descontrole da dívida pública –, nota Veloso, é a elevação dos juros. E isso ocorre em duas frentes. A primeira delas é o aumento ou a manutenção em alta da taxa básica vigente no país, a Selic, fixada pelo Banco Central (BC). A Selic é o instrumento por meio do qual o BC tenta controlar avanços inflacionários, forçando um desaquecimento da economia. Em agosto de 2020, ela era de 2% ao ano. Agora, está em 13,75%.

As primeiras reações do mercado à PEC da Transição já levaram a um aumento da projeção da Selic. Na semana passada, a previsão era de uma taxa de 11,75% no fim de 2023. Uma semana antes, porém, a estimativa havia ficado em 11,5%.

Os juros também aumentam no longo prazo. Isso inclui, por exemplo, nos Títulos do Tesouro. Hoje, as taxas para esses papeis com vencimento em 2035 e 2045, ressalta o pesquisador do FGV-Ibre, pagam inflação mais cerca de 6%. “São valores que não víamos desde a crise econômica de 2015-2016, no governo de Dilma Rousseff”, diz Veloso.

Baixo crescimento econômico e desemprego

Por fim, conclui Fernando Veloso, a combinação desses fatores, altas do dólar, inflação e juros, leva ao baixo crescimento da economia, cujas previsões para 2023 já oscilam entre pouco e nada animadoras. O último Boletim Focus divulgado pelo BC, que traz uma média das expectativas dos agentes econômicos, prevê uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de riquezas do país, de 0,75% no próximo ano. Este ano, ela deve ficar em 3,5% do PIB. Para 2024, o crescimento estimado é de 1,71%.

Ainda assim, esses números melhoraram em comparação com previsões feitas há duas semanas pelos mesmos agentes de mercado. À época, o avanço estimado para o PIB havia ficado em 0,7% (agora, subiu para 0,75%). “O problema é que, sem crescimento, os níveis de emprego caem”, acrescenta o pesquisador do FGV-Ibre. “E, se avançam, resultam da criação de postos de trabalho de baixa qualidade, em geral, informais.”

Até agora, porém, o desemprego vem recuando no Brasil. Ele caiu para 8,7% da força de trabalho total no terceiro trimestre, o menor nível desde o trimestre encerrado em junho de 2015, quanto atingiu 8,4%. Em agosto de 2021, estava em 13,1%.

A taxa de investimentos do Brasil também avança. No terceiro trimestre deste ano, alcançou 19,6% do PIB, o maior nível desde 2014, segundo dados divulgados na última semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

O ideal, observam os técnicos, é que fique sempre acima de 20%. Algo que ocorreu em poucas ocasiões, desde quando o indicador atingiu seu pico, com 26,9%, em janeiro de 1989. Após a crise de 2015-2016, ele caiu para o ponto mais baixo desde os anos 1970: 14,6%, em janeiro de 2017. Nas economias emergentes mais pujantes, essa taxa é superior a 30%.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Inflação desacelera e fica em 0,41% em novembro

Inflação global mais fraca em 2023 já atrai investimento no Brasil, diz IIF
A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), registrou alta de 0,41% em novembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (9/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado de novembro veio abaixo do esperado pelo mercado e representa uma desaceleração em relação à taxa registrada em outubro (0,59%). Em novembro do ano passado, o índice foi de 0,95%.

No acumulado de 12 meses, a inflação ficou em 5,9%, abaixo dos 6,47% registrados no período imediatamente anterior. Foi a menor taxa desde fevereiro de 2021 (5,2%).

O indicador ficou 0,18 ponto percentual abaixo do que foi registrado em outubro (0,59%). Em novembro de 2021, a taxa havia sido de 0,95%.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Ex-presidente do Banco Central alerta sobre riscos da irresponsabilidade fiscal

O economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e conhecido por ser um dos “pais” do Plano Real, criticou a indefinição dos nomes que farão parte da equipe ministerial do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em específico, o ministro da Fazenda e a irresponsabilidade fiscal em torno da PEC do Estouro.

“A irresponsabilidade fiscal, sobretudo quando enrolada na bandeira da governabilidade e da defesa da democracia, pode nos levar ao caos”, diz Franco na Carta Estratégia, publicada mensalmente pela Rio Bravo Investimentos.

Em outro trecho do documento, o economista reitera o alerta e destaca a coalizão que se desenha com o “centrão”, sem uma “associação programática” ou “com responsabilidade fiscal”.
Esse alerta precisa ser feito, pois a coalizão que se desenha, construída a partir de várias vertentes do chamado “Centrão” – inclusive incorporando o atual presidente da Câmara, o deputado Artur Lira –, não tem “vinculações históricas”, ou “associação programática”, com a responsabilidade fiscal”.

Na quarta-feira (7), a PEC do Estouro foi aprovada no plenário do Senado Federal, por 64 votos a 13. O projeto expande o teto de gastos públicos em R$ 145 bilhões por dois anos, viabilizando a manutenção do Auxílio Brasil, que deverá voltar a se chamar Bolsa Família, em R$ 600 no próximo ano.

Além disso, ao comentar sobre o possível retorno do Ministério da Fazenda e outras pastas, Franco avalia que o presidente eleito deve retornar ao antigo desenho para “acomodar aliados”.

“O atual ministério da Economia, recorde-se, é fruto da união de cinco dos ministérios que existiam quando Lula foi presidente da última vez. Parece natural que Lula retroaja ao desenho original, inclusive para não sobrecarregar o titular e dispor de outros cargos para acomodar aliados”.

“De igual modo, é natural que o mercado financeiro reaja mal ao enfraquecimento e divisão da área econômica, especialmente no contexto de uma eleição que não tratou de economia e de um governo que começa, inclusive antes da posse, tirando férias da responsabilidade fiscal”, criticou o economista.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

PESQUISA: Preço da gasolina em JP registra diferença de R$ 0,30; descubra menor preço

Gasolina e diesel da Petrobras ficam mais baratos para distribuidoras a partir de hoje | Economia | G1
Pesquisa comparativa de preços de combustíveis realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) encontrou a gasolina comum oscilando entre R$ 4,690 (Elesbão – Água Fria) e R$ 4,990 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial), com variação de 6,4%, diferença de R$ 0,30 e média de R$ 4,778 para pagamento à vista.

O levantamento do Procon-JP foi realizado no dia 7 de dezembro em 109 postos da Capital. Segundo o órgão, o preço da gasolina comum vem se mantendo há duas semanas e, em comparação com a pesquisa do último dia 30 de novembro, aumentou em 11 postos, reduziu em oito e se manteve em 89. Já para pagamento no cartão, o menor preço do produto foi registrado em R$ 4,690, com o maior sendo comercializado em R$ 5,140, diferença de R$ 0,45 e variação de 9,6%.

A gasolina aditivada também manteve os mesmos preços da semana passada e está oscilando entre R$ 4,690 (Extra Petróleo – Mangabeira) e R$ 5,190 (Shopping Bessa – Bessa). A variação está em 10,7%, a diferença em R$ 0,50 e a média em R$ 4,954.

Álcool – Quanto ao menor preço do litro do álcool, este subiu R$ 0,10 em relação à pesquisa anterior e foi registrado em R$ 3,390 (Auto Posto –Valentina). O maior preço se manteve em R$ 3,890 (Verão – Torre), média de R$ 3,620, diferença de R$ 0,50 e variação em 14,7%. Se comparado à pesquisa da semana passada, o etanol aumentou em 47 postos, se manteve em 59 e diminuiu de preço em um local.

S10 – O diesel S10 continua com os mesmos preços nas duas pontas há duas semanas, oscilando entre R$ 6,270 (Nossa Senhora de Fátima – Bairro dos Estados) e R$ 6,980 (Select – Tambaú e Free Way – Miramar), com diferença de R$ 0,71, média de R$ 6,544 e variação de 11,3%. O produto aumentou em 11 estabelecimentos, reduziu em quatro e se manteve em 82 postos em relação ao levantamento anterior.

Diesel comum – O menor preço do diesel comum aumentou de R$ 6,130 para R$ 6,180 (Independência – Tambiá) em relação ao último dia 30 de novembro, com o maior se mantendo em R$ 6,590 (Almeida – Novais). A média do produto está em R$ 6,386.

GNV – O Gás Natural Veicular (GNV) foi outro combustível que manteve os mesmos preços nas duas pontas, oscilando entre R$ 4,440 (Bancários – Bancários) e R$ 4,690 (Posto Z – Jardim Cidade Universitária), com diferença de R$ 0,25, variação de 5,6% e média de R$ 4,607. Dos 12 revendedores visitados pela pesquisa do Procon-JP, dois subiram o preço e 12 mantiveram o mesmo valor da semana passada.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.